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Dia Internacional das Mulheres em destaque | Café com ESG, 08/03

SEC encara contestações judiciais por parte de dez estados dos EUA; Brasil atingiu 40 gigawatts (GW) de capacidade instalada de energia solar

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território misto, com o IBOV recuando 0,42%, enquanto o ISE andou de lado (0,02%).

• No Dia Internacional das Mulheres (link para o nosso relatório), destaque para o levantamento da LCA Consultores, indicando que a diferença da taxa de participação entre homens e mulheres faz o Brasil ser um dos países com maior desigualdade de gênero no mercado de trabalho e estar na 20ª posição do ranking de 24 países com informações mais recentes – no topo da lista estão países com menor diferença de taxa de participação entre homens e mulheres, como Finlândia, Islândia, Suécia e Dinamarca.

• Do lado das empresas, (i) de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), o Brasil ultrapassou a marca histórica de 40 gigawatts (GW) de capacidade instalada de energia solar fotovoltaica – segundo a entidade, a participação da fonte solar equivale atualmente a 17,4% da matriz elétrica brasileira; (ii) com os investimentos anunciados pela Stellantis e pela Toyota nesta semana, a soma de investimentos das montadoras de veículos leves (automóveis e comerciais) no Brasil para a década atual soma R$104,8 bilhões – o valor inclui programas anunciados no início da década, e que já estão em fase final, com os novos ciclos, em grande parte revelados por essas empresas nas últimas semanas. 

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Brasil

Empresas

‘Degrau quebrado’ atrapalha ascensão para a gerência

“Nos próximos cinco anos, o Brasil pode ter mais de um milhão de mulheres na média gestão. Porém, para que essa métrica se torne realidade, é preciso eliminar o “degrau quebrado”, isto é, quando uma mulher está subindo posições dentro da empresa e fica estagnada em uma determinada etapa, geralmente no nível de coordenação. A transição da carreira para o nível de gerência acaba sendo o maior desafio das mulheres hoje nas corporações. “Se consertarmos esse ‘degrau quebrado’, vamos adicionar mais de um milhão de mulheres na média gestão nos próximos cinco anos. Enquanto não arrumarmos esse degrau, mesmo com taxas mais elevadas de contratação de mulheres com nível superior, sempre haverá poucas mulheres na linha sucessória”, diz Margareth Goldenberg, CEO da Goldenberg Diversidade e gestora executiva do Movimento Mulher 360.”

Fonte: Valor Econômico, 08/03/2024

Acesse aqui para o nosso relatório sobre o Dia Internacional das Mulheres

Mercado de trabalho brasileiro tem uma das maiores desigualdades de gênero do mundo

“A diferença da taxa de participação entre homens e mulheres faz o Brasil ser um dos países com maior desigualdade de gênero no mercado de trabalho e estar na 20ª posição do ranking de 24 países com informações mais recentes, segundo levantamento da LCA Consultores. No topo da lista estão países com menor diferença de taxa de participação entre homens e mulheres, como Finlândia, Islândia, Suécia e Dinamarca. Nas últimas posições aparecem países latino-americanos, Turquia, Japão e Coreia do Sul. “Temos uma cultura patriarcal mais arraigada, a exemplo de países como a Turquia. Outro fator que acaba pesando bastante é o educacional. Não apenas no Brasil, mas na América Latina toda, a educação pode ser um fator limitante para maior crescimento da economia e isso acaba impactando o mercado de trabalho”, afirma Bruno Imaizumi, economista da LCA responsável pelo levantamento.”

