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Raízen (RAIZ4) prepara emissão de dívida verde no mercado internacional | Café com ESG, 27/02

Raízen iniciou o processo para emissão de um green bond; Ministério de Minas e Energia visa firmar políticas públicas relacionadas à transição energética

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE em leve alta de 0,14% e 0,20%, respectivamente.

• Do lado das empresas, a Raízen iniciou o processo para emissão de um green bond, marcando sua estreia em dívida verde no mercado internacional, com os recursos sendo utilizados em parte para recomprar uma emissão em dólares com vencimento em 2027 – os títulos terão vencimento em 10 anos e podem ser estendidos também para 30 anos, segundo anúncio feito hoje a investidores.

• Na política local, (i) o secretário nacional de transição energética de Minas e Energia (MME), Thiago Barral, afirmou que o Ministério está fazendo um levantamento com os Estados com a finalidade de firmar as políticas públicas voltadas para transição energética, contabilizando programas que não focam só em uma tecnologia, mas em um conjunto que busque integrar diferentes formatos – segundo Barral, 15 Estados já responderam que têm políticas nesse sentido, sejam constituídas ou em discussão; e (ii) o governo anunciou ontem um programa inovador para tentar alavancar a atração de capital estrangeiro privado para financiar a economia verde no Brasil, batizado de Eco Invest Brasil – segundo o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, o objetivo do programa é remover obstáculos (como a baixa participação de capital privado nos investimentos e a volatilidade da moeda) para que o país aproveite a chance de ser um provedor de soluções para a transição para uma economia de baixo carbono.

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Brasil

Empresas

Petrobras estima atender 30% do mercado nacional de aviação com duas primeiras plantas de SAF

“A Petrobras estima que os dois projetos mais avançados de produção de bioquerosene, um tipo de combustível sustentável de aviação (SAF, em inglês), dentro do seu plano de negócios têm potencial para suprir 34 mil barris/dia. Segundo o diretor de transição energética da estatal, Maurício Tolmasquim, o volume equivale a cerca de 30% da demanda brasileira pelo querosene de aviação tradicional, próxima aos 113 mil barris/dia. “Estamos falando de uma atividade comercial importante que insere o Brasil nesse mercado crescente”, afirmou durante o seminário Os Países do G20 e a Diplomacia dos Biocombustíveis organizado pela prefeitura do Rio de Janeiro e o Columbia Global Centers na última sexta-feira (23/2). A Petrobras tem iniciativas para instalar plantas de biorrefino dedicadas à produção de SAF e diesel 100% renovável na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em São Paulo, e no Polo Gaslub, no Rio de Janeiro, que serão concluídas após 2028. A previsão é que o projeto na RPBC tenha capacidade de produzir 15 mil barris/dia de bioquerosene, enquanto o Polo Gaslub deve entregar 19 mil barris/dia.”

Fonte: Epbr, 26/02/2024

Energias renováveis movimentam R$ 50 bilhões em fusões e aquisições em 10 anos

“As fusões e as aquisições no setor de energias renováveis movimentaram R$ 50 bilhões em contratos de 2014 a 2023. Metade deste valor foi registrado apenas nos últimos dois anos. O levantamento Panorama de M&As no setor de energias renováveis, foi feito pela consultoria Clean Energy Latin America (CELA), especializada em assessoria financeira e consultoria estratégica para empresas e investidores do setor de energia renovável. Ainda segundo os dados, foram mapeados mais de 50 gigawatts (GW) de projetos e empresas transacionadas no período. Ao todo, a CELA analisou mais de 190 transações de empresas e projetos vinculados à energia fotovoltaica e eólica – incluindo grandes usinas centralizadas (larga escala) e médios empreendimentos de geração distribuída (até 5 megawatts). Entre 2014 e 2023, o aumento no número de transações mapeadas anualmente foi superior a 400%. Já o crescimento na capacidade total (GW) negociada passou de 8 vezes.”

Fonte: Exame, 26/02/2024

Raízen dá largada para estreia em green bonds no mercado externo

“A Raízen deu a largada hoje para emissão de green bonds, marcando sua estreia em dívida verde no mercado internacional. Os títulos terão vencimento em 10 anos e podem ser estendidos também para 30 anos, segundo anúncio feito hoje a investidores, convocando para o road show da operação. Os recursos devem ser usados em parte para recomprar uma emissão em dólares com vencimento em 2027, com custo original de 5,3% ao ano e com saldo de R$ 3,9 bilhões ao fim do terceiro trimestre. Citi, Itaú BBA, JP Morgan e Morgan Stanley serão os coordenadores globais, num sindicato que conta ainda com BNP Paribas, BofA, Bradesco BBI e Santander. A Raízen já havia acessado o mercado doméstico com títulos verdes, por meio de uma emissão de CRA verde feita em agosto de 2022. A emissão externa anunciada hoje vai ser aproveitar do mesmo framework constituído na época. De acordo com o framework, os recursos obtidos com green bonds podem ser utilizados para projetos referentes a energia renovável, que estão no core business da empresa, maior produtora de etanol do país e que vem concentrando seus investimentos no produto de segunda geração, feito a partir dos resíduos da cana.”

