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Empresa tailandesa vende créditos de carbono para grupo suíço | Café com ESG, 08/01

Brasil quer avançar projetos de bioeconomia no G20; Operadora tailandesa de ônibus elétricos vende as primeiras compensações de carbono a um grupo suíço de combustíveis fósseis

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O Ibovespa e o ISE fecharam a primeira semana do ano com queda de 1,6% e 0,3%, respectivamente. Já o pregão de sexta-feira terminou em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de 0,60% e 1,12%, respectivamente.

• No Brasil, o governo quer que os integrantes do G20 ajudem a desenvolver as tecnologias necessárias para tirar do papel os projetos de bioeconomia na Amazônia – o estabelecimento de iniciativas de inovação aberta entre os países membros está entre as principais entregas previstas durante a presidência brasileira do grupo.

• No internacional, (i) em linha com o sistema criado pelo Acordo de Paris, a Energy Absolute, uma operadora tailandesa de ônibus elétricos, vendeu as primeiras compensações de carbono à Fundação KliK, um grupo suíço de combustíveis fósseis – a Energy Absolute está gerando os créditos ao lançar uma frota de cerca de 4.000 ônibus elétricos em Bangkok, em vez de usar veículos movidos a gasolina; e (ii) a Tesla, de Elon Musk, anunciou um recall de mais de 1,6 milhão de veículos elétricos na China, diante de preocupações com os módulos de direção autônoma e a trava de portas – com esse desafio relacionado à qualidade do produto, indicador do (S) do ESG, o recall pode impactar as ambições da empresa no mercado chinês.

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Brasil

Empresas

Brasil registrou maior número de denúncias de trabalho escravo da história em 2023, diz governo

“O Brasil registrou, em 2023, o maior número de denúncias de trabalho escravo e análogo à escravidão da história do país, apontam dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania obtidos pela GloboNews. Segundo a pasta, foram 3.422 denúncias protocoladas em 12 meses – 61% a mais que em 2022, e o maior número desde que o Disque 100 foi criado, em 2011. Denúncias desse tipo corresponderam a 19% do total de violações de direitos humanos informadas ao serviço. Ou seja: a cada cinco denúncias protocoladas em 2023, uma era de trabalho análogo à escravidão. Segundo o governo, o país vem batendo “recordes” consecutivos de denúncias desde 2021. Foram 1.915 relatos naquele ano, 2.119 em 2022 e 3.422 em 2023. Antes dessa sequência, o maior número em um único ano tinha sido de 1.743 denúncias em 2013. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que o número de pessoas resgatadas em situação análoga à escravidão também cresceu – foi o maior dos últimos 14 anos. Segundo a pasta, entre 1º de janeiro e 21 de dezembro de 2023, foram resgatados 3.151 trabalhadores. Somadas, as dívidas rescisórias de pagamentos como salário, FGTS, férias e 13º dos patrões com esses funcionários chegaram a cerca de R$ 12,4 milhões. O maior número de resgatados foi registrado na região Sudeste do país. Até a primeira semana de dezembro, 1.129 trabalhadores foram retirados dessas situações de violação de direitos na região – o Centro-Oeste vem em seguida, com 773.”

Fonte: Globo, 05/01/2024

Fornecedores de lítio da Tesla e BYD garantem investimentos da Atlas Lithium em Minas Gerais

