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De olho na governança da Vale (VALE3), próximos dias são decisivos para sucessão de seu comando | Café com ESG, 22/01

Próximos dias serão decisivos para o processo de sucessão do comando da Vale; Suzano celebra hoje 100 anos com foco em sustentabilidade olhando à frente

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• Pela terceira semana consecutiva, o Ibovespa fechou a semana no negativo, registrando queda de 2,6%, enquanto o ISE caiu 2,9%. Já o pregão de sexta-feira encerrou em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de 0,25% e 0,82%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Suzano celebra hoje 100 anos, em meio ao maior ciclo de investimentos de sua história e com a proposta de construir um legado com foco em sustentabilidade – olhando à frente, parte da ambição da companhia é seguir ampliando o portfólio de bioprodutos, além de reforçar seu papel como agente de transformação da sociedade, sobretudo no enfrentamento das mudanças climáticas; e (ii) de olho na governança da Vale, os próximos dias serão decisivos para o processo de sucessão do comando da companhia – o conselho de administração da empresa, que é quem nomeia o executivo-chefe (CEO), deve receber nesta semana relatório com recomendações e, tendo esse documento como base, vai definir se reconduz o atual presidente, Eduardo Bartolomeo, ou se abre um processo para escolher outro executivo.

• Na política, o presidente Lula afirmou durante a inauguração das obras do segundo trem da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, que o hidrogênio verde produzido no Brasil vai priorizar o mercado nacional – segundo ele, o país não pretende ser exportador do combustível de baixo carbono, reforçando o papel da Petrobras como grande consumidora de energia limpa.

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Brasil

Empresas

Vale entra na reta final para definir próximo presidente

“No xadrez no qual se transformou a sucessão do comando da Vale, os próximos dias serão decisivos. O conselho de administração da empresa, que é quem nomeia o executivo-chefe (CEO), deve receber nesta semana relatório com recomendações e, tendo esse documento como base, vai definir se reconduz o atual presidente, Eduardo Bartolomeo, ou se abre um processo para escolher outro executivo. O colegiado se reúne dia 31, mas a pauta é longa e não inclui a sucessão. Não se descarta que um encontro extraordinário do conselho, para tratar do CEO, seja marcado antes dessa data. Na semana passada, o governo intensificou esforços para colocar o ex-ministro Guido Mantega na Vale. Sugiram, porém, diferentes versões sobre como acomodar Mantega na mineradora, um desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Circularam informações segundo as quais o governo trabalharia para indicá-lo ao conselho de administração. Em paralelo, fontes próximas das discussões insistiram que Mantega e Lula querem a presidência e não vaga no conselho. O Valor tentou ouvir Mantega, mas não teve retorno. O interesse de Lula em colocar Mantega na Vale surgiu em 2023, mas depois esfriou, com o governo silenciando sobre o tema por um tempo. Agora, quando se aproxima a data final para uma definição, o Planalto voltou a se mexer por meio de vários atores. “O governo botou a cara e está dando cartada para fazer o CEO”, diz fonte. Até o fim de janeiro a Vale precisa informar a Bartolomeo se ele terá o mandato renovado. Pelas regras de governança da Vale, esse comunicado precisa ocorrer quatro meses antes do término do mandato, em maio. O executivo comanda a empresa desde 2019.”

Fonte: Valor Econômico, 22/01/2024

Mudança climática já é a principal preocupação das empresas no Brasil

“A preocupação com mudanças climáticas deu um salto no Brasil. Empresários apontam questões relativas aos distúrbios do clima como principal risco para 2024, mostra uma pesquisa da Allianz Commercial. No ano passado, esse tema aparecia em oitavo lugar. Ainda no ranking, outro temor crescente ligado ao meio ambiente é com catástrofes naturais, incluindo enchentes e temperaturas extremas, que subiu do sexto para o quarto lugar. O estudo da Allianz, chamado Risk Barometer, é mundial, feito em 92 países com mais de 3 mil executivos do mundo corporativo. No agregado global, a maior preocupação para os negócios em 2024 é com ataques cibernéticos, que incluem o temor de vazamento de dados, invasões de sistemas e pedidos de resgates por informações roubadas. No ranking mundial, preocupação com catástrofes naturais aparece em terceiro lugar e com mudanças climáticas em sétimo. Já na Argentina, que começou 2024 com novo presidente, o ultradireitista Javier Milei, uma das principais preocupações dos empresários é com “mudanças na legislação e regulação”, além do desenvolvimento da economia.”

