IBOVESPA +1,40% | 183.447 Pontos
CÂMBIO -0,99% | 5,16/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 1,4%, aos 183.477 pontos. O dia foi marcado por um tom mais otimista nos mercados, impulsionado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, ao final do pregão da véspera, indicando que o conflito no Oriente Médio estaria mais próximo do fim. O sentimento também foi favorecido por uma mensagem do Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, informando que a Marinha norte-americana havia escoltado com sucesso um petroleiro pelo Estreito de Ormuz. Com isso, os preços do petróleo passaram a recuar ao longo do dia, encerrando com queda de 11,16%.
Rumo (RAIL3, +7,0%) liderou os ganhos, refletindo rumores de mercado sobre possíveis tratativas para a venda do ativo à Ultrapar (UGPA3), embora o CEO da Cosan, controladora da Rumo, tenha negado a intenção de venda. Na ponta negativa, Raízen (RAIZ4, -5,4%) esteve entre as principais quedas. Após o fechamento do mercado, surgiram notícias de que a companhia entrou com pedido de recuperação extrajudicial.
Para o pregão de quarta-feira, o principal destaque da agenda internacional será a divulgação do CPI de fevereiro nos Estados Unidos. Pela temporada de resultados do 4T25, o mercado acompanhará os balanços de Azzas, Smart Fit, Vibra, Brava, Cogna e Braskem, entre outros.
Renda Fixa
Os juros futuros recuaram no Brasil nesta terça‑feira em meio à nova queda expressiva do petróleo, superior a 10%, que reduziu o prêmio de risco na ponta longa e aliviou os prêmios de inflação. Os DIs fecharam em 13,56% no jan/27 (‑18 bps vs. ajuste anterior), 13,09% no jan/29 (‑24 bps) e 13,42% no jan/31 (‑24 bps).
Nos EUA, por outro lado, as Treasuries avançaram sob dúvidas de navegação no estreito de Ormuz. A T‑Note de 2 anos fechou em 3,59% (+4 bps), a T‑Note de 10 anos em 4,15% (+5 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,78% (+6 bps).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,2%), diante do conflito no Oriente Médio e enquanto investidores aguardam a divulgação do CPI de fevereiro. Na sessão anterior, os índices tiveram desempenho misto, com o S&P 500 caindo 0,2% e o Nasdaq permanecendo praticamente estável. Nove dos onze setores do S&P terminaram no negativo, com tecnologia e comunicação sendo os únicos a registrar ganhos modestos.
Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -1,0%), refletindo a intensificação das operações militares no Oriente Médio. Relatos indicam que forças americanas afundaram navios iranianos próximos ao Estreito de Ormuz, após suspeitas de que Teerã tentava minar a rota marítima.
Na China, os mercados fecharam mistos (HSI: -0,2%; CSI 300: +0,6%), enquanto o restante da região apresentou recuperação. O Nikkei japonês subiu 1,4% e o Kospi sul-coreano avançou 1,4%. O movimento refletiu alívio parcial após o recuo do petróleo na terça-feira, diante de discussões no G7 sobre possível liberação de reservas estratégicas para conter o choque de oferta.
IFIX
O IFIX fechou o pregão de terça-feira em queda de 0,07%. Entre os segmentos, os Fundos de Recebíveis registraram queda de 0,30%, enquanto os Híbridos recuaram 0,17%. Os Fundos de Tijolo tiveram alta de 0,13%, impulsionados por uma variação mista dentro do grupo: Lajes Corporativas caíram 0,19%, Shoppings tiveram leve baixa de 0,10%, enquanto Ativos Logísticos avançaram 0,20%. Outros segmentos também mostraram desempenho positivo, como os fundos de Multiestratégia, que subiram 0,48%, e os FOFs, que apresentaram alta moderada de 0,27%. Entre as maiores altas do pregão estiveram GZIT11 (+1,8%), PATL11 (+1,5%) e TVRI11 (+1,4%). No campo negativo, os principais destaques foram BPML11 (-4,0%), VINO11 (-2,4%) e BTAL11 (-1,6%).
