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Em Davos, Marina Silva busca investidores privados para fundo global de florestas | Café com ESG, 17/01

Marina Silva quer obter recursos para o fundo global de financiamento e conservação de florestas; Mudanças climáticas podem causar US$12,5 trilhões em perdas econômicas

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de 1,69% e 2,13%, respectivamente.

• Do lado das empresas, um aumento acentuado na produção petroquímica na China e nos EUA levou a um excesso de oferta global de produtos químicos industriais usados em plásticos, fazendo com que o preço do novo material fosse tão baixo que sua alternativa reciclada está deixando de ser competitiva – a China foi responsável por 60% dos aumentos de capacidade petroquímica em 2023, de acordo com dados da S&P Global.

• No Fórum Econômico Mundial em Davos, (i) investidores privados estão no radar da ministra do Meio Ambiente do Brasil, Marina Silva, para obter recursos para o fundo global de financiamento e conservação de florestas tropicais – com uma agenda intensa de encontros, Marina chegou a Davos na noite de segunda-feira e participou ontem do painel Transição Sustentável do Brasil, ao lado da ministra da Saúde, Nisia Trindade, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; e (ii) relatório publicado ontem durante a conferência alerta que até 2050 as mudanças climáticas podem causar 14,5 milhões de mortes e US$12,5 trilhões em perdas econômicas em todo o mundo – embora a crise climática seja apontada por especialistas como o maior risco global da década, o relatório afirma que ainda há tempo para os interessados adotarem ações decisivas e estratégicas para contrapor essas previsões.

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Brasil

Empresas

Mais de 300 negócios globais vão incluir a natureza no balanço

“Um novo padrão de divulgações financeiras que pretende medir o impacto – positivo ou negativo – da natureza nos negócios começa a ser adotado na prática. Um grupo de 320 companhias e instituições financeiras de 46 países se comprometeu a publicar reportes específicos usando os parâmetros definidos pela Task force on Nature-related Financial Disclosures (TNFD). A ideia central desses relatos é muito semelhante à das divulgações relacionadas ao clima – que em muitas jurisdições vêm se tornando obrigatórias para empresas de capital aberto. As companhias abertas e instituições financeiras que fazem parte da leva inicial representam US$ 4 trilhões em valor de mercado e US$ 14 trilhões em ativos sob gestão, respectivamente. Elas se comprometeram a fazer as divulgações iniciais relativas aos anos fiscais de 2023, 2024 ou 2025. Do Brasil, fazem parte da lista o banco BTG Pactual e a gestora JGP, as empresas Natura, Suzano, Telefonica e Vale e as fornecedoras de informações de mercado Green Initiative International e Rever Consulting. Do lado das finanças globais, aderiram nomes de peso, como o NBIM, o fundo soberano da Noruega, que é o maior investidor em ações do mundo, e bancos como Bank of America, Standard Chartered, UBS e Crédit Agricole. A lista também inclui corporações globais como Carrefour, Enel, Japan Airlines, LVMH e Sony. “Com as divulgações climáticas chegando ao mainstream por meio dos ISSB, este é um sinal claro de que investidores, credores, seguradoras e empresas reconhecem que seus modelos de negócio e portfólios são altamente dependentes da natureza”, afirmou em nota David Craig, co-presidente da TNFD.”

