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Banco Central Europeu quer recursos da iniciativa privada para agenda de descarbonização | Café com ESG, 19/01

Compagas lança nova chamada pública para biometano; Presidente do Banco Central Europeu diz que bloco econômico não tem dinheiro para promover a descarbonização sem apoio da iniciativa privada

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de 0,75% e 1,11%, respectivamente.

• No Brasil, a Compagas lançou nesta semana uma nova chamada pública para receber propostas de aquisição de biometano – a distribuidora de gás canalizado do Paraná espera avançar, assim, com o plano de expandir a participação do gás renovável em seu portfólio de suprimento para algo entre 15% a 20% a partir de 2025.

• No internacional, (i) a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse nesta quinta-feira, que o bloco econômico não tem dinheiro, tampouco espaço fiscal, para promover a descarbonização e a digitalização necessárias para colocar os países europeus no rumo de uma economia verde – segundo ela, para atingir o nível de investimento que a Europa precisa para descarbonizar sua economia, o BCE deveria receber uma injeção massiva de recursos da iniciativa privada; e (ii) a Europa concordou em proibir as vendas de quase todos os novos caminhões a diesel até 2040, como parte da luta contra as mudanças climáticas – na quinta-feira, o bloco aprovou uma legislação que exige que os fabricantes reduzam as emissões de novos veículos pesados de carga vendidos na União Europeia em 45% entre 2020 e 2030, aumentando para 90% até 2040.

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Brasil

Empresas

Montadoras disputam lítio no Brasil; entenda o que está em jogo

“Em busca de matéria-prima para as baterias de seus veículos eletrificados, a alemã Volkswagen e a chinesa BYD disputam a compra da maior produtora de lítio no Brasil, a Sigma Lithium, segundo informações veiculadas na imprensa. Localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, hoje conhecido como Vale do Lítio, a Sigma vem chamando a atenção de investidores no cenário internacional, por oferecer um lítio “verde”, já beneficiado quimicamente, com zero emissões de carbono e baixo impacto ambiental. Chamado de “petróleo branco”, o lítio deve ver sua demanda crescer vertiginosamente, em mais de 40 vezes até 2040, segundo projeção da Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês). O mundo já começa a assistir uma corrida pelo mineral. Apesar de cerca de 65% das reservas encontradas no Chile, Bolívia e Argentina, é a China que concentra o processamento do lítio, com cerca de 90% da capacidade global de beneficiamento do mineral. Entenda, a seguir, os planos das duas montadoras para o mercado de eletrificados. A Volkswagen, maior montadora da Europa, tem como um dos principais objetivos da sua estratégia reduzir a dependência de componentes para veículos elétricos vindos da China. Um dos gargalos identificados pela companhia é a exploração mineral, que hoje também é dominada por empresas chinesas mundo afora. “O gargalo para as matérias-primas é a capacidade de mineração – é por isso que precisamos investir diretamente nas minas”, disse à Reuters, Thomas Schmall, CEO da divisão de componentes da Volkswagem, e ex-CEO da Volkswagen no Brasil. Para mudar esse cenário, a companhia busca minas para exploração de lítio do Canadá à Indonésia, disse um alto executivo da VW ao The Wall Street Journal. Uma delas é a Sigma Lithium, segundo apuração da Exame.”