Economia
As vendas de moradias existentes nos Estados Unidos subiram 1,7% no mês passado, para 4,09 milhões de unidades, acima das estimativas, embora ainda apresentem queda de 1,4% na comparação anual. O movimento refletiu sobretudo a redução das taxas de hipoteca em 2026, com a taxa média da hipoteca de 30 anos em 6%. No mercado de energia, o petróleo recuou mais de 11% após três sessões de forte alta, com o Brent para maio caindo para US$ 87,80/barril, diante de relatos de tráfego marítimo no Estreito de Ormuz e da sinalização de maior oferta, incluindo proposta da AIE de liberar 182 milhões de barris de reservas estratégicas.
Na agenda internacional desta quarta-feira, destaque para a divulgação do CPI de fevereiro nos EUA, com o consenso apontando alta de de 2,5% no cheio e 2,4% no núcleo do indicador. Apesar de importante, o resultado tende a ter efeito limitado sobre as expectativas de cortes de juros, dada a elevada volatilidade associada ao choque do petróleo. No Brasil, o destaque é a divulgação das vendas no varejo de janeiro, com projeção de queda de 0,2% ante o mês anterior no restrito e alta de 0,4% ante o mês anterior no ampliado.
Veja todos os detalhes
Economia
Divulgação de inflação nos EUA é ofuscada pela crise dos preços do petróleo
- As vendas de moradias existentes nos Estados Unidos subiram 1,7% no mês passado, para uma taxa anualizada ajustada sazonalmente de 4,09 milhões de unidades, acima das estimativas de 3,89 milhões de unidades. Na comparação anual, contudo, as vendas totais de imóveis existentes recuaram 1,4%. A melhora refletiu principalmente as taxas de hipoteca, que caíram consideravelmente neste ano; a taxa média da hipoteca popular de 30 anos com taxa fixa ficou em 6% na semana passada, segundo dados da Freddie Mac. O estoque de imóveis existentes aumentou 2,4%, para 1,29 milhão de unidades, ainda bem abaixo dos níveis pré-pandemia, entre 1,5 milhão e 1,6 milhão de unidades;
- O petróleo fechou em queda de mais de 11% ontem, após três sessões consecutivas de forte alta. Investidores ponderaram relatos de trânsito marítimo no Estreito de Ormuz e notícias de que a Agência Internacional de Energia (AIE) pode elevar a oferta global da commodity. O Brent para maio caiu 11,2% (US$ 11,16), a US$ 87,80 por barril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE) de Londres. Vale destacar que a AIE propôs a liberação de 182 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas de alguns países — o maior volume já proposto — com o objetivo de reduzir os preços do petróleo. A proposta foi distribuída em uma reunião de emergência de autoridades de energia dos 32 países-membros da AIE nesta terça-feira, e a expectativa é de que uma decisão seja anunciada hoje;
- A agenda internacional desta quarta-feira tem como destaque a divulgação da inflação ao consumidor (CPI) de fevereiro nos Estados Unidos. Espera-se que o CPI cheio acelere para 2,5%, ante 2,4% em janeiro, enquanto o núcleo do CPI — que exclui itens mais voláteis, como alimentos e energia — deve recuar para 2,4%, de 2,5%. Embora relevante, o dado de CPI não deve alterar, neste momento, as perspectivas de cortes de juros, dada a elevada volatilidade dos mercados associada ao choque nos preços do petróleo. No Brasil, serão divulgados os dados de vendas no varejo (restrito e ampliado) de janeiro. Projetamos queda de 0,2% M/M no varejo restrito e alta de 0,4% M/M no varejo ampliado.
