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ArcelorMittal e EDP assinam acordo para avaliar uso de hidrogênio verde no aço | Café com ESG, 27/10

ArcelorMittal e EDP assinaram um MoU para avaliar uso de hidrogênio verde no processo de fabricação de aço; Presidente da Câmara dos Deputados discute com o ministro da Fazenda a criação de novos mecanismos de financiamento para projetos de transição energética

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE em alta de +1,72% e +2%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a JBS reduziu as compras de gado de fazendas com irregularidades do ponto de vista ambiental, de acordo com dados divulgados ontem por promotores federais em sua última rodada de auditorias no Pará – o documento mostra que 6% das compras de gado auditadas pela JBS vieram de fazendas potencialmente incluídas numa lista por violações ambientais ou de direitos humanos vs. 17% e 32% nos ciclos de auditoria anteriores; e (ii) a ArcelorMittal e a EDP assinaram um memorando de entendimento para avaliar a viabilidade técnica e econômica de uma planta-piloto de produção de hidrogênio verde e seu uso no processo de fabricação de aço – o estudo de cooperação começou em agosto e a previsão é que o estudo seja concluído em um ano.

• Na política, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, discutiu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a criação de novos mecanismos de financiamento para projetos de transição energética – segundo a proposta apresentada, nasceria um “fundo verde” gerido pelo BNDES, além de uma nova forma de transação tributária, condicionada a investimento em ações que diminuam os gases de efeito estufa.

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Brasil

Empresas

Mineradora Nexa contrata R$ 1,6 bi em dívida ESG

“A Nexa Resources, antiga Votorantim Metais, uma das maiores produtoras de zinco do mundo, fez sua estreia no mundo das dívidas com características ESG. A empresa, que é listada na Bolsa de Nova York, acaba de fechar uma linha de crédito do tipo revolving, que funciona como se fosse um limite de cheque especial, atrelada a uma meta de descarbonização da sua operação. A linha é de US$ 320 milhões (R$ 1,6 bi) – substitui outra de US$ 300 milhões que venceria dentro de um ano –, tem prazo de cinco anos renováveis por mais dois, e juro de 1,6% sobre a taxa referencial Secured Overnight Financing Rate (SOFR). “Optamos por uma dívida ESG por uma questão reputacional, uma vez que a empresa estava madura em sua estratégia de descarbonização, mas também pelo benefício financeiro”, diz Rodrigo Cammarosano, executivo que lidera a área de relações com investidores e a tesouraria global da Nexa. “Percebemos que, por ser um sustainability-linked loan, a discussão dos spreads sobre a taxa de referência começam em outro patamar, mais baixo.” No caso da Nexa, Cammarosano acredita que o spread poderia ter ficado em torno de 1,7% a 1,8% – em vez de 1,6%. A meta atrelada à linha é de redução das emissões diretas da sua operação, o chamado escopo 1, que respondem por 76,5% das emissões totais da empresa (o escopo 2, de consumo de energia elétrica, responde por 4,8%, enquanto as emissões na cadeia de valor, ou escopo 3, são 18,7%). A companhia se comprometeu a cortar em 20% seu escopo 1 em relação ao ano-base de 2020, o que significa uma redução total de 52 mil toneladas de carbono equivalente.”

Fonte: Capital Reset, 26/10/2023

ArcelorMittal e EDP assinam acordo para estudar uso de hidrogênio verde na produção de aço

