Reino Unido tenta garantir importação “livre de desmate”, com lei que precisa ser aplicada a todo o desmatamento – não apenas onde foi definido como ilegal em países individuais

De acordo com a Bloomberg, dezenas dos maiores supermercados, redes de fast food e fabricantes de alimentos do Reino Unido pediram ao governo que vá mais longe com regras que os proibiriam de vender carne bovina, soja e outras commodities importantes provenientes de terras desmatadas.


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De acordo com a Bloomberg, dezenas dos maiores supermercados, redes de fast food e fabricantes de alimentos do Reino Unido pediram ao governo que vá mais longe com regras que os proibiriam de vender carne bovina, soja e outras commodities importantes provenientes de terras desmatadas. A iniciativa, pouco comum, deve ter como resultado uma nova lei que obrigará grandes empresas a garantir cadeias de fornecimento livres de desmatamento, mesmo se forem em áreas legais, dado os desafios relacionados ao controle dos dados e informações provenientes dos diferentes países.

O Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais (Defra) está fazendo consultoria sobre planos para exigir que as empresas mostrem que as commodities adquiridas em suas cadeias de abastecimento cumprem as leis ambientais locais ao serem produzidas. Mas os varejistas e fabricantes de alimentos dizem que a lei precisa ser aplicada a todo o desmatamento – não apenas onde foi definido como ilegal em países individuais.

Isso os coloca em sintonia com grupos ambientalistas como o Greenpeace, que argumentou que as propostas são seriamente falhas, porque as leis locais podem ser muito fracas, especialmente no Brasil. De acordo com o Defra, o desmatamento é responsável por 11% dos gases de efeito estufa, e a grande maioria dele é causado pela produção de commodities agrícolas;   Na prática, a iniciativa joga para o governo brasileiro a obrigação de demonstrar publicamente, com dados e informações, que tem feito o “enforcement” de sua própria lei. A estratégia é vista como um exemplo do que está sendo chamado de “barreiras reputacionais” e pode afetar as exportações brasileiras.

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