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Geração de energia no Brasil cresce em 2023, puxada por eólica e solar | Café com ESG, 28/12

Geração de energia no Brasil cresce 8,4 GW em 2023, puxada principalmente eólica e solar; Nestlé avança em biometano

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando altas de 0,49% e 0,45%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a capacidade instalada para geração de energia no Brasil cresceu 8,4 gigawatts (GW) em 2023, puxada principalmente por novas usinas das fontes eólica e solar, segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME) – as duas fontes somaram juntas 7,6 GW de expansão, o que corresponde a 90,4% do crescimento; e (ii) a Nestlé vai substituir o gás natural e GLP em caldeiras e fornos pelo biometano, como parte das iniciativas para reduzir as emissões – o projeto será implementado inicialmente na fábrica de Araçatuba (SP), e até o final de 2024, cerca de 20% da matriz de gases combustíveis da companhia no país será suprida pela nova fonte de energia.

• No internacional, os efeitos das mudanças climáticas na economia mundial, cada vez mais conhecidos, começam a aparecer em relatórios sobre inflação e discursos de autoridades monetárias de diferentes países, inclusive do Brasil – segundo um estudo do Banco Central Europeu, em parceria com o Instituto de Potsdam para a Pesquisa de Impacto Climático, é estimado um acréscimo de 0,3 a 1,2 ponto percentual às taxas anuais de inflação mundial até 2035 devido aos impactos do aquecimento do planeta.

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Brasil

Empresas

ENTREVISTA: BNDES vai induzir industrialização ligada ao hidrogênio verde

“Como diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social desde o início de 2023, a economista Luciana Costa lidera uma das áreas mais estratégicas do banco de fomento para a descarbonização da economia brasileira. Responsável por financiar a maior parte dos projetos de energia do país há décadas, o banco agora trabalha no desenho do setor para o futuro. “O BNDES financia a transição energética há 15 anos, participou de todo o ciclo de renováveis no Brasil. Eólica e solar são o nosso dia a dia. Agora estamos olhando para onde o banco vai. Estamos olhando para biocombustíveis e, obviamente, para hidrogênio verde”, diz Costa, que fez carreira no mercado financeiro e deixou o posto de presidente no Brasil do banco francês Natixis para se juntar à equipe do BNDES. Na reta final de 2023, o banco aprovou os quatro primeiros financiamentos a projetos de biometano, três a partir de lixo urbano e um a partir de resíduos da agricultura. O combustível renovável pode ser usado não só para produzir eletricidade, mas como substituto do diesel e para descarbonizar uma série de indústrias. Em outubro, foram liberados R$ 99,8 milhões do Fundo Clima para o Grupo Solví e a Arpoador Energia implantarem uma usina em aterro na região metropolitana de Porto Alegre (RS). Em novembro foram mais R$ 157 milhões – sendo R$ 79,8 milhões do Fundo Clima – para a Bioo Holding construir outra usina em aterro em Triunfo, também no Rio Grande do Sul.”

Fonte: Capital Reset, 27/12/2023

Éolica e solar puxam crescimento da geração de energia no Brasil em 2023

“A capacidade instalada para geração de energia no Brasil cresceu 8,4 gigawatts (GW) em 2023, puxada principalmente por novas usinas das fontes eólica e solar, segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME). As duas fontes somaram juntas 7,6 GW de expansão, o que corresponde a 90,4% do crescimento. Segundo a pasta, o Brasil atingiu a marca de 196,6 GW, com as fontes renováveis, como hidrelétricas, eólicas, fotovoltaicas e de biomassa, representando 83,6% desse montante. O Rio Grande do Norte, Minas Gerais e a Bahia foram os estados com maior participação na expansão. O Rio Grande do Norte liderou o ranking com 2,035 GW de novos projetos, seguido por Minas Gerais (2,025 GW) e Bahia (1,922 GW). Outro setor que apresentou crescimento acelerado neste ano foi o da micro e minigeração distribuída, referindo-se a pequenas usinas solares com capacidade de até 5 MW instaladas em telhados, fachadas e pequenos terrenos para atender ao consumo local. A modalidade de geração própria de energia fotovoltaica alcançou uma capacidade instalada de 24,4 GW em 2023, correspondendo a aproximadamente 11% da geração total de energia elétrica no país. Já no segmento de transmissão de energia, o Sistema Interligado Nacional (SIN) recebeu 5,3 mil quilômetros de linhas em 2023. O destaque ficou para o início das obras da linha que ligará Manaus a Boa Vista. Depois de mais de uma década de conflito com os indígenas, a primeira torre de transmissão foi instalada na terra Waimiri Atroari.”