“A ArcelorMittal Tubarão e a EDP assinaram um memorando de entendimento para avaliar a viabilidade técnica e econômica de uma planta-piloto de produção de hidrogênio verde e seu uso no processo de fabricação de aço. O estudo de cooperação começou em agosto, informaram as empresas em comunicado conjunto. A previsão é que o estudo seja concluído em um ano. Segundo informaram as companhias, a viabilidade de instalação da planta-piloto será avaliada de acordo com os resultados obtidos nas diversas etapas do estudo. De acordo com o CEO da ArcelorMittal Aços Planos América Latina, Jorge Oliveira, a iniciativa está alinhada com a meta global do grupo de se tornar neutro em carbono até 2050. “Com essa colaboração, exploraremos a possibilidade e viabilidade de, futuramente, incorporar e aplicar o hidrogênio como parte do nosso processo produtivo contribuindo, juntamente, com alternativas para nos tornarmos, no futuro, uma empresa carbono neutro”, afirmou o executivo em comunicado. Ele acrescentou que, futuramente, o grupo pode estudar a viabilidade de expansão do projeto para outras unidades da ArcelorMittal no Brasil. A ArcelorMittal Tubarão, no Espírito Santo, tem capacidade para produzir 7,5 milhões de toneladas de aços planos por ano, direcionados para diversos setores, como automobilístico, eletrodomésticos, naval, tubos, construção civil e implementos agrícolas. Também em nota, o CEO da EDP Brasil, João Marques da Cruz, disse que a parceria faz parte das iniciativas da empresa para liderar a transição energética com investimentos em fontes renováveis.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2023

Empresas preveem R$31 bi para projetos de preservação

“Os investimentos privados em preservação ambiental de uma centena de empresas no Brasil devem alcançar R$ 31,3 bilhões ao longo da execução dos projetos, de acordo com mapeamento deste ano feito pelo Brasil Pelo Meio Ambiente (BpMa), movimento liderado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil). No ano passado, o conjunto de projetos mapeados equivalia a cerca de R$ 20 bilhões. “O avanço pode representar um aumento do alcance da nossa plataforma, mas o ponto relevante é que é um montante muito expressivo de recursos mobilizados”, diz Abrão Neto, CEO da Amcham Brasil. Os resultados, disponibilizados no site www.brasilpelomeioambiente.com.br, serão apresentados hoje em um encontro entre empresários e representantes do governo federal, do Legislativo e dos Estados em São Paulo e levados à COP28 em novembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. “O objetivo é ter uma visão abrangente dos esforços empresariais para preservação do meio ambiente no Brasil e, a partir desse mapeamento, reforçar o diálogo com o poder público brasileiro e parceiros internacionais importantes”, diz Abrão Neto. “Além de autoconhecimento e inspiração para outras empresas, isso, sem dúvida, é também um atrativo no cenário internacional de investimentos”, afirma. São 111 empresas e mais de 180 projetos mapeados, após uma “análise criteriosa para entender sua consistência”, diz Abrão Neto. Dos projetos, 61 estão focados em preservação, reflorestamento e restauração de biomas, principalmente Mata Atlântica e Cerrado (27% cada um) e Amazônia e a baía de Guanabara (Rio), representadas em 18% dos projetos cada uma.”

Fonte: Valor Econômico, 27/10/2023

JBS melhora histórico ambiental na compra de gado

“A JBS SA (JBSS3.SA), maior frigorífico do mundo, reduziu as compras de gado de fazendas com “irregularidades”, como o desmatamento ilegal, descobriram promotores federais em sua última rodada de auditorias no estado amazônico do Pará, divulgada na quinta-feira. Os promotores disseram em um comunicado que 6% das compras de gado auditadas pela JBS vieram de fazendas potencialmente incluídas na lista negra por violações ambientais ou de direitos humanos, abaixo dos quase 17% no ciclo de auditoria anterior e de até 32% no ciclo anterior. “Estamos satisfeitos com a evolução. Mas nosso objetivo é atingir 100% de conformidade”, disse Liège Correia, diretor de sustentabilidade da JBS no Brasil, em comunicado. A declaração observou que 94% de conformidade é uma melhoria em relação à pontuação de 83% de conformidade no ciclo anterior. A JBS e outros grandes frigoríficos chegaram a um acordo com o Ministério Público Federal em 2013, no qual as empresas concordaram em não comprar gado de fazendas que foram desmatadas ilegalmente desde 2008 ou que violam as leis ambientais. “As empresas que não se adaptam e não realizam auditorias estão prejudicando a Amazônia”, afirmou o procurador Ricardo Negrini em nota. Ao não monitorizar as suas próprias cadeias de abastecimento, as empresas estariam a “encorajar o crime”, acrescentou.”

