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COP28 chega ao fim; Texto final deixa margem em relação ao uso de combustíveis fósseis | Café com ESG, 13/12

BlackRock vê soluções de baixo carbono como oportunidade em 2024; COP28 chega ao fim

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território levemente negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de -0,40% e -0,16%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a JBS anunciou que o Fundo JBS vai destinar nos próximos dez anos R$100 milhões a um programa de rastreabilidade e promoção de renda para famílias de pequenos produtores de pecuária da Amazônia – segundo a empresa, a ideia é também alavancar capitais públicos, privados e doações que possam fomentar cerca de R$900 milhões em investimento para as propriedades atendidas; e (ii) segundo relatório da BlackRock, soluções de baixo carbono devem estar entre as maiores oportunidades de investimento no próximo ano – essa transição para a descarbonização da economia deve impactar quase todas as classes de ativos, mas é especialmente relevante para a área de infraestrutura, segundo a gestora.

• Na COP28, o texto final do acordo estabelecido entre os países cita o fim do uso dos combustíveis fósseis, propõe triplicar a geração de energias renováveis em dois anos e aborda a necessidade de operacionalizar o fundo de adaptação climática, instrumento para transferência de recursos financeiros entre países ricos e pobres – além disso, o GST (Global Stocktake, balanço global de emissões) convoca os governos a seguirem um calendário claro e alinhado de transição dos combustíveis fósseis, que terá de se integrar ao cronograma da transição das economias para zero emissões líquidas até 2050.

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Brasil

Empresas

Marfrig e BRF apresentam na COP28 seus avanços na agenda ESG

“Produzir alimentos de maneira cada vez mais sustentável, reduzindo emissões de gases de efeito estufa, conservando biomas ameaçados, garantindo o bem-estar animal e exigindo que seus fornecedores sigam o mesmo caminho, mas também apoiando-os nesse sentido. Esses são alguns dos princípios que norteiam a estratégia ESG de duas das maiores produtoras mundiais de proteína animal, as brasileiras Marfrig e BRF. Ambas apresentaram os avanços de suas ações voltadas às agendas ambientais na COP28, que aconteceu em Dubai, nos Emirados Árabes, até 12 de dezembro. A Marfrig, uma das líderes globais em carne bovina e maior produtora de hambúrguer no mundo, assumiu em 2009 o compromisso público de combater o desmatamento. No ano seguinte, começou a monitorar uma área de cerca de 30 milhões de hectares, maior que o estado de São Paulo ou o Reino Unido, via satélite e em tempo real, cobrindo 100% de seus fornecedores diretos. Em 2020, por meio do Programa Verde+, comprometeu-se a tornar sua cadeia de fornecimento totalmente livre de desmatamento. Após três anos de resultados efetivos, a empresa anunciou na COP28 a antecipação da meta de rastreabilidade e aceleração do programa. A Marfrig, que é referência em sustentabilidade no setor de proteína animal, também se comprometeu a rastrear 100% de sua cadeia de fornecimento de gado, direta e indireta, até 2025 em todos os biomas, antecipando em cinco anos a execução desse compromisso e assegurando uma produção livre de desmatamento.”

Fonte: Valor Econômico, 12/12/2023

Uma nova era nas divulgações relacionadas à sustentabilidade

“Os relatórios de sustentabilidade tornam-se cada vez mais importantes para mensurar e conferir visibilidade pública e perante os stakeholders das práticas referentes à governança ambiental, social e corporativa (ESG). É crescente o número de empresas de todos os portes que passam a divulgar anualmente essas informações, mostrando seu engajamento na agenda da sustentabilidade. É uma resposta às exigências da sociedade e dos investidores, que não tomam mais decisões apenas com base nos resultados financeiros, avaliando também as externalidades capazes de comprometer a sobrevivência do negócio. Um fator que contribuirá para o avanço do Brasil nessa pauta é o anúncio recente das duas primeiras normas de sustentabilidade do International Financial Reporting Standards (IFRS), responsável pelo padrão contábil global, ao qual nosso país é aderente. Embora as duas temáticas nem sempre sejam associadas, o mais comum é que as métricas ambientais passem a ser inseridas nas informações financeiras das empresas como um fator de valor agregado, atrelando a pauta ambiental aos negócios. Apenas os resultados econômico-financeiros já não são mais suficientes para medir os riscos das empresas. A informação sobre ESG é importante para um stakeholder tomar decisões. Porém, para mensurá-la como valor tangível é fundamental que seja auditável. Daí o significado das normas IFRS S1 e IFRS S2, emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB). Estamos assistindo ao advento de uma nova era de divulgações relacionadas à sustentabilidade nos mercados de capitais em todo o mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 12/12/2023

