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Google limita publicidade digital, Netflix aposta na Índia e Huawei em crise.


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MACRO

Bolsas internacionais derrapam nesta manhã (EUA -0,6% e Europa -1,0%) com preocupações que estímulos excessivos (~US$ 1,9 tri) possam acelerar a inflação e forçar o Fed a subir taxas de juros antes do esperado. Espera-se que, em entrevista às 14h, Powell apoie a manutenção da política monetária frouxa.

Coronavírus: Segundo a Reuters, o Banco Mundial prepara um financiamento emergencial para ajudar 30 países africanos a terem acesso às vacinas.

Indicadores: EUA – Pedidos de auxílio desemprego às 10:30h.

EMPRESAS

Google: Segundo o WSJ, a empresa planeja parar de vender anúncios que rastreiam e monitoram o comportamento individual dos usuários na internet. A ideia da gigante é aumentar o nível de privacidade individual e a partir do próximo ano passar a direcionar a publicidade com base em dados menos invasivos. Dada a escala do Google (receitas de US$ 182 bi em 2020), a decisão pode estabelecer um novo padrão de conduta para o segmento de anúncios digitais, um mercado com receitas estimadas em US$ 292 bilhões.

As big techs têm sido alvo recorrente de críticas públicas e processos judiciais ligados ao uso abusivo de dados. Neste sentido, a Apple recentemente anunciou mudanças nas políticas de uso do iOS (sistema operacional) exigindo que aplicativos passem a pedir  a autorização dos usuários para coletar dados. Já o Facebook foi forçado a adiar a implementação de novas políticas de privacidade do WhatsApp no início de janeiro, após preocupações quanto a coleta de informações pessoais.

Potencial do streaming na Índia: A Netflix anunciou que lançará 41 produções (filmes e seriados) indianas em 2021, mais que o triplo que os lançamentos dos últimos dois anos somados, contando com investimentos superiores a US$ 400 milhões. Com ~1,4 bilhão de habitantes, a Índia é um mercado estratégico mas pouco explorado pela gigante do streaming: Estima-se que a Netflix tenha ~5 milhões de assinantes do país (vs. 16 milhões só no Brasil) e ~20% de market-share (empatado com o Disney+).

E por falar em Netflix: Ontem, a empresa anunciou o Laughs, funcionalidade para os aplicativos mobile (similar ao TikTok e o Instagram Reels) que exibirá vídeos curtos e cômicos de séries e filmes do catálogo da empresa. A estratégia da cia. é aumentar o engajamento com a plataforma e facilitar a descoberta de novos conteúdos.

Huawei em crise? Segundo o Financial Times, a fabricante chinesa de eletrônicos notificou fornecedores que sua produção de smartphones em 2021 deverá totalizar 70-80 milhões de unidades, o que representaria uma queda de 60% a/a. A menor escala é reflexo de sanções americanas que restringiram o acesso da empresa à parceiros e tecnologias-chave. Em novembro, a empresa inclusive vendeu a Honor (sua marca de entrada) para um grupo de empresas chinesas.

A derrocada da Huawei deve ajudar a Apple e Samsung a ganharem tração no mercado chinês. A gigante americana inclusive assumiu a liderança do mercado global no 4º trimestre (80 milhões de unidades vendidas no período).

ANÁLISES

Carnes de origem vegetal: Em pesquisa realizada pela Purdue University com fazendeiros americanos, 55% dos entrevistados esperam que as carnes de origem vegetal alcancem até 10% de participação de mercado até 2025 (vs. 1,5% atualmente). Beyond Meat e Impossible Foods são atualmente as principais empresas do segmento.

Fonte: Bloomberg.

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