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Novo ano, nova carteira do ISE; Parque eólico offshore é inaugurado nos EUA; BP mira biocombustíveis | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. B3 adiciona novos membros na 19ª carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE)

Na mídia: Vivo é considerada a empresa mais sustentável do Brasil pelo ranking da B3, o ISE – Terra, 03 de janeiro (link)

Nossa visão: Oferecendo uma exposição “best-in-class” (ou seja, uma estratégia que envolve a seleção das companhias com a melhor performance em determinada categoria), o ISE B3 reúne as empresas que mais se destacam na agenda ESG, apoiando os investidores em seus processos de tomada de decisão e alocação de investimentos, conforme mencionamos na nota ‘19ª carteira do ISE B3 entra em vigor: O que você precisa saber‘ (link). Mantendo a mesma metodologia aplicada anteriormente, vemos como positiva a iniciativa da B3 de trazer transparência às práticas de sustentabilidade ao divulgar as notas de 96 empresas que participaram de forma voluntária da seleção, das quais 78 foram aprovadas para integrar o índice, com Vivo e Lojas Renner obtendo os dois melhores resultados. Do ponto de vista das empresas, em nossa visão, o ISE B3 permite que as companhias possam acompanhar seu desempenho ESG, possibilitando a comparação anual das pontuações. Por fim, ele chama atenção para a performance das empresas do ponto de vista ESG, o que é bem-vindo para promover iniciativas da agenda no mercado brasileiro.

#2. Primeiro projeto eólico offshore de grande escala nos EUA sinaliza que ainda há demanda de mercado

Na mídia: Iberdrola inaugura primeira eólica offshore em larga escala dos EUA – Epbr, 04 de janeiro (link)

Nossa visão: Com um número cada vez maior de empresas buscando investimentos em soluções limpas para lidar com os desafios da agenda climática, vemos os desenvolvedores de energia eólica offshore enfrentando ventos mais adversos, esbarrando em desafios como: (i) aumento dos custos de financiamento devido à taxas de juros ainda altas ao redor do mundo; (ii) inflação persistente que afeta a cadeia de suprimentos; além de (iii) preços mais altos no mercado de energia eólica offshore. Desse modo, se 2023 foi um ano globalmente difícil para o setor eólico offshore, de acordo com dados da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), vemos uma perspectiva relativamente mais positiva para 2024 – por exemplo, a Iberdola, uma empresa multinacional de energia com sede na Espanha, anunciou um investimento de US$3 bilhões no primeiro projeto de grande escala nos EUA. No entanto, na nossa visão, ainda vemos o possível aumento dos custos (ou estabilidade em patamares elevados) e eventuais interrupções na cadeia de suprimentos como fatores ainda presentes ao longo do ano, podendo atrasar e dificultar a implementação de novos projetos.

#3. BP de olho na produção de biocombustível

Na mídia: BP obtém aprovação para reformar refinaria de petróleo para produção de biocombustível – Financial Times, 05 de janeiro (link)

Nossa visão: Vemos com bons olhos o setor de óleo e gás assumindo um papel mais ativo na corrida pela transição energética global, gradualmente aumentando investimentos e exposição à fontes de energia mais limpas. O projeto para reformar uma antiga refinaria de petróleo para produção de biocombustível da BP, um dos cinco planejados ao redor do mundo, possivelmente contribuirá para que a empresa atinja suas metas de sustentabilidade, migrando para uma estratégia ESG.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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