Commodities
Mineração e Siderurgia: Eventos de política e estoques elevados mantêm preços de minério de ferro voláteis
- Os sinais do mercado de minério de ferro enfraqueceram novamente em Fev’26:
- (i) os preços permaneceram voláteis (entre US$95-110/t), com manchetes de política e cortes temporários de BF moldando o sentimento;
- (ii) a demanda aparente de aço da China deve cair A/A em Fev’26, com queda também na produção de aço bruto e ferro-gusa, mesmo com exportações permanecendo elevadas (~120Mt anualizados);
- (iii) os estoques seguem elevados, com estoques portuários subindo M/M e estoques de aço aumentando, apontando para um mercado bem abastecido;
- Enquanto a demanda de aço ligada à manufatura permanece resiliente e as adições de oferta parecem limitadas no curto prazo (pausa em Simandou, disputa CMRG-BHP), os preços de minério de ferro podem continuar voláteis, embora o suporte de custo sugira downside limitado frente aos níveis atuais (~US$103/t);
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Empresas
WEG (WEGE3): Tijolo por tijolo, constrói‑se um castelo
- Investidores frequentemente nos questionam se a WEG conseguirá entregar o crescimento de lucros necessário para justificar seu valuation, especialmente com um 2026E mais fraco pela frente, mas nosso mergulho profundo em cada linha de negócios nos dá confiança de que a equação de crescimento permanece intacta;
- T&D continua sendo o alicerce da tese, sustentado por nova capacidade e por um ciclo plurianual de renovação de redes elétricas ao redor do mundo, enquanto o mercado frequentemente subestima a relevância dos segmentos mais cíclicos (motores industriais e automação) para a trajetória de crescimento da WEG, especialmente nos mercados externos (impulsionados pela estratégia de motion drive);
- Ao mesmo tempo, novas avenidas adicionam camadas incrementais e estruturais de crescimento, fortalecendo a visibilidade de médio prazo. Em conjunto, nossa abordagem bottom-up de modelagem de receita nos leva a uma projeção de crescimento de ~13–15% da receita ao longo da década, o que enxergamos como suficiente para justificar um P/E de ~25–30x para uma empresa de alto ROE como a WEG;
- Embora continuemos vendo upside limitado para as ações (daí nossa recomendação Neutra), acreditamos ter uma postura relativamente mais construtiva do que investidores locais, com valuation enviesado ao lado positivo, pois entendemos que a aceleração do crescimento de lucros deve sustentar múltiplos estruturalmente elevados nos próximos anos;
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Gerdau (GGBR4): Balanceando a força na América do Norte com a fraqueza no Brasil
- Na semana passada, conduzimos um NDR com o CFO da Gerdau, Sr. Rafael Japur, e o time de RI, com conversas que nos ajudaram a aprofundar a leitura de cada divisão;
- Embora nós continuamos cautelosos com o Brasil, dado o ambiente fragilizado de demanda e preços, esperamos que a América do Norte continue melhorando ao longo de 2026E, sustentada por níveis fortes de backlog e pelos recentes aumentos de preços em meio às proteções comerciais da Section 232. Nesse sentido, mesmo assumindo:
- (i) normalização das margens nos EUA a partir de 2027E; e
- (ii) um pano de fundo doméstico ainda desafiador, nossa análise aponta para yields de FCF permanecendo amplamente estáveis em ~9–10% em 2026–27E; apoiados por
- (iii) menores necessidades de capex, à medida que os grandes investimentos se encerram;
- (iv) reduções de custo provenientes dos investimentos em Miguel Burnier;
- (v) o ramp-up das expansões em Ouro Branco e Midlothian; e
- (vi) upside adicional de potenciais desinvestimentos no Brasil.
