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Balanços do 4º tri, guia para volatilidade e mais

PMI nos EUA e resultados do 4T24 são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 21/02/2025

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IBOVESPA +0,23% | 127.601 Pontos

CÂMBIO -0,37% | 5,70/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou em leve alta (+0,2%) aos 127.601 pontos, em dia de alta oscilação em meio à temporada de resultados. O câmbio recuou 0,3%, para R$ 5,7027, enquanto a curva de juros encerrou de forma mista, com quedas na parte curta da curva e altas na parte longa.

O principal destaque positivo do pregão foi Vale (VALE3, +3,7%), após um resultado do 4º trimestre de 2024 considerado positivo pelo mercado ao apresentar implicações positivas de custo (veja nossa análise aqui). Já a Gerdau (GGBR4, -5,4%) teve queda, após o mercado avaliar o balanço do 4T24 como desapontador, com resultados em linha mas com incertezas para 2025 permanecendo (veja a nossa análise aqui).

Nesta sexta-feira, teremos o PMI de serviços e manufatura de fevereiro nos EUA e na Zona do Euro. Pela temporada de resultados do 4T24, Irani e M. Dias reportam seus balanços.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de quinta-feira com movimentos mistos ao longo da curva. No Brasil, as partes curta e intermediária foram beneficiadas pelo fortalecimento do real (R$ 5,70/US$; -0,38%). Já os vértices longos foram impactados pelo grande volume de títulos prefixados ofertados no Leilão do Tesouro. O DI jan/26 encerrou em 14,63% (- 6,4bps vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,6% (- 7,8bps); DI jan/29 em 14,44% (- 2,8bps); e DI jan/31 em 14,51% (+4,1bps).

Nos EUA, membros do Federal Reserve voltaram a pontuar que o impacto das medidas do governo Trump, como imigração e política tarifária, trazem incertezas no combate à inflação. Contudo, reiteraram que a taxa de juros permanece em patamar restritivo, e que no cenário base, a inflação deve convergir para a meta. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia estáveis em 4,28%, enquanto os de dez anos diminuíram para 4,50% (-3,0bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos Estados Unidos operam sem muita variação (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,1%), após guidance de lucros fracos do Walmart e dia de queda do S&P 500. A taxa das Treasuries opera em leve queda durante a manhã, enquanto investidores aguardam dados econômicos e avaliam os comentários recentes dos oficiais do Fed.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: 0,4%). Na China, as bolsas fecharam em alta (CSI 300: 1,3%; HSI: 3,8%), após resultado forte da Alibaba, impulsionado pelo crescimento dos segmentos de Cloud Intelligence e E-commerce.

IFIX

O índice de fundos imobiliários, o IFIX, apresentou alta de 0,50% na quarta-feira. Os FIIs de papel integrantes do IFIX tiveram desempenho médio de 0,50%, enquanto os FIIs de tijolo tiveram performance média de 0,44% no dia.  Os destaques positivos do dia foram PATL11 (+5,2%), MFII11 (+4,8%) e BTRA11 (+4,5%). Já os principais destaques negativos foram RCRB11 (-5,3%), HGFF11 (-1,7%) e RBRL11 (-0,9%).

Economia

Agenda leve de indicadores nessa sexta-feira. No âmbito doméstico, não há indicadores no radar. No cenário internacional, destaque para a divulgação do PMI – índice de gerente de compras – nos Estados Unidos. Além disso, haverá a divulgação da confiança do consumidor e da expectativa de inflação dos consumidores, medidas pela Universidade de Michigan.

Veja todos os detalhes

Economia

PMI americano no radar

Na Zona do Euro, o PMI industrial subiu de 46,6 no mês passado para 47,3 nesse mês (exp. 47,0) e o serviços caiu de 51,3 para 50,7 (exp. 51,5). Na Alemanha, o a leitura preliminar do PMI industrial indicou avanço de 45,0 para 46,1 entre janeiro e fevereiro (exp. 45,5), enquanto serviços caiu na margem de 52,5 para 52,2 (exp. 52,5). Vale lembrar que leituras abaixo de 50 pontos indicam contração da atividade.

Nos EUA, o destaque será leitura preliminar de fevereiro do PMI. Posteriormente, a leitura final também de fevereiro da sondagem ao consumidor da Universidade de Michigan e as vendas de casas usadas em janeiro serão divulgadas.