Fonte: Reuters, 26/10/2023

Política

América Latina busca fechar proposta comum para COP28

“Os ministros do Meio Ambiente da América Latina e do Caribe buscam fechar, nesta quinta-feira, 26, no Panamá, uma proposta comum sobre seis temas para levar à conferência COP28 sobre mudança climática de Dubai. O encontro ministerial ocorre no âmbito da “Semana do Clima da América Latina e do Caribe”, que reúne cerca de 3.000 delegados de governos locais e nacionais, povos indígenas, sociedade civil e iniciativa privada, com debates centrados na transição para energias renováveis. “Todas as decisões que tomemos, incluindo aquelas que forem adotadas neste fórum, vão ter, sem dúvida, impacto no futuro”, disse o ministro do Ambiente do Equador, José Antonio Dávalos, em um fórum à margem das discussões a portas fechadas com seus pares. “Esperamos que possamos ter conversas produtivas e proveitosas e que dê um olhar comum da nossa região para ver como enfrentamos” os desafios, indicou no fórum a ministra chilena, Maisa Rojas. Após meses de negociações, os ministros têm as últimas horas para definir nesta quinta seis “decisões” com vistas à COP28. Também devem fazer uma “declaração política” conjunta. “No dia de hoje, esperamos que os países aprovem seis decisões”, disse à AFP o diretor regional para América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Juan Bello. As decisões são sobre temas de mudança climática, biodiversidade, contaminação, gênero e ambiente, educação ambiental e consumo e produção sustentável.”

Fonte: Exame, 26/10/2023

Lira discute com Haddad proposta de criação de ‘fundo verde’

“O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) discutiram com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na quarta-feira a criação de novos mecanismos de financiamento para projetos de transição energética. Haveria um “fundo verde” gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e uma nova forma de transação tributária, condicionada a investimento em ações que diminuam os gases de efeito estufa. O “Programa de Aceleração da Transição Energética” (Paten) teria como objetivo fomentar novas tecnologias, a produção de combustíveis renováveis, como o etanol de segunda geração e bioquerosene para aviação, ou geração de energias mais limpas, como eólica, solar e de biomassa. A proposta é alternativa para custear projetos de energia eólica em alto-mar ou de produção de hidrogênio verde, por exemplo, ambos com marcos legais em debate no Congresso. O governo, contudo, se posicionou contra as propostas de criação de incentivos tributários para esses programas. “É algo que teremos que negociar. Sem incentivos não há como colocar em pé a produção de hidrogênio de baixo carbono no Brasil”, disse o deputado Bacelar (PV-BA), relator do marco legal na Câmara. O projeto de lei protocolado por Jardim cria um fundo de aval a empréstimos do BNDES com taxas de juros menores para projetos sustentáveis. Ele seria formado por precatórios (dívidas judiciais) e créditos tributários de pessoas jurídicas com a União, e os credores receberiam cotas desse fundo. Já a transação tributária teria nova modalidade que levaria em conta não a capacidade de pagamento do credor para decidir o desconto concedido nas multas e juros, mas a exigência de usar os recursos para investimentos em projetos “verdes”.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2023

