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Resultados do 4º tri, novo preço-alvo para Petrobras e mais

Resultados de empresas e PMS são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 12/02/2026

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IBOVESPA +2,03% | 189.699 Pontos

CÂMBIO -0,36% | 5,18 R$/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quarta-feira em forte alta de 2,0%, aos 189.699 pontos, renovando máximas históricas e chegando a superar, pela primeira vez, a marca dos 190 mil pontos ao longo do dia. O desempenho reflete a combinação de um ambiente global favorável, que segue impulsionando a entrada de fluxos estrangeiros, e a divulgação de balanços positivos referentes ao 4T25.

O principal destaque do dia foi Suzano (SUZB3, +13,3%), após a divulgação de resultados sólidos para o 4T25 (veja mais detalhes aqui). Na ponta negativa, Hapvida (HAPV3, -1,2%) voltou a recuar, mantendo sua trajetória negativa, com a ação acumulando uma queda de 13,9% em fevereiro até o momento.

Para esta quinta-feira, teremos a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços referente a dezembro no Brasil. Pela temporada de resultados do 4T25, serão divulgados os balanços de Assaí, Jalles Machado e Vale. No cenário internacional, os destaques ficam por conta de Airbnb, Cisco, Exelon e Unilever.

Renda Fixa

Os juros futuros dos EUA fecharam a quarta‑feira em alta após o payroll de janeiro acima do esperado (130 mil novas vagas vs. expectativa do mercado: 65 mil) reforçar a possibilidade de postura mais restritiva pelo Fed. O Tesouro leiloou US$ 42 bilhões em T‑notes de 10 anos, taxa de 4,177% e bid‑to‑cover de 2,39. A T‑Note de 2 anos subiu para 3,51% (+6 bps), a de 10 anos para 4,17% (+3 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,81% (+3 bps). No Brasil, os juros futuros fecharam mistos: a ponta curta recuou após Galípolo negar revisão da comunicação do Copom, sustentando apostas de corte de 0,50 p.p. da Selic em março, enquanto os vértices longos oscilaram entre estabilidade e leve alta antes do leilão de prefixados. O DI jan/27 caiu para 13,34% (‑4 bps), o DI jan/29 para 12,71% (‑4 bps) e o DI jan/31 encerrou estável em 13,14% (0 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,2%). Na sessão anterior, o S&P 500 ficou praticamente estável e o Nasdaq recuou 0,2%, após um relatório de emprego mais forte que o esperado. O payroll de janeiro mostrou criação de 130 mil vagas, acima das 55 mil projetadas, com a taxa de desemprego caindo para 4,3%. O dado reduz expectativas de cortes de juros pelo Fed e aumenta a importância do CPI de sexta-feira.

Na Europa, as bolsas avançam (Stoxx 600: +0,4%), com investidores reagindo a uma nova rodada de resultados corporativos. As ações da Siemens sobem cerca de 6,9% após a companhia elevar seu guidance de lucro por ação para o ano fiscal de 2026. No setor de luxo, a Hermès avança mais de 3% após alta de 9,8% na receita do quarto trimestre, impulsionando também LVMH, Kering e Richemont. No Reino Unido, dados de PIB do quarto trimestre e produção industrial também estão no radar.

Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: +0,1%; HSI: -0,9%), enquanto no restante da Ásia os mercados fecharam majoritariamente em alta, com destaque para o Japão. O Nikkei 225 ultrapassou pela primeira vez os 58.000 pontos durante o pregão, antes de encerrar estável em 57.639,84, enquanto o Topix avançou 0,7%. O movimento ocorre em meio ao rali pós-eleitoral ligado à vitória de Sanae Takaichi. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou mais de 3% e renovou recorde histórico, enquanto o Kosdaq subiu 1%.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta-feira em alta de 0,07%, impulsionado sobretudo pelos Fundos Multiestratégia e pelos Fundos Híbridos, que avançaram 0,16% e 0,22%, respectivamente. Os Fundos de Tijolo também registraram desempenho levemente positivo (+0,04%), puxados principalmente pelos Fundos de Shoppings e de Ativos Logísticos, que subiram 0,12% e 0,14%, respectivamente. Já os Fundos de Lajes Corporativas foram o destaque negativo do dia, encerrando o pregão com queda de 0,47%. Os Fundos de Papel (+0,06%) e os Fundos de Fundos (+0,11%) igualmente fecharam no campo positivo. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se URPR11 (+3,3%), BROF11 (+2,5%) e ICRI11 (+2,4%). No campo negativo, as principais baixas foram CACR11 (-2,8%), PVBI11 (-2,3%) e RBFM11 (-2,3%).

