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Volkswagen planeja investir R$9 bilhões de 2026 a 2028 para eletrificar seus carros no Brasil | Café com ESG, 05/02

Volkswagen planeja nova plataforma de modelos elétricos e híbridos no Brasil; China lança novas regras para comércio de carbono

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• Em semana bastante movimentada por eventos e indicadores globais, o Ibovespa fechou em queda de 1,4%, enquanto o ISE também recuou 0,5%. Já o pregão de sexta-feira terminou em território negativo, com o IBOV e o ISE em queda de 1,01% e 1,01%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Volkswagen planeja investir R$9 bilhões de 2026 a 2028 para eletrificar seus carros no país com uma nova plataforma híbrida e novos modelos – segundo o CEO da companhia no Brasil, Ciro Possobom, o novo projeto de investimento alcançará todas as quatro fábricas da empresa (Anchieta, São Carlos, Taubaté e São José dos Pinhais); e (ii) de olho em governança corporativa, o processo para definir quem será o próximo presidente da Vale segue em aberto – na sexta-feira (2), o conselho de administração da companhia se reuniu ao longo do dia, no Rio, para tratar da sucessão na mineradora, mas não chegou a um veredito final, postergando a decisão.

• No internacional, a China lançou novas normas no domingo para melhorar a regulamentação do comércio de carbono e mitigar riscos de fraude de dados de emissões – as novas regras entrarão em vigor a partir de 1º de maio e foram projetadas para fornecer uma estrutura legal mais robusta para o sistema de de comércio de emissões que atualmente cobre cerca de 5 bilhões de toneladas de emissões anuais de dióxido de carbono.

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Brasil

Empresas

Volkswagen investirá R$ 9 bilhões no Brasil e aposta em carros híbridos

“A Volkswagen planeja investir R$ 9 bilhões no Brasil de 2026 a 2028 para eletrificar seus carros no país com uma nova plataforma híbrida e novos modelos. “O novo projeto de investimento alcançará todas as quatro fábricas da empresa no Brasil: Anchieta, São Carlos, Taubaté e São José dos Pinhais”, disse o CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, durante apresentação na noite de quinta-feira (1). A montadora alemã, que quer aumentar sua lucratividade na região, anunciou a iniciativa uma semana depois que a General Motors (GM) divulgou planos de investir R$ 7 bilhões no Brasil até 2028. A Stellantis também deverá anunciar seus planos para o país até ao final de fevereiro. Novos investimentos da indústria automotiva no país ocorrem após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicar, em dezembro, as novas diretrizes para estimular e acelerar a transição energética. “Somos a marca que, depois da pandemia, anunciou o maior investimento aqui no país”, disse Possobom.”

Fonte: Bloomberg Linea, 02/02/2024

Usina solar flutuante em SP colocará o Brasil entre gigantes do setor

“O projeto inaugurado pelo Governo de São Paulo em janeiro de uma usina de energia solar flutuante sobre a represa Billings deve colocar o Brasil entre os maiores atores do mundo no setor. A UFF (Usina Fotovoltaica Flutuante) Araucária, na zona sul de São Paulo, produz força a partir de painéis solares que flutuam sobre a represa, um método defendido por especialistas como mais eficiente na geração de energia limpa — ainda que com capacidade muito aquém de sistemas tradicionais, como hidrelétricas. Representantes de órgãos de participação da sociedade civil, porém, afirmam que a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) atropelou processos de controle e prometem acionar o Ministério Público. O governo instalou 10,5 mil placas solares sobre a represa, com 5 MW de potência (7 MW no pico), que pode produzir até 10 GWh por ano, o suficiente para abastecer 4.000 residências. Até o fim de 2025, no entanto, essa potência deve ser ampliada até chegar a 80 MW. É esse montante esperado ao final do empreendimento que colocará o projeto entre os maiores do mundo. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) não tem um levantamento específico de usinas flutuantes. Entre as usinas fotovoltaicas (energia solar) em geral em operação, não só flutuantes, esta pode ser a quarta maior do Brasil ao fim do projeto, atrás apenas de Serra do Mel 1 e 2 (com 137,5 e 103,1 MW, respectivamente), no Rio Grande do Norte, e Sol do Sertão 8 (95,2 MW), na Bahia. Um levantamento de 2022 da consultoria especializada Solarplaza com as maiores usinas flutuantes do mundo apontou apenas seis delas com potência superior ao projeto anunciado em São Paulo, de 80 MW. Todas estão na China, que tem 78,6% da capacidade de geração em usinas flutuantes do mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 02/02/2024

