Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território misto, com o IBOV andando de lado (-0,01%) e o ISE avançando 0,65%.
• No Brasil, (i) o Banco Central anunciou novas exigências para a divulgação de informações sobre riscos sociais, ambientais e climáticos pelas instituições financeiras reguladas – o novo modelo passa a incluir um conjunto de métricas e indicadores padronizados que permitirão maior comparabilidade entre as instituições, a serem feitos no Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (GRSAC); e (ii) a Lei do Combustível do Futuro, que consolidou um novo marco regulatório para a produção e o uso de combustíveis sustentáveis no país, pode mobilizar cerca de R$ 260 bilhões em investimentos até 2037, segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira – na sua visão, a legislação criou maior segurança jurídica e regulatória para projetos de descarbonização.
• Do lado das empresas, de olho em governança corporativa, a Cosan está em conversas avançadas com um consórcio formado pela COFCO e a Bunge para vender uma fatia de 15% na Rumo – o sticking point, contudo, pode ser a governança da empresa, dado que os controladores não parecem estar dispostos a ceder poder político desproporcional à participação.
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Brasil
Empresas
AWS se debruça para analisar Redata e proposta de redução do ICMS para data centers
“As equipes fiscal e de políticas públicas da Amazon Web Services (AWS) estão dedicada a acompanhar os efeitos das isenções de impostos federais previstas pelo Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), aprovado pelo Senado na terça-feira (1º), e à pauta da reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), nesta sexta-feira (4). A divisão de serviços de nuvem e IA da Amazon está no grupo de empresas de tecnologia que esperam que a aprovação do Redata estimule os estados a um consenso sobre a proposta de redução de 90% do ICMS para equipamentos voltados a data centers, nesta sexta-feira. “Temos vários desdobramentos acontecendo, o Redata foi aprovado há 48 horas e não sabemos qual vai ser a resposta do Confaz dos estados”, comentou a vice-presidente da AWS para a América Latina, Paula Bellizia, em conferência com jornalistas nesta quinta-feira (3), durante o evento anual da empresa, o AWS Summit, em São Paulo. Bellizia comentou que a empresa está acompanhando os temas de perto com equipes se debruçando só pra esse assunto. “Nossas equipes globais estão superinteressadas”, acrescentou. A executiva disse que mudanças de planos de investimentos no Brasil não estão previstas, no momento, seja após a aprovação do Redata, que ainda depende de regulamentação, ou do que for decidido pelo Confaz. “A gente vai precisar aguardar os próximos dias”, pontuou.”
Fonte: Valor Econômico; 03/09/2026
Brasil pode aproveitar ‘powershoring’ com energia limpa para atrair empresas, diz estudo
“Às vésperas das eleições de 2018, o economista Bernard Appy percorreu comitês de campanha e grupos da sociedade civil ao lado de pesquisadores do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal). O objetivo era colocar em pauta o tema da reforma tributária. O assunto não virou tema quente no período eleitoral, mas quando a discussão foi pautada no Congresso Nacional, ao longo dos governos de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as propostas do CCiF tiveram influência decisiva. Ao longo desta semana, uma equipe liderada pelo economista Luiz Awazu Pereira da Silva chega a São Paulo com objetivo semelhante: colocar um tema no debate público. Eles apresentarão em diversos fóruns —entre eles Fiesp, Febraban, ONGs e entidades ligadas ao agronegócio— o estudo “Crescimento liderado pelo investimento na transição ecológica do Brasil”, realizado com o apoio do Cetex (Centre for Economic Transition Expertise) da LSE (London School of Economics), e da organização não-governamental ICS (Instituto Clima e Sociedade). O estudo defende que, se tomar as decisões certas, o Brasil pode se aproveitar do “powershoring”, conceito desenvolvido pelo economista Jorge Arbache, um dos coautores do texto. Indústrias que usam energia de forma intensiva estão se mudando para países ou regiões com oferta energética abundante. Num contexto geopolítico em que o acesso aos combustíveis fósseis é cada vez mais incerto, torna-se uma vantagem se essa oferta for de energia limpa. O estudo mostra que o Brasil tem várias condições para atrair elos de cadeias industriais que se beneficiam do “powershoring”. Neutralidade geopolítica, distância de zonas de conflito, presença de minerais críticos, água e biomassa, e descoberta de novas reservas de petróleo que possam financiar a transição energética. Além, é claro, de abundância de energia hidrelétrica, eólica e solar.”