Fonte: Capital Reset, 16/01/2024

Na corrida sucessória para presidente da Vale, mandato menor está em estudo

“A sucessão na presidência da Vale deverá ter desdobramentos nos próximos dias, apurou o Valor com fontes a par do assunto. Entre as alternativas estudadas, está a possibilidade de o atual CEO, Eduardo Bartolomeo, ser reconduzido para um mandato mais curto. Ainda não há, porém, martelo batido sobre o assunto. O atual mandato do CEO da mineradora é de três anos, termina no fim de maio, e haveria possibilidade de renovação por período menor, segundo uma das pessoas familiarizadas com o tema. Bartolomeo assumiu o comando da Vale logo depois da tragédia de Brumadinho, em 2019, e já passou por renovação de contrato antes, tendo, inclusive, o período de gestão ampliado, junto com toda a diretoria-executiva, de dois para três anos. Foi uma forma à época, em 2021, de descasar os mandatos do conselho de administração, de dois anos de duração, com os contratos dos diretores, dando mais independência à alta administração da empresa no período pós-Brumadinho, que completa cinco anos na quinta-feira, dia 25 de janeiro. Naquela data fatídica, uma sexta-feira, uma barragem de rejeitos se rompeu em uma mina da empresa no município homônimo, matando 270 pessoas e causando catástrofe ambiental na região, na grande Belo Horizonte (MG). É possível que até o dia 25 deste mês haja uma definição sobre a sucessão na Vale: se Bartolomeo será reconduzido ou se irá se abrir um processo competitivo formando uma lista de candidatos a partir da qual irá se escolher o novo CEO. Para que haja essa definição até essa data, seria preciso que o conselho de administração da mineradora convocasse reunião extraordinária, o que pode acontecer nos próximos dias.”

Fonte: Valor Econômico, 17/01/2024

Política

‘Não há mais tempo a perder’, diz Marina Silva sobre impactos da mudança climática

“No Fórum Econômico Mundial, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, falou nesta terça-feira (16) sobre os desafios colocados depois da COP28 e que a conferência tem um papel importante de alavancar a dinâmica do desenvolvimento. Durante o evento, a ministra disse que não há mais tempo a perder e que a transição energética é fundamental. “Como ouvi um cientista dizendo, mesmo que a gente faça todo dever de casa, vamos viver os impactos da mudança climática que já ocorreram pelo menos nas três próximas décadas”, diz. Segundo a ministra, os investimentos vão para um novo ciclo de prosperidade que busca segurança energética e alimentar e que tem como foco a dignidade para as pessoas. “Os países ricos devem liderar o processo na transição energética”, diz. Marina Silva vê com bons olhos a união dos governos, empresas e setores financeiros para mitigar os problemas ambientais no mundo. Conforme a ministra, é preciso os três setores para fazer a diferença. Em palestra sobre o avanço da pauta ambiental, Marina disse que o G20 liderado pelo Brasil terá uma força tarefa no combate às desigualdades através de iniciativas globais. “A iniciativa global para a proteção de florestas tropicais do ponto de vista da proteção e do uso sustentável dessas florestas é olhar as populações dos povos tradicionais.” Segundo ela, o Brasil quer ampliar cada vez mais essas vantagens na área para haver investimentos e desenvolvimento no país.”

Fonte: Valor Econômico, 16/01/2024

G20 será oportunidade para Brasil mostrar seu compromisso com a transição energética, diz ministro

“O Ministério de Minas e Energia enxerga a oportunidade nos próximos meses de avançar em debates internacionais prioritários, como a atração de investimentos sustentáveis para o Brasil. Segundo Alexandre Silveira, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o G20 será uma oportunidade de mostrar ao mundo como o Brasil trata o tema da transição energética com mudanças que já vem ocorrendo. Para Silveira, o próximo passo agora é avançar no processo de descarbonização da Amazônia, região do Brasil que ainda é muito abastecida por termelétricas a diesel em sistemas isolados. “Inauguramos a linha de transmissão de Manaus a Parintins, o que vai gerar uma economia de R$ 600 milhões aos consumidores (…) Relançamos o programa Luz para Todos”, afirma. Ele lembrou ainda o início das obras da linha de transmissão Manaus-Boa Vista, o chamado Linhão de Tucuruí que integra Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e a retomada da parceria com a Venezuela para exportação de energia hidrelétrica da usina de Guri para Roraima. “É a substituição de termelétricas a diesel por energia limpa e renovável.” Durante o Fórum Econômico Mundial, o ministro disse que, no contexto de transição energética, o Brasil já fez a sua transição por conta de mais de 85% das fontes de geração de energia elétrica vir de fontes limpas e renováveis. Mediado pela editora de Empresas do Valor, Mônica Scaramuzzo, o painel debateu como o Brasil está avançando em uma transformação para forjar um novo modelo de desenvolvimento que concilie o crescimento econômico robusto e a mudança social com a proteção ambiental e fontes renováveis.”