Fonte: Valor Econômico, 27/12/2023

Emissão de metano em aterros no Brasil é dobro do declarado

“As emissões de metano (CH4) provenientes das operações de aterros sanitários no Brasil são significativamente maiores do que as reportadas à Convenção das Nações Unidas para o Painel de Mudanças Climáticas (UNFCCC), de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren), Yuri Schmitke. Essa conclusão é baseada em estudos recentes que analisaram observações de satélites da Nasa, a agência espacial americana, abrangendo diversos aterros no mundo, incluindo o Brasil. De acordo com o executivo, os aterros sanitários capturam de 30% a 50% das emissões de gás. Embora ele considere essa abordagem uma solução de baixo custo para o tratamento de resíduos, Schmitke ressalta que não é sustentável sob a perspectiva das mudanças climáticas e não atende aos compromissos firmados pelo Brasil no Acordo do Clima de Paris, que prevê limitar o aquecimento global em até 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. “A Agência Ambiental Americana [EPA] avaliou 396 aterros sanitários em operação e identificou que a média de captura de gás de aterro é de 48%. Ou seja, 52% do metano gerado em aterros escapou para atmosfera, contribuindo para o aquecimento global”, afirma. “A gente fez uma comparação com que os aterros estão declarando para receberem créditos de carbono por este metano que capturam. Foi constatado que eles estão declarando que capturam até 94%. Estas declarações contrariam o quinto relatório do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas] de 2011”, acrescenta.”

Fonte: Valor Econômico, 28/12/2023

Nestlé vai substituir gás natural por biometano

“A Nestlé, maior empresa de alimentos industrializados do mundo, vai adotar no Brasil o biometano – gás produzido a partir de matéria orgânica como resíduos urbanos, agrícolas ou efluentes industriais. Vai substituir o gás natural e GLP em caldeiras e fornos, como parte das iniciativas para reduzir as emissões. O projeto será implementado inicialmente na fábrica de Araçatuba (SP), e até o final de 2024, cerca de 20% da matriz de gases combustíveis da companhia no país será suprida pela nova fonte de energia. A empresa tem 14 unidades industriais em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. As fábricas de Marília (SP) e Caçapava (SP) serão as próximas a isar o biometano. O diretor de Engenharia da empresa, Donir Costa, diz que as três unidades representam cerca de 30% da capacidade produtiva da Nestlé e que a ideia é fazer a transição de todas as fábricas no país. “Gostaríamos de fazer isso em todas as fábricas, mas há regiões do país em que o biometano ainda não está bem desenvolvido. Em Minas Gerais, por exemplo, ainda não temos fornecedores ou são abastecimentos sazonais. Então fica difícil estabelecer uma operação contínua”, explica Costa. De fato, um dos principais desafios relatados pelas empresas que estão nesta rota de transição energética é o fornecimento do produto, já que há apenas seis empresas no Brasil autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para comercializar biometano. Isso deve mudar gradativamente, pois outros 18 projetos aguardam autorização do órgão.”

Fonte: Valor Econômico, 28/12/2023

Risco de eventos extremos cresce e aumenta incertezas no agronegócio

“Eventos climáticos extremos que marcaram o agronegócio neste ano – com estiagem no Centro-Oeste, seca histórica na Amazônia e chuvas avassaladoras no Sul do país – passarão a ser uma preocupação constante do setor, e, para o próximo ano, as previsões dos especialistas não são otimistas, ante a expectativa de um El Niño persistente até abril. Apesar dos prejuízos, o valor bruto da produção (VBP) ainda deve atingir o recorde de R$ 1,159 trilhão neste ano, 2,5% acima de 2022, e as exportações do agro se mantêm robustas, com US$ 153,1 bilhões até novembro – aumento de 3,6% ante igual período no ano passado e quase 50% do total embarcado pelo país, segundo o Ministério da Agricultura. No entanto, o atraso no plantio da soja 2023/24 no Centro-Oeste, em razão da falta de chuvas, que afetou também a semeadura do milho de segunda safra, lança dúvidas sobre o próximo ciclo. Há preocupação, ainda, entre os cafeicultores de Minas Gerais, devido à estiagem após a florada nas principais regiões produtoras do Estado. Neste cenário, de queda provável na produção e economia global ainda em desaceleração, a expectativa é de pressão de baixa nos preços dos grãos em 2024, diz Fabio Silveira, sócio-diretor da consultoria MacroSector. “A receita tende a cair por causa da queda de produção, e com melhoras muito pequenas de preços para soja e milho.”