- Por fim, também estamos refinando nossas estimativas para a Gerdau, reiterando nossa recomendação de Compra e introduzindo nosso preço-alvo de fim de 2026 de R$25,00/ação;
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Marcopolo (POMO4): Dados de produção sequencialmente melhores para Marcopolo e para a indústria
- A FABUS divulgou seus dados de produção de carrocerias de ônibus referentes a Fev’26, com produção total de 2.128 unidades, -3% A/A porém +53% M/M, em linha com a sazonalidade. Observamos a combinação de
- (i) produção para o mercado doméstico em -5% A/A (com ônibus urbanos como destaque negativo, -25% A/A para 633 unidades); e
- (ii) exportações melhorando +17% A/A e +110% M/M, com destaque para ônibus rodoviários, cujas exportações subiram +121% M/M;
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Cosan (CSAN3) | Resultados do 4T25: Aumento de capital, queda da dívida líquida
- Na segunda-feira (9), após o fechamento do mercado, a Cosan divulgou os resultados do 4T25. Embora a maioria das OpCos já tivesse divulgado seus resultados, as novidades no comunicado de ontem estavam relacionadas principalmente à estrutura de capital após o recente aumento de capital de R$ 10,5 bilhões em novembro de 2025;
- A dívida líquida corporativa da Cosan (incluindo o valor de resgate das ações preferenciais) diminuiu substancialmente, como esperado, em R$ 8,4 bilhões, para R$ 16,3 bilhões;
- Hoje (10), a Cosan também realizou sua teleconferência de resultados. Os principais tópicos foram: (i) otimização da estrutura de capital, (ii) a possível venda da Rumo e (iii) alternativas em discussão para a Raízen;
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Vale (VALE3): Crescimento do cobre, resiliência do minério de ferro e disciplina de capital reforçada
- Hoje, participamos de uma reunião com o CEO da Vale, Gustavo Pimenta, e o Diretor de RI, Thiago Lofiego, com discussões centradas na agenda de crescimento do cobre da companhia, na previsão do mercado de minério de ferro e nas prioridades de alocação de capital;
- Em metais básicos, o management destacou a aceleração do crescimento do cobre apoiado por resultados robustos de exploração em Carajás e por um pipeline de projetos em progresso, enquanto mantém opcionalidade estratégica para a VBM (IPO ou parcerias), mas sem decisão imediata;
- Em minério de ferro, a Vale permanece construtiva quanto aos fundamentos, citando redução de estoques, melhora em prêmios e tendências de depleção em toda a indústria, com flexibilidade de portfólio sustentando margens;
- Por fim, a companhia reafirmou seu framework disciplinado de alocação de capital, priorizando buybacks e dividendos e sinalizando nenhuma urgência para M&As dado a base de ativos atual do portfólio;
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PRIO (PRIO3) | Resultados do 4T25: Resultados em linha, porém a atenção está voltada para Wahoo e dividendos
- Nesta terça-feira (10), após o fechamento do mercado, a PRIO divulgou os resultados do 4T25. O EBITDA ajustado de US$ 324 milhões (incluindo despesas com a paralisação da Peregrino em outubro de 2025) ficou em linha com nossas estimativas (+2% vs. XPe);
- O EBITDA da PRIO aumentou sequencialmente (+7% t/t) apesar dos preços mais baixos do Brent, de US$ 63/bbl (queda de -7,5% q/q em relação aos US$ 68/bbl no 3T25). O aumento é explicado principalmente pelos volumes de vendas significativamente mais altos, com a ajuda do lifting cost mais baixo, mas parcialmente compensados por preços de realização mais fracos;
- No comunicado, a PRIO também comentou que o primeiro óleo de Wahoo é esperado nos próximos dias – um marco importante na tese de investimento;
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Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Agronegócio & Transportes | O Paradoxo Margem-Produção
- Entre 24 e 26 de fevereiro, realizamos mais uma edição do nosso XP Crop Tour pelas principais cidades do MT. Nos reunimos com todos os segmentos da cadeia de valor do agronegócio, incluindo produtores rurais, fornecedores de insumos, tradings, instituições financeiras e operadores logísticos;
