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Vibra aposta em aumento na produção de etanol de milho | Café com ESG, 22/11

Vibra quer se beneficiar de aumento na produção de etanol de milho; Acordo entre Mercosul e União Europeia amadurece

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de -0,26% e -1,09%, respectivamente.

• Do lado das empresas, a Vibra espera se beneficiar do aumento expressivo na produção de etanol de milho no país para expandir as vendas do biocombustível nos estados do Norte e Nordeste, que ainda são fortemente dependentes de combustíveis fósseis – segundo o CEO da empresa, Ernesto Pousada Jr, o uso do milho como matéria-prima tornará o biocombustível competitivo em áreas onde o etanol de cana é muito caro para competir com a gasolina.

• Na política, (i) o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou ontem que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia está pronto para avançar em dezembro – segundo ele, as negociações foram destravadas mediante a inclusão de salvaguardas ambientais no texto que havia sido inicialmente negociado em 2019; e (ii) os gastos com energia verde na China totalizaram US$80 bilhões em 2022, cerca de 90% dos investimentos mundiais nessa área, alimentando o rápido desenvolvimento das energias renováveis no país – ao mesmo tempo em que desenvolve o mercado, cria um excesso de oferta de componentes, afetando as tentativas de desenvolver linhas de produção em outros lugares, especialmente na Europa.

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Brasil

Empresas

Vibra: expansão do milho abre caminho para a aposta em etanol, diz CEO

“A maior distribuidora de combustíveis do Brasil quer levar o etanol de milho a lugares em que a gasolina ainda é predominante. A Vibra Energia espera se beneficiar do aumento expressivo na produção de etanol de milho no país para expandir as vendas do biocombustível nos estados do Norte e Nordeste, que ainda são fortemente dependentes de combustíveis fósseis, de acordo com o CEO Ernesto Pousada Jr. O etanol brasileiro é produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar há décadas e, em grande parte, consumido perto das áreas de produção na região Sudeste. Mas a produção de milho – normalmente utilizado nos Estados Unidos como matéria-prima do etanol – está se expandindo rapidamente para os estados do Centro-Norte, desencadeando uma onda de investimentos em novas usinas de biocombustíveis que utilizam o grão como principal ingrediente. “O etanol, na nossa opinião, crescerá em direção ao Norte e ao Nordeste”, afirmou Pousada em entrevista em Nova York na semana passada, acrescentando que a utilização do milho como matéria-prima tornará o biocombustível competitivo em áreas em que o etanol de cana é demasiadamente caro para competir com a gasolina. “A Vibra permitirá que isso aconteça por meio de sua infraestrutura logística.” A Vibra (anteriormente conhecida como BR Distribuidora), que opera mais de 8.400 postos de gasolina em todo o país, tem investido em energias renováveis como parte dos esforços para colher dividendos da transição energética. O etanol desempenha um papel central na estratégia da empresa, que também inclui investimentos em biogás, energia solar e carregamento de veículos elétricos.”

Fonte: Bloomberg Línea, 21/11/2023

Áurea Finvest cria fundo de pesquisa para o MIT e ‘venture capital’ de descarbonização

“De passagem por uma sala do departamento de engenharia do Massachusetts Institute of Technology (MIT), de Boston (EUA), Luis Claudio Garcia de Souza se deparou com um cientista que plugava dois fios a um pedaço de concreto e contou que o abastecia com energia solar. Minutos depois, o investidor viu aquele objeto, tão familiar na sua carreira, virar uma bateria, acender uma luzinha. E foi um despertar para ele também, que agora quer trazer o investimento de impacto para a cadeia imobiliária no Brasil. Debaixo da hoje Áurea Finvest, uma das gestoras desse investidor serial, Garcia criou o fundo MIT Finvest Real Estate and Climate Inovation para levantar recursos para pesquisa. E por meio de um veículo de “venture capital”, o Áurea Finvest CarbonCap, tem feito aportes em novatas que fornecem ferramentas para descarbonizar o setor imobiliário. O nome de Garcia, ex-Pactual e um dos fundadores da Rio Bravo Investimentos, ao lado de Paulo Bilyk e Gustavo Franco, está ligado a uma série de inovações no mercado financeiro, a exemplo da regulamentação dos instrumentos que se tornariam populares para financiar o setor imobiliário, os certificados de recebíveis (CRI) e os fundos imobiliários – que hoje reúnem R$ 171,7 bilhões e R$ 274,1 bilhões, respectivamente.”