Fonte: Valor Econômico, 28/12/2023

Internacional

Empresas

O fracasso do mercado de carbono em Dubai e o burnout das COPs

“Sempre fui uma defensora do processo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) e sua capacidade de, no último minuto, conseguir chegar às decisões possíveis e necessárias, ainda que sejam o mínimo denominador comum. A Convenção é o tratado firmado na ECO-92, no Rio, que rege as negociações climáticas que acontecem nas COPs, as cúpulas climáticas da ONU. Segundo suas regras, todas as decisões devem ser tomadas por consenso dos quase 200 países signatários. Mas, nesta COP28, a realidade foi bem diferente no tema dos mercados de carbono do Acordo de Paris. O que deu errado nas negociações do Artigo 6 não foi a existência de divergências entre os países, mas sim a incapacidade do processo de negociação de conduzir para a superação dessas divergências. É necessário repensar a dinâmica do processo multilateral da UNFCCC para que ele possa servir a um novo contexto mais complexo, em que 195 países precisam promover a implementação doméstica de políticas de clima e mercados de carbono, além de contemplar mais repercussões e atores envolvidos, além dos limites do Acordo de Paris. O tema dos mercados de carbono naturalmente divide os países. É essencialmente uma discussão sobre comércio de ativos ambientais entre partes do acordo e, possivelmente, também envolvendo atores privados. E, na COP28, as negociações estavam atingindo um momento crucial de operacionalização dos seus instrumentos de mercado.”

Fonte: Capital Reset, 27/12/2023

Tesla está prestes a perder liderança em elétricos para BYD

“A chinesa BYD se auto-intitula a “maior marca de carros da qual você nunca ouviu falar”. Ela pode precisar de uma nova brincadeira publicitária em breve. A montadora está prestes a superar a Tesla como nova líder mundial em vendas de veículos totalmente elétricos. Quando isso acontecer — provavelmente neste trimestre — será um ponto de inflexão simbólico tanto para o mercado de veículos elétricos quanto para a importância crescente da China na indústria automotiva global. Em um setor ainda dominado por nomes como Toyota, Volkswagen e General Motors, fabricantes chinesas como BYD e SAIC Motor avançam rapidamente. Depois de ultrapassar EUA, Coreia do Sul e Alemanha nos últimos anos, a China agora rivaliza com o Japão na liderança mundial de exportações de veículos de passeio. E cerca de 1,3 milhão dos 3,6 milhões de veículos exportados pela China em outubro deste ano eram elétricos. “O cenário competitivo da indústria automobilística mudou”, disse Bridget McCarthy, chefe de operações na China da Snow Bull Capital, com sede em Shenzhen, que investiu em ações da BYD e da Tesla. “Não se trata mais do tamanho e da tradição das empresas automobilísticas; trata-se da velocidade com que elas conseguem inovar continuamente. A BYD começou a se preparar há muito tempo para conseguir fazer isso mais rápido do que se pensava ser possível, e agora o resto da indústria precisa correr atrás para alcançá-la.”

Fonte: Valor Econômico, 27/12/2023

Mudanças climáticas têm efeitos na inflação

“Os efeitos das mudanças climáticas na economia mundial, cada vez mais conhecidos, começam a aparecer em relatórios sobre inflação e discursos de autoridades monetárias de diferentes países, inclusive do Brasil. Um estudo do Banco Central Europeu, em parceria com o Instituto de Potsdam para a Pesquisa de Impacto Climático, estima um acréscimo de 0,3 a 1,2 ponto percentual às taxas anuais de inflação mundial até 2035 por causa das mudanças climáticas. Quando se avalia apenas o custo de alimentos, a estimativa de acréscimo é maior, algo entre 0,9 e 3,2 pontos percentuais no mesmo período. “As questões climáticas trazem mais incerteza, o que afeta a economia como um todo. Parte desses efeitos aparece na inflação e numa mudança dos níveis de preços. Os desastres climáticos trazem um custo maior para a economia. Determinadas coisas vão ficar mais caras, como energia, água, saúde, seguros”, afirma Márcio Garcia, professor-titular do Departamento de Economia da PUC-Rio. Exemplo recente que ilustra a situação é o Canal do Panamá, que impôs restrições ao trânsito de navios devido à redução drástica no volume de água. Em novembro, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o aumento de desastres naturais terá influência no trabalho dos bancos centrais, uma vez que eventos extremos provocam instabilidade nos preços. Ao longo deste ano, o tema foi mencionado em diferentes publicações do BC.”

Fonte: Valor Econômico, 28/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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