- O paradoxo entre escassez de financiamento, margens comprimidas e, ainda assim, expansão contínua da área plantada e da produção permanece, em nossa visão. Disrupções na cadeia de fertilizantes são um risco que precisaremos monitorar de perto nos próximos meses;
- Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/agronegocio-transportes-o-paradoxo-margem-producao/
- Papel e Celulose: Melhora de momentum com foco em desalavancagem – feedback do roundtable com a CFO da Klabin
- Hoje, participamos de uma reunião com a CFO da Klabin, Gabriela Woge, com discussões centradas em desalavancagem;
- De modo geral, observamos uma postura cautelosamente otimista, notando um momentum ligeiramente melhor entre os negócios (particularmente celulose), embora a volatilidade cambial permaneça um fator relevante de impacto;
- Em operações, a companhia destacou foco na redução de custos variáveis (após forte disciplina em custos fixos);
- Em alocação de capital, desalavancar continua sendo prioridade, sem pressão para acelerar um novo projeto e sem capex de grande porte no horizonte, com a companhia mirando o caminho ideal guiado por geração de FCF + transações seletivas de terras e florestas;
- Além disso, as disrupções relacionadas ao Oriente Médio parecem limitadas, com apenas aumento modesto de frete e exposição direta muito baixa (~3% de celulose, ~2% de LPB);
- Por fim, sobre dados do setor, preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em ~US$595/t, abaixo dos futuros de BHKP em ~US$600/t para Abr’26;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Varejo XP: Entenda os principais impactos mapeados da Reforma Tributária para o setor de Varejo (até agora)
- Estamos mais uma vez nos antecipando à discussão tributária em nosso setor. Embora este seja oficialmente o primeiro ano da Reforma Tributária brasileira, só devemos começar a ver impactos financeiros a partir de 2027, enquanto as eleições presidenciais seguem no radar;
- Dessa forma, este ainda não é um tema quente entre investidores, embora alguns já tenham começado a levantar questionamentos;
- Do ponto de vista dos varejistas, ainda vemos as empresas focadas principalmente em ajustes tecnológicos, já que a visibilidade sobre efeitos mais estruturais permanece limitada;
- Montamos um relatório para iniciar o debate sobre os potenciais impactos para o varejo, pois entendemos que este será um evento transformacional para o setor;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Varejo XP: Mais uma rodada de reuniões com a Panobianco (edição Rio)
- Mais uma rodada com investidores. Conduzimos mais uma rodada de conversas entre investidores e a gestão da Panobianco, agora no Rio de Janeiro, para discutir a estratégia da companhia.
- Alguns dos temas que antecipamos em nossa última rodada também foram abordados, mas acreditamos que três tópicos-chave se destacaram:
- 1) Agregadores: entendendo o equilíbrio econômico; 2) Números dos franqueados: foco em uma operação saudável; 3) Wellhub: uma parceria simbiótica;
- Reforçamos nossa visão de que vemos espaço para o crescimento tanto da Panobianco quanto da Smart Fit, já que a penetração de academias no Brasil ainda é baixa e o foco geográfico das companhias tem sido em grande medida complementar (Smart Fit nas grandes cidades e Panobianco em cidades menores/interior);
- Ainda assim, acreditamos que o aumento da concorrência tem sido uma preocupação central no caso de investimento de SMFT;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Com dívida de R$ 65 bi, Raízen terá a maior recuperação extrajudicial do país (Valor Econômico);
- Em recuperação extrajudicial, GPA avalia aporte de até R$ 700 mi (Valor Econômico);
- Para conter crise, Cosan prevê venda de participações (Valor Econômico);
- Senado aprova pacote com reajustes para carreiras do Executivo e criação de cargos; impacto é de R$ 5,3 bilhões em 2026 (O Globo).
