Custo de oportunidade: O processo de decisão que faz você investir melhor

Olhar com mais atenção para esse importante termo da economia pode ser um ótimo exercício reflexivo para escolher bons investimentos


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Custo de oportunidade: O processo de decisão que faz você investir melhor

“Antes a lã do que a ovelha”. “Cada escolha é uma renúncia”. Pode ser um ditado popular antigo ou uma música do Charlie Brown Jr. O conceito de custo de oportunidade é democrático, suscita dúvidas de jovens a idosos e passa por qualquer decisão que você já tenha feito na vida.

Olhar com mais atenção para esse importante termo da economia pode ser uma ótima reflexão para entender o que fazer quando duas ou mais opções aparecem na sua frente, sejam duas roupas que você está em dúvida ou duas ações de destaque para investir na Bolsa.

O que é custo de oportunidade?

Placas de rua indicando caminhos diferente, ou a escolha que todo investidor precisa fazer quando pensa no custo de oportunidade

Imagine que tenha sobrado R$ 100 para os últimos cinco dias de um mês tenso e cheio de estresse. Nos primeiros dois dias você economiza ao fazer comida em casa. No terceiro, o seu dia foi péssimo e a única coisa que melhoraria seria aquele risoto ao funghi acompanhado de um petit gateau do seu restaurante preferido na cidade.

Realmente, o objetivo de te deixar feliz foi cumprido, porém lá se foi o dinheiro que poderia servir para sua reserva de emergência nesse fim de mês. Esse é um exemplo clássico de custo de oportunidade. No caso, a felicidade momentânea foi a sua escolha, mas o custo para essa oportunidade ocorrer foi o aperto financeiro nos dias seguintes.

Na essência, o custo de oportunidade é o que você abre mão escolhendo uma alternativa em detrimento de outra. Basicamente, é pesar os prós e contras para tomar uma decisão priorizando aquilo que será a melhor alternativa para você, mesmo que isso te faça perder outras coisas.

Por que é importante avaliar o custo de oportunidade?

Não é à toa que um clichê dos livros de auto-ajuda é a seguinte frase que pode ser flexionada com qualquer verbo que demonstre alguma emoção em demasia: “Não tome decisões quando você está bravo, chateado, com muita fome, confiante demais etc”. Nessas situações costuma-se usar a intuição para a tomada de decisão sem levar em consideração outras opções ou pensar duas vezes.

Avaliar o custo de oportunidade é fazer o oposto. É adicionar o elemento da razão para uma decisão, sabendo exatamente o que irá perder ao escolher um caminho.

Embora possa parecer chato ter que pensar nos custos de oportunidade toda vez que você quiser comprar uma barra de chocolate ou sair de férias, quando o assunto é dinheiro mostra-se uma ferramenta importante para fazer o melhor uso do seu bolso e criar um planejamento financeiro mais consistente.

Sempre haverá pontos positivos e negativos invisíveis em cada decisão financeira. No entanto, a boa notícia é que, depois de reconhecer que esses custos existem, fica mais fácil fazer boas escolhas. Esse conceito está diretamente ligado a educação financeira principalmente quando olhamos as escolhas de agora e o pensamento de longo prazo.

Custo de oportunidade x investimentos

Assim como em qualquer situação na vida, o custo de oportunidade também se faz presente no mundo dos investimentos, talvez de forma até mais evidente. Ter uma planilha de controle de gastos, por exemplo, ajuda muito você a entender quais são os gastos e os ajustes de orçamento que podem ser feitos.

E quando você já é investidor e se depara com dois ou mais ativos para escolher, geralmente se avalia três pilares essenciais: segurança (risco), rentabilidade e liquidez, formando o tripé dos investimentos.

Basicamente, o custo de oportunidade nos investimentos funciona da mesma forma que em uma situação cotidiana. Isto é, ao investir você está priorizando os fatores que mais se adequam aos seus objetivos e, ao fazer isso, abre-se mão de pelo menos um dos pilares do tripé.

Por exemplo, se você se considera um investidor agressivo, em tese o objetivo principal é tentar conseguir maiores rentabilidades por meio de um risco maior. Portanto, com essa premissa e priorização do seu perfil de investidor, o seu custo de oportunidade será um menor grau de segurança e estabilidade.

O contrário também serve: se você tem um perfil conservador, a preferência tende a ser pela segurança em detrimento da rentabilidade principalmente. Nesse caso, o custo de oportunidade é a maior chance de altos retornos.

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Custo explícito e implícito de oportunidade

Destrinchando um pouco o mais o conceito de custo de oportunidade, é possível chegar a dois tipos: o custo explícito e o implícito. Vamos a um exemplo básico para entender a diferença entre ambos. Pense na situação hipotética: se você tivesse um filho de 18 anos e ele estivesse em dúvida sobre ir para a faculdade ou não.

Custo explícito

Nessa situação, o custo explícito para o filho seria o investimento que você teria de fazer para pagar as mensalidades, fora os livros específicos, materiais didáticos e o transporte para se deslocar ao campus. Quando é algo palpável e se fala em valor financeiro e de gastos há um custo explícito envolvido.

Ou seja, com esse mesmo investimento que seria destinado a pagar a faculdade do filho, o que você estaria deixando de aproveitar financeiramente com essa quantia?

Custo implícito

Agora imagine que o seu filho tenha um sonho de ser jogador de futebol. Porém, como o esforço e o risco para tal objetivo se realizar são muito altos, ele prefere seguir para cursar faculdade. Neste caso, o custo de oportunidade implícito foi a chance de virar jogador algum dia.

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