AM: municípios em situação de emergência por causa da seca chegam a 60

“Subiu para 60 o número de municípios em situação de emergência no Amazonas em razão da forte estiagem que atinge o estado. Até o momento, mais de 600 mil pessoas foram afetadas. Das 62 cidades do estado, apenas nos municípios de Presidente Figueiredo e Apuís a situação é de normalidade. As informações constam do mais recente boletim divulgado pela Defesa Civil do estado, na tarde dessa quarta-feira (25). Segundo a Defesa Civil, 158 mil famílias foram afetadas pela seca deste ano. Em razão da seca no estado, o governador, Wilson Lima decretou, em setembro, situação de emergência em 55 dos 62 municípios do estado. No período de janeiro deste ano a 24 de outubro foram registrados 18.090 focos de calor no estado, dos quais 2.500 na região metropolitana de Manaus. Somente em outubro, até o momento, foram 3.288 focos, mais do que o dobro do mesmo período do ano passado, quando foram notificados 1.335 focos de calor. Em Manaus, a seca é a pior em 121 anos. A cota do Rio Negro nesta quinta-feira (26) está em 12,70m, a menor já registrada desde 1902, quando começaram as medições do volume do rio. O recorde de alta foi de 30,02 metros em 16 de junho de 2021. O cenário coincide com o momento em que se intensifica o fenômeno El Niño, caracterizado pelo enfraquecimento dos ventos alísios (que sopram de leste para oeste) e pelo aquecimento anormal das águas superficiais da porção leste da região equatorial do Oceano Pacífico. Essas mudanças na interação entre a superfície oceânica e a baixa atmosfera ocorrem em intervalos de tempo que variam de três a sete anos e têm consequências no tempo e no clima em diferentes partes do planeta.”

Fonte: Época Negócios, 26/10/2023

Internacional

Empresas

Stellantis compra 20% de montadora chinesa de carros elétricos

“A Stellantis vai investir 1,5 bilhão de euros na aquisição de cerca de 20% do capital da startup chinesa de veículos elétricos Leapmotor. Trata-se de uma nova tentativa da empresa de ingressar no mercado automobilístico chinês e aproveitar o que qualificou de “ofensiva” chinesa em outras regiões. A Stellantis, que fabrica automóveis Jeep nos EUA e detém as marcas Fiat e Citroën na Europa, vai formar uma nova joint-venture para vender os veículos elétricos da Leapmotor fora da China. A montadora europeia, além disso, assumirá duas cadeiras no conselho de administração da empresa, que tem ações registradas na bolsa de Hong Kong, e nomeará o CEO da nova joint-venture. O investimento marca uma nova tentativa da Stellantis de fazer incursões na China, em uma época de concentração de capital no mercado local, após ter desfeito parcerias anteriores no país consideradas decepcionantes. A Stellantis também planejou contribuir para levar os modelos da Leapmotor a outros mercados, como o europeu, dentro de dois anos, disse seu CEO, Carlos Tavares, ao optar por pegar carona em um afluxo de carros elétricos chineses que causa preocupação entre as montadoras ocidentais. A Stellantis, formada pela fusão do grupo ítalo-americano Fiat Chrysler e a PSA francesa em 2021, considerou tarefa difícil competir na China. Em julho do ano passado, desfez uma joint-venture com o Guangzhou Automobile Group, que administrava uma montadora de Jeeps no país.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2023

Presidente da SEC dos EUA defende regras climáticas para grupo corporativo

“Estabelecer regras a serem seguidas pelas empresas dos EUA ao relatar riscos ambientais as ajudaria a evitar a confusão de tentar usar estruturas estrangeiras, disse Gary Gensler, presidente da Comissão de Valores Mobiliários, na quinta-feira. Gensler disse num evento realizado pela Câmara de Comércio dos EUA que espera que uma eventual regra sobre a comunicação de riscos climáticos, que foi proposta pela primeira vez há mais de um ano e recebeu cerca de 16 mil comentários, sobreviveria a quaisquer desafios legais. “Acho que para… a América corporativa, como regra, se conseguirmos finalizá-lo, seria melhor que fosse sustentado em tribunal”, disse Gensler. O projeto de regra da SEC, lançado em março de 2022, propunha pedir às empresas listadas que incluíssem dados sobre emissões de gases de efeito estufa e riscos como danos físicos e perturbações causadas por eventos climáticos severos em registros regulatórios formais. A regra era originalmente esperada para ser finalizada no início deste ano. Muitos advogados e observadores do mercado esperam que isso atraia ações judiciais. Outras jurisdições, nomeadamente a União Europeia, estão a criar as suas próprias regras, mas “têm uma lei diferente e não estamos a resolver a sua lei”. “Talvez esta seja apenas a minha proposta para a América corporativa”, acrescentou Gensler.”