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,07% e fecha aos 3.876,45 pontos (Suno);
- Alta do petróleo e risco de inflação podem afetar os FIIs? Especialistas respondem (InfoMoney);
- XPML11 atinge 724 mil cotistas e patrimônio de R$ 6,4 bilhões (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Korea Market Crashes Are Luring Traders Hooked on Leveraged ETFs: A violent plunge in South Korean equities has sparked a surge of high‑risk leveraged ETF speculation, with retail traders pouring record amounts into products like the triple‑leveraged KORU, a trend that has alarmed regulators as these volatile bets increasingly amplify market swings and expose investors to hidden risks. (Bloomberg);
- ETFs da Investo divulgam novos dividendos; veja valores: Os ETFs BEST11 e UTLL11, da Investo, anunciaram novos dividendos com pagamento em 11 de março, distribuindo respectivamente R$ 0,272483 por cota (DY ~0,21%) e R$ 0,029608 por cota (DY ~0,02%), reforçando a proposta de renda recorrente de carteiras voltadas a setores essenciais como bancos, energia, saneamento e utilities. (Suno);
- No País da renda fixa, indústria de ETFs aposta na estratégia para continuar a crescer: Com a popularização dos ETFs e o avanço de novos produtos, as gestoras veem nos ETFs de renda fixa uma oportunidade de expansão, impulsionada por vantagens como liquidez diária, ausência de IOF, falta de come‑cotas e IR fixo de 15% para carteiras com PMR acima de 720 dias, tornando esse veículo mais eficiente que títulos tradicionais e alinhado ao perfil majoritário do investidor brasileiro. (Estadão);
- Bitcoin amplia alta e supera os US$ 70 mil após declarações de Trump sobre possível fim da guerra: O bitcoin ultrapassou os US$ 70 mil impulsionado pelo alívio nos mercados após Donald Trump indicar que a guerra no Oriente Médio poderia estar próxima do fim, movimento que reduziu a aversão ao risco e estimulou a retomada do apetite por ativos digitais. (Valor Econômico).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Aneel assegura conexão a data center da Casa dos Ventos em parceria com TikTok | Café com ESG, 11/03
- O mercado fechou o pregão de terça-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 1,40% e 1,77%, respectivamente;
- No Brasil, a diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu ontem conceder uma medida cautelar à Casa dos Ventos que garante acesso à infraestrutura de transmissão ao projeto de data center desenvolvido em parceria com o Tiktok – em contexto, a chinesa ByteDance, dona do TikTok, construirá, no complexo industrial de Pecém, no Ceará, seu primeiro data center na América Latina, em uma parceria com a Casa dos Ventos;
- No internacional, (i) a empresa estatal francesa EDF, que opera a maior frota de usinas nucleares do mundo, criou um conselho consultivo para facilitar o financiamento de projetos nucleares globais – segundo a companhia, o objetivo é financiar novos reatores nucleares, incluindo os pequenos reatores modulares (SMRs, em inglês); e (ii) o consumo de energia nos EUA, que atingiu seu segundo recorde consecutivo em 2025, é esperado para aumentar ainda mais em 2026 e 2027, afirmou a Administração de Informação Energética (EIA, na sigla em inglês) – a demanda está crescendo em grande parte devido aos data centers dedicados à inteligência artificial e criptomoedas, e ao fato de residências e empresas usarem mais eletricidade e menos combustíveis fósseis para aquecimento e transporte;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Quais temas estão chamando a atenção dos investidores na agenda ESG?
- Nos últimos dias, nos reunimos com mais de 20 investidores institucionais no Rio de Janeiro e em São Paulo para explorar como anda o sentimento do mercado em relação à agenda ESG;
- De forma geral, os investidores parecem buscar exposição no tema por meio de dois canais complementares: (i) produtos rotulados como sustentáveis (fundos IS), com apetite particularmente maior em estratégias de crédito; e (ii) exposição temática a tendências estruturais, com destaque para: infraestrutura digital ligada à inteligência artificial (IA), baterias, veículos elétricos e padrões de governança.
- Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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