Fonte: Exame, 20/01/2024

Aos 100 anos, Suzano investe mais de R$ 60 bi na produção

“A Suzano celebra 100 anos nesta segunda-feira, em meio ao maior ciclo de investimentos de sua história e com a proposta de construir um legado com foco em sustentabilidade. Apenas nos últimos quatro anos, a maior produtora mundial de celulose de mercado investiu mais de R$ 60 bilhões em suas operações. Depois de desembolsar R$ 18,5 bilhões em 2023, a companhia prevê outros R$ 16,5 bilhões neste ano. Os recursos dos últimos quatro anos foram direcionados a projetos como o de Cerrado, maior linha única da matéria-prima no mundo, que está sendo erguida em Ribas do Rio Pardo (MS), e à compra de ativos industriais e florestais que pavimentaram o caminho para novas rodadas de crescimento no país. Olhando à frente, a ambição é transpor as fronteiras brasileiras com unidades produtivas no exterior – um primeiro passo, ainda tímido, já foi dado na Finlândia – e seguir ampliando o portfólio de bioprodutos, além de reforçar seu papel como agente de transformação da sociedade, sobretudo no enfrentamento das mudanças climáticas. “O compromisso é sair do século XXI melhor do que a gente entrou”, disse ao Valor o presidente do conselho de administração e integrante da terceira geração de acionistas da companhia, David Feffer. Olhando para dentro da organização, são três os pilares dessa estratégia: a família Feffer como acionista de referência, gestão meritocrática e comprometimento com todos os stakeholders. A base florestal, hoje de 1,7 milhão de hectares plantados de eucalipto (além de ao menos 1 milhão de hectares de preservação), tem papel central nos planos para o futuro. “É um ativo de difícil replicabilidade, com potencial ainda desconhecido. Focamos a alocação de capital em rotas que criem valor e aproveitem as oportunidades. Cada vez mais a Suzano vai buscar fazer bioprodutos e biossoluções, complementando seu portfólio”, observou David.”

Fonte: Valor Econômico, 22/01/2024

Seara oferece bonificação a granjas que adotarem energia solar

“Na Seara o ano de 2023 foi encerrado com uma marca expressiva: 55% das granjas de produtores integrados da marca já fazem uso de energia solar em suas instalações. O resultado é ainda mais representativo quando consideradas apenas as granjas produtoras de aves, em que a utilização atingiu 60% no final de 2023. Em certas regiões, os números são muito impactantes: entre os integrados de Trindade do Sul (RS), a adoção de placas fotovoltaicas ultrapassou 92% das granjas, já entre as unidades fornecedoras da região de Salvador do Sul (RS), o uso bateu os 96%. A implantação de placas fotovoltaicas nas granjas vem sendo incentivada pela Seara, seja por meio de bonificação para aqueles produtores que realizam a migração para o uso de energia solar, seja pela intermediação de financiamentos para compra e instalação dos equipamentos, com juros reduzidos. “O custo da energia elétrica participa de maneira impactante no processo de produção da integração, sendo importante a busca de alternativas para reduzi-lo. A tecnologia fotovoltaica é uma opção que agrega competitividade à atividade, atribuindo redução de custo e aumento de margens dos produtores”, afirma José Antônio Ribas, diretor-executivo de Agropecuária da Seara. Segundo ele, estudos mostram que o gasto com eletricidade é o terceiro maior custo em uma granja produtora de frango de corte. “A transição para o modelo fotovoltaico pode representar uma economia de até 90% na conta de luz”, diz Ribas.”

Fonte: Exame, 19/01/2024

Geração própria de energia solar alcança marca de 26GW, aponta Absolar

“Dados atualizados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgados na sexta-feira (19), apontam que a energia solar própria, instalada em residências, estabelecimentos comerciais e industriais, prédios públicos e em propriedades rurais, alcançou a marca de 26 gigawatts (GW) de capacidade instalada. O volume corresponde a 2,3 milhões de sistemas solares fotovoltaicos instalados, que atendem a mais de 3,3 milhões de unidades consumidoras. Segundo a Absolar, desde 2012 foram contabilizados R$ 130,7 bilhões em novos investimentos, que geraram mais de 780 mil empregos e arrecadação de R$ 39,2 bilhões a cofres públicos. Ainda de acordo com a entidade, um estudo realizado pela empresa de consultoria Volt Robotics, encomendado pela própria associação, concluiu que a economia líquida nas contas de luz dos brasileiros é de R$ 84,9 bilhões até 2031. Os benefícios líquidos da modalidade de micro e minigeração distribuída equivalem a um valor médio de R$ 403,9 por megawatt-hora (MWh) frente a uma tarifa residencial média de R$ 729/MWh, calculada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).”