Fonte: Valor Econômico, 21/11/2023

Plano de descarbonização do país busca reduzir emissões de gases de efeito estufa na indústria e pequenas empresas

“Os ministério de Minas e Energia (MME) e da Indústria e Comércio (Mdic) vão divulgar conjuntamente, nesta terça-feira (21), novas propostas para descarbonizar a indústria brasileira e aumentar a eficiência energética das pequenas e médias empresas (PMEs). As pastas participaram do desenvolvimento de dois estudos sobre o tema comandados pela GIZ (Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), entidade do governo alemão para cooperação técnica que atua no Brasil há 60 anos, e que contou com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Eles serviram como base para identificar melhorias em políticas públicas. Segundo o diretor da GIZ, Marco Schiewe, a implementação de um plano nacional para eficiência energética do setor industrial poderia levar a uma economia de custos da ordem de R$ 10 bilhões até 2050, em uma estimativa “conservadora” que consta a conclusão dos estudos. Isso representa ainda aproximadamente 4,5 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e) evitadas, além de oportunidades para desenvolvimento de inovação e criação de empregos. “O potencial real é até maior, mas fomos conservadores no cenário”, diz Schiewe. O executivo cita que este número se desdobra em dois: R$ 7,5 bilhões poderiam ser economizados com mudanças no uso de energia térmica, que é responsável por 80% do consumo energético industrial, e outros R$ 2,5 bilhões com o aperfeiçoamento do Programa de Eficiência Energética (PEE), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cujo objetivo é desenvolver projetos de eficiência energética em pequenas e médias (PMEs) indústrias. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a indústria consome hoje 32% da energia final do país e 37% do consumo de energia elétrica, além de ser responsável por 18,13% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas à matriz energética.”

Fonte: Valor Econômico, 21/11/2023

Política

Marina diz que desmatamento não é mais “desculpa” para barrar acordo do Mercosul-UE

““Aqueles que não quiserem assinar o acordo comercial do Mercosul com a União Europeia (UE) devem arrumar outra desculpa, porque o desmatamento está caindo.” A declaração foi feita nesta terça-feira pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante audiência na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. Convocada por parlamentares da bancada ruralista a prestar esclarecimentos sobre ações do governo que afetam o setor, Marina mencionou a queda de 42% nos índices de desmatamento na Amazônia, registrada no período de janeiro e julho deste ano. Preocupações com o desmatamento na Amazônia levaram negociadores da União Europeia a postergar a assinatura definitiva do acordo comercial entre os dois blocos. Apesar de as negociações terem sido declaradas como fechadas em 2019, o acordo ainda não foi assinado oficialmente. Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que esteve em contato com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e que manifestou a ela o desejo de assinar o acordo ainda no mandato do Brasil à frente do Mercosul, que se encerra no próximo dia 7. “Ontem liguei e disse que queria fechar o acordo do Mercosul com a União Europeia ainda na minha presidência no Bloco. Apresentei para ela os pontos importantes e espero que a gente possa fechar o acordo em breve”, afirmou o brasileiro.”