Fonte: Folha de São Paulo; 03/09/2026
Rumo: COFCO e Bunge negociam governança
“A Cosan está em conversas avançadas com um consórcio formado pela COFCO e a Bunge para vender uma fatia de 15% na Rumo, fontes a par do assunto disseram ao Brazil Journal. A proposta em discussão é “substancialmente acima do preço de tela”, mas não há garantias de que as partes chegarão a um acordo. O sticking point pode ser a governança da empresa. Nem o Rubens [Ometto] nem o [André] Esteves estão dispostos a ceder poder político desproporcional à participação,” disse uma fonte com acesso aos dois empresários. Ontem, o Grupo Mexico – que também estava no páreo – desistiu do processo após não obter as concessões de governança que queria. Rumores sobre a desistência fizeram a ação da Rumo cair mais de 4%, com o mercado especulando que o abandono dos mexicanos aumentará o poder de barganha da COFCO na reta final. Mas a fonte com acesso aos controladores disse que a Cosan “não se sente obrigada” a fazer uma venda porque a companhia tem outras alternativas de monetização de ativos, incluindo uma conversa já em curso em outra parte do portfólio.”
Fonte: Brazil Journal; 03/09/2026
Política
Lei do Combustível do Futuro abre caminho para investimentos, diz Silveira
“A Lei do Combustível do Futuro consolidou um novo marco regulatório para a produção e o uso de combustíveis sustentáveis no Brasil e pode mobilizar cerca de R$ 260 bilhões em investimentos até 2037, segundo estimativa apresentada nesta quarta-feira, 2, durante um seminário na Câmara dos Deputados. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a legislação criou maior segurança jurídica e regulatória para projetos de descarbonização. Segundo Silveira, o avanço dos biocombustíveis também abre oportunidades para o agronegócio. O ministro citou, por exemplo, investimentos relacionados ao plantio de 180 mil hectares de macaúba no sertão da Bahia, no Norte de Minas Gerais e no Vale do Jequitinhonha. “A política pública fortalece o agronegócio, impulsiona a economia e amplia a contribuição do Brasil para a transição energética”, disse. Segundo Silveira, a lei também tem potencial para gerar aproximadamente 200 mil empregos e evitar a emissão de 705 milhões de toneladas de gases de efeito estufa. “A Lei do Combustível do Futuro avançou com a regulamentação do combustível sustentável de aviação, do diesel verde e de outras políticas de descarbonização”, afirmou. Entre as medidas estruturadas pela lei estão programas para SAF (combustível sustentável de aviação), diesel verde e biometano, além da ampliação das possibilidades de mistura de etanol e biodiesel. A legislação também regulamentou atividades de captura e armazenamento de carbono e integrou políticas relacionadas à mobilidade sustentável.”
Fonte: NovaCana; 03/09/2026
“O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira (3) novas exigências para a divulgação de informações sobre riscos sociais, ambientais e climáticos pelas instituições financeiras reguladas. Segundo a autoridade monetária, o novo modelo passa a incluir um conjunto de métricas e indicadores padronizados que permitirão maior comparabilidade entre as instituições. Os ajustes serão feitos no Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (Relatório GRSAC), que é divulgado pelas instituições reguladas. Os novos requerimentos de divulgações contemplam aspectos relativos ao risco climático, nas vertentes de risco físico e de transição, ao risco social e ao ambiental. Há também padronização na forma de divulgação de metas e compromissos voluntários assumidos pelas instituições relacionados a essa temática. As novas regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2027, com cronograma gradual de divulgação das informações, de acordo com o porte e o perfil das instituições. O relatório GRSAC deve estar disponível no sítio da instituição na internet, pelo período de cinco anos, contados a partir da data de sua divulgação. As informações devem estar disponíveis também em formato de dados abertos. Segundo o BC, o objetivo é ampliar a transparência sobre como as instituições identificam, monitoram e gerenciam riscos relacionados a temas sociais, ambientais e climáticos.”
Fonte: Valor Econômico; 03/09/2026
CVM quer acelerar uso de IA na supervisão do mercado
“Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pretende acelerar a adoção de IA na supervisão do mercado de capitais, afirmou o presidente da autarquia, Otto Lobo, nesta quinta-feira (3), durante o Token Summit, em São Paulo. “Na nossa nova forma de supervisionar o mercado, não podemos mais atuar como antes”, afirmou. “O meu mandato é exatamente para fazer essa mudança rapidamente.” O presidente da CVM disse que representantes da autarquia estiveram recentemente nos Estados Unidos para conhecer soluções utilizadas por participantes do mercado. A agenda incluiu reuniões com a Bolsa de Nova York (Nyse), Nasdaq, SEC (CVM americana) e CFTC, além de empresas especializadas em tecnologia para supervisão de mercados. Segundo ele, a evolução tecnológica e o aumento da capacidade de processamento de dados exigem uma mudança na maneira como o regulador acompanha as operações do mercado. A autarquia criou recentemente um grupo de trabalho dedicado ao tema, com prazo inicial de 60 dias para as primeiras discussões e participação aberta a agentes do mercado. Segundo o presidente da CVM, o objetivo é avançar ainda neste ano na discussão sobre novas infraestruturas de negociação e supervisão de valores mobiliários. Ele afirmou que a autarquia não pretende mais tratar o tema apenas como uma experiência restrita a ambientes de sandbox regulatório.”