Fonte: Epbr, 18/01/2024

Compagas lança nova chamada pública para aquisição de biometano

“A Compagas lançou nesta semana uma nova chamada pública para receber propostas de aquisição de biometano. A distribuidora de gás canalizado do Paraná espera avançar, assim, com o plano de expandir a participação do gás renovável em seu portfólio de suprimento para algo entre 15% a 20% a partir de 2025. Os interessados têm até 15 de março para enviar as ofertas. A companhia pretende receber propostas com volumes a partir de 2 mil m3/dia em modelo de contratação firme, com compromisso de entrega por um período mínimo de cinco anos. O biometano pode ser entregue por meio da rede de distribuição; ou por meio de transporte rodoviário, na forma comprimida (GNC) ou liquefeita (GNL), caso as usinas estejam situadas longe da rede de distribuição. O CEO da Compagas, Rafael Lamastra Jr., afirmou, em nota, que a expectativa é obter propostas de novas áreas produtoras potenciais identificadas pela companhia, como aterros sanitários. Esta é a segunda concorrência aberta pela Compagas, para compra do biometano. Na primeira chamada, a concessionária recebeu propostas de 12 fornecedores diferentes, com um volume potencial que pode ultrapassar 380 mil m3/dia. O primeiro contrato, com fornecimento previsto para a partir de 2025, está em fase final de negociação e deve ser anunciado ainda este mês. O produtor é da região dos Campos Gerais, do Paraná, próxima à rede de gás canalizado existente. A Compagas deve se tornar, assim, a quinta distribuidora de gás canalizado do país a fechar um contrato de aquisição do gás renovável.”

Fonte: Epbr, 18/01/2024

BB é eleito o banco mais sustentável do mundo

“O Banco do Brasil (BB) foi eleito o banco mais sustentável do mundo em ranking das 100 empresas globais mais sustentáveis, da Corporate Knights. A instituição ocupou a sexta posição na classificação geral. Na última década, o banco foi listado em oito edições, sendo reconhecido como o mais sustentável em cinco delas (2019, 2021, 2022, 2023 e 2024). Em nota, a presidente do BB, Tarciana Medeiros, afirma que o reconhecimento evidencia a atuação consistente da instituição no tema ESG (sigla em inglês para ambiental, social e de governança). “Em 2023, reforçamos ainda mais este nosso trabalho, com a criação de uma unidade estratégica para conduzir de modo transversal as pautas ambientais, sociais e de governança no banco”, disse. “Temos compromissos públicos e com metas concretas em cada uma dessas frentes”. A Corporate Knights analisou mais de 6 mil empresas ao redor do mundo de capital aberto com receita bruta mínima de US$ 1 bilhão. A metodologia de avaliação é baseada em 25 indicadores econômicos, ambientais e sociais. O resultado foi divulgado ontem no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.”

Fonte: Valor Econômico, 18/01/2024

Política

Em Davos, Silveira propõe agência internacional de fomento a biocombustíveis

“Durante reunião da Aliança Global dos Biocombustíveis (GBA, em inglês) na Suíça, onde ocorre o encontro anual do Fórum Econômico Mundial (WEF), o ministro brasileiro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), propôs a criação de uma agência para fomentar a adoção de combustíveis renováveis na matriz energética mundial. “Agora que o Brasil assumiu a presidência do G20, nós temos o foro necessário para consolidar os biocombustíveis como importantes vetores de promoção da transição energética”, disse o ministro nesta quinta (18/1). A reunião foi presidida pelo ministro de Petróleo e Gás Natural da Índia, Hardeep Singh Puri, e contou com a presença do diretor da Agência Internacional de Energia (IEA), Fatih Birol, e do chefe do Centro de Energia e Materiais e Membro do Comitê Executivo do Fórum Econômico Mundial, Roberto Bocca. Criada oficialmente em setembro de 2023, em encontro lateral à cúpula do G20 na Índia, a GBA – proposta pela Índia – tem Brasil e EUA como cofundadores e atraiu a assinatura de Cingapura, Bangladesh, Itália, Argentina, Ilhas Maurício e Emirados Árabes Unidos. Segundo projeções do MME, o setor de biocombustíveis deve receber R$ 200 bilhões em investimentos até 2037. A principal bandeira do governo é o projeto de lei do Combustível do Futuro, que ainda depende de aprovação do Congresso Nacional. O PL inaugura mandatos para combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e diesel verde no mercado brasileiro, além de aumentar as misturas de etanol na gasolina e biodiesel no diesel. Globalmente, a IEA calcula que a demanda por biocombustíveis terá um crescimento de 38 bilhões de litros entre 2023 e 2028, um aumento de quase 30% em relação ao último período de cinco anos. Em 2028, o consumo total de biocombustíveis deve ter um aumento de 23%, alcançando 200 bilhões de litros, com o diesel verde e o etanol representando dois terços deste crescimento. Biodiesel e SAF responderão pelo terço restante.”

