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BNDES e MME anunciam fundo de R$ 1 bi para investir em minerais para a transição energética | Café com ESG, 28/02

BNDES e MME anunciam criação de fundo voltado para exploração de minerais para a transição energética; Ministra do Meio Ambiente reitera compromisso brasileiro de zerar o desmatamento

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• Impulsionado pelas ações das mineradoras frente à valorização do minério de ferro na China, o mercado encerrou o pregão de terça-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE em alta de 1,6% e 2,06%, respectivamente.

• Do lado das empresas, o BNDES e o Ministério das Minas e Energia (MME) anunciaram a criação de um fundo de até R$ 1 bilhão para investir na exploração de minerais estratégicos para a transição energética – de forma geral, o banco vai fazer um aporte de até R$ 250 milhões no veículo, um fundo de investimento em participações (FIP) administrado por um gestor a ser selecionado em chamada pública, com o restante sendo captado junto a investidores nacionais e estrangeiros.

• Na política, (i) a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reforçou durante encontro ontem com a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, o compromisso brasileiro de zerar o desmatamento, principal responsável pelas emissões do país – Marina também aproveitou para pedir a participação do setor privado nos investimentos necessários ao enfrentamento das mudanças climáticas; e (ii) representantes da sociedade civil, governos e ONGs lotaram o auditório principal do Hotel Rosewood em SP nos últimos dois dias para o Fórum Brasileiro de Finanças Climáticas, um dos eventos da Trilha de Finanças do G20 – os debates levaram, pelo menos, a conclusão de que não é possível considerar aceleração socioeconômica sem as mudanças climáticas.

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Brasil

Empresas

BNDES e MME anunciam fundo de R$ 1 bi para minérios da transição

“O BNDES e o Ministério das Minas e Energia (MME) anunciaram a criação de um fundo de até R$ 1 bilhão para investir na exploração de minerais estratégicos para a transição energética. O banco vai fazer um aporte de até R$ 250 milhões no veículo, um fundo de investimento em participações (FIP) administrado por um gestor a ser selecionado em chamada pública. O restante será captado junto a investidores nacionais e estrangeiros. O plano é destinar os recursos às chamadas mineradoras juniores ou de médio porte. Entre 15 e 20 companhias com projetos de pesquisa, desenvolvimento ou implementação de minas no Brasil receberão investimentos do fundo. Os minérios prioritários são cobalto, cobre, estanho, grafita, lítio, manganês, elementos de terras raras, minérios do grupo da platina, molibdênio, nióbio, níquel, silício, tântalo, titânio, tungstênio, urânio, vanádio e zinco. Fosfato, potássio e remineralizadores, usados em fertilizantes, também fazem parte da lista.”

Fonte: Capital Reset, 27/02/2024

Entenda os motivos que podem levar a AES a deixar o Brasil

“A notícia de que o grupo norte-americano de energia AES Corp pretende vender suas operações e deixar o Brasil mexeu com o setor elétrico em uma possível operação que pode ser a maior do ano com potencial de movimentar cerca de R$ 7 bilhões, segundo fontes. A venda é assessorada pelo Itaú BBA e Goldman Sachs. A americana está no país desde 1997 e desembarcou aqui em meio às privatizações do setor realizadas pelo governo de FHC. Com a operação em crescimento no Brasil, a alternativa da AES foi reciclar capital no Brasil. A companhia saiu do setor de distribuição com a venda da AES Sul para a CPFL, em 2016, e da Eletropaulo para a italiana Enel, em 2018. Além disso, a companhia se tornou 100% renovável com a venda da térmica Uruguaiana para a San Atanasio Energía (Saesa), empresa argentina que comercializa gás natural e energia elétrica, em 2020. Atualmente, a operação da AES Brasil tem 5,2 gigawatts (GW) de capacidade instalada distribuídos em 23 ativos hidrelétricos, eólicos e solares. Deste total, 4,5 GW estão operacionais. A intenção da controladora de se retirar do mercado brasileiro e buscar oportunidades em outros países pode ser influenciada pela elevada dívida da AES Brasil e sua contribuição limitada para os resultados consolidados da AES Corp. Esses elementos tornaram a permanência da empresa americana no país menos atrativa do ponto de vista estratégico e financeiro.”

Fonte: Valor Econômico, 27/02/2024

AES Brasil prevê ciclo de desalavancagem após conclusão de complexos eólicos

“Durante teleconferência para tratar dos resultados do quarto trimestre de 2023, os executivos da AES Brasil disseram que após a conclusão e entrada em operação comercial do complexo eólico Tucano e a conclusão da Fase 1 do complexo eólico Cajuína, a empresa entra em um processo de desalavancagem. A alavancagem da empresa, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, encerrou 2023 em 5,31 vezes, queda de 0,21 vez em relação ao mesmo período de 2022. A construção dos complexos eólicos somam mais de 1 gigawatt (GW) de capacidade instalada. Com isso e ativos adquiridos em 2022, a AES Brasil cresceu 108% na geração de energia eólica. “A partir de agora iniciamos o ciclo de desalavancagem com a entrada dos parques em operação”, disse o presidente da companhia, Rogério Jorge. A AES também planeja desembolsar R$ 1,33 bilhão, destinados à modernização e manutenção dos ativos em operação, incluindo a recuperação (turn-around) dos ativos eólicos adquiridos (R$ 829 milhões), finalização da construção dos projetos já contratados e desenvolvimento do pipeline de Cajuína e construção do parque solar AGV VII (R$ 519 milhões).”