Fonte: Valor Econômico; 03/09/2026
Internacional
Empresas
Microsoft contesta custos de data centers após se comprometer a proteger os consumidores de energia
“A Microsoft está contestando iniciativas que exigem que as gigantes de tecnologia (“Big Techs”) paguem antecipadamente pela infraestrutura de energia, apenas alguns meses após assinar um compromisso — liderado por Donald Trump — de proteger os consumidores desses custos. A gigante da tecnologia recorreu à Suprema Corte da Virgínia contra novas regras estaduais — o estado abriga a maior concentração de data centers do mundo — que obrigam os desenvolvedores a pagar antecipadamente pela construção de infraestrutura de transmissão. Embora a notificação de recurso não tenha detalhado as objeções, a Microsoft já havia alertado que a decisão poderia conflitar com esforços federais para lidar com a questão. A contestação ocorre em um momento em que data centers em todos os EUA enfrentam forte reação negativa devido ao seu impacto nos custos de eletricidade, no abastecimento de água e na poluição sonora. Projetos desse tipo totalizando mais de US$ 130 bilhões foram bloqueados ou adiados no primeiro trimestre de 2026, segundo a Data Centre Watch. Em outubro, a Microsoft cancelou planos para uma instalação de 244 acres (cerca de 99 hectares) em Caledonia, Wisconsin, após enfrentar oposição local. O aumento dos custos de eletricidade é uma preocupação particular para a administração Trump às vésperas das eleições de meio de mandato, num momento em que os americanos enfrentam dificuldades financeiras generalizadas. Segundo a Administração de Informações sobre Energia (EIA), os custos de eletricidade residencial subiram 15% desde que o presidente assumiu o cargo. A Dominion Energy, concessionária que atende grande parte da região de data centers da Virgínia, solicitou permissão à Comissão de Corporações do Estado da Virgínia, no início deste ano, para recuperar mais de US$ 1,5 bilhão gastos no desenvolvimento de infraestrutura de transmissão. Anteriormente, grande parte desses gastos era financiada pela própria empresa e recuperada por meio das contas dos consumidores.”
Fonte: Financial Times; 03/09/2026
Política
“A Espanha quer que a UE tribute os lucros das empresas de petróleo e gás para financiar medidas de adaptação às mudanças climáticas, após secas e incêndios florestais terem devastado a Europa Ocidental durante o verão mais quente já registrado na região. A ministra espanhola da Transição Ecológica (e terceira vice-presidente), Sara Aagesen Muñoz, pediu à UE que estabeleça um fundo de adaptação climática, financiado por medidas que incluem a tributação permanente dos lucros de petróleo e gás e a emissão de mais dívida conjunta, para ajudar a custear proteções contra eventos extremos provocados pelas mudanças climáticas. O governo espanhol apresentou essas recomendações em uma carta e em um documento de diretrizes — aos quais o Financial Times teve acesso — endereçados ao comissário de Clima da UE, Wopke Hoekstra, que apresentará uma nova estratégia de adaptação e resiliência climática neste outono. “Muitos Estados-membros estão altamente expostos, como eventos recentes demonstraram claramente”, afirmou Aagesen Muñoz. A estratégia deve tornar a Europa “capaz de antecipar e responder coletivamente aos riscos climáticos” e de “mobilizar os recursos necessários para viabilizar os investimentos exigidos”. Incêndios florestais e secas já prejudicaram a economia europeia; a Espanha citou estimativas do banco Triodos indicando que o calor extremo poderia reduzir o PIB da UE em cerca de 1% em 2026 e em cerca de 2,3% até 2050. O sul da Europa, incluindo Espanha, França e Portugal, sofreu alguns dos efeitos mais drásticos das ondas de calor deste ano, como escassez de água e incêndios florestais. Economistas estimam que o custo da seca na Europa neste verão foi de pelo menos 50 bilhões de euros, sendo que uma instituição financeira chegou a projetar um custo total de até 180 bilhões de euros.”
Fonte: Financial Times; 04/09/2026
El Niño exige ‘mobilização nunca antes vista’, diz órgão global
“A Organização Meteorológica Mundial (OMM) atualizou a situação do El Niño, com perspectiva de intensificação do fenômeno nos próximos meses. A entidade alertou “grandes impactos nos padrões de chuva e temperatura, e riscos associados de inundações, secas e calor extremo”. As previsões da OMM indicam uma probabilidade de quase 100% de o El Niño permanecer ativo até fevereiro de 2027. Segundo a OMM, esta é a primeira vez que uma atualização do órgão sobre um fenômeno climático é tão evidente, com forte consenso dentro da organização. Causado pelas temperaturas quentes no Pacífico Equatorial, o fenômeno vai se fortalecer nos próximos meses, e chegar a intensidade “muito forte” antes de atingir o pico no final de 2026. Os impactos se estenderão ao longo de 2027. A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, ressalta que já estão sendo registradas devastações causadas por secas e inundações, e a projeção é que os impactos aumentem à medida que o fenômeno se intensifique. “Este El Niño excepcional exige preparação e resposta excepcionais. Nunca antes nos 50 anos de história da Organização Meteorológica Mundial lançamos uma mobilização tão grande com os Serviços Meteorológicos e Hidrológicos Nacionais”, completou.”