Fonte: Valor Econômico, 20/01/2024

Mudança climática pode ‘roubar’ até 6 meses de vida, diz estudo

“As mudanças climáticas podem “roubar” de uma pessoa até seis meses de vida, atingindo especialmente mulheres e habitantes de países em desenvolvimento. A conclusão é de um estudo publicado na revista Plos Climate por Amit Roy, docente de Economia e Políticas Públicas da New School For Social Research de New York. O aumento das temperaturas e as chuvas anômalas que acompanham as mudanças climáticas podem influenciar a saúde pública de diversas formas: seja diretamente, causando, por exemplo, ondas de calor e inundações; seja indiretamente, aumentando o risco de doenças respiratórias e mesmo mentais. Consequências similares são facilmente observáveis e documentáveis, mas ainda faltam estudos que demonstrem de maneira clara a existência de uma ligação direta entre mudança climática e expectativa de vida. Para preencher essa lacuna, Amit Roy analisou dados coletados em 191 países ao redor do mundo entre 1940 e 2020: ele avaliou especialmente as temperaturas médias, as precipitações e a expectativa de vida, utilizando o valor do produto interno bruto per capita para levar em consideração as diferenças de país para país. Além de avaliar o impacto das temperaturas e das precipitações, o estudioso também desenvolveu um índice composto que combina as duas variáveis para descrever a gravidade das mudanças climáticas. Os resultados indicam que um aumento de um grau na temperatura global está associado a uma redução na expectativa de vida de cinco meses e uma semana.”

Fonte: Época Negócios, 19/01/2024

Política

Petrobras pode comprar o hidrogênio verde para manter demanda no Brasil, defende Lula

“O presidente Lula afirmou durante a inauguração das obras do segundo trem da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), nesta quinta-feira (18/1), em Pernambuco, que o hidrogênio verde produzido no Brasil vai priorizar o mercado nacional. “Esse país não quer ser exportador de hidrogênio verde. Quando estiver produzindo hidrogênio na Bahia, em Pernambuco, sabe quem vai comprar? A Petrobras, porque ela vai ser uma grande consumidora de energia limpa. A siderúrgica quer produzir aço verde? Vem pro Brasil. Quem quer produzir com uma fábrica limpa, venha para o Brasil”, afirmou. Além do presidente da República, a cerimônia contou com a presença dos ministros de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), e de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), além dos presidentes da Petrobras, Jean Paul Prates, e da Transpetro, Sérgio Bacci, assim como dos diretores executivos da estatal e de autoridades locais. Lula relembrou que a decisão de construir a Rnest foi política, tendo como gancho a relação comercial entre o Brasil e a Venezuela durante os seus primeiros mandatos. E que a ideia inicial apresentada ao então presidente venezuelano, Hugo Chávez, era usar o petróleo do país vizinho no processamento, em uma parceria entre a PDVSA e a Petrobras, o que nunca chegou a se concretizar. “Chávez concordou e a gente resolveu começar a refinaria, mas ele nunca colocou um centavo aqui”, afirmou Lula. A discussão sobre desenvolver hubs de hidrogênio voltados à exportação, para atendimento à demanda de países industrializados, ou atrair industrias para se instalar — e consumir o produto no Brasil — mobiliza agentes públicos e privados. Em setembro, o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli criticou, em artigo publicado na epbr, o direcionamento ao mercado externo. “Se ficarmos exclusivamente nesse modelo, estaremos exportando ar, sol e água, e deixando o acréscimo de valor industrial e econômico para o norte global”.”