Fonte: Epbr, 18/01/2024

Internacional

Empresas

Chinesa BYD estreia veículos elétricos de passageiros na Indonésia

“O maior fabricante de veículos elétricos (VEs) da China, BYD, lançou nesta quinta-feira três modelos de passageiros na Indonésia, fazendo uma incursão em uma economia que é a maior do Sudeste Asiático e está cortejando esse investimento por meio de de novos incentivos. A BYD apresentou seu popular sedã Seal, o veículo utilitário esportivo (SUV) Atto 3 e o hatchback Dolphin para o mercado indonésio em uma cerimônia de lançamento em Jacarta. Ela não definiu preços, e os executivos da empresa afirmaram que o farão no próximo mês. “A Indonésia tem se tornado consistentemente um país estratégico para a entrada de muitas empresas globais”, disse Eagle Zhao, que lidera a BYD na Indonésia, no lançamento. “Para a BYD, a visão da Indonésia se alinha com a nossa.” Os veículos são importados diretamente da China e funcionam com baterias de fosfato de ferro-lítio, em oposição às baterias à base de níquel, levantando questões sobre se a BYD investirá em uma unidade de produção na Indonésia. O país tem tentado atrair a empresa chinesa, a Tesla e outros intervenientes globais em veículos elétricos, usando a sua riqueza em níquel, um ingrediente-chave nas baterias de veículos elétricos de longo alcance, como isca. A Indonésia emitiu recentemente um regulamento que permite aos fabricantes de automóveis vender um certo número de carros elétricos importados com isenção de impostos de importação e de luxo. O número é proporcional ao compromisso das montadoras em desenvolver a capacidade de produção local. As propostas relacionadas devem ser apresentadas até o final de 2025, a unidade de produção deve ser construída até 2026 e a produção deve começar pelo menos até 2027 se os fabricantes de automóveis quiserem se beneficiar dos incentivos.”

Fonte: Valor Econômico, 18/01/2024

Três licenças de campos de petróleo e gás noruegueses foram invalidadas por motivos ambientais

“Três licenças concedidas pelo governo norueguês para o desenvolvimento de novos campos de petróleo e gás offshore foram consideradas inválidas na quinta-feira porque seu impacto ambiental não foi suficientemente avaliado, em uma decisão que pode estabelecer um precedente para novos campos. Grupos de campanhas ambientais pediram ao Tribunal Distrital de Oslo que bloqueasse o desenvolvimento dos três campos do Mar do Norte, alegando que não foi considerado o impacto do uso futuro de todos os combustíveis fósseis extraídos sobre o clima global por meio dos gases de efeito estufa que eles emitirão. A ação judicial movida pelo Greenpeace e seu parceiro Nature and Youth diz respeito aos campos Yggdrasil e Tyrving da Equinor (EQNR.OL), abre nova aba Breidablikk e da Aker BP (AKRBP.OL), abre nova aba Yggdrasil e Tyrving, que possuem reservas combinadas de cerca de 875 milhões de barris de óleo equivalente. “A conclusão do tribunal é que as decisões sobre o plano de desenvolvimento e operação de depósitos de petróleo para Breidablikk, Yggdrasil e Tyrving são inválidas”, disse a decisão da juíza Lena Skjold Rafoss. Ela disse que as emissões futuras deveriam ter sido avaliadas como parte do processo de aprovação, de acordo com uma decisão da Suprema Corte em 2020. “Uma avaliação de impacto garante que as vozes discordantes sejam ouvidas e consideradas, e que a base de tomada de decisão seja verificável e disponível ao público”, acrescentou.”