“Duas das principais empresas químicas de lítio da China, Chengxin Lithium Group e Yahua Industrial Group – fornecedores de hidróxido de lítio para Tesla, BYD e LG, entre outros – anunciaram um total de US$ 50 milhões para a Atlas Lithium, empresa americana que desenvolve um projeto de exploração de lítio no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. O contrato envolve o investimento direto na Atlas Lithium (US$ 10 milhões) e acordos de compra para a Fase 1 da produção de concentrado de espodumênio para baterias da companhia (US$ 40 milhões), em troca de 80% dos ativos da Atlas Lithium. A transação ocorre paralelamente ao movimento de venda da canadense Sigma Lithium, que já explora lítio na região do Jequitinhonha. Em dezembro, a CEO da Sigma, Ana Cabral Gardner revelou que a empresa atraiu o interesse de “algumas das empresas mais admiradas de baterias e veículos elétricos do mundo, incluindo montadoras e fabricantes de baterias”. Segundo apuração da Exame, a chinesa CATL, de baterias, e a montadora Volkswagen são apontadas como as favoritas para fechar o negócio. No Brasil, ao contrário de outros países onde é encontrado nas salmouras, o lítio está hospedado em pegmatitos mineralizados em espodumênio. A maior reserva conhecida está no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, apelidado de Vale do Lítio. Essa forma de exploração brasileira de lítio possui menor impacto ambiental, o que vem atraindo o interesse de fabricantes de baterias para veículos elétricos, preocupados em reduzir suas emissões de carbono ao longo da cadeia.”

Fonte: Epbr, 05/01/2024

Peso de IA, ESG e tributos deve crescer na rotina de conselhos e executivos em 2024

“Consultorias especializadas em recrutamento de executivos e conselheiros têm visto tendência de intensificação de busca por profissionais com conhecimentos que começaram a ser mais requisitados sobretudo em 2023. Entre eles, especialistas em inteligência artificial generativa, ESG (sigla em inglês para melhores práticas ambientais, sociais e de governança) e financeiro/tributário que se especializem nas mudanças trazidas pela reforma. No mercado financeiro, a tendência de alta é na busca por profissionais que se dedicam à relação com investidores para tentar trazer de volta os ativos sob gestão perdidos ao longo de 2023. O movimento acontece após a estabilização no segundo semestre, num ano no qual várias mudanças deixaram o cenário mais desafiador para executivos e conselheiros. Entre eles, aperto monetário global, que tirou investimentos de empresas promissoras de tecnologia, intensificação dos conflitos geopolíticos, eventos climáticos extremos e um escândalo contábil bilionário no País, que resultou numa crise de crédito especialmente dura para o varejo. Mesmo assim, 63% de cerca de 80% dos projetos feitos pela consultoria de contratação executiva Maio em 2023 foram provenientes de teses de crescimento das empresas. Somente 17% foram para companhias que buscavam alguma reestruturação. Os demais 20% foram para corporações que buscavam continuidade de seus planos associados à melhoria de desempenho. Os projetos foram todos para a contratação de CEOs, diretores e conselheiros.”

Fonte: InfoMoney, 07/01/2024

Política

Brasil aposta no G20 para avançar projetos de bioeconomia na Amazônia

“O Brasil quer que os integrantes do G20 ajudem a desenvolver as tecnologias necessárias para tirar do papel os projetos de bioeconomia na Amazônia. O estabelecimento de iniciativas de inovação aberta entre os países-membros e de catalogação de espécies está entre as principais entregas previstas pelo grupo de trabalho que vai tratar de pesquisa e inovação durante a presidência brasileira do grupo de 20 grandes economias globais. A bioeconomia é vista como a principal estratégia para garantir o desenvolvimento econômico da região amazônica com preservação da floresta. Apesar do grande potencial do setor, o cenário para a materialização dos projetos ainda é de longo prazo, o que representa mais pressão sobre os recursos naturais. O governo brasileiro criou uma secretaria específica para tratar de bioeconomia na estrutura do Ministério do Meio Ambiente. Em entrevista ao Valor, em março do ano passado, a titular da secretaria, Carina Pimenta, disse que a bioeconomia é “para onde aponta” o modelo de desenvolvimento do país, mas destacou justamente a necessidade de “paciência” para que o novo modelo possa decolar. A ideia é que o G20 ajude a dar impulso. “O G20 pode promover o desenvolvimento da ciência necessária para compreender o potencial dos recursos da biodiversidade e do clima para resolver gargalos tecnológicos. A bioeconomia pode impulsionar a reindustrialização em uma base mais verde, ou seja, oferecendo alternativas de baixo carbono que aproveitem os recursos da biodiversidade, agregando valor a toda a cadeia produtiva”, diz documento do grupo de trabalho ao qual o Valor teve acesso.”

