Raio-XP da Bolsa: Revisando o target do Ibovespa para 145.000 pontos

Nesse Raio-XP da Bolsa, iremos destacar e relembrar os principais acontecimentos de abril que serão relevantes para entender o que virá pela frente. Atualizamos nossa Carteira Top 10 XP e criamos a Carteira Top Small Caps XP.


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O que você vai encontrar nesse relatório:

  • Apesar das preocupações com o cenário macroeconômico, a nossa perspectiva para a Bolsa brasileira continua positiva diante das projeções de forte crescimento do lucros das empresas do Ibovespa em 2021.
  • Olhando para diversas métricas, a Bolsa está barata. O Ibovespa negocia com um múltiplo Preço/Lucro abaixo de sua média histórica, e com um desconto maior do que no passado quando comparamos com os EUA e Mercados Emergentes.
  • Além disso, a recuperação da economia doméstica, e o cenário externo favorável com a manutenção dos estímulos beneficiando as empresas exportadoras e atreladas à commodities, reforçam nossa visão. Nesse cenário, estamos revisando o preço-alvo do Ibovespa para 145.000 pontos, de 135.000 pontos anteriormente.
  • Com a alta da inflação, muitos nos questionam se a Bolsa é um bom investimento. Ações são ativos reais, ou seja, eles protegem da deterioração do poder de compra ao longo do tempo. Desde a criação do índice Ibovespa, ele ofereceu um retorno anualizado de 6,3% acima da inflação.
  • E olhando para o Ibovespa ajustado para a inflação, a Bolsa está abaixo do pico alcançado em 2008. O índice precisa subir +56% para alcançar a máxima histórica novamente.
  • Nesse ambiente de subida de preços, montamos uma carteira de ações que tendem a estar mais protegidas nesse cenário.
  • Para o mês de maio, estamos fazendo uma alteração na carteira Top 10 XP: estamos trocando Omega (OMGE3) por Localiza (RENT3).
  • E temos uma novidade: adicionamos um novo portfólio a nossas recomendações trazendo a carteira Small Caps que conta com a recomendação de cinco ações: Ânima (ANIM3), Aura Minerals (AURA33), Grupo Soma (SOMA3), Lavvi (LAVV3) e Jalles Machado (JALL3).

A Bolsa NÃO é o PIB…

Uma série de preocupações acabaram contaminando o sentimento dos investidores em relação ao Brasil e à Bolsa brasileira recentemente. A lista de preocupações é longa, e inclui: 1) o recrudescimento da pandemia, 2) o cenário eleitoral de 2022, 3) a trajetória fiscal, dado as dificuldades de aprovação do Orçamento do governo com a manutenção do teto de gastos, 4) a percepção de maior intervenção política nas empresas, dentre outras.

A nossa pesquisa mensal com os assessores da XP corrobora com essa visão. Na pesquisa de março, a percepção estava mais negativa em relação ao Brasil, com uma queda de -17 pontos percentuais em relação aos clientes que pretendiam aumentar sua exposição em ações (25%). Porém na última pesquisa de abril, a visão dos assessores da XP, e de seus clientes, melhorou. O destaque foi pro aumento no interesse em fundos de Renda Variável em+12p.p. M/M, atingindo 40%.

Por conta dessas preocupações, o Brasil tem uma das piores performances na Bolsa, na moeda e nos juros em relação aos seus pares em 2021. A Bolsa brasileira cai -4,7% em dólares no ano, enquanto o MSCI Global sobe +8,6%.

É hora de comprar Brasil

Acreditamos que uma congruência de fatores deve levar a uma forte alta do mercado brasileiro. Em linhas gerais, 1) a Bolsa brasileira está muito barata, e ainda não reflete totalmente a forte recuperação e crescimento de lucros que veremos em 2021 e 2022, 2) a aceleração da vacinação ao longo dos próximos meses pode levar à reabertura da economia e crescimento mais acelerado do PIB, e 3) a diminuição dos riscos fiscais após a aprovação recente do orçamento deve fazer com que o mercado volte a focar nos fundamentos Micro e menos nas preocupações Macro.