Fonte: Reuters, 18/01/2024

Banco Central da Europa precisa da ajuda das empresas para promover descarbonização, diz Lagarde em Davos

“A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse nesta quinta-feira, 18, que o bloco econômico não tem dinheiro, tampouco espaço fiscal, para promover a descarbonização e a digitalização necessárias para colocar os países europeus no rumo de uma economia verde. Lagarde disse, durante painel em Davos, que para atingir o nível de investimento que a Europa precisa para descarbonizar sua economia, o BCE deveria receber uma injeção “massiva” de recursos da iniciativa privada. “A transição climática é imperativa e precisamos ser rápidos, muito mais do que temos sido agora”, afirmou a dirigente. Segundo ela, a digitalização da economia no bloco também deve ser apressada, e ela mencionou que a inclusão da inteligência artificial pode auxiliar neste processo.”

Fonte: Época Negócios, 18/01/2024

BlackRock vê solidez financeira em detrimento do ESG nas teleconferências de empresas

“A BlackRock enfatizará a “resiliência financeira” em suas negociações com empresas este ano, à medida que a gestora de ativos de US$ 10 trilhões navega em uma reação política ao investimento ambiental, social e de governança. Com a inteligência artificial e as altas taxas de juros abalando as empresas em todo o mundo, a BlackRock quer saber como elas estão gerenciando esses riscos para garantir que ofereçam retornos financeiros de longo prazo, disse a gestora de ativos na quinta-feira, ao detalhar suas prioridades de engajamento para 2024. A BlackRock revisa essas prioridades anualmente, pois conversa com milhares de empresas antes de suas assembleias anuais sobre questões que vão desde o quanto seus executivos são pagos até a eficácia de seus diretores. “O cenário macroeconômico e geopolítico em que as empresas estão operando mudou. Esse novo regime econômico é moldado por forças estruturais poderosas que, em nossa opinião, podem gerar desempenhos divergentes entre economias, setores e empresas”, disse a BlackRock em seu relatório anual sobre suas prioridades de engajamento. “Estamos particularmente interessados em aprender com as empresas investidas sobre como elas estão se adaptando para fortalecer sua resiliência financeira. “É realmente com o que os clientes se preocupam neste momento”, disse Joud Abdel Majeid, chefe de administração global da BlackRock. “As empresas estão em um momento em que essas mudanças estão impactando seus modelos de negócios e… as escolhas que estão fazendo vão mudar significativamente suas perspectivas de rentabilidade.”

Fonte: Financial Times, 18/01/2024

Política

Legisladores da UE chegam a um acordo para reduzir a poluição causada por caminhões a diesel

“Os legisladores europeus concordaram em proibir as vendas na UE de quase todos os novos caminhões a diesel até 2040, como parte da luta do bloco contra as mudanças climáticas. Na quinta-feira, os eurodeputados e os estados-membros concordaram com os termos da legislação segundo a qual os fabricantes terão que reduzir as emissões médias dos novos veículos pesados de carga vendidos na UE em 45% entre 2020 e 2030, aumentando para 90% até 2040. A legislação deve agora ser ratificada pelo parlamento europeu e pelos estados membros antes de entrar em vigor. Os maiores fabricantes de caminhões da Europa, incluindo a Volvo, a Daimler Truck e a Scania, comprometeram-se há três anos a eliminar gradualmente as novas vendas de diesel até o final da próxima década. No entanto, o setor reclamou que a mudança para veículos elétricos a bateria e movidos a hidrogênio está sendo atrasada pela falta de infraestrutura de recarga e reabastecimento – um desafio especial para veículos pesados que seriam atrasados por longos períodos de recarga. Eles também pediram apoio para ajudar as transportadoras a trocarem os modelos a diesel por alternativas de emissão zero. Os governos nacionais e os membros do Parlamento Europeu deixaram de lado essas preocupações ao estabelecer as metas. Eles também rejeitaram a ideia de permitir “combustíveis eletrônicos” feitos de carbono capturado. Bruxelas isentou os carros que funcionam com esses combustíveis de uma proibição de vendas de modelos com motor de combustão a partir de 2035, após pressão da Alemanha.”

Fonte: Financial Times, 18/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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