 

Empresas

Assaí (ASAI3): Melhores resultados no 4T24; Foco nas margens e na desalavancagem em vez do crescimento

  • Hoje, o Assaí reportou resultados melhores no 4T24, com crescimento acelerado da receita, embora mais uma vez abaixo do Atacadão, já que a empresa continua com foco na rentabilidade, resultando em margens sólidas e na desalavancagem;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Copasa (CSMG3): Renúncia do CEO confirmada

  • A Copasa (CSMG3) confirmou a renúncia do CEO Sr. Guilherme Augusto Duarte de Faria após um relatório da imprensa;
  • Sua saída é significativa devido ao seu papel central nas discussões sobre privatização e questões regulatórias, especialmente a próxima revisão tarifária, introduzindo incerteza nessas iniciativas estratégicas;
  • O mercado reagiu fortemente à notícia, refletindo preocupações sobre o impacto potencial na perspectiva de curto prazo da empresa;
  • ​Clique aqui para acessar o relatório completo.

Minerva (BEEF) | Prévia de Resultados do 4T24: Resultados Decentes, Considerando Tudo

  • Estamos projetando que a Minerva reportará resultados decentes, embora a taxa de câmbio favorável e a forte demanda não sejam suficientes para compensar o aumento acentuado nos preços do gado e, portanto, sustentar as margens.
  • Além disso, o 4T será o primeiro a contabilizar as aquisições de ativos recentemente concluídas no Brasil, que começaram no início de novembro. No geral, estamos projetando um aumento de 17% T/T na receita líquida, alcançando um recorde de R$ 9,9 bilhões e uma compressão de margem bruta de 170 bps T/T, que não será totalmente traduzida para a margem de EBITDA ajustado devido à maior diluição de custos.
  • Como resultado, projetamos uma margem de EBITDA ajustado de 8,5%, representando um EBITDA ajustado recorde de R$ 844 milhões (+4% T/T). Apesar de decentes, não esperamos que os resultados do 4T sejam um catalisador para as ações.
  • Clique aqui e acesse o relatório completo.

Lojas Renner (LREN3): Resultados fracos no 4T24; EBITA menor do que o esperado

  • Hoje, a Lojas Renner reportou resultados fracos no 4T24, com receita em linha, mas EBITDA menor do que o esperado pela margem bruta mais fraca e pagamentos de bônus mais elevados;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Engie Brasil (EGIE3): Resultados do 4T24

  • A Engie reportou resultados operacionais em linha com nossas estimativas, com um EBITDA ajustado de R$1.766 milhões (+1,6% XPe);
  • Os principais destaques são:
    • os volumes de energia gerada vendida aumentaram em quase 10% no trimestre, seguindo a entrada em operação dos complexos eólicos de Santo Agostinho e Assuruá;
    • as usinas eólicas e solares operadas pela Engie registraram 8% de efeitos de curtailment (mesmo nível da média do país), vs.14% no 3T24; e
    • o lucro líquido ficou acima de nossas estimativas, parcialmente explicado por despesas financeiras controladas e redução de impostos de renda;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra para a Engie Brasil (EGIE3), com um preço-alvo de R$40/ação;
  • ​Clique aqui para acessar o relatório completo.

Nubank (ROXO34): Um trimestre mais lento não impediu que os lucros dobrassem | Revisão 4T24

  • O Nubank registrou outro trimestre sólido, embora ligeiramente abaixo de nossas expectativas, refletindo uma dinâmica de crescimento mais lenta. O lucro líquido totalizou R$ 553 milhões, estável em relação ao trimestre anterior (+7% FXN) e +53% A/A (+85% FXN), mas 2% abaixo das nossas estimativas — resultando em um ROE de 29%;
  • A fórmula Nu continua funcionando bem: o custo de servir permanece estável, enquanto seu motor de vendas segue adicionando 4 milhões de clientes por trimestre, contribuindo para a expansão da receita, além de uma leve aceleração no ARPAC em comparação com o trimestre anterior (FXN). A Margem Financeira Bruta (NII) ajustada cresceu 9% T/T (FXN), em comparação com 4% T/T (FXN) no 3T;
  • Destacamos a melhora na qualidade dos ativos: após 11 trimestres consecutivos de aumento, o NPL acima de 90 dias caiu 20 bps, assim como o NPL entre 15 e 90 dias, que recuou 30 bps T/T. Após a forte valorização das ações do Nu, não vemos esses resultados trimestrais como um gatilho para outra rodada de valorização das ações. Portanto, reiteramos nossa recomendação neutra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