…a Bolsa é o Lucro das empresas

O lucro agregado do Ibovespa deve crescer fortemente em 2021. O consenso de mercado, pelos dados compilados pela Bloomberg, mostra que a expectativa de Lucro por Ação (LPA) para o Ibovespa em 2021 já está bem acima do nível pré-pandemia.

Olhando o crescimento anual, vemos que o LPA no Brasil deve crescer +199% em 2021 em relação ao ano passado. Mesmo quando comparado à 2019, vemos que 2021 deva apresentar um forte crescimento de +125%. Para 2022, o mercado por enquanto projeta lucros estáveis em relação à 2021, muito provavelmente por conta da projeção do Dólar mais enfraquecido frente ao real e preços de commodities normalizando em patamares menores.

Analisando quais setores que estão liderando essa forte alta de expectativa de Lucros na Bolsa, fica fácil de ver que são os setores de empresas exportadoras e relacionadas ao preço das commodities. Não só os lucros em 2020 estão vindo de patamares bastante deprimidos, mas a forte alta dos preços das commodities, aliadas à recuperação econômica global (melhores volumes) e um câmbio depreciado trazem um cenário extremamente favorável a essas companhias em 2021. Na carteira Top 10 XP, temos três ações do setor de commodities, com Vale, Marfrig e Klabin.

A Bolsa brasileira está barata

Por qualquer métrica que olhamos, a Bolsa brasileira está barata. Esse forte crescimento de lucros e a performance fraca em 2021 trouxe os indicadores da Bolsa brasileira para patamares bem abaixo da média histórica.

Começando pelo indicador mais conhecido, o Preço/Lucro (P/L), utilizando o Lucro projetado pelo mercado para os próximos 12 meses:

  • Preço/Lucro: a Bolsa brasileira está negociando hoje em um Preço/Lucro de 9,8x, ou 15% de desconto em relação à média histórica dos últimos 10 anos de 11,6x. Lembre-se que nos últimos 10 anos o Brasil teve taxas de juros muito maiores que a atual, o que deveria fazer com que a Bolsa negociasse a um múltiplo Preço/Lucro maior que a média histórica, e não menor. Além disso, o Brasil é um dos poucos mercados que negociam com um desconto em relação ao histórico.
  • Brasil vs. EUA: enquanto o Brasil negocia a 9,8x Lucro, o índice americano S&P 500 negocia a 21,9x. Ou seja, o Brasil está negociando com 55% de desconto em relação aos EUA, enquanto a média histórica é um desconto de 28%. Por mais que a diferença de composição setorial impacte nessa comparação (S&P mais focado em Tecnologia), parte dessa diferença já está incorporada na média histórica.
  • Brasil vs. Mercados Emergentes (ME): Com o P/L do índice MSCI de ME em 14,5x, o Brasil está com um desconto de 32% em relação aos Emergentes. Em comparação, quando olhamos para a média histórica, as duas regiões tendem a negociar com múltiplos em patamares similares. 
  • Dividendo e Fluxo de Caixa: olhando por outras métricas, a Bolsa brasileira oferece hoje um rendimento de Dividendos (dividend yield) de 3,2% e rendimento de Fluxo de Caixa de 9,7%, valores esses bastante superiores ao rendimento da Renda Fixa.
  • TIR Real: além dessas, quando calculamos a taxa interna de retorno (TIR) real (sem inflação) do Ibovespa, chegamos a quase 10%, também bastante sólido.

Revisando o target do Ibovespa para 145.000 pontos

Estamos revisando o target (preço-alvo) do Ibovespa para 145.000 pontos, de 135.000 pontos anteriormente. As duas principais razões por trás da revisão são: 1) o forte aumento nas expectativas de lucros das empresas do Ibovespa, sendo esta a principal razão, e 2) uma leve acomodação nas taxas de juros de longo prazo no Brasil (taxas de juros reais).

As três metodologias que utilizamos são Fluxo de Caixa Descontado, e múltiplos de Preço/Lucro e EV/EBITDA regredindo às médias históricas.

A inflação continua em alta – e a Bolsa te protege disso!

A alta da inflação continua sendo um dos focos de preocupação no mercado. O índice IGP-M continuou o movimento de alta, acumulando +32,0% nos últimos doze meses em abril, enquanto o IPCA mais recente de março subiu +6,1%.

