XP Expert

EUA ainda sem acordo de estímulos e baixas no ministério da economia no Brasil

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
Clique para ouvir

IBOVESPA -1,2% | 102.174 Pontos

CÂMBIO -1,82% | 5,38/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Em mais um dia de volatilidade, o Ibovespa fechou em queda de 1,23% no dia de ontem, aos 102.174 pontos. As taxas futuras de juros apresentaram nova elevação nos trechos mais longos, levando à maior inclinação da curva. A ata do Copom não foi suficiente para alterar as apostas de manutenção da Selic na próxima reunião, enquanto preocupações com a trajetória fiscal pós pandemia continuam ditando as expectativas para o longo prazo. DI jan/21 fechou em 1,87%; DI jan/23 encerrou em 3,81%; DI jan/25 foi para 5,57%; e DI jan/27 fechou em 6,54%.

Nesta manhã, mercados internacionais voltam a subir, com EUA (+0,8%) ainda ameaçando romper a máxima histórica, apesar de senadores indicarem que não deve haver acordo para novo pacote de estímulos antes do recesso do congresso americano. Já a Europa (+0,1%) é puxada pelo setor bancário, e investidores avaliam uma possível rotação para empresas da economia antiga após PIB Britânico do 2T20 contrair 20,4% (comparação trimestral), em linha com as expectativas para a pior contração da história.

Ainda no cenário internacional, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou sua escolha para vice-presidência, a senadora Kamala Harris, com quem disputou as primárias do partido. Biden procurou uma escolha de baixo risco em sua tentativa de manter a liderança da disputa.  A decisão não deve ter impacto significativo para o candidato nas pesquisas, mas reafirma seu compromisso com a diversidade, um tema importante para o eleitorado democrata.

No Brasil, destaque para discussões de cunho tributário à nível estadual. Com o intuito de aumentar a arrecadação especialmente em 2021, o governo de São Paulo vai encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto que faz um corte linear de 20% em todos os benefícios fiscais concedidos com o ICMS. O ICMS, principal fonte de receita de SP, representa 66% da arrecadação do Estado e o corte das renúncias fiscais poderia garantir um aumento de arrecadação de R$ 8 bilhões, segundo o Estadão.

Na agenda de indicadores e eventos do dia, os destaques serão a divulgação dos dados do varejo brasileiro no mês de junho, a inflação ao consumidor dos Estados Unidos e discursos de três dirigentes do Fed (presidentes do Fed de Boston, Dallas e São Francisco).

Finalmente, na política, as atenções se voltam para a “debandada” na equipe de Paulo Guedes, que perdeu os secretários Salim Mattar e Paulo Uebel, e para o sinal que as baixas emitem em relação às disputas dentro do governo em torno do uso do Orçamento para financiar obras de infraestrutura. Em entrevista, Guedes reforçou a defesa das regras fiscais e sinalizou ao presidente Jair Bolsonaro que a adoção de um caminho diferente poderia levá-lo ao impeachment.

Destaque também para a análise de vetos pelo Congresso Nacional — entre eles o que trata da ampliação do acesso ao Benefício de Prestação Continuada, com impacto de R$ 200 bilhões em dez anos — e para a audiência pública da comissão de reforma tributária, que recebe hoje representantes dos estados.

Tópicos do dia

Agenda de resultados

Locaweb (LWSA3): após o fechamento
Movida (MOVI3): após o fechamento
Banrisul (BRSR6): antes da abertura
TAESA (TAEE11): após o fechamento
Ultrapar (UGPA3): após o fechamento
Via Varejo (VVAR3): após o fechamento

Temporada de resultados do 2º trimestre – o que esperar?
Calendário da temporada de resultados 2° tri 2020

Coronavírus

O caso para se comprar Brasil: Rumo aos 110 mil
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

Para ler mais conteúdos, clique aqui.

Internacional

  1. Política internacional: Biden escolhe Kamala Harris para vice-presidência

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Raia Drogasil (RADL3): Resultado do 2T20 abaixo do esperado
  2. Bradesco (BBDC4): Reunião sobre o 2T20 e perspectivas futuras
  3. Azul (AZUL4): Acordo com Arrendadores de Aeronaves
  4. B3 (B3SA3): CVM altera regras para BDRs e flexibiliza a negociação de empresas brasileiras


Veja todos os detalhes


Internacional

Política internacional: Biden escolhe Kamala Harris para vice-presidência

  • O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira (11) sua escolha para vice-presidência, a senadora Kamala Harris, com quem disputou as primárias do partido.A escolha não surpreendeu, já que a candidata era a favorita à vaga. Como já havíamos antecipado por aqui, Biden procurou uma escolha de baixo risco em sua tentativa de manter a liderança da disputa.  A decisão não deve ter impacto significativo para o candidato nas pesquisas, mas reafirma seu compromisso com a diversidade, um tema importante para o eleitorado democrata.