Fonte: Valor Econômico, 16/01/2024

Marina quer recursos de investidores

“Investidores privados estão no radar da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para obter recursos para o fundo global de financiamento e conservação de florestas tropicais. O programa foi apresentado no ano passado pelo governo na COP 28, em Dubai. “Nós temos expectativa de que essa proposta, para ter um mecanismo global de financiamento de florestas, pode contar não só com recursos públicos e de agências multilaterais, mas também do setor privado”, disse a ministra ao Valor. Com uma agenda intensa de encontros, Marina chegou a Davos na noite de segunda-feira e participou ontem do painel Transição Sustentável do Brasil, ao lado da ministra da Saúde, Nisia Trindade, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O plano é levantar “um volume robusto de recursos”, pensando nos 80 países detentores de florestas tropicais. “Além de combater o desmatamento com ações de comando-controle, nós vamos precisar fazer a remuneração para quem preserva a floresta. Então, os investidores serão alvo de nossas buscas por ampliar recursos para esse fundo global sobre florestas.” Marina se encontrou com Bill Gates, cofundador da Microsoft. O bilionário pediu audiência para discutir biodiversidade.”

Fonte: Valor Econômico, 17/01/2024

Internacional

Empresas

Fundo de ESG de Cathie Wood derrota concorrentes com aposta em cripto

“O fundo ESG de melhor desempenho do mundo em 2023 foi construído pela Ark Investment Management e alimentado por uma grande aposta em criptoativos. O Nikko AM Ark Positive Change Innovation Fund (ticker NIPCIPJ LX), de US$ 2,4 bilhões, teve um retorno de 68% no ano passado, mais que o dobro dos ganhos proporcionados pelo S&P 500. Sua maior participação foi na Coinbase, que representa quase um décimo do fundo, segundo dados compilados pela Bloomberg. O fundo Nikko-Ark está registado como “promotor” de ESG ao abrigo das regras europeias. O desempenho superior limita um ano em que o investimento em fundos com temas ambientais, sociais e de governação enfrentou grandes obstáculos. Ativos ESG de tecnologia limpa mais convencionais, como energia eólica e solar, afundaram à medida que projetos de capital intensivo nesses setores foram prejudicados por taxas de juros mais altas. Mas os fundos ESG que optaram por outras áreas da tecnologia tiveram um desempenho muito melhor. A queda de 21% do ano passado no S&P Global Clean Energy Index coincidiu com um aumento de quase cinco vezes no valor de mercado da Coinbase, a maior exchange de criptomoedas dos EUA. Os entusiastas dos criptoativos começaram 2024 em alta depois que a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) avançou com sua tão aguardada aprovação de uma série de fundos negociados em bolsa (ETFs) de bitcoin.”

Fonte: Valor Econômico, 16/01/2024

Eólica e solar liderarão o crescimento da geração de energia nos EUA nos próximos 2 anos, diz EIA

“As energias eólica e solar devem liderar o crescimento da geração de energia nos EUA nos próximos dois anos, após novas instalações de energia renovável, informou a Energy Information Administration (EIA) na terça-feira. A geração de energia solar nos EUA deverá crescer 75%, para 286 bilhões de quilowatts-hora (kWh) em 2025, de 163 bilhões de kWh em 2023, à medida que mais capacidade de geração entrar em operação e em meio a políticas favoráveis de crédito fiscal, informou a EIA. Espera-se que o setor de energia elétrica aumente a capacidade solar em quase 38% este ano. A geração de energia eólica crescerá moderadamente para 476 bilhões de kWh em 2025, representando um aumento de 11%, disse a EIA, acrescentando que a capacidade eólica permanecerá relativamente estável este ano. A geração de energia a carvão, por sua vez, provavelmente cairá 18%, para 548 bilhões de kWh em 2025, de 665 bilhões de kWh em 2023. A geração de gás natural, a maior fonte de eletricidade dos EUA, permanecerá relativamente estável em 1,7 trilhão de kWh em 2024 e 2025. No ano passado, o setor de energia dos EUA produziu cerca de 4 trilhões de kWh de energia. As fontes renováveis, incluindo eólica e solar, foram responsáveis por 22% da geração.”