Fonte: Exame Insight, 26/02/2024

BNDES e GFANZ assinam acordo para financiar projetos de transição ambiental no Brasil

“Mark Carney, ex-presidente do Banco da Inglaterra e enviado especial da ONU para Ação Climática e Finanças, e Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, assinaram na tarde desta segunda-feira, 26, uma parceria de colaboração entre a Glasgow Financial Alliance for Net Zero(GFANZ), coalizão global das principais instituições financeiras comprometidas em acelerar a descarbonização da economia – da qual Carney é co-presidente, e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A iniciativa criará uma plataforma de mobilização de capital intersetorial, cujo objetivo é promover a colaboração público-privada para acelerar o financiamento de projetos prioritários do governo relacionados à estratégia brasileira de transição climática. A plataforma buscará desenvolver soluções de financiamento para gerar empregos sustentáveis, aumentar o investimento em tecnologias de baixo carbono e desenvolver as economias sustentáveis do Brasil que protegem a natureza e a biodiversidade.”

Fonte: Exame, 26/02/2024

Petrobras e ArcelorMittal avaliam modelos de negócios para hubs de captura de carbono

“Petrobras e ArcelorMittal Brasil anunciaram, nesta segunda (26/2), a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) para estudar potenciais modelos de negócios que viabilizem o desenvolvimento de um hub de CCUS (captura, armazenamento e uso de CO2) no estado do Espírito Santo. Segundo as companhias, a intenção é identificar oportunidades comerciais e potenciais parcerias no Brasil que estejam alinhadas às estratégias de diversificação e descarbonização. A formação de hubs de CCUS é uma estratégia adotada ao redor do mundo para reduzir riscos e custos associados aos investimentos na tecnologia. Neles, indústrias de aço, termoelétricas, indústria de cimento, unidades de processamento de gás natural, entre outros, compartilham infraestrutura para transporte e armazenamento do gás de efeito estufa. Atualmente, existem 15 hubs CCUS no mundo, em vários estágios de desenvolvimento. Estudo da McKinsey estima que a descarbonização da indústria demandará cerca de 700 clusters globalmente até 2050.”

Fonte: Epbr, 26/02/2024

Política

Fórum do G20 debate alternativas para financiamentos climáticos

“Começa nesta segunda-feira, 26, em São Paulo, o Fórum Brasileiro de Finanças Climáticas, evento oficial do G20 Social e que antecede a reunião de representantes do grupo das 20 maiores economias. Juntos, esses países representam 85% do PIB global e são responsáveis por mais de 80% das emissões relacionadas ao setor energético. Um estudo, realizado pelo Instituto AYA e Systemiq, em 2023, estimou que o investimento anual necessário para financiar a transição energética no Brasil vai de US$ 130 bilhões a US$ 160 bilhões. Segundo Maria Netto, diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS), o fórum vai discutir diferentes formas de financiar as iniciativas necessárias para fazer frente às mudanças climáticas. Um dos instrumentos para captar recursos e que será debatido no fórum, segundo Maria Netto, é o chamado blended finance. Como o nome em inglês sugere, ele combina recursos com diferentes propósitos como, por exemplo, filantropia, investimento com retorno financeiro ou ainda financiamento de organismos multilaterais.”

Fonte: Exame, 26/02/2024

Governo cria linhas para atrair capital estrangeiro para projetos verdes

“O governo anunciou na manhã de hoje um programa inovador para tentar alavancar a atração de capital estrangeiro privado para financiar a economia verde no Brasil, batizado de Eco Invest Brasil. Segundo o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, o objetivo do programa é remover obstáculos para que o Brasil aproveite a chance de ser um provedor de soluções para a transição para uma economia de baixo carbono, entre eles, a baixa participação de capital privado nos investimentos e a volatilidade da moeda. Segundo ele, no Brasil, apenas 6% dos recursos para empreendimentos verdes vêm do setor privado. Nos outros países emergentes, a porcentagem é de 14% e, nos países desenvolvidos, de 81%. “Nas economias emergentes estão as grandes oportunidades de reduções de emissões [de gases de efeito estufa], portanto é imperioso atrair o capital privado”, afirmou Ceron. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não pode participar do anúncio após ser diagnosticado com covid.”