Fonte: Valor Econômico, 27/02/2024

Do campo ao cabide: como fazer rastreabilidade na indústria têxtil

“A indústria têxtil no Brasil produz, por ano, mais de 5 bilhões de peças, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). São mais de 2 milhões de toneladas de produtos. O volume colossal também traz desafios grandes. Cada vez aumenta mais a pressão por ações de circularidade, que inclui utilização de material reciclado e resíduos da própria indústria têxtil, pela substituição de matérias-primas de origem fóssil por outras menos agressivas ao meio ambiente, além do acompanhamento da longa cadeia para garantir que nenhum elo deixe de seguir a legislação trabalhista e ambiental. Foi sobre esse último desafio que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) se debruçou nos últimos anos. Depois de três anos de erros e acertos, foi lançado, em meados de 2021, o programa SouABR, que usa blockchain para acompanhar as peças de roupa do pé de algodão ao cabide. O piloto deu certo e agora a associação se prepara para disseminar a mais empresas boa prática.”

Fonte: Valor Econômico, 27/02/2024

Produção sustentável no Cerrado pode gerar US$ 72 bi para PIB ao ano, aponta Fórum Econômico Mundial

“Um novo modelo de produção sustentável no Cerrado pode ser responsável por um aumento de US$ 72 bilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2030, aponta um relatório do Fórum Econômico Mundial, produzido em parceria com a consultoria britânica Systemiq. O estudo “Cerrado: Production and Protection”, do inglês Cerrado: Produção e Proteção, avalia que com a restauração de terras degradadas e com o aumento de áreas protegidas, o bioma pode implementar um novo sistema de agroindústria. Entre as soluções estão métodos de produção sustentável, como a agricultura regenerativa, que aumenta a produtividade nos plantios e cria condições melhores para a produção de alimentos, incentivando até mesmo a geração de empregos.”

Fonte: Exame, 28/02/2024

Maior clube global de finanças climáticas, Gfanz abre capítulo brasileiro

“Iniciativa global lançada na COP26 para impulsionar a transição para net zero do setor financeiro mundial e que reúne quase 700 instituições financeiras, a Glasgow Financial Alliance for Net Zero (Gfanz) lançou na noite de segunda-feira (26) o seu capítulo brasileiro para impulsionar o setor financeiro local a criar planos de descarbonização das suas carteiras e também incentivar o financiamento climático. Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda, será presidente do grupo consultivo do capítulo brasileiro, que também será assessorado por Denise Pavarina, conselheira do Bradesco. A iniciativa agora busca uma liderança local. A coalizão é co-presidida por Michael Bloomberg, que também financia a iniciativa, e Mark Carney, o ex-presidente dos bancos centrais da Inglaterra e do Canadá e uma das principais lideranças da agenda verde no setor financeiro global.”

Fonte: Capital Reset,, 27/02/2024

Política

O encontro entre o produtivismo de Janet Yellen e a reindustrialização verde de Marina Silva

“Janet Yellen, secretária do Tesouro dos Estados Unidos, se encontrou com jornalistas nesta terça-feira, 27, no salão nobre da Sala São Paulo, luxuosa sala de concertos ao lado da icônica Estação da Luz, no centro da capital paulista. Após uma fala de pouco mais de 10 minutos, respondeu a cinco perguntas da imprensa: quatro delas de veículos estrangeiros, e uma de um veículo brasileiro – sobre o estado da economia americana. A reportagem da EXAME não foi agraciada com a oportunidade de questioná-la, apesar da insistência. A falta de Brasil na primeira agenda do dia, no entanto, foi em parte compensada no segundo compromisso: um debate com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, mediado pelo presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), Abrão Neto. A imprensa pôde acompanhar a conversa, sem o direito perguntar. Em que pese o caráter fortuito do encontro (Marina substituiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, positivado para covid), a iniciativa da Amcham colocou no mesmo palco duas visões econômicas progressistas que, atualmente, têm grande influência nas estratégias das duas maiores democracias do Ocidente. E permitiu comparar ideias hegemônicas de desenvolvimento sustentável, suas concordâncias e discordâncias.”