Conselho da Vale adia decisão sobre presidente

“O processo para definir quem será o próximo presidente da Vale segue em aberto. Na sexta-feira (2), o conselho de administração da companhia se reuniu ao longo do dia, no Rio, para tratar da sucessão na mineradora, mas não chegou a um veredito final. As discussões vão prosseguir. “Muita água ainda vai rolar”, disse uma fonte. O colegiado da mineradora deve voltar a se reunir nos próximos dias e o atual presidente da companhia, Eduardo Bartolomeo, segue no páreo. Ao que tudo indica, o conselho de administração da Vale, formado por 13 integrantes, segue dividido sobre qual caminho tomar. Ao longo da sexta-feira (2), diferentes versões surgiram sobre os rumos do processo sucessório daqui para frente, o que demonstra um racha no colegiado. Os conselheiros fizeram uma avaliação da gestão de Bartolomeo, com pontos positivos e negativos do trabalho que o executivo desenvolve há cinco anos, desde 2019. O Valor apurou que houve recomendação de abrir um processo competitivo do qual Bartolomeo faça parte. Por esse sistema, uma empresa especializada em recrutamento de executivos seleciona três candidatos a partir dos quais um será selecionado como CEO. Além de Bartolomeo, outro nome apontado como potencial candidato é o de Luís Henrique Guimarães, integrante do conselho de administração da Vale e executivo de confiança do empresário Rubens Ometto, dono da Cosan. Restaria saber quem seria o terceiro nome da lista caso esse processo venha mesmo a ser aberto. E se assim for é possível que surja um candidato de fora da Vale.”

Fonte: Valor Econômico, 05/02/2024

Internacional

Empresas

Setor de navegação propõe fundo para combustíveis com zero emissão

“A Câmara Internacional de Navegação (ICS, em inglês) e os governos das Bahamas e Libéria entregaram à Organização Marítima Internacional (IMO) uma proposta detalhada para criação de um fundo destinado a financiar combustíveis e tecnologias de zero emissão de carbono. A descarbonização do frete marítimo deve demandar até US$ 28 bilhões por ano até 2050, de acordo com estimativas da ONU, grande parte para viabilizar a substituição de combustíveis fósseis. O frete marítimo é hoje responsável por mais de 80% do volume de comércio mundial e quase 3% dos gases de efeito de estufa (GEE) lançados na atmosfera. Com uma frota envelhecida e funcionando quase exclusivamente com combustíveis fósseis, o setor registrou um aumento de 20% nas suas emissões na última década. Divulgada na quinta (1º/2), a proposta é baseada no conceito de “feebate” (junção de “taxa” e “rebate”) apresentado pelo governo do Japão à IMO, que estabelece um sistema de contribuição global baseado em taxas de carbono. A ICS, grupo que representa mais de 80% da frota mercante mundial, acrescenta uma estrutura de transparência e responsabilização sobre a forma como os recursos serão utilizados – incluindo os fundos para financiar a transição em países emergentes. “A transição para o transporte marítimo líquido zero deve ser verdadeiramente global. Caso contrário, não terá sucesso”, defende Guy Platten, secretário geral da ICS. Em julho de 2023, os 175 países membros da IMO concordaram em adotar a ambição comum de chegar a emissões líquidas zero até 2050 – antes, o corte era de 50%. Mas entre adotar uma ambição e realmente cortar o volume de carbono que é lançado na atmosfera há um oceano. Para a ICS, a meta só será possível caso os governos comecem a agir para estabelecer o que eles chamam de Fundo de Transporte de Emissões Zero (ZESF). “Um mecanismo global de fixação de preços de GEE para o transporte marítimo precisa urgentemente ser acordado no próximo ano, o que reduzirá o risco do investimento em combustíveis navais com zero GEE e fornecerá milhares de milhões de dólares de fundos para apoiar os países em desenvolvimento”, completa.”