Fonte: Valor Econômico, 08/03/2024

Cresce presença feminina em associações tradicionais do agro

“A maior participação de mulheres no campo ainda não se reflete na direção de sindicatos e associações. Mas embora o número de lideranças femininas ainda seja pequeno, elas vêm abrindo espaço, como fez a pecuarista e socióloga Teresa Vendramini, que até o ano passado era presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB). Teka, como é conhecida, foi a primeira mulher a comandar a entidade, depois de atuar na diretoria e se tornar uma das principais referências femininas do agronegócio no Brasil. Homenageada pela Embrapa em 2018, foi apresentada como “representante do agro que o Brasil precisa: arrojado, ousado, bem informado e realizador”. A história de Teka Vendramini se assemelha à de muitas mulheres que se tornaram líderes no agronegócio: há cerca de 15 anos, herdou propriedades no interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Encontrou fazendas degradadas, e mergulhou de cabeça no negócio para garantir sua sobrevivência. Investiu em gado e acabou se apaixonando. “Eu não sabia que ia gostar tanto. Amo ser pecuarista”, diz, com o orgulho que costuma levar para os palcos de vários cantos do Brasil onde é convidada a falar, especialmente para pequenas produtoras rurais, que têm seus próprios desafios.”

Fonte: Valor Econômico, 08/03/2024

Investimentos de montadoras no Brasil ultrapassam os R$ 100 bilhões

“Com os investimentos anunciados pela Stellantis e pela Toyota nesta semana, a soma de investimentos das montadoras de veículos leves (automóveis e comerciais) no Brasil para a década atual soma R$ 104,8 bilhões. O valor inclui programas anunciados no início da década, e que já estão em fase final, com os novos ciclos, em grande parte revelados por essas empresas nas últimas semanas. O novo plano da Stellantis para o Brasil vai somar R$ 30 bilhões no período entre 2025 e 2030 e será praticamente todo direcionado à produção de carros híbridos movidos a etanol. O primeiro deles começará a ser produzido e vendido no segundo semestre deste ano. Toyota definiu um pacote de investimentos de R$ 11 bilhões para o Brasil entre 2024 e 2030, o maior da sua história de 66 anos no país. Parte dos novos investimentos será destinada a uma reestruturação industrial, que prevê o fechamento da fábrica de Indaiatuba (SP) e ampliação da capacidade em Sorocaba (SP), além do desenvolvimento de novos veículos híbridos flex. Além dos aportes anunciados de R$ 7 bilhões que haviam sido anunciados em 2021 e que se esgotam em 2026, recentemente a montadora anunciou mais R$ 9 bilhões até 2029.”

Fonte: Valor Econômico, 07/03/2024

Copa Energia inaugura usina fotovoltaica e planeja novos projetos de energia solar

“A Copa Energia acaba de inaugurar a primeira usina fotovoltaica para abastecer sua unidade de Mataripe, na Bahia. A usina tem potência capaz de suprir o consumo equivalente a mil residências, gerando até 1.400 MWh por ano em condições climáticas normais. A unidade está instalada em uma área de 10.000 m². Com isso, a empresa pretende garantir a autossuficiência energética da unidade – agora, 100% sustentável. Maior empresa da América Latina em engarrafamento, comercialização e distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), a Copa Energia prevê a inauguração mais usinas fotovoltaicas entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025. A companhia detém as marcas Copagaz e Liquigás que, juntas, atendem 10,5 milhões de residências por mês.”

Fonte: Exame, 07/03/2024

Energia solar alcança 40 GW de capacidade instalada no Brasil

“O Brasil ultrapassou a marca histórica de 40 gigawatts (GW) de capacidade instalada de energia solar fotovoltaica, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). O volume soma grandes usinas solares e sistemas de geração própria de energia em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Segundo a entidade, a participação da fonte solar equivale atualmente a 17,4% da matriz elétrica brasileira. Apenas em 2024, o setor solar já adicionou 3 GW ao País. Desde 2012, a fonte solar trouxe ao Brasil mais de R$ 189,4 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 53 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou cerca de 1,2 milhão de empregos verdes acumulados.”