Fonte: Exame, 27/02/2024

Aceleração econômica só é possível ao considerar mudanças climáticas, apontam especialista em Fórum

“O luxuoso hotel Rosewood, em São Paulo, estava abarrotado de especialistas em finanças e temas ligados ao clima. Representantes da sociedade civil, governos e organizações não-governamentais lotavam o auditório principal do seis estrelas, nestas segunda e terça-feira, 26 e 27, para o Fórum Brasileiro de Finanças Climáticas, um dos eventos da Trilha de Finanças do G20, série de encontros que reúne os ministérios da economia e finanças das 20 maiores economias do planeta. Os debates levaram, pelo menos, a uma conclusão: não é possível considerar aceleração socioeconômica sem as mudanças climáticas. “Estamos perto de pontos de virada irreversíveis na natureza, mas ainda é possível freá-los para alcançarmos uma transição justa, que oferece oportunidades para o Brasil desde agora, na presidência do G20, até a COP30 [prevista para 2025 em Belém]”, disse Ilona Szabo, cofundadora e presidente do Instituto Igarapé, um dos organizadores do evento.”

Fonte: Exame, 27/02/2024

Marina Silva reitera meta de zerar desmatamento até 2030 em encontro com Yellen

“A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reforçou durante encontro nesta terça-feira, 27, com a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, o compromisso brasileiro de zerar o desmatamento, principal responsável pelas emissões do País. Ela também aproveitou a presença de empresários em evento da Amcham Brasil para pedir a participação do setor privado nos investimentos necessários ao enfrentamento das mudanças climáticas. Ao citar, durante o painel com Yellen, a redução de 50% do desmatamento, evitando a emissão de 250 milhões de toneladas de CO2 à atmosfera, Marina frisou que o empenho do governo em reduzir as queimadas nas florestas e controlar as atividades ilegais nos biomas já tem resultados expressivos. “O compromisso do presidente Lula até 2030 é zerar o desmatamento”, afirmou a ministra. Segundo ela, o desenvolvimento tecnológico permite ao País aumentar sua produtividade e produção sem a necessidade de desmatar.”

Fonte: Exame, 27/02/2024

Hidrogênio verde não deve ser só mais uma commodity, diz ministra

“Para a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), o Brasil deve ajudar outros países na transição energética, a partir do potencial do hidrogênio verde, mas ele deve ser encarado como algo além de uma commodity. A ministra defende que o país use suas vantagens comparativas e trabalhe no terreno da colaboração, transformando sua matriz renovável em produtos de valor agregado para exportação. “O Brasil pode, não só ter uma base de energia limpa para as suas atividades internas, como também pode ajudar na transição energética de outros países a partir do potencial de hidrogênio verde”, disse nesta terça (27/2). “Mas nós não queremos que o hidrogênio verde seja apenas mais uma commodity. Nós queremos usar essa energia para transformar a nossa matéria prima, criando novos produtos e materiais”. Dados do Ministério de Minas e Energia (MME), apontam que o país tem “potencial técnico” para produzir 1,8 bilhão de toneladas de hidrogênio por ano.”

Fonte: Epbr,, 27/02/2024

Fundo bilionário para florestas tropicais avança, diz governo

“A ideia brasileira de criar um fundo bilionário com recursos de fundos soberanos de países ricos para financiar a conservação de florestas tropicais ao redor do mundo está ganhando forma, segundo o governo. A iniciativa foi apresentada na COP28, em dezembro passado, sem detalhes e com a notada ausência de outros países que potencialmente se beneficiariam do mecanismo. Mas o trabalho vem evoluindo. Kenneth Lay, tesoureiro do Banco Mundial entre 2006 e 2010 e agora diretor-sênior da gestora RockCreek, foi contratado para prestar consultoria na formatação do fundo. Os contornos gerais são os mesmos divulgados em Dubai. A proposta é criar um veículo internacional para remunerar países pela preservação de suas florestas tropicais. O plano é fazer isso de maneira simplificada, comparando fotos de satélite e realizando pagamentos por hectare de área verde mantida em pé ou restaurada. Caso haja desmatamento, o país estaria sujeito a punições financeiras. O objetivo é direcionar recursos e criar incentivos econômicos para a necessária proteção das florestas.”

Fonte: Capital Reset,, 28/02/2024

Internacional

Empresas

Apple cancela projeto secreto de carro elétrico e passa a se concentrar em IA

“A Apple cancelou seus esforços para construir um carro elétrico, pois passou a concentrar o financiamento de pesquisas em inteligência artificial generativa, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto. Conhecido como “Projeto Titan”, o projeto de veículo elétrico da Apple era um exemplo de suas tentativas de diversificar além de seu produto de sucesso, o iPhone, que ainda representa cerca de metade de suas vendas globais. O esforço de uma década para criar um produto que concorra com empresas como Tesla e Rivian nunca foi confirmado oficialmente pela Apple, e um porta-voz da empresa se recusou a comentar. A notícia, que foi anunciada aos funcionários na terça-feira, foi relatada pela primeira vez pela Bloomberg. O cancelamento ocorre em um momento em que o setor de veículos elétricos desacelerou nos últimos meses. Em janeiro, a Tesla alertou que a demanda em baixa, as altas taxas de juros e a intensificação da concorrência levariam a taxas de crescimento de vendas mais lentas este ano.”

Fonte: Financial Times, 27/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

RAIZ4 de olho na produção de SAF; Montadoras e os grandes investimentos em carros elétricos, apesar dos desafios (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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