Fonte: Epbr, 02/02/2024

Crise climática gera tensões geopolíticas na região mais ao norte do planeta

“O rápido aumento da temperatura da superfície no Ártico, de até quatro vezes o aumento médio global, está acelerando o desaparecimento do mar congelado da região. A possibilidade de um Ártico livre de gelo marinho no auge do verão poderá ocorrer antes de 2040. Mudanças no transporte marítimo, na exploração de petróleo e gás e na remilitarização do Ártico já estão sendo observadas como consequência da rápida retração do gelo marinho. A crise climática está criando tensões geopolíticas na região mais ao Norte do planeta. O parágrafo acima é uma das conclusões de um encontro promovido pelo governo francês no fim de 2023 e que reuniu os maiores especialistas do mundo em criosfera, nome que se dá à massa de gelo do planeta Terra. Ao menos 10% do planeta está coberto de neve e gelo. São lagos e rios, gelo marinho, geleiras e principalmente os dois mantos de gelo do planeta, a Antártica e a Groenlândia. Há também o solo permanentemente congelado, o permafrost. O mar congelado, do Oceano Ártico cresce no inverno e diminui no verão. Há 20 anos, durante o verão, o mar do Ártico cobria 7,5 milhões de quilômetros quadrados. Essa extensão mínima, do mar congelado no verão, está cada vez menor em função do aquecimento global. Há alguns anos caiu abaixo de 3,5 milhões de quilômetros quadrados, menos de 50%. “As periferias deste oceano, na costa da Sibéria e na costa do Alasca, estão cada vez mais abertas para a navegação, inclusive sem navios quebra-gelo durante o verão”, diz o cientista brasileiro Jefferson Cardia Simões, um dos maiores glaciologistas do mundo. Durante o inverno, o gelo marinho também está diminuindo.”

Fonte: Valor Econômico, 05/02/2024

Chefe climático da ONU aumenta a pressão sobre os países antes da cúpula da COP29 em Baku

“O chefe do clima da ONU pediu aos países que intensifiquem as ações para fechar a lacuna de financiamento para combater o aquecimento global na cúpula da COP29 deste ano em Baku, onde os anfitriões das negociações anuais estão sob crescente escrutínio. Muitos países ocidentais e grupos de interesse global têm questionado, em particular, que progresso pode ser alcançado pelo segundo estado petrolífero consecutivo a sediar as discussões mais importantes do mundo para tratar das mudanças climáticas, depois da conferência COP28 nos Emirados Árabes Unidos. A próxima cúpula também ocorrerá após a eleição presidencial dos EUA, que começa apenas seis dias depois. Em vez disso, alguns já voltaram sua atenção para o Brasil como anfitrião da COP30 em 2025, quando os países deverão apresentar metas climáticas atualizadas. Mas em um discurso na Universidade ADA em Baku, na sexta-feira, Simon Stiell, principal autoridade climática da ONU, rebateu essa posição, argumentando que a COP29, em novembro, deveria ser uma cúpula de “capacitação crucial”. Ele disse que a COP29 precisa tomar medidas concretas em relação ao financiamento climático, caso contrário, os acordos globais alcançados na COP28 em Dubai, em dezembro, que incluíam o abandono dos combustíveis fósseis até 2050 e a triplicação da capacidade de energia renovável até 2030, “rapidamente se transformarão em mais promessas vazias”. “O financiamento é o fator decisivo na luta mundial contra o clima”, disse ele, acrescentando que seriam necessários pelo menos US$ 2,4 trilhões por ano para os países em desenvolvimento, excluindo a China. Embora a COP29 deva chegar a um acordo sobre uma meta coletiva para o financiamento climático, Stiell pediu que os países fossem além e encontrassem “fontes inovadoras” de financiamento – palavras-chave para novos impostos e taxas, além de trabalhar com bancos multilaterais de desenvolvimento e com o setor privado para reformular o sistema financeiro global.”