COP28: JBS vai destinar R$ 100 mi a programa de baixo carbono para pequeno produtor na Amazônia

“A JBS anunciou, no domingo, durante a 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), em Dubai, no Emirados Árabes Unidos, que o Fundo JBS vai destinar nos próximos dez anos R$ 100 milhões a um programa de rastreabilidade e promoção de renda para famílias de pequenos produtores de pecuária da Amazônia. Segundo a empresa, a ideia é também alavancar capitais públicos, privados e doações que possam fomentar cerca de R$ 900 milhões em investimento para as propriedades atendidas. O anúncio foi feito durante painel sobre apoios ao pequeno produtor para a agropecuária de baixo carbono na Amazônia, organizado pelo Hub da Amazônia Legal. A diretora de Sustentabilidade da JBS, Liège Correia, disse que a estrutura da pecuária no Brasil é um ciclo longo, com muitos intermediários para fazer a rastreabilidade. “O pequeno acaba vendendo seus animais de cria para compradores e estes passam para um produtor de cria, que por sua vez passa para um produtor de engorda até chegar na indústria”, afirmou. A ideia, segundo ela, é encurtar essa cadeia. “Com mais rastreabilidade a gente passa a ter mais controle, e pode retirar da produção aqueles que têm alguma irregularidade no seu processo”, comentou. A iniciativa estima mais que dobrar a renda do produtor, considerando toda a propriedade, informou a JBS. “Nas áreas intensificadas, a rentabilidade pode aumentar em até seis vezes”, declarou, em nota. O secretário adjunto de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio, disse que 90% das propriedades rurais do Estado são de agricultores familiares, cenário comum em toda a Amazônia, segundo ele. “Eles retêm 50% do rebanho e da pecuária do Estado. O contexto é de baixíssima produtividade”, afirmou. Segundo Protázio, a média de produção paraense é de 60 quilos por hectare/ano e deveria ser de 300 quilos por hectare/ano. “O cenário é de baixa produtividade, tecnologia, regularização ambiental, fundiária e pouco acesso a crédito.”

Fonte: Época Negócios, 12/12/2023

Política

Brasil e mais 36 países assinam declaração para fortalecimento do mercado de hidrogênio verde

“Na COP28, a Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas, uma série de documentos está sendo divulgada com o resumo das negociações entre os países. Um deles é a recente declaração sobre hidrogênio verde, chamada Reconhecimento mútuo de esquemas de certificação para derivados de hidrogênio e hidrogênio renovável e de baixo carbono. Nela, 37 países – incluindo o Brasil – se posicionaram sobre o futuro do mercado de hidrogênio, possíveis caminhos para as regularizações local e globalmente, como também formas de aquecer o mercado do composto renovável. Na declaração, os países participantes enfatizam a necessidade de uma “cooperação multilateral aprimorada para abordar as mudanças climáticas”, afirmam. Um dos pontos destacados é a aceleração da transição energética global, o aumento do crescimento econômico sustentável e a industrialização verde. Os países participantes reconhecem que o hidrogênio e seus derivados são “atores essenciais” no atendimento às necessidades energéticas globais pensando, principalmente, na descarbonização das indústrias. Com isso, os participantes querem criar oportunidades e ganhos que tenham custo-benefício e sejam eficientes para o mercado global. Outro objetivo é valorizar a produção, importação e exportação de hidrogênio e hidrogênio renovável de baixo carbono, como diz a declaração divulgada no site oficial da COP28.”