Fonte: Epbr, 19/01/2024

Internacional

Empresas

China aposta tudo na indústria verde para dar novo impulso à economia

“A China está redobrando sua aposta na indústria transformadora para reestimular sua economia depois de um ano turbulento, uma estratégia que poderá provocar novas tensões comerciais à medida que os países aumentam seu apoio a setores de destaque e o crescimento global perde força. O impulso a novos motores do crescimento ocorre no momento em que os números mostram que a segunda maior economia do mundo teve em 2023 o crescimento mais fraco em décadas, além dos três anos em que a China esteve fechada ao mundo por causa da pandemia de covid-19. Uma crise imobiliária prolongada significa que Pequim não pode mais depender dos investimentos imobiliários alimentados por endividamento para mover a economia e as autoridades demonstram pouca vontade de mudar a atividade de forma decisiva para os gastos do consumidor. O resultado é que o capital está fluindo para o setor industrial enquanto Pequim tenta empurrar a gigantesca economia para o que espera ser uma trajetória mais saudável. No centro dessa ambição está um plano para dominar os mercados globais em indústrias emergentes como as de veículos elétricos, baterias e equipamentos de energias renováveis. Empresas chinesas como a gigante automobilística BYD, a fabricante de baterias CATL e a fabricante de equipamentos para geração de energia solar Longi Green Energy Technology já estão entre os concorrentes mundiais mais destacados nesses mercados. A esperança é que o crescimento daquilo que as autoridades se referem como os “três novos setores” e de outros setores favorecidos, ajudem a economia da China a banir os espectros da deflação e da estagnação ao estilo japonês, uma vez que a crise imobiliária continua afetando o setor da construção, os investimentos e a confiança do consumidor.”

Fonte: Valor Econômico, 21/01/2024

Política

China diz que vai conter produção de veículos elétricos em meio à pressão do Ocidente

“A China anunciou nesta sexta-feira (19) que irá controlar a expansão do setor de veículos elétricos local, em resposta a uma série de críticas feitas por países do Ocidente às políticas industriais e comerciais que contribuíram para um “boom” de carros chineses exportados, segundo o “Financial Times” (FT). Em entrevista coletiva, Xin Guobin, vice-ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, disse que o país irá adotar medidas firmes para conter o desenvolvimento “cego” de novos projetos no setor de veículos elétricos, ressaltando a existência de alguns “comportamentos de concorrência desordenados“. Por outro lado, o vice-ministro chinês também criticou os “comportamentos protecionistas” dos países estrangeiros e o “abuso” de mecanismos de disputa comercial, ressaltando outras críticas anteriores de Pequim sobre as restrições e investigações contra os veículos elétricos chineses. Os comentários do membro do governo de Pequim acontecem em meio a uma guerra comercial entre a China e o Ocidente na produção e exportação de veículos elétricos. Em setembro, a União Europeia (UE) lançou uma investigação antidumping à indústria chinesa, destacando os receios de que as empresas chinesas representassem uma ameaça aos fabricantes de automóveis alemães, franceses e italianos. Segundo o “FT”, as empresas europeias temem que a China esteja construindo mais fábricas de veículos elétricos do que o necessário para satisfazer a procura interna, assim como fizeram na indústria de aço, alumínio e painéis solares, setores em que a China tem dominado a concorrência internacional.”

Fonte: Valor Econômico, 19/01/2024

A Guiana, rica em petróleo, tenta explorar outra fonte de dinheiro: créditos de carbono

“Um esforço da Guiana para vender milhões de créditos de carbono ligados à conservação de florestas deverá testar a confiança dos investidores de que a nação sul-americana pode resistir às ameaças da Venezuela de anexar mais da metade de seu território. A venda também destacará os desafios enfrentados por um mercado global amplamente desregulado de créditos de carbono, que depende da confiança dos investidores nos governos para manter o dióxido de carbono fora da atmosfera por décadas ou séculos, permitindo que as árvores permaneçam em pé. O governo da Guiana estima que os créditos vinculados a uma parte das 19,5 gigatoneladas de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa armazenados em suas florestas, que cobrem 85% do país, poderiam gerar mais de US$ 3 bilhões em receita até o final da década. Em discurso na Universidade da Guiana no ano passado, o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Sir Tony Blair, disse que a mudança para uma economia baseada na conservação poderia ser “um enorme ativo econômico para o país, no valor de bilhões e bilhões de dólares, e, é claro, proteger o meio ambiente ao mesmo tempo”. Mas a maior parte da cobertura florestal da Guiana está na região rica em minerais de Essequibo, uma área de selva amazônica que seria o principal alvo dos madeireiros e mineradores venezuelanos no caso de uma tomada de controle. Uma crise de longa data sobre a região se agravou no mês passado, quando a Venezuela realizou um referendo no qual, segundo Caracas, a maioria dos eleitores optou por declarar o estado parte de seu país.”

Fonte: Financial Times, 20/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

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Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

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