Fonte: Financial Times, 02/02/2024

Projetos agrícolas de biogás não devem receber dinheiro Biden para o clima – carta do Congresso

“Projetos para capturar metano de esterco de gado para produção de energia não devem ser elegíveis para os dólares de conservação agrícola incluídos na lei climática assinada pelo presidente dos EUA, Joe Biden, porque são prejudiciais ao meio ambiente, disseram membros do Congresso ao governo em uma carta enviada na quinta-feira. A Lei de Redução da Inflação (IRA), aprovada no ano passado, inclui US$ 18 bilhões para práticas agrícolas inteligentes em relação ao clima designadas pelo Departamento de Agricultura. A agricultura é responsável por cerca de 10% das emissões de gases de efeito estufa dos EUA, em grande parte provenientes da pecuária e da aplicação de fertilizantes. O processo de captura de metano do esterco animal envolve infraestrutura para separar, armazenar e processar os resíduos. Os defensores argumentam que os projetos de biogás para a pecuária podem combater a mudança climática reduzindo as emissões de metano e, ao mesmo tempo, proporcionar um fluxo de receita para os agricultores. No entanto, grupos ambientalistas argumentam que os projetos de biogás podem incentivar os fazendeiros a aumentar seus rebanhos, resultando em mais escoamento agrícola e poluição do ar, e que esses projetos são viáveis apenas para as maiores fazendas. A subagência de conservação do USDA deve remover certas infraestruturas de biogás, como instalações de armazenamento de resíduos, de sua lista de práticas qualificadas para apoio federal, disse a carta ao Secretário de Agricultura Tom Vilsack. Entre os 15 signatários do documento estão o senador Cory Booker e a deputada Alma Adams, ambos democratas. “Nós nos opomos à inclusão dessas práticas, que consolidam ainda mais o modelo industrial insustentável e desumano, canalizando uma parte significativa dos dólares de conservação para um punhado de grandes produtores, em vez de apoiar mais produtores de pequeno e médio porte”, disse a carta, que foi relatada pela primeira vez pela Reuters.”

Fonte: Reuters, 02/02/2024

China reprime fraudes em dados de emissões à medida que se aproxima a expansão do mercado de CO2

“A China emitiu novas normas no domingo para melhorar a regulamentação do comércio de carbono e reprimir a fraude de dados de emissões, uma parte fundamental dos esforços do maior produtor mundial de gases de efeito estufa para expandir o mercado para novos setores industriais. As novas regras, aprovadas pelo gabinete da China, entrarão em vigor a partir de 1º de maio e foram projetadas para fornecer uma estrutura legal mais robusta para um esquema de comércio de emissões (ETS) que atualmente cobre cerca de 5 bilhões de toneladas métricas de emissões anuais de dióxido de carbono de mais de 2.000 usinas de energia. “É de se esperar uma aplicação mais rigorosa da lei por parte do Ministério do Meio Ambiente e de suas contrapartes locais após a entrada em vigor das novas regulamentações”, disse Shawn He, um advogado de Pequim especializado em conformidade de carbono. O ETS nacional da China permite que os participantes cumpram as metas de emissão comprando permissões de outras empresas. Ele foi lançado formalmente em 2021 após anos de atrasos, em parte devido a preocupações com a precisão dos dados. Até o final do ano passado, um total de 442 milhões de toneladas de permissões de emissão havia sido negociado, com um valor de transação de quase 25 bilhões de yuans (US$ 3,5 bilhões), mas o potencial de fraude continuou sendo uma grande preocupação. As novas regras estabelecerão um novo sistema de supervisão e obrigarão os participantes do mercado a elaborar planos de controle de qualidade dos dados. Elas também darão às autoridades mais poder para investigar e punir as empresas que falsificaram dados, incluindo empresas terceirizadas envolvidas no monitoramento e na verificação de emissões. “Agora, elas poderão confiscar ganhos ilegais e impor penalidades mais severas para a má prática do mercado”, disse ele.”

Fonte: Reuters, 05/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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