Com a alta da inflação, muitos nos questionam se a Bolsa é um bom investimento. Ações são ativos reais, ou seja, eles protegem da deterioração do poder de compra ao longo do tempo. As empresas listadas na Bolsa são líderes de mercado e, portanto, conseguem repassar a inflação para seus preços.

Abaixo, analisamos o comportamento do Ibovespa desde o início da série em 1968. Desde então, o índice teve um retorno anualizado de 6,3%, isto é, o retorno acima da inflação. Portanto, a Bolsa continuou a oferecer bons retornos apesar de todas as crises e momentos de alta e hiperinflação que o Brasil passou ao longo das últimas décadas.

Ibovespa ajustado pela inflação segue abaixo do pico

Quando analisamos a performance do Ibovespa ajustada pela inflação (índice IGP-DI), vemos que o índice hoje ainda se encontra abaixo do pico, que ocorreu em maio de 2008. Comparado àquele nível, o Ibovespa ainda teria que subir 56% em termos reais para retomar o pico histórico de 2008.

Diante de pressões inflacionárias ainda fortes no curto prazo, com os preços das commodities em alta e câmbio desvalorizado, o Banco Central do Brasil deve continuar o ciclo de alta da taxa de juros. A equipe de Economia XP espera outra elevação de 0,75 p.p. da taxa Selic na próxima reunião em maio, encerrando o ano em 5,0%.

Quais ações comprar em um cenário de inflação em alta?

Nesse ambiente de subida de preços, há ações “ganhadoras” e “perdedoras” na Bolsa e, pensando nisso, montamos uma carteira com nomes que tendem a estarem mais protegidas nesse cenário.

Fizemos um estudo quantitativo olhando para as ações da Bolsa que tiveram correlações positivas com a alta do IPCA no passado. Também analisamos cada uma do ponto de vista fundamentalista para entender como elas se protegem da subida de preços.

Abaixo são as ações que vemos como mais resilientes nesse cenário de inflação mais alta que enfrentamos:

São empresas que:

  1.  Conseguem repassar a alta dos preços para os clientes, como é o caso dos supermercados (PCAR3 e CRFB3), e empresas como a CCRO3, a SBSP3 e a KLBN11;
  2. Têm baixa exposição ao Brasil e onde a inflação do país influencia pouco na receita (EMBR3);
  3. Podem se beneficiar da consequente elevação da taxa de juros, que é o caso dos bancos (BBDC3/BBDC4 e SANB11);
  4. Têm expansão de margem com a subida de inflação, como as geradoras e transmissoras de energia (AESB3, TAEE11) cujos contratos são indexados à inflação.

Pesquisa assessores XP: otimismo com a Bolsa está de volta

Nos últimos dias, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP Matriz e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. A pesquisa mostrou que os assessores e seus clientes estão mais otimistas em relação ao Ibovespa. A média de palpites calculada foi de 131.100 pontos, um aumento de +2,6% M/M (127.756 pontos na pesquisa anterior). Houve um aumento de +11p.p. M/M no número de clientes que pretendem aumentar sua exposição em ações (36%) e o interesse em fundos de renda variável teve o maior aumento dentre as outras classes de ativo, com um aumento de +12p.p. M/M chegando a 40% de interesse. Veja o relatório completo clicando aqui.

Top 10 ações XP

Como foi a performance de cada nome da carteira no mês?

Em abril, nossa carteira Top 10 ações XP subiu +2,3%, acima da alta de +1,9% do Ibovespa no mês. Leia abaixo o que está por trás da performance de cada um dos 10 nomes que compunham nossa carteira em abril e o que esperamos olhando para frente.

Assaí (ASAI3): como ressaltamos anteriormente em nosso relatório após a cisão do Assaí, destacamos as ações da companhia como nossa preferência no setor de supermercados, por conta de um valuation muito atrativo, atualmente negociando em ~17x P/L 2021e, a ação mais barata do setor, dinâmica de curto prazo positiva com o consumo em casa ainda sendo uma realidade, enquanto a flexibilização das restrições de circulação devem fomentar a demanda do canal B2B (bares, restaurantes, transformadores) e impulsionar as vendas e continuamos vendo muito potencial de crescimento orgânico a ser entregue. Além disso, vemos o setor de supermercados como um protegido, e até beneficiado, com uma perspectiva de inflação maior. Sendo assim, mantemos as ações do Assaí (ASAI3) em nossa carteira recomendada. Saiba mais sobre nossa tese para as ações do Assaí (ASAI3) em nosso relatório aqui.