Fonte: Exame, 12/12/2023

Internacional

Empresas

2024: BlackRock aponta investimento em baixo carbono como ‘mega força’

“Maior gestora de fundos do mundo, a BlackRock espera que soluções de baixo carbono estejam entre as maiores oportunidades de investimento no próximo ano. É o que mostra seu novo relatório ‘Private Markets Outlook’, publicado hoje, que traz as perspectivas da empresa para a evolução dos mercados de ações, fundos e dívida não listados, ou seja, negociados de forma privada.  Em meio às incertezas do cenário macroeconômico, com altas taxas de juros e volatilidade, a BlackRock apelidou de “mega forças” as frentes que considera responsáveis por mudanças estruturais na economia mundial. São elas: disrupção digital e inteligência artificial, transição para economia de baixo carbono, divergência demográfica por fator geracional e o futuro das finanças. “Acreditamos que essas mega forças oferecerão grandes oportunidades de investimento”, diz Edwin Conway, chefe global de ações de empresas não listadas. “Vemos que os mercados de ativos não listados estão em uma posição única para se beneficiar das mudanças que já estão em andamento.” A transição para a descarbonização da economia deve impactar quase todas as classes de ativos, mas é especialmente relevante para a área de infraestrutura, afirma a gestora. O BlackRock Investments Institute projeta que, em um cenário de transição, investimentos no sistema global de energia podem subir dos atuais US$ 2 trilhões por ano para US$ 4 trilhões, até 2050. À medida que os preços dos insumos caiam, as fontes renováveis poderiam corresponder a 70% da energia gerada globalmente, aponta o documento.”

Fonte: Capital Reset, 12/12/2023

Política

Na COP28, maioria dos países assina declaração para implementação de energias renováveis

“Como uma forma de compartilhar os destaques das negociações da 28ª Conferência das Partes, a COP28, a organização do evento está divulgando documentos de diferentes acordos firmados. Entre os de maior adesão, há o de energia renovável, intitulado Compromisso Global de Renováveis e Eficiência Energética, com declarações de chefes de Estado de mais de 120 países.  Segundo o documento, o ritmo e a escala de implementação das energias renováveis – e, por consequência, da eficiência energética – devem aumentar entre 2023 e 2030, por conta do movimento global de uso de sistemas energéticos sem combustíveis fósseis. Tudo isso tendo em vista o cumprimento do Acordo de Paris para manter o aquecimento terrestre abaixo dos 2 °C.  “O mundo necessita de três vezes mais capacidade de energia renovável até 2030, ou pelo menos 11.000 GW, e a taxa média anual global de melhorias na eficiência energética de cerca de 2% deve duplicar todos os anos até 2030”, afirma a declaração. Os países participantes reconhecem que a energia está ligada a todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), assim como existe o ODS 7, que fala especificamente sobre “energia acessível, viável, sustentável e moderna para todos”. ”

Fonte: Exame, 12/12/2023

Negociações para acordo final da COP 28 devem continuar na madrugada em Dubai

“As negociações finais da COP 28 avançam noite adentro em Dubai, mas subitamente há mais confiança de que os negociadores estão perto de driblar as divergências sobre o futuro dos combustíveis fósseis. As autoridades que circulam pelo Expo Center, onde está sendo realizada a COP, não deram detalhes, mas estavam otimistas de que um acordo poderia ser alcançado. Um primeiro projeto de acordo lançado na segunda-feira atraiu críticas dos EUA e da União Europeia por não ter ido longe o suficiente na eliminação progressiva dos combustíveis fósseis. Esta terça-feira deveria ser o último dia da COP 28. Os diplomatas têm corrido entre reuniões bilaterais enquanto o anfitrião, os Emirados Árabes Unidos, tenta mediar um novo projeto, esperado dentro de algumas horas Por outro lado, a Arábia Saudita e algumas outras grandes nações produtoras de petróleo têm se oposto à redução progressiva dos combustíveis fósseis porque as suas economias dependem disso. Saindo do pavilhão da UNFCCC, o ministro das Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, disse que as discussões estão “positivamente progressivas”. “Há um trabalho sério em andamento para elaborar um texto com o qual possamos nos comprometer, com uma linguagem mais forte sobre mitigação e adaptação, mas isso não está feito. Sim, haverá uma linguagem mais forte sobre adaptação e mitigação, mas exatamente o que é, teremos que ver ”, disse ele.”