Fonte: Valor Econômico; 04/09/2026
Com atraso, Reino Unido anuncia aporte de 400 milhões de libras no TFFF
“O Reino Unido acaba de anunciar um aporte de 400 milhões de libras (aproximadamente US$ 540 milhões) no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), mecanismo financeiro para remunerar os países em desenvolvimento que preservam suas florestas tropicais. O anúncio era esperado durante a COP30, no ano passado, ao lado dos compromissos de Alemanha e Noruega. Na época, a negativa britânica causou grande decepção. Com o investimento, o volume de recursos do TFFF ultrapassa US$ 7 bilhões em compromissos de oito países: Brasil, Indonésia, Noruega, Alemanha, França, Holanda, Portugal e Luxemburgo. A maior contribuição até o momento foi anunciada pela Noruega, no valor de US$ 3 bilhões. A meta é chegar a US$ 10 bilhões até a COP31, em novembro. Pelo menos cinco países, no entanto, aguardam o resultado da eleição presidencial no Brasil para anunciar seus compromissos. Os potenciais novos investidores são China, Japão, Coreia do Sul e Canadá. Há também a expectativa de que a Holanda e a Alemanha anunciem investimentos adicionais. Há um receio entre potenciais investidores de o fundo ser descontinuado em uma eventual mudança de governo no Brasil, o que estaria levando esses países a esperarem o resultado das eleições em outubro antes de se comprometer publicamente.”
Fonte: Capital Reset; 03/09/2026
“Na quarta-feira, um juiz de Washington impediu a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA de encaminhar ao Congresso — controlado pelos republicanos — as normas históricas da Califórnia sobre emissões veiculares para uma possível revogação. As quatro autorizações especiais enviadas pela EPA ao Congresso para análise concediam à Califórnia autonomia para estabelecer seus próprios padrões de emissão para carros e caminhões, bem como para equipamentos de jardinagem. O governo Trump tem empreendido esforços em várias frentes para impedir a Califórnia de exigir veículos mais limpos e elétricos. A EPA e o Congresso também aprovaram regras que facilitam a venda de carros e caminhões movidos a gasolina pelas montadoras, ao mesmo tempo em que tornam mais cara a compra de veículos elétricos. Se o governo Trump obtiver êxito, a Califórnia ficará impedida indefinidamente de regular as emissões de escapamento, e um futuro presidente democrata não conseguirá restaurar facilmente os poderes regulatórios do estado. Em junho, a EPA afirmou que as autorizações especiais de emissões veiculares concedidas à Califórnia — com base na lei federal Clean Air Act durante administrações democratas anteriores — deveriam ter sido enviadas aos legisladores sob a Congressional Review Act (CRA). Isso permitiria ao Senado dos EUA revogá-las por maioria simples, em vez de exigir os 60 votos necessários para a maioria das legislações. A CRA permite apenas a revogação de regulamentos. A Califórnia entrou com uma ação judicial para impedir a medida, alegando ser ilegal enviar as autorizações ao Senado com base na CRA, uma vez que se tratava de autorizações especiais e não de regulamentos.”
Fonte: Reuters; 03/09/2026
Republicanos do Texas se voltam contra data centers de Trump
“Há menos de um ano, o governador do Texas, Greg Abbott, exaltava o Estado como o “epicentro do desenvolvimento de IA”. Agora, em sua campanha pela reeleição, ele defende uma ampla série de novas restrições aos data centers. E ele está longe de ser o único. Em todo o país, enquanto os democratas surfam uma onda de oposição local aos data centers às vésperas das eleições de novembro, os republicanos estão cada vez mais se afastando da agenda pró-inteligência artificial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Candidatos republicanos em pelo menos cinco Estados – incluindo Michigan, Wisconsin e Pensilvânia – adotaram recentemente um discurso mais duro sobre data centers ou propuseram restrições à sua construção, criando uma nova divisão dentro do partido. O debate está “colocando de um lado os instintos favoráveis ao crescimento e a pressão para derrotar a China na corrida pela IA e, de outro, uma reação populista em torno do custo de vida”, disse Brad Dayspring, estrategista republicano da Purple Strategies.”
Fonte: Valor Econômico; 03/09/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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