B3 (B3SA3): em abril, as ações da B3 apresentaram desempenho inferior ao Ibovespa, impactado principalmente pela expectativa do mercado de alta da Selic devido a fatores econômicos. Apesar disso, a B3 realizou uma importante venda de sua participação na BMV no mês e os dados operacionais de março mostraram um aumento do volume financeiro médio diário (ADVT) de 11,3% A/A, mas uma queda de -3,5% M/M. Além disso, o número de investidores ativos cresceu 2,8% M/M e 58,2% A/A, totalizando 3,6 milhões de investidores. Com isso, permanecemos otimistas com a retomada do mercado de capitais e com as taxas de juros ainda em patamares baixos.

Bradesco (BBDC4): em abril, as ações do Bradesco apresentaram desempenho inferior ao Ibovespa. Durante o mês as ações do BBDC ficaram mais estáveis ​​com pequenas perdas já que o mercado estava de olho na situação da Covid no Brasil e seus possíveis impactos fiscais e alguns ganhos relativo a expectativa de juros maiores no longo prazo, no final do mês as ações experimentaram um forte aumento após o positivo resultado do SANB que levaram o mercado a projetar bons resultados trimestrais para o setor, que no caso do BBDC esperamos se materializar. Com isso, mantemos nossa recomendação de Compra baseado em: i) fonte de receitas diversificada e defendida, contando com a maior seguradora e um dos maiores bancos de investimentos do Brasil; ii) grande potencial de ganho de eficiência com redução da operação física e digitalização do banco; e iii) valuation atrativo.

GNDI (GNDI3): em nossa opinião, o desempenho negativo do papel em abril reflete uma expectativa de resultados mais fracos no primeiro trimestre com pressão em margens uma vez que prevemos um desempenho diferente no setor de saúde em comparação a 2020, quando a pandemia atingiu o país pela primeira vez. Em 2020, a postergação de procedimentos eletivos gerou pressão de receita e margens para hospitais e redução de custos para operadoras de planos de saúde (verticalizadas ou não). No entanto, em 2021, apesar da segunda onda da pandemia, os procedimentos eletivos não foram adiados, portanto hospitais e outros prestadores de serviços devem apresentar números positivos no início do ano, face a uma pressão de custos para as operadoras de planos de saúde. No entanto, é importante notar que vemos esses impactos como conjunturais e não estruturais, portanto, não impactando nossa visão positiva de longo prazo para a GNDI.

Klabin (KLBN11): esperamos resultados fortes no primeiro trimestre para o segmento de Papel/Embalagens, com repasses de preços para os clientes finais, após aumento de custos em 2020. Adicionalmente, os volumes vindos da aquisição da International Paper (IP) devem compensar as vendas sazonalmente mais baixas e a parada para manutenção na planta de Monte Alegre. Com relação ao segmento de celulose, acreditamos que a forte alta dos últimos 2 meses (+26%, US$780 por tonelada) ainda não esteja refletida nos preços das ações da Klabin. É importante destacar que o dólar ainda alto é o principal fator de alavancagem (4,1x Dívida Líquida / EBITDA, em nossa visão). Temos recomendação de Compra (preço-alvo de R$32/ação), com preços de celulose mais fortes e recomposição de margens nos segmentos de papeis e embalagens.

Lojas Americanas (LAME4): estamos restritos.

Marfrig (MRFG3): entendemos que o otimismo com o resultado do 1T21 é o principal fator por trás da alta recente dos papéis, que apresenta boa performance pelo 2º mês consecutivo. Apesar da perspectiva de resultado pressionado na operação da América do Sul, principalmente por conta da alta nos preços do boi gordo, a operação da América do Norte deve surpreender positivamente, uma vez que o excedente de oferta de gado permanece enquanto a demanda já sinaliza forte recuperação conforme a economia volta a abrir. O cenário díspar entre geografias deve aumentar a relevância da operação da América do Norte na receita de 75% para 80%, fato positivo tanto pela ótica de menor volatilidade nos resultados (mercado mais maduro) quanto pelas perspectivas positivas para 2021 e 2022 (momento do ciclo favorável). Temos recomendação de Compra para MRFG3 com preço-alvo de 24/ação – clique aqui para acessar nossa tese de investimento completa.