Fonte: Valor Econômico, 12/12/2023

Cerca de 7% do PIB global é direcionado a atividades com impacto negativo na natureza, diz Pnuma

“Cerca de US$ 7 trilhões de recursos públicos e privados são investidos por ano, no mundo, em atividades que têm impacto negativo direto na natureza – o equivalente a algo próximo a 7% do Produto Interno Bruto global.A estimativa está no último relatório State of Finance for Nature divulgado na COP 28 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Os investimentos em soluções baseadas na natureza somaram cerca de US$ 200 bilhões em 2022, diz o estudo. Os fluxos financeiros para atividades que prejudicam a natureza foram mais de 30 vezes superiores. “Para ter alguma chance de atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, esses números deveriam ser revertidos com os verdadeiros guardiões da terra, como os povos indígenas, entre os principais beneficiários”. Cinco setores canalizam a maioria dos fluxos financeiros negativos – construção, serviços públicos elétricos, setor imobiliário, petróleo e gás e alimentos e tabaco. Representam 16% dos fluxos globais de investimento na economia, mas 43% dos fluxos negativos para a natureza associados à destruição de florestas, de manguezais e zonas úmidas e outros habitats, destaca a nota à imprensa. Os resultados foram baseados em uma análise dos fluxos financeiros globais. Segundo o estudo, os fluxos financeiros privados negativos para o ambiente somam US$ 5 trilhões anuais. São 140 vezes maiores dos US$ 35 bilhões de investimentos privados em soluções baseadas na natureza.”

Fonte: Valor Econômico, 12/12/2023

COP28: texto final do acordo sinaliza fim do petróleo e propõe triplicar energias renováveis

“Uma linha vital para o clima, mas não uma solução definitiva. Foi assim que Simon Stiell, secretário-executivo da ONU para Mudanças Climáticas, classificou o texto final do acordo estabelecido na 28ª Conferência do Clima da ONU, encerrada nesta quarta-feira, em Dubai, Emirados Árabes. O documento cita o fim do uso dos combustíveis fósseis, uma vitória parcial dos ambientalistas, propõe triplicar a geração de energias renováveis em dois anos e aborda a necessidade de operacionalizar o fundo de adaptação climática, instrumento para transferência de recursos financeiros entre países ricos e pobres, uma promessa há quase uma década que nunca saiu do papel. As reações ao texto foram positivas, incialmente. “Vencemos o impossível fim dos combustíveis fósseis – uma vitória retumbante sobre a diplomacia do óleo e do gás, que predominou nos últimos 30 anos”, disse Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa, organização civil independente com sede no Rio de Janeiro. “O GST (Global Stocktake, balanço global de emissões que era o objetivo principal da COP28) convoca os governos a seguirem um calendário claro e alinhado de transição dos combustíveis fósseis, que terá de se integrar ao cronograma da transição das economias para zero emissões líquidas até 2050”. Para Unterstell, países que apostam na expansão da produção de petróleo terão de rever seus planos. Em relação ao Brasil, as cobranças por uma liderança mais efetiva, visando a COP30, em 2025, que será realizada em Belém, já começaram. “Esse resultado da COP28, forte em sinais, mas fraco em substância, significa que o governo brasileiro precisa assumir a liderança até 2024 e estabelecer as bases para um acordo da COP30 em Belém que atenda às comunidades mais pobres e vulneráveis do mundo e à natureza”, afirmou Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, ONG que promove a ciência climática. “Ele (o Brasil) pode começar cancelando sua promessa de se juntar à OPEP, o grupo que tentou e não conseguiu destruir essa cúpula.”

Fonte: Exame, 13/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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