Fonte: Exame, 07/03/2024

No boom das eólicas, pequenos donos de terras são elo fraco

“Palco de uma expansão de parques de geração de energia eólica sem precedentes nas últimas décadas, o Nordeste brasileiro deve assistir a um crescimento exponencial desses projetos nos próximos anos, conforme avance a corrida da transição energética no mundo e tecnologias como hidrogênio verde ganhem tração. Enquanto os olhos de empresas e governos estão voltados para o potencial de novos negócios verdes, os impactos indesejados desses projetos tendem a crescer na mesma proporção. E não estamos falando do ruído provocado pelas enormes turbinas. Pequenos proprietários rurais que arrendam suas terras para a instalação de fazendas eólicas têm convivido com problemas como a assimetria de informações na negociação do arrendamento de suas terras, pagamentos considerados irrisórios e multas exorbitantes em caso de desistência.”

Fonte: Capital Reset, 08/03/2024

Opinião

As bolsas de valores e a pauta ESG: uma análise das medidas adotadas pela B3

“As pautas da agenda ESG (do inglês environmental, social and governance – ESG) seguem ganhando força no mundo empresarial e no âmbito dos mercados financeiro e de capitais. Do lado dos investidores, por sua vez, observa-se uma crescente conscientização a respeito do tema e um aumento significativo do respectivo escrutínio no âmbito das decisões de investimento, gerando demandas para as companhias desenvolverem suas políticas de sustentabilidade e diversidade.
Dentro desse contexto de valorização da pauta ESG, as bolsas de valores estão em uma posição privilegiada para figurar como agentes impulsionadores dessa agenda. As bolsas de valores são, em sua natureza, ambientes que aproximam e viabilizam a relação entre investidores e companhias. Do lado dos investidores, as bolsas são um meio para realização de seus investimentos no mercado de capitais de forma segura; do lado das companhias, as bolsas funcionam como um ambiente regulado para captação dos recursos necessários para suas atividades, sem a intermediação (muitas vezes mais custosa) de instituições financeiras.”

Fonte: Valor Econômico, 07/03/2024

Internacional

Empresas

Nvidia é ativo ESG? Ação símbolo da IA alavanca ganhos de fundos sustentáveis

“As preocupações de que os ganhos estratosféricos da Nvidia (NVDA) possam ser insustentáveis se espalharam também para gestores de investimento com foco na tese ESG (ambiental, social e governança), que superaram o mercado no ano passado com apostas na ação. “Estou otimista a longo prazo, mas reconheço que o valuation não é exatamente atrativo”, disse Kristofer Barrett, que supervisionou a decisão de tornar a Nvidia a maior posição no Swedbank Robur Technology no ano passado, o que o levou ao melhor desempenho em um ranking da Bloomberg de fundos ESG. O fundo da Swedbank, registrado como um que “promove” métricas ambientais, sociais e de governança sob as regras da União Europeia, entregou um retorno de 53% em 2023. Mas agora há uma preocupação de que a Nvidia possa acabar sendo vítima de seu próprio sucesso, de acordo com Barrett. Há uma “percepção de que isso se tornou uma ação de varejo”, disse ele. “E isso pode indicar uma bolha, potencialmente.” No geral, a proporção de fundos ESG que possuem ações da Nvidia no portfolio caiu para 15% do total no fim de dezembro, em comparação com uma patamar de 20% no segundo trimestre de 2023, de acordo com dados recentes fornecidos pela Morningstar Direct.”

Fonte: Bloomberg Línea, 07/03/2024

Os maiores escritórios de advocacia dos EUA contrataram menos candidatos diversificados em meio à reação ao DEI

“Os principais escritórios de advocacia dos Estados Unidos contrataram centenas de candidatos de minorias étnicas a menos no ano passado, uma vez que o setor enfrentou uma série de desafios legais sobre seus esquemas de diversidade. Uma análise das biografias dos candidatos aprovados, realizada pelo grupo de pesquisa Leopard Solutions, constatou que o número de contratações de nível inicial diversificadas nos 200 principais escritórios americanos caiu de 2.371 em 2022 para 2.049 no ano passado. O número de advogados experientes de minorias étnicas contratados pelos escritórios caiu ainda mais vertiginosamente, de 2.790 para 1.879. “As contratações de diversidade étnica sofreram um golpe em 2023, pois a atmosfera geral em torno das iniciativas de DEI (diversidade, equidade e inclusão) se tornou preocupante em contextos jurídicos e políticos”, disseram os autores do relatório da Leopard. As empresas em questão “registraram um declínio geral de 23% nas contratações laterais, mas o declínio nas contratações laterais com diversidade étnica foi de 31%”, acrescentaram.”