Omega (OMGE3): durante o mês de abril, o desempenho das ações da Omega Geração ficou abaixo da performance do índice Ibovespa (0,7% vs. 1,9%). O desempenho mais negativo das ações do setor elétrico pode ser explicado por um cenário hidrológico mais adverso e preços de curto prazo mais elevados. Apesar disso, continuamos a acreditar que a Omega é uma das oportunidades de melhor risco-retorno no setor elétrico. Em primeiro lugar, destacamos que o valor atual das ações não reflete os ativos que a companhia já possuí. Além disso, a execução consistente de transações de M&A (fusões e aquisições) tanto dentro do Grupo Omega quanto com terceiros, deve reforçar a confiança dos investidores na estratégia de crescimento da Omega, bem como deve concretizar a visão de que a empresa é uma consolidadora no segmento de energias renováveis. Mantemos recomendação de Compra nas ações, com preço-alvo em 12 meses de R$50/ação.

Tenda (TEND3): nós mantemos a nossa visão positiva para a Tenda principalmente devido a: i) sólido histórico de execução da companhia; ii) potencial de forte crescimento devido ao desenvolvimento do seu modelo de construção off-site (remota e industrializada), que continua a todo vapor e deve iniciar suas operações no segundo semestre de 2021; e iii) o valuation atrativo de 8,7x P/L para 2022E. Consequentemente, reiteramos a nossa recomendação de compra para TEND3, com preço alvo de R$37,20/ação.

Vale (VALE3): mantemos a Vale em nosso portfólio recomendado com base nos preços mais altos do minério de ferro e um valuation atrativo. Vemos as ações da Vale sendo negociadas a 3,6x EV/EBITDA 2021E, contra pares globais em 5,0-5,5x. Em nossa opinião, a Vale deve negociar com prêmio em relação aos pares por (1) mudanças estruturais no setor siderúrgico na China (taxas de utilização mais altas) em favor de prêmios de qualidade e, portanto, produtos da Vale, (2) tendência de queda de longo prazo para os custos de produção com a retomada das operações e (3) dividendos elevados. Para 2021, esperamos um retorno com dividendos (dividend yield) mínimo de 6%, considerando média. minério de ferro de US$135 por tonelada (vs. preço atual em US$190/t).

Abra sua conta na XP Investimentos e conte com o nosso time especializado de assessores.

Alterações da carteira Top 10 Ações

Nesse mês, estamos realizando uma mudança na nossa Carteira Top 10 Ações XP: Entra Localiza (RENT3) e sai Omega (OMGE3).

Acreditamos ser um momento oportuno para realização do lucro obtido em Omega Geração (+7,1% desde que entrou na carteira em outubro de 2020) e destacamos o momento positivo para Localiza e para o setor de aluguel de carros de maneira geral, principalmente apoiados por (i) um bom cenário para resultados de curto-prazo, no qual esperamos se sustentar por mais tempo do que está precificado, visto que o bom momento para o segmento de Seminovos deve compensar eventual desaceleração no segmento de aluguel, dada as restrições no suprimento de veículos novos dentro da cadeia automotiva; e (ii) forte expectativa de crescimento, com novos mercados apresentando importantes avenidas de crescimento no futuro. Continuamos a acreditar que a Omega é uma das companhias de melhor risco-retorno no setor elétrico, e continuamos a considerar a ação como nossa preferida no setor. Mantemos nossa recomendação de Compra das ações OMGE3, com um preço-alvo de R$ 50/ação, reiterando nossa também recomendação de Compra para as ações RENT3, com preço-alvo de R$76/ação.

Top Dividendos XP

Em abril, nossa carteira Top Dividendos XP caiu -6,5%. Leia abaixo o que está por trás da performance de cada um dos 5 nomes no mês e o que esperamos olhando para frente.