Fonte: Reuters, 16/01/2024

Excesso de petroquímicos torna o plástico novo mais barato do que o reciclado

“Um aumento acentuado na produção petroquímica na China e nos EUA levou a um excesso de oferta global de produtos químicos industriais usados em plásticos, fazendo com que o preço do novo material fosse tão baixo que sua alternativa reciclada se tornou antieconômica para uso. A China foi responsável por 60% dos aumentos de capacidade petroquímica em 2023, de acordo com novos números da S&P Global. A produção também aumentou nos EUA devido ao boom do gás de xisto, levando a um nível de excesso de oferta de materiais como o polietileno não visto desde a década de 1980. O excesso de plástico virgem representa um desafio para as empresas que tentam reduzir sua dependência de plásticos de uso único em face de regulamentações mais rígidas e promessas governamentais de reduzir a poluição por resíduos plásticos. “O excesso de capacidade petroquímica e os preços mais baixos resultantes para o material virgem dificultam a vida dos produtores de plásticos reciclados”, disse Ciarán Healy, analista da Agência Internacional de Energia. A capacidade de etileno aumentou quase 42 milhões de toneladas no ano passado em comparação com 2019, enquanto a demanda global cresceu apenas cerca de 14 milhões de toneladas. O etileno é produzido a partir de hidrocarbonetos derivados de petróleo e gás natural e é uma matéria-prima para o plástico mais utilizado, o polietileno. O excesso de oferta deixou o setor operando bem abaixo da capacidade total, com as taxas de utilização global caindo de cerca de 90% em 2019 para menos de 82% no ano passado, à medida que os preços caíram. Nos EUA, os preços spot do polietileno virgem de alta densidade (HDPE), um plástico comum usado em produtos como frascos de xampu, brinquedos e sacolas plásticas, caíram de US$ 1.674 por tonelada em 2021 para US$ 943 em 2023, de acordo com a S&P.”

Fonte: Financial Times, 16/01/2024

Política

Crise climática pode causar prejuízos de US$ 12,5 tri até 2050

“Relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF, em inglês) publicado hoje (16/1) alerta que até 2050 as mudanças climáticas podem causar 14,5 milhões de mortes e US$ 12,5 trilhões em perdas econômicas em todo o mundo. O documento chega durante a reunião anual do WEF em Davos, na Suíça, que reúne, até sexta-feira (19), líderes globais, empresários e grupos da sociedade civil para discutir a agenda econômica internacional. A crise climática já é apontada por especialistas como o maior risco global da década. No entanto, o relatório do WEF afirma que ainda há tempo para os interessados adotarem ações decisivas e estratégicas para contrapor essas previsões e mitigar os impactos das mudanças climáticas. “Embora tenha havido muita discussão sobre o impacto das mudanças climáticas na natureza e na economia global, algumas das consequências mais urgentes das crescentes temperaturas da Terra serão na saúde humana e no sistema de saúde global”, comenta Shyam Bishen, chefe do Centro de Saúde e Cuidados com a Saúde e membro do Comitê Executivo do WEF. “Os progressos recentes serão perdidos, a menos que as medidas críticas de redução de emissões e mitigação sejam aprimoradas, e ações globais decisivas sejam tomadas para construir sistemas de saúde resilientes e adaptáveis às mudanças climáticas.” O relatório quantifica as consequências para a saúde das mudanças climáticas, tanto em termos de resultados de saúde (mortalidade e anos de vida saudável perdidos) quanto nos custos econômicos para os sistemas de saúde, estimados em mais de US$ 1,1 trilhão em gastos extras até 2050. Considerando os cenários elaborados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sobre a trajetória mais provável do aumento da temperatura média do planeta, de 2,5°C a 2,9°C acima dos níveis pré-industriais, os economistas apontam que as inundações representam o maior risco de mortalidade induzida pelo clima, estimando 8,5 milhões de mortes até 2050.”

Fonte: Epbr, 16/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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