Fonte: Capital Reset, 26/02/2024

MME diz que 15 Estados discutem ou já têm política constituída sobre transição energética

“O secretário nacional de transição energética do Ministério de Minas e Energia (MME), Thiago Barral, disse nesta segunda-feira (26) que o Ministério está fazendo um levantamento com os Estados para consolidar as políticas públicas voltadas para transição energética. Segundo Barral, 15 Estados já responderam que têm políticas nesse sentido, sejam constituídas ou em discussão. “São contabilizados programas que não focam só em uma tecnologia, mas em um conjunto que busque integrar diferentes formatos”, disse o secretário em evento promovido pela FGV Energia. “No Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, com a presença da indústria de óleo e gás e indústria nuclear, temos muito a ganhar com uma estratégia consistente para transição energética.” Segundo Barral, o Ministério ainda aguarda a resposta dos demais entes da federação para concluir a consulta, que não tem prazo para ser concluída.”

Fonte: Valor Econômico, 26/02/2024

Fórum de finanças climáticas: urgência e chamado à inovação

“No primeiro dia do Fórum Brasileiro de Finanças Climáticas, quatro painéis debateram de uma perspectiva mais ampla temas relacionados desafio urgente de acelerar o fluxo de recursos para os países em desenvolvimento. Da necessidade de mecanismos financeiros inovadores ao papel que o Brasil pode desempenhar à frente do G20, este ano, e na presidência da COP30, em 2025, o cardápio de abordagens foi variado. Participaram das sessões inaugurais o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, o líder da coalizão financeira global Mark Carney, o presidente da COP26, o britânico Alok Sharma, e a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, entre outros. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, era um dos painelistas aguardados, mas não compareceu porque está com Covid. Ele foi representado pelo secretário executivo adjunto da pasta e um dos mentores do Plano de Transformação Ecológica do governo federal, Rafael Dubeux.”

Fonte: Capital Reset, 26/02/2024

Internacional

Empresas

A aposta da Toyota em carros híbridos estava certa o tempo todo?

“Depois de passarem a última década como os maiores defensores dos veículos híbridos no setor automobilístico, os executivos da Toyota podem ser perdoados por sentirem uma certa dose de vingança. A determinação obstinada da montadora japonesa de investir bilhões em veículos híbridos que combinam baterias com o tradicional motor de combustão interna atraiu críticas tanto de investidores quanto de ambientalistas. Os consumidores se recusariam a comprar carros totalmente elétricos mais caros, alertou a Toyota várias vezes. Agora, como uma combinação de preços teimosamente altos e a preocupação com a infraestrutura inadequada de recarga esfria o entusiasmo pelos veículos elétricos a bateria (BEVs) em mercados da Europa aos EUA, o que antes era considerado uma heresia da Toyota está sendo reavaliado. Adam Jonas, analista da Morgan Stanley, que previu com confiança que a regulamentação agressiva do governo e a preferência dos consumidores por modelos totalmente elétricos extinguiriam rapidamente o mercado de híbridos, admitiu este mês: “Devo desculpas à Toyota”.”

Fonte: Financial Times, 26/02/2024

Custo das mudanças climáticas é de US$ 22 bi por ano, diz presidente do BID

“O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, comentou o impacto das mudanças climáticas na economia, como o aumento da temperatura do planeta que levou 2023 a ser o ano mais quente da história, que tem custos estimados de US$ 22 bilhões por ano. Eventos climáticos podem levar a mais de 3 bilhões de pessoas para a pobreza, comentou Goldfajn em um debate, ressaltando a necessidade de enfrentar esse problema. “O custo das mudanças do clima afeta a sociedade, afeta as pessoas, aumenta a pobreza.”. Para Goldfajn, os bancos de desenvolvimento e instituições multilaterais têm papel importante em destravar investimentos para a transição energética, mas não podem ser o ator principal. É preciso também a atuação da iniciativa privada. Por isso, o governo brasileiro lançou nesta segunda-feira, 26, um programa de proteção cambial, com a colaboração do BID e do Banco Central.”

Fonte: Exame, 26/02/2024

A Nova Zelândia está pronta para eliminar a primeira proibição de tabaco do mundo

“A Nova Zelândia revogará na terça-feira uma lei pioneira no mundo que proíbe a venda de tabaco para as gerações futuras, informou o governo, mesmo com pesquisadores e ativistas alertando sobre o risco de morte como resultado. Com vigência prevista para julho, as regras antitabaco mais rígidas do mundo teriam proibido a venda para os nascidos após 1º de janeiro de 2009, cortado o teor de nicotina nos produtos de tabaco fumado e reduzido o número de varejistas de tabaco em mais de 90%. O novo governo de coalizão eleito em outubro confirmou que a revogação ocorrerá na terça-feira como uma questão de urgência, permitindo que ele elimine a lei sem buscar comentários públicos, de acordo com os planos anunciados anteriormente.”

Fonte: Reuters, 26/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

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