AES Brasil (AESB3): a AES Brasil (antiga AES Tietê TIET11) usualmente apresenta lucros consistentes, embora possa haver um certo grau de volatilidade dependendo da incidência de chuvas. Em 2020 a companhia apresentou um payout de 88% que se traduz em um dividend yield de 5,4% no ano, o que reforça nossa visão de que a AES Brasil é uma das nossas preferidas como pagadora de dividendos. Estimamos um dividend yield de 8,7% em 2021-22 para as ações. Temos recomendação de compra em TIET11 com preço-alvo de R$ 18/ação.

Cesp (CESP6): a CESP continua a apresentar um sólido patamar de geração de caixa, conforme demonstrado ao longo dos últimos trimestres. Com isso, acreditamos que a companhia deve continuar a distribuir pelo menos o dividendo mínimo de R$1,85/ação previsto pelo seu estatuto. Em 2020 a companhia atingiu uma distribuição de 49% sobre o lucro líquido, reforçando a nossa visão de que a CESP é uma das nossas preferidas como pagadora de dividendos. Estimamos um dividend yield de 7,3% entre 2021 e 2022. Reiteramos nossa recomendação de Compra na CESP, com um preço-alvo de R$ 36/ação.

EdP (ENBR3): destacamos como positiva a nova política de dividendos adotada pela companhia em agosto de 2020, segundo a qual a EdP distribuirá a acionistas o maior entre os seguintes valores (i) 25% do Lucro Líquido, (ii) 50% do lucro líquido ajustado por efeitos não caixa como os resultados do segmento de transmissão e (iii) R$1/ação. Estimamos um dividend yield de 5,8% em 2021-22 para ENBR3. Mantemos nossa recomendação de Compra na EdP Energias do Brasil, com um preço-alvo de R$ 21/ação.

Engie (EGIE3): a Engie Brasil se destaca por sua capacidade diferenciada de se proteger de efeitos hidrológicos adversos, somada a sua diversificação de portifólio com a entrada nos setores de transmissão de energia e transporte de gás. Acreditamos que a companhia deverá manter uma prática de distribuição de 100% do Lucro Líquido aos acionistas em 2021, assim como ocorreu em 2020. Estimamos um dividend yield de 9,7% em 2021. Temos recomendação neutra em EGIE3 com preço-alvo de R$ 44/ação.

Copel (CPLE6): a companhia divulgou uma nova e robusta política de dividendos em janeiro de 2021. De acordo com a nova política as propostas de dividendos regulares serão calculadas conforme os critérios: (i) alavancagem abaixo de 1,5x = 65% do Lucro Líquido Ajustado, (ii) alavancagem entre 1,5x e 2,7x = 50% do Lucro Líquido Ajustado e (iii) alavancagem acima de 2,7x = 25% do Lucro Líquido Ajustado. Com isso, estimamos um dividend yield de 12,3% em 2021-22 para CPLE6. Mantemos nossa recomendação de Compra nas ações da Copel, com um preço-alvo de R$ 7,5/ação para CPLE6 e R$ 37,50 para CPLE11.

Alterações da carteira Top Dividendos

Neste mês, não realizamos nenhuma troca na nossa carteira Top Dividendos XP.

Top Small Caps XP

Estamos criando a Carteira Top Small Caps XP, com as 5 melhores ações sob nossa cobertura que possuem capitalização de mercado inferior a R$ 10 bilhões e que podem desempenhar acima do Ibovespa no horizonte de longo prazo.

Ânima (ANIM3): estamos adicionando a Ânima a nossa carteira small caps já que vemos a empresa bem posicionada no setor de educação já que seu foco em qualidade deve continuar sustentando o crescimento da base de alunos e receita com ticket médios altos. Também prevemos um contínuo crescimento de margem na medida em que a companhia evolui na implementação do seu modelo acadêmico híbrido. Além disso, a recém aprovada aquisição do Grupo Laureate no Brasil deve trazer importantes ganhos de sinergia à Ânima além de reforçar seu posicionamento de qualidade com marcas fortes em praças importantes como São Paulo e sua base de cursos de medicina. Por último, também esperamos um resultado relativamente melhor do primeiro trimestre em comparação às demais empresas de educação que devem apresentar resultados piores na comparação anual em função dos impactos negativos da segunda onda da pandemia no ciclo de captação do primeiro trimestres e nos índices de inadimplência.