B3 (B3SA3): Trimestre positivo apesar das incertezas do mercado | Revisão 4T24

  • Em um trimestre marcado por forte volatilidade, especialmente em dezembro, a B3 conseguiu apresentar resultados positivos. As receitas líquidas totalizaram R$ 2,4 bilhões (+7,0% A/A e em linha com a XPe). A margem EBITDA também melhorou, atingindo 67%, 260 bps acima do 4T23 e 330 bps acima das nossas estimativas;
  • A melhora anual reflete, em grande parte, o desempenho sólido em derivativos, renda fixa e tecnologia e dados. Essas linhas mais do que compensaram a fraqueza no mercado de ações. Esse melhor desempenho operacional, aliado a uma menor alíquota efetiva de imposto, levou a um lucro líquido recorde de R$ 1,2 bilhão no 4T (+31% A/A);
  • Como temos argumentado há algum tempo, à medida que as ameaças competitivas se intensificam, a B3 continua focada em expandir suas fontes de receita e controlar custos. Ainda assim, o ritmo de recuperação do volume continuará sendo um fator-chave para determinar a velocidade de melhoria dos resultados e um gatilho crucial para a valorização das ações;
  • Portanto, mantemos nossa recomendação neutra e o preço-alvo de R$ 14,00 por ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rumo (RAIL3) – 4T24: Um final forte para 2024; guidance para 2025 em linha com nossas estimativas, neutro

  • A Rumo reportou resultados positivos no 4T24, em linha com o XPe, com EBITDA de R$1,7 bilhão (+38% A/A; +1% vs. XPe), devido ao contínuo crescimento positivo da tarifa (+25% A/A) e um leve aumento de volume (+2% A/A);
  • O lucro líquido, no entanto, ficou 31% abaixo de nossa previsão, prejudicado em parte por custos financeiros mais altos e principalmente por impostos mais altos;
  • O guidance para 2025 foi divulgado em linha com nossas estimativas;
  • Vemos que o novo guidance proporciona alguma redução do risco de mercado, uma vez que implica um sólido crescimento do EBITDA para 2025 (+9% A/A), apesar da maior incerteza sobre menos contratos de ToP;
  • Reiteramos nossa visão positiva para Rumo como nossa principal escolha no setor de transportes;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Petroleiras Independentes | Prévia do 4T24: Misto

  • Nesta nota, fornecemos estimativas para os próximos resultados do 4T24 da PRIO, PetroReconcavo e Brava Energia;
  • Alguns fatores impactarão os resultados de todas as empresas: (i) o preço médio do Brent caiu -6% no trimestre; (ii) a taxa média de câmbio (BRL/USD) aumentou +5% no trimestre;
  • Entretanto, os resultados também serão influenciados por efeitos específicos de cada empresa:
    • O volume de vendas da PRIO aumentou +9% em relação ao trimestre anterior, mas acreditamos que o aumento será compensado por margens menores na Peregrino e pelo preço do Brent;
    • Para a PetroReconcavo, esperamos um EBITDA estável em termos de BRL, mas um declínio significativo no lucro líquido devido à variação cambial;
    • Por fim, esperamos que a Brava apresente os resultados mais fracos do grupo (embora esperados) devido a uma produção materialmente mais baixa (-24% em relação ao trimestre anterior) e à desalavancagem operacional devido à interrupção da produção em Papa Terra e Atlanta (retomada no final de dezembro);
  • Clique aqui para o relatório completo.

Papel e Celulose: Os estoques dos consumidores europeus de BHKP sobem 4% M/M em Jan’25; Futuros de BHKP acima de US$ 600/t para Mar’25

  • Esta semana, observamos:
    • (i) De acordo com os últimos dados da UTIPULP, os estoques dos consumidores europeus caíram para BSKP e aumentaram para BHKP, com os números da BSKP caindo 0,7% M/M em Jan’25, enquanto os estoques dos consumidores de BHKP subiram 4,1% M/M durante o mesmo período.
    • (ii) Os futuros chineses do BHKP estão atualmente acima de US$ 600/t para Mar’25 (estável S/S) e acima dos preços spot de BHKP de US$ 581/t na China.
    • (iii) A Suzano está sendo negociada a um EV/EBITDA de 5,4x em 2025, um desconto de 25% em relação à sua média histórica de 6,8x, enquanto Klabin e Irani são negociadas a um EV/EBITDA de 2025 de 7,1x e 4,8x, respectivamente.
  • ​Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • IG4 avalia compra total ou parcial da Avon Internacional (O Globo);
    • Com recorde de geração de caixa em 2024, Renner aposta em recompra bilionária de ações (Exame);
    • Minoritários questionam preço e timing da oferta pelo Carrefour Brasil (Brazil Journal);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Agro
      • Brazil’s ever-expanding soybean area may face challenges from China – Reuters
      • Soja avança em Chicago com alta do óleo e clima ruim na Argentina – GloboRural
    • Biocombustíveis
      • US oil, biofuel groups unite to urge new Trump EPA to boost biofuel mandates – BBG
      • SCA Brasil projeta queda de 3% na produção de etanol na safra 2025/26 – GloboRural
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Treasury yields edge lower as investors weigh the state of the U.S. economy (CNBC);
  • Plano Safra: Tesouro suspende novas contratações de linhas de financiamento (Estadão);
  • Itaú e Raízen levantam quase US$ 3 bi em mercado com apetite para mais (Brazil Journal);
  • Rating ‘BB’ na escala global do Haitong Brasil colocado em CreditWatch em desenvolvimento após plano de fusão de sua controladora final; demais ratings reafirmados (S&P Global);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Um fenômeno curioso na volatilidade dos mercados | Gráfico da Semana