Fonte: Reuters, 26/10/2023

Fundo BlackRock apoia empresa de energia renovável no primeiro investimento na América Latina

“O fundo Climate Finance Partnership (CFP), administrado pela BlackRock, fará sua primeira incursão na América Latina com a aquisição de uma participação minoritária na Brasol, uma empresa brasileira de energia renovável, anunciou a BlackRock na sexta-feira. A participação será “tímida de 50%”, disse o gestor de carteira Anmay Dittman, acrescentando que o investimento será um “caso de teste” para futuras transações na região. “Estamos muito entusiasmados por ter uma pequena vantagem na América Latina e esperamos encontrar muitos outros grandes investimentos”, disse Dittman em entrevista coletiva. O CFP, um fundo público-privado que tem parceria com os governos francês, alemão e japonês, bem como com algumas organizações sediadas nos EUA, visa infraestruturas climáticas de mercados emergentes. A CFP não divulgou o valor pago pela participação, mas o CEO da Brasol, Ty Eldridge, disse que a injeção de dinheiro ajudará a empresa em seu plano de um bilhão de reais (US$ 200,38 milhões) para aumentar a capacidade de geração de energia. A Brasol opera ativos de energia renovável e os aluga para clientes comerciais e industriais. A Brasol planeja aumentar sua capacidade de geração em 200 megawatts nos próximos 18 meses, disse Eldridge. Embora a energia solar, o “pão com manteiga” da empresa, seja o foco principal, a Brasol também está estudando outras tecnologias, como o carregamento de veículos elétricos, disse Eldridge.”

Fonte: Reuters, 27/10/2023

Entrando na era da IA, a indústria de chips de Taiwan pede impulso às energias renováveis

“A indústria de chips de Taiwan está pronta para trabalhar com o governo para atingir sua meta de zero emissões líquidas até 2050, mas o desenvolvimento de fontes de energia renováveis ​​precisa ser acelerado à medida que a demanda por inteligência artificial cresce, disse um alto executivo da indústria na sexta-feira. Taiwan importa quase todas as suas necessidades energéticas, principalmente sob a forma de gás natural e carvão, mas embarcou num grande esforço para obter mais energia renovável para atingir a sua meta de neutralidade em carbono. Cliff Hou, vice-presidente sênior da maior fabricante de chips terceirizada do mundo, TSMC (2330.TW), disse que a IA oferece uma oportunidade raramente encontrada em décadas. “Olhando para o futuro, como podemos dominar uma tendência importante como a IA?” Hou disse. “Acho que toda a indústria de semicondutores de Taiwan – em nossa essência, em nossa pesquisa e desenvolvimento e fabricação, e em nosso layout global – passará por uma melhoria e transformação abrangentes.” A chave para o desenvolvimento da indústria é a energia estável e renovável, disse Hou, presidente da Associação da Indústria de Semicondutores de Taiwan, em sua reunião anual no centro de chips de Hsinchu. No mês passado, a associação fez quatro apelos importantes ao governo, entre eles o fornecimento estável de energia verde, já que a indústria de chips de Taiwan pretende aproveitar a oportunidade da IA, disse Hou. “Em termos de energia, esperamos que o governo possa, em todos os aspectos, desenvolver mais ativamente novas fontes de energia e manter a estabilidade do fornecimento à indústria de semicondutores”, acrescentou Hou. Tanto a indústria como o governo concordam em cooperar para alcançar a meta de emissões líquidas zero até 2050, disse Hou.”

Fonte: Reuters, 27/10/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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