Aura Minerals (AURA33): em nossa visão, a Aura deve divulgar resultados muito bons após mais um forte relatório de produção no 1T21 (67 mil onças de ouro equivalente). O principal destaque é o maior preço de cobre compensando parcialmente a queda no preço do ouro. Além disso, o EBITDA da mina Gold Road (US$3,4 milhões, em nossa visão) deve ser integralmente incluído no resultado consolidado, uma vez que sua produção foi declarada comercial em dezembro de 2020. Acreditamos que o mercado deve prestar atenção na teleconferência de resultados da empresa para entender melhor a evolução dos teores nas minas e o crescimento de produção nas minas de Aranzazu e Gold Road. Vemos a Aura sendo negociada a 2,9x EV/EBITDA 2021E e 1,8x 2024E (atingindo uma produção de 352 mil onças de ouro equivalente, em nossa visão), abaixo de seus pares (que negociam entre 4x e 5x 2021E), e assumimos um preço médio de US$1.820/oz para o ouro em 2021. Acreditamos que a empresa esteja bem posicionada para aproveitar os benefícios de seu plano de expansão e destravar valor quando declarar novos recursos e reservas. Adicionalmente, estimamos um retorno com fluxo de caixa de 14% em 2021E e Dívida Líquida/EBITDA de -0,7x 2021E. Mantemos nossa recomendação de Compra para Aura (preço-alvo de R$95 por BDR).

Jalles Machado (JALL3): um dos melhores players do setor de açúcar e etanol e maior exportador de açúcar orgânico do mundo, a Jalles tem como principal ponto de diferenciação no setor o fato de que mais de um terço de sua receita é proveniente de produtos não commoditizados, o que sinalizaria menor volatilidade nos resultados e prêmio vs. a commodity. Soma-se a isso o bom momento das commodities agrícolas, com preços altos tanto para açúcar quanto etanol frente ao aumento na demanda, além dos desafios para aumentar a produção diante de um cenário climático mais complicado para esta safra. Em função do IPO recente, acreditamos que o valor da empresa se encontra descontado vs. a São Martinho, peer mais próximo, enquanto em nosso valuation enxergamos razões para que a empresa seja negociada com prêmio. Temos recomendação de Compra para JALL3 com preço-alvo de 14/ação – clique aqui para acessar nossa tese de investimento completa.

Lavvi (LAVV3): nós vemos a Lavvi bem posicionada para se beneficiar do ciclo positivo pro segmento de alta-renda nos próximos anos (juros imobiliários nas mínimas históricas, demanda aquecida por imóveis e forte apetite dos bancos para concessão de crédito imobiliário) dada a combinação de sólido histórico de execução, balanço desalavancado e extenso banco de terrenos, o que abre espaço para seu robusto plano de crescimento. Adicionalmente, vemos a ação negociando a um valuation atrativo de 1.5x P/VP (vs. retorno sobre PL estabilizado de aprox. 20%). Como resultado, mantemos a nossa visão positiva para companhia e mantemos a recomendação de compra (preço-alvo de R$11.50/ação).

Grupo Soma (SOMA3): vemos (i) a companhia bem posicionada para consolidar o mercado de vestuário de luxo; (ii) muito espaço para crescer organicamente; (iii) potencial  de geração de valor através de iniciativas operacionais, como a integração de estoques entre canais, e digitais, como o lançamentos dos apps das marcas; e (iv) outras opcionalidades como a Farm Global, que tem evoluído muito bem, e ganhos de sinergias com as aquisições concluídas recentemente, como a NV. Além disso, esperamos uma dinâmica de resultados de curto prazo sólida mesmo durante um cenário de mobilidade mais restritivo, enquanto vemos o setor de vestuário como um dos principais beneficiários da flexibilização das restrições da Covid-19. Finamente, vemos riscos positivos com a combinação de negócios anunciada no dia 26 de abril com a Hering (link). Saiba mais sobre nossa tese para as ações de Grupo Soma (SOMA3) em nosso relatório aqui.

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O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

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