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Explorando o potencial dos veículos híbridos à medida que a demanda por elétricos desacelera globalmente | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. Fabricantes de automóveis em todo o mundo repensam investimentos em elétricos de olho no potencial dos híbridos

Na mídia: Montadoras e produtores de etanol se unem em defesa de políticas para híbridos – Epbr, 24 de abril (link) & Hyundai gastará mais com híbridos à medida que demanda por elétricos enfraquece – Bloomberg Línea, 25 de abril (link)

Nossa visão: Sendo o terceiro maior contribuinte mundial de emissões de gases de efeito estufa, o setor de transportes está passando por um período de grandes transformações. Para manter a indústria no caminho de zerar suas emissões até 2050, a eletrificação está crescendo rapidamente como solução em vários segmentos automotivos, especialmente entre veículos leves. De acordo com dados da Associação Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), em 2023, as vendas de VEs cresceram 35% em relação ao ano anterior, atingindo 40 milhões de carros em circulação (6x mais em relação aos níveis de 2018), representando cerca de 18% de todos os veículos vendidos. Contudo, após o aumento no ano passado, a demanda por carros totalmente elétricos está desacelerando no início do ano, principalmente devido a: (i) falta de infraestrutura de recarga; (ii) autonomia limitada da bateria, gerando um fenômeno entre os potenciais compradores de elétricos conhecido como “ansiedade de alcance”; (iii) longos prazos de entrega para pedidos de novos veículos; (iv) preço médio mais alto (em comparação com híbridos, híbridos plug-ins e motores de combustão interna); além de (v) atualizações constantes na tecnologia e nas próprias baterias, levando os consumidores a se preocuparem com os riscos de obsolescência e depreciação pós-venda. No entanto, embora os desafios atuais não signifiquem necessariamente que os VEs estejam perdendo totalmente seu espaço no mercado a longo prazo, montadoras de todo o mundo estão revisitando seus planos, focando as estratégias, cada vez mais, em modelos híbridos. Conforme mencionado em nosso relatório ‘O que escutamos do Diretor da Toyota em reunião sobre eletrificação com investidores? Veja os destaques‘ (acesse aqui), os híbridos estão ganhando força, tornando-se cada vez mais importantes como uma solução intermediária para levar os consumidores dos motores de combustão para os elétricos. Por fim, com relação ao impacto ambiental, os híbridos também demonstraram superar os elétricos em termos de emissões, registrando uma pegada de carbono menor ao longo de sua cadeia de valor. De modo geral, embora vejamos o mercado mais cético em relação ao ritmo de adoção de VEs daqui para frente, essa mudança está acontecendo, embora não tão rapidamente quanto o apelo do começo indicava.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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