Fonte: Valor Econômico, 08/01/2024

Área sob alerta de desmatamento na Amazônia cai pela metade e sobe 43% no Cerrado em 2023, aponta Inpe

“O acumulado de alertas de desmatamento na Amazônia Legal caiu pela metade no primeiro ano do terceiro mandato do presidente Lula — o melhor índice desde 2018. Já o Cerrado registrou um aumento de 43% em 2023, atingindo o maior índice da série histórica do Deter no bioma. Os índices levam em conta o chamado ano civil, ou seja, o período total de janeiro a dezembro, e foram divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (5). No ano passado, a área com alertas na Amazônia Legal foi de 5.152 km² (os dados divulgados vão até 29 de dezembro de 2023). A queda veio depois de anos de alta no desmate, que bateu seu recorde em 2022, com 10.278 km². A Amazônia Legal é uma região que corresponde a 59% do território brasileiro e que engloba a área de 9 estados – Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e uma parte do Maranhão. Pará liderou a lista dos estados com mais desmate em 2023. Segundo o Deter, foram quase 2 mil km² (1.903 km²). Mato Grosso veio na sequência, com 1.408 km², e Amazonas com 894 km². Os três também são os líderes da série histórica. Para Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima, o desmatamento na Amazônia caiu sobretudo pela intensificação do trabalho do Ibama.”

Fonte: Globo, 05/01/2024

Internacional

Empresas

Tesla anuncia recall de 1,6 milhão de veículos elétricos na China

“A Tesla, de Elon Musk, anunciou um recall de mais de 1,6 milhão de veículos elétricos na China, diante de preocupações com os módulos de direção autônoma e a trava de portas. O recall é mais um golpe nas ambições da empresa para o mercado chinês. Cerca de 1,61 milhão de unidades dos modelos 3, Y, X e S da montadora de Elon Musk devem passar pelo recall, informou a Model Regulation em comunicado, citando as preocupações. A fabricante de veículos elétricos também fará o recall de 7.538 Modelo S e Modelo X importados, fabricados entre 26 de outubro de 2022 e 16 de novembro de 2023, devido a um problema com os controles de trava da porta, disse o órgão regulador de mercado da China. A Tesla, no entanto, pode atualizar remotamente os veículos para consertar os problemas de trava da porta e direção automática, acrescentou. A notícia chega após a Tesla realizar recall de mais de 2 milhões de veículos nos Estados Unidos, diante das preocupações com seu sistema de piloto automático, em dezembro de 2023.”

Fonte: Valor Econômico, 05/01/2024

Grupos suíços e tailandeses fecham a primeira venda de compensações de carbono do Acordo de Paris

“Uma operadora tailandesa de ônibus elétricos informou na segunda-feira que vendeu as primeiras compensações de carbono de um novo sistema criado pelo Acordo de Paris a um grupo suíço de combustíveis fósseis, um marco importante para colocar em prática o acordo climático das Nações Unidas, que já dura oito anos. O Acordo de Paris de 2015 permite que governos e empresas compensem parte de suas emissões de gases de efeito estufa pagando por medidas para reduzir os poluentes climáticos em outros lugares. Essas compensações são embaladas como créditos, cada um equivalente à redução de uma tonelada métrica de emissões de dióxido de carbono (CO2). Alguns ambientalistas, no entanto, criticam as compensações de carbono, dizendo que elas permitem que a poluição continue quando o foco deveria ser a erradicação. A Fundação KliK da Suíça, que representa os importadores de combustível, disse na segunda-feira que havia concluído a primeira compra de 1.916 créditos de carbono da Energy Absolute da Tailândia em dezembro. “Somos pioneiros”, disse à Reuters Chatrapon Sripratum, executivo da Energy Absolute que supervisiona o projeto. “Esse mercado realmente crescerá no futuro.” A Energy Absolute está gerando os créditos ao lançar uma frota de até 4.000 ônibus elétricos em Bangkok, em vez de usar veículos movidos a gasolina. Sripratum disse que o preço de venda foi de mais de US$ 30 por crédito, recusando-se a fornecer o valor exato do acordo. Os negociadores do clima levaram anos para chegar a um acordo sobre as regras para compensações, sendo que muitos dos detalhes ainda estão sendo trabalhados nas negociações climáticas anuais da ONU, mais recentemente na COP28 em Dubai. Isso significa que a Energy Absolute e a KliK – e os órgãos reguladores de ambos os países que devem autorizar o acordo nos termos do Acordo de Paris – podem influenciar um mercado nascente se as regras finais da ONU seguirem seu exemplo.”