Fonte: Valor Econômico, 21/11/2023

Alckmin diz que acordo UE-Mercosul está maduro para caminhar em dezembro

“O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta terça-feira (21) que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia está maduro para caminhar em dezembro. O Brasil ocupa a presidência do Mercosul até o dia 7 de dezembro. O Mercosul terá uma reunião de cúpula no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de dezembro. “Está maduro o acordo Mercosul e União Europeia”, disse Alckmin durante evento da consultoria Arko Advice. “Está bem maduro para poder caminhar agora no começo de dezembro”, completou. As negociações sobre o acordo de cooperação entre os dois blocos haviam sido dadas por encerradas em 2019, durante o governo Bolsonaro, mas o texto não foi encaminhado para aprovação por causa da oposição de países europeus à política ambiental brasileira. Desde então, a Europa discute como incluir nos termos do acordo salvaguardas que garantam que o Mercosul adota as mesmas práticas de sustentabilidade exigidas dentro da União Europeia. O bloco europeu sugeriu um documento adicional, chamado pelo termo em inglês “side letter”, que acrescenta condicionantes ambientais ao texto que havia sido negociado até 2019. Países do Mercosul, porém, fizeram contrapropostas a esse adendo. Apenas depois de resolvida essa questão a proposta de acordo voltará a tramitar nos dois blocos.”

Fonte: Valor Econômico, 21/11/2023

Covenants ESG nas transações tributárias

“Já há algum tempo, os instrumentos financeiros, de dívida e de patrimônio, estão mirando resultados para além do dinheiro. Existem realmente situações em que o mais importante no título de investimento não é a remuneração, mas os impactos ambientais ou sociais do emissor (devedor) – fatores conhecidos pela sigla ESG. Nesse sentido, tem sido comum atrelar a remuneração do investidor ou a proteção do crédito investido a cláusulas de sustentabilidade (ou ESG): são os chamados “covenants sustentáveis” (ou de sustentabilidade). Além das performances financeiras tradicionais para a proteção do crédito, tais como liquidez, alavancagem (endividamento), restrição à distribuição de dividendos, agregam-se performances ambientais e sociais (assim como as de governança). Exemplos são metas para redução de emissão dos gases de efeito estufa (GEE) e para aumento da participação de diversidade nos cargos de direção. O cumprimento dessas metas ambientais e sociais pode, em alguns casos, reduzir a remuneração devida pelos recursos financeiros obtidos. Diversos investidores e diversos credores já adotam os “covenants sustentáveis”, como o BNDES. No âmbito do governo federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), passou a considerar os fatores ESG nas transações tributárias. Literalmente, a Portaria PGFN nº 1.241 estabeleceu que, sempre que possível, devem ser “perseguidos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, ou seja, os ODS da Organização das Nações Unidas.”

Fonte: Valor Econômico, 21/11/2023

Internacional

Empresas

Big Oil tem lugar nos fundos ESG, diz CIO do Deutsche Bank

“Os fundos de sustentabilidade devem ser capazes de manter ações tradicionais de energia porque excluí-las está negando aos investidores uma das melhores maneiras de apostar em uma mudança para energia renovável, disse um executivo sênior do ESG do Private Bank do Deutsche Bank na terça-feira. Os estoques de combustíveis fósseis cresceram desde que a invasão da Rússia à Ucrânia em fevereiro de 2022 fez com que os preços dos combustíveis fósseis aumentassem, deixando o desempenho dos fundos ambientais, sociais e de governança (ESG) atrasados. Ações de energia renovável de jogo puro, como Orsted e First Solar também cairam drasticamente este ano, à medida que taxas de juros mais altas e pressões inflacionárias apertam a lucratividade. Markus Müller, diretor de investimentos ESG do Private Bank do Deutsche Bank, disse que o efeito do combustível fóssil estava por trás de uma queda em uma pesquisa recente na porcentagem de investidores que acreditam que os fatores ESG podem ajudar a gerenciar riscos para seus portfólios.”