  • Em 2025, os mercados globais têm enfrentado eventos relevantes que trouxeram um aumento na volatilidade, com um padrão curioso: os impactos mais significativos têm ocorrido, em grande parte, às segundas-feiras;
  • O principal fator por trás desse fenômeno tem sido uma série de anúncios e notícias de grande impacto durante os finais de semana, especialmente relacionados a tarifas impostas pelo governo dos EUA;
  • Entre os eventos relevantes, temos a ameaça dos EUA de impor tarifas de 25% sobre todas as exportações colombianas, a ascensão de notícias relacionadas ao DeepSeek e o anúncio de tarifas de 25% sobre produtos do Canadá e México, além de 10% sobre importações chinesas;
  • Como se posicionar? Mantemos uma visão cautelosa em relação aos ativos de risco nos EUA, com um posicionamento abaixo do neutro. Acreditamos que os riscos associados à política de tarifas e à consequente valorização do dólar podem restringir o potencial de alta dos principais índices americanos no curto prazo, especialmente considerando que os múltiplos seguem em patamares elevados;
  • Clique aqui para acessar o Gráfico da Semana.

Guia para volatilidade brasileira – Nosso posicionamento nos principais cenários possíveis

  • Neste relatório temático, exploramos os principais cenários para as ações brasileiras e como se posicionar diante deles:
    • Na nossa cesta de medidas políticas alternativas, destacamos empresas com exposição governamental ou regulatória e que se beneficiam do fechamento da curva de juros;
    • Na nossa cesta de baixa volatilidade, favorecemos posições estruturais combinadas com estratégias de opções;
    • Na nossa cesta de deterioração fiscal, favorecemos um posicionamento defensivo, como exportadoras, setores sensíveis ao câmbio e setores defensivos;
    • Na nossa cesta de tarifas mais altas nos EUA, favorecemos empresas com produção sediada nos EUA, hedges contra inflação e exportadoras.
  • Nosso cenário base continua sendo de que há um valor significativo nas ações brasileiras, mas seguimos favorecendo uma exposição defensiva/de alta qualidade, devido ao atual cenário macroeconômico de juros elevados e volatilidade;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Os escritórios do Rio de Janeiro atingem 32% de vacância, mas apresentam estabilidade e tendências de queda (SiiLA);
    • Dados da SiiLA mostram que média de tempo das empresas em escritórios de alto padrão em São Paulo é 4 anos e 5 meses (SiiLA);
    • RECT11 renova Locação com AGP tecnologia (ClubeFiis);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Geradores de energia solar pedem ao MME para participar de leilão de pequenas hidrelétricas | Café com ESG, 21/02

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território misto, com o IBOV avançando 0,22%, enquanto o ISE andou de lado (-0,02%);

    No Brasil, geradores solares pediram ao Ministério de Minas e Energia (MME) para participar do leilão de energia nova A-5, destinado a pequenas hidrelétricas, sob o argumento de garantir isonomia entre as tecnologias – segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a inclusão da fonte vai gerar vantagens para as tarifas de energia elétrica pagas pelos brasileiros;

    No internacional, (i) grupos de petróleo e biocombustíveis dos Estados Unidos se uniram nesta semana para solicitar ao governo Trump um aumento da mistura de biocombustíveis ao mix de combustíveis a partir de 2026 – embora o setor de petróleo vinha tratando os biocombustíveis como uma concorrência em relação aos combustíveis derivados do petróleo, os interesses de ambos os setores se alinharam de forma mais recente em oposição aos veículos elétricos, que representam uma ameaça a qualquer forma de combustível líquido; e (ii) a Coreia do Sul, quarta maior economia da Ásia, entregou hoje um novo plano de energia que prevê a construção de duas novas usinas nucleares de grande escala e um pequeno reator nuclear até 2038, conforme informado pelo Ministério da Indústria do país – com isso, a participação da geração de energia nuclear no mix energético do país deve aumentar, passando de 30,7% em 2023 para 35,2% em 2038;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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