Fonte: Reuters, 08/01/2024

Investimento verde no Texas mostra como os fundos estão lidando com as leis anti-ESG

“Pouco depois de o Texas ter sido pioneiro na primeira lista negra de ESG dos EUA no final de 2022, um grande investidor em educação no estado produtor de petróleo injetou US$ 300 milhões em um fundo destinado a subsidiar a transição energética global para longe dos combustíveis fósseis. O compromisso do Texas Permanent School Fund (PSF) de US$ 51 bilhões, que aloca mais de US$ 2 bilhões anualmente para a educação pública, é o maior do fundo de soluções de transição energética do Macquarie Green Investment Group, o MGETS, de acordo com dados do PitchBook. O investimento destaca como os fiduciários estão encontrando maneiras de contornar as lacunas nas regras criadas por autoridades conservadoras para manter as considerações ambientais, sociais e de governança fora dos portfólios de investimento público, ao mesmo tempo em que mostra a dificuldade de aplicar tais proibições. Uma lei estadual de 2021 aprovada pela legislatura do Texas exigiu que os planos de pensão do estado e outras entidades se desfizessem de empresas e fundos considerados hostis aos combustíveis fósseis. Glenn Hegar, o controlador republicano do estado, foi além no final de 2022, quando nomeou 10 empresas e mais de 300 fundos que deveriam ser desinvestidos pelos fundos de pensão do Texas e outros fundos patrimoniais do estado, como o PSF. Embora a lei contenha uma isenção para fundos de private equity que já tenha sobrevivido a pelo menos um teste, Hegar incentivou os órgãos estaduais a seguirem o espírito da lei no que diz respeito a seus portfólios de investimento.”

Fonte: Financial Times, 07/01/2024

Frota global de navios envelhece à medida que os armadores resistem à mudança para combustíveis mais verdes

“A frota global de navios atingiu sua idade média mais avançada em quase 15 anos, apesar da crescente pressão sobre os armadores para que encomendem navios novos e mais ecológicos e ajudem a descarbonizar o comércio global. Os corretores de navios, que assessoram os proprietários na construção de navios, disseram que o setor está hesitando em encomendar novas embarcações que funcionem com combustíveis mais ecológicos, em meio à incerteza sobre a disponibilidade desses recursos energéticos. Ao mesmo tempo, os armadores lucraram com o aumento da demanda por navios de segunda mão dos operadores de uma “frota sombra” que transporta o petróleo russo que está sujeito a sanções, o que significa que muitas embarcações que deveriam estar em pilhas de sucata ainda estão navegando. A idade média da frota global de navios atingiu 13,7 anos em dezembro, a mais antiga desde 2009, de acordo com dados compilados pela corretora de navios Clarksons e compartilhados com o Financial Times. Os dados excluem navios pequenos com volume inferior a 5.000 toneladas brutas. A frota de navios porta-contêineres atingiu 14,3 anos no final do ano passado, a maior idade desde que a Clarksons começou a coletar dados em 1993. A idade média dos navios-tanque, que transportam petróleo e outros líquidos, atingiu um pico de duas décadas de 12,9 anos. Richard Matthews, diretor de pesquisa da corretora de navios Gibson, disse que “não vimos praticamente nenhum navio-tanque ser sucateado” desde a invasão da Ucrânia, que levou os governos ocidentais a impor restrições ao comércio de produtos russos. Uma frota clandestina de empresas com propriedade obscura entrou em cena para transportar o petróleo russo, comprando navios-tanque mais antigos e mais baratos, que as grandes empresas petrolíferas geralmente consideram sucatear após 15 anos de desgaste.”

Fonte: Financial Times, 07/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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