Fonte: Financial Times, 20/11/2023

Política

Gastos da China com energia verde estão causando saturação global

“Os mais novos fabricantes chineses de equipamentos para a geração de energia solar incluem um produtor de leite e um fabricante de brinquedos. Os novos concorrentes são exemplos de uma explosão de gastos com energia verde na China que está alimentando o rápido desenvolvimento das energias renováveis no país, ao mesmo tempo que cria um excesso de oferta de componentes solares que está se espalhando pelo setor e afetando as tentativas de desenvolver essa produção em outros lugares, especialmente na Europa. Desde o começo do ano, os preços do polissilício chinês, o componente básico para a produção de painéis solares, caíram 50% e os dos painéis 40%, segundo dados da Opis, uma empresa que monitora dados e é controlada pela Dow Jones. Dentro da China, algumas companhias temem que uma “bolha verde” esteja prestes a estourar. A economia chinesa, guiada pelo Estado, investiu quase US$ 80 bilhões na produção de energia limpa no ano passado, cerca de 90% dos investimentos mundiais nesta área, segundo estimativa da BloombergNEF. Os gastos anuais do país com as energias limpas em geral aumentaram mais de US$ 180 bilhões por ano desde 2019, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE). A corrida por financiamentos atraiu uma variedade incomum de empresas para esse movimentado negócio. No terceiro trimestre, a gigante chinesa dos laticínios Royal Group anunciou planos para três novos projetos: uma fazenda com 10 mil vacas leiteiras, uma unidade de processamento de produtos lácteos e uma fábrica de US$ 1,5 bilhão para a produção de células e painéis solares.”

Fonte: Valor Econômico, 22/11/2023

Legisladores da UE instam cimeira climática COP28 a visar os combustíveis fósseis

“O Parlamento Europeu pediu na terça-feira um acordo global na ONU. Cúpula climática da COP28 para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis, com o objetivo de aumentar a pressão sobre os países para combater a emissão de CO2 de petróleo e gás. O impulso dos legisladores da União Europeia vem antes que quase 200 países se encontrem para discutir uma ação mais forte sobre mudanças climáticas na conferência COP28 em Dubai, de 30 de novembro a 12 de dezembro. A reunião deve concordar com “uma eliminação tangível dos combustíveis fósseis o mais rápido possível, para manter 1,5°C ao alcance, inclusive interrompendo todos os novos investimentos na extração de combustíveis fósseis”, disse o Parlamento da UE em uma resolução. O Parlamento da UE não está diretamente envolvido nas negociações da COP28, mas envia uma delegação para se encontrar com representantes de outros países e negocia as políticas climáticas domésticas da UE que garantem que ela cumpra as promessas feitas nas reuniões da COP. Os países concordaram, sob o Acordo de Paris de 2015, em tomar medidas para impedir que o planeta ficasse mais de 1,5 graus Celsius mais quente do que nos tempos pré-industriais, um limite que, se violado, desencadearia um clima extremo muito mais desastroso. “Quando pensamos em energia limpa, esses são modelos de negócios bastante novos e sensíveis às taxas de juros”, disse Müller à Reuters, observando que o número de jogadores globais “significativos” de energia eólica havia reduzido para três de oito antes da COVID-19.”

Fonte: Reuters, 21/11/2023

Polónia no caminho certo para obter 5,1 bilhões em fundos de transição verde da UE

“A Polónia está no bom caminho para aceder a 5,1 mil milhões de euros (5,56 mil milhões de dólares) em pagamentos antecipados como parte de um programa da União Europeia para encorajar uma mudança dos combustíveis fósseis russos, disse o executivo do bloco na terça-feira. Os fundos, no âmbito do esquema REPowerEU, seriam adicionais ao dinheiro originalmente solicitado por Varsóvia no âmbito do fundo de recuperação COVID-19 do bloco. No total, a Polónia receberia 59,8 mil milhões de euros, mas destes 35,4 mil milhões de euros em subvenções e empréstimos foram congelados até Varsóvia implementar reformas do Estado de direito que, segundo os críticos, minam a independência do seu sistema judiciário. Os fundos REPowerEU não estão condicionados a quaisquer reformas jurídicas. As preocupações com o Estado de direito também têm bloqueado o acesso a 76,5 mil milhões de euros dos fundos de coesão da UE destinados a melhorar os padrões de vida nas regiões mais pobres. O acesso aos fundos de coesão pode ser desbloqueado a qualquer momento como parte do orçamento de sete anos da UE.”

Fonte: Reuters, 21/11/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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