Fonte: Financial Times, 07/03/2024

Política

‘Processada por ambos os lados’: SEC se prepara para ações judiciais de apoiadores e críticos da regra climática

“Uma contestação judicial era amplamente esperada depois que o órgão regulador de valores mobiliários dos EUA impôs uma regra há muito esperada sobre os riscos climáticos das empresas. No entanto, a primeira ação judicial foi apresentada em duas horas. Dez estados dos EUA solicitaram a anulação da regra, acusando a Comissão de Valores Mobiliários de ultrapassar sua autoridade estatutária ao finalizar uma política na quarta-feira que exige que as empresas divulguem alguns dados sobre suas emissões e outros riscos relacionados ao clima. É improvável que o primeiro litígio seja o último, apontando para o que provavelmente será um futuro contencioso para a primeira regra formal da SEC que tenta abordar o papel das empresas e sua exposição aos perigos do aquecimento global.”

Fonte: Financial Times, 07/03/2024

Polêmico, plano de reciclagem de lixo orgânico de NY mira gás natural e adubo

“Nova York começou a implementar um programa de coleta de resíduos orgânicos em grande escala, mas essa iniciativa de tom histórico está incomodando muitos dos grupos locais dedicados à compostagem, submetidos a fortes cortes financeiros. John Surico, morador do bairro do Queens, começou a separar seus restos de comida há sete anos. Carregava os resíduos que guardava congelados em seu freezer por toda a vizinhança até um local de coleta especial. “Foi um compromisso”, lembrou. “Mas agora, a única coisa que tenho que fazer é descer as escadas”, disse à AFP. Após sua instalação nos populosos Queens e Brooklyn, Nova York pretende equipar toda a cidade com novas lixeiras de cor marrom e laranja até o fim de 2024. A partir do próximo, a classificação dos resíduos orgânicos será obrigatória, com uma possível multa para quem descumprir. Há muito em jogo para uma cidade que diariamente gera 11 toneladas de lixo, dos quais um terço são restos de alimentos e de jardinagem. No ano passado, os resíduos orgânicos representaram apenas 3% do total reaproveitado, segundo o Departamento de Saneamento (DSNY).”

Fonte: Exame, 07/03/2024

Opinião

Como um novo satélite será uma promissora ferramenta contra a crise climática

“Elon Musk estava inspirado a revolucionar o setor automotivo para ajudar a salvar o planeta das mudanças climáticas. Nesta semana, sua empresa de foguetes, a Space Exploration Technologies, a SpaceX, pode ter feito mais para combater a mudança climática do que todos os Teslas nas ruas. Isso não tira o mérito da Tesla (TSLA), uma força poderosa e essencial para o progresso na redução das emissões de carbono. É um reflexo do incrível potencial de um novo satélite que detectará vazamentos globais de metano, parte de um esforço que tive o prazer de apoiar. Na segunda-feira (4), o Fundo de Defesa Ambiental dos Estados Unidos (EDF) lançou um satélite em um foguete SpaceX que trará um novo nível de detalhe e precisão à medição das emissões globais de metano. O metano é um dos maiores responsáveis pelo aquecimento global. Nos primeiros 20 anos após ser liberado, o metano retém cerca de 80 vezes mais calor do que o dióxido de carbono.”

Fonte: Bloomberg Línea, 07/03/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

RAIZ4 de olho na produção de SAF; Montadoras e os grandes investimentos em carros elétricos, apesar dos desafios (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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