Empresas

Raia Drogasil (RADL3): Resultado do 2T20 abaixo do esperado

  • A RD reportou resultados fracos no 2T20, com EBITDA 29% abaixo da nossa expectativa. O desempenho foi impactado tanto pela pressão de margem bruta de -1,0 p.p. quanto pela desalavancagem operacional, em função da desaceleração do ritmo de vendas. De qualquer maneira, a empresa já começa a apontar para uma recuperação gradual a partir do mês de julho; 
  • Entretanto, de acordo com a companhia, houve um crescimento total consolidado de 13,8% no mês de julho, com um crescimento de receita das lojas maduras no conceito mesmas lojas de 0,8%, sinalizando uma recuperação de vendas para os próximos meses. As vendas de drogarias e farmácias começaram a apresentar sinais de melhora a partir do mês de julho. Segundo dados divulgados pela Cielo, a categoria apresentou uma queda de -2,7% no período acumulado desde o dia 01 de março em relação ao período pré-COVID em fevereiro. Todavia, nas últimas 6 semanas a partir do dia 28 de junho, o segmento apresentou um crescimento médio semanal de 1,2%, com semanas particularmente fortes no início de julho e agosto;
  • Esperamos uma reação levemente negativa. As estimativas abaixo do esperado e a queima de fluxo de caixa livre relevante no trimestre (- R$ 437 milhões) são surpresas negativas que podem impactar as estimativas de curto prazo do mercado. Entretanto, acreditamos que os investidores podem focar na amostra de recuperação gradual do ritmo de vendas a partir do mês de julho. Por ora, mantemos nossa recomendação Neutra para as ações da RD (RADL3) com preço-alvo de R$ 112,0/ação ao final de 2020. Para mais detalhes sobre a nossa tese de investimento, acesse aqui;
  • Veja mais detalhes e os nossos principais destaques no relatório completo (LINK).

Bradesco (BBDC4): Reunião sobre o 2T20 e perspectivas futuras

  • Na semana anterior, realizamos uma reunião com o Diretor Departamental de Relações com Investidores do Bradesco, Carlos Firetti, e o Superintendente, Eduardo Poterio, para comentar sobre o segundo trimestre de 2020 e a perspectiva do que vem pela frente;
  • Durante a reunião foram abordadas as principais questões aos olhos dos investidores para o banco, como o nível de provisionamento, carteira prorrogada/renegociada e a perspectiva para redução de custos;
  • No geral, ambos o resultado e a reunião nos mostraram que ainda há muito espaço para ganho de eficiência e de que o banco está preparado para absorver maiores impactos causados pela crise. Desta forma, reiteramos nossa recomendação de compra e preço alvo de R$ 27,00. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Azul (AZUL4): Acordo com Arrendadores de Aeronaves

  • A Azul anunciou ontem que negociou um novo perfil de pagamento com seus arrendadores de aeronaves, com esses acordos representando mais de 98% do passivo de arrendamento operacional da companhia. As negociações com os demais arrendadores seguem em andamento;
  • Vemos o anúncio como positivo, uma vez que proporciona um alívio importante no fluxo de caixa da companhia no curto prazo, ao mesmo tempo em que reduz o passivo relacionado a esses pagamentos. Vale relembrar que custos relativos a aluguel de aeronaves possuem um perfil fixo, e estão entre os mais representativos para as companhias aéreas. Com o novo perfil de pagamentos, esses custos tomam um perfil mais variável. Arrendamentos representaram ~79% da dívida bruta da Azul no 1T20 (~R$ 15,8 bilhões, dos quais a maior parte está sob a modalidade de arrendamento operacional). Temos recomendação de Compra para as ações, com preço-alvo de R$ 29,0/ação;
  • Os acordos estabelecem que os pagamentos seguirão um cronograma ajustado, com base em premissas conservadoras de recuperação da demanda. Como resultado, os pagamentos de aluguel de aeronaves da Azul de abril a dezembro de 2020 devem ser reduzidos em ~77% em comparação com os contratos originais, totalizando R$ 566 milhões. Além disso, como resultado das negociações, o passivo total de arrendamento deverá ser reduzido em R$ 3,4 bilhões do final de março a dezembro, atingindo R$ 12,5 bilhões ao final de 2020. Essa redução reflete o valor presente dos pagamentos negociados de acordo com o IFRS 16. Os aluguéis mensais menores serão compensados por valores superiores a partir de 2023, ou pela extensão de certos contratos a taxas de mercado. De acordo com a Azul, esses acordos proporcionarão uma economia de capital de giro de ~R$ 3,2 bilhões desde o início da crise até dezembro de 2021.

B3 (B3SA3): CVM altera regras para BDRs e flexibiliza a negociação de empresas brasileiras

  • De acordo com a mídia, a CVM alterou regras de BDRs para que possam ser negociadas por pequenos investidores e permitiu a listagem de BRDs de empresas brasileiras que foram listadas no exterior;
  • Atualmente, há mais de 500 BDRs negociadas na bolsa brasileira e somente investidores qualificados podem operá-las até então e, a depender do mercado que sejam listados, poderão ser operadas por pequenos investidores. Anteriormente, dada as circunstâncias dos diferentes países, empresas brasileiras escolheram ser listadas no exterior e não eram permitidas de emitir BDRs, impedindo o acesso a investidores locais nestes papéis. Porém, agora a CVM permitiu este acesso às empresas brasileiras e também a listagem de BDRs com lastro em títulos de dívida, inclusive as emitidas por companhias abertas brasileiras;
  • As regras deverão ser aplicadas a partir de setembro. Em nossa visão, as medidas anunciadas são positivas e poderão atrair mais volume para a B3. Inclusive, mostram o potencial do mercado brasileiro e a capacidade de se adaptar à demanda da crescente entrada de novos investidores. Mas temos pouca visibilidade do impacto no volume negociado e acreditamos que, de início, não deve ser material.
Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua aqui.
XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

Telegram
Telegram XP

Acesse os conteúdos

Telegram XP

pelo Telegram da XP Investimentos

Disclaimer:

Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.