Economia

Nos Estados Unidos, dados de emprego mostraram a criação de 130 mil vagas em janeiro, bem acima das expectativas do mercado. Por sua vez, a taxa de desemprego recuou para 4,3% de 4,4%. A despeito da revisão negativa dos dados de emprego do último ano, que caíram de 584 mil para 181 mil, o resultado mostrou que o mercado de trabalho permanece resiliente e fez com que investidores passassem a apostar em um corte de juros apenas em julho deste ano. Ainda nos Estados Unidos, o governo federal registrou déficit de US$ 95 bilhões em janeiro, uma melhora de 26% em relação ao ano anterior. Apesar do resultado positivo, o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) divulgou novas projeções mostrando que o déficit público deve continuar em alta nos próximos anos, levando a dívida americana a patamares sem precedentes.

Na agenda do dia, destaque para a divulgação da pesquisa mensal de serviços (PMS) do mês de dezembro. Nossa estimativa é de uma queda de 0,2% ante o mês anterior, mas uma alta de 3,5% no ano. Nos Estados Unidos, teremos dados de pedidos semanais de auxílio desemprego e vendas de imóveis usados.

Veja todos os detalhes

Economia

Alta de emprego adia expectativa de corte de juros do Fed de junho para julho

  • A economia dos Estados Unidos criou bem mais empregos do que o esperado em janeiro, reforçando sinais de estabilização do mercado de trabalho que podem influenciar as decisões de juros do Federal Reserve ao longo deste ano. O relatório do nonfarm payroll mostrou aumento de 130 mil vagas de emprego, bem acima da estimativa de 65 mil dos economistas e acima do ganho revisado para baixo de 48 mil em dezembro, registrando a maior alta no emprego desde dezembro de 2024. As contratações em saúde, assistência social e construção ajudaram a compensar as perdas em cargos do governo federal. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego recuou para 4,3%, ante expectativas de que permaneceria em 4,4%, nível de dezembro. Os ganhos totais de emprego não agrícola em 2025 foram revisados de 584 mil para 181 mil, ressaltando as dificuldades que muitos americanos enfrentaram para encontrar novos empregos no ano passado. Após a divulgação dos dados, os investidores passaram a precificar integralmente um corte de 25 pontos-base nos juros do Fed em julho, mais tarde do que as expectativas anteriores de um movimento na reunião de junho do banco central. Após uma série de reduções no ano passado, o intervalo da taxa básica do Fed agora está em 3,50% a 3,75%.
  • O governo dos EUA registrou um déficit orçamentário de US$ 95 bilhões em janeiro, uma redução de US$ 34 bilhões (26%) em relação ao ano anterior, uma vez que o crescimento das receitas — incluindo aumento nas tarifas de importação — superou a alta das despesas, informou o Departamento do Tesouro na quarta-feira. As receitas de janeiro somaram US$ 560 bilhões, alta de US$ 47 bilhões (9%) em relação a um ano antes, enquanto os gastos atingiram US$ 655 bilhões, um aumento de US$ 13 bilhões (2%). Apesar dessa melhora de curto prazo, o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) projeta que o déficit orçamentário dos EUA aumente ligeiramente no ano fiscal de 2026, para US$ 1,853 trilhão, cerca de 5,8% do PIB, patamar praticamente estável em relação a 2025. Para a próxima década, a relação déficit/PIB deve ficar em média em 6,1%, chegando a 6,7% no ano fiscal de 2036. A dívida pública total é projetada para subir a US$ 56,152 trilhões (120% do PIB) em 2036, partindo de US$ 30,172 trilhões (99% do PIB) em 2025. Até o ano fiscal de 2030, a relação dívida/PIB dos EUA deve superar o pico de 106% registrado em 1946, impulsionado à época pelo endividamento relacionado à Segunda Guerra Mundial;
  • Na agenda desta quinta-feira, o destaque é a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Brasil referente a dezembro. Estimamos queda de 0,2% em relação ao mês anterior, mas alta de 3,5% em relação ao mesmo período do ano anterior — os serviços devem seguir desempenhando um papel fundamental na atividade econômica neste ano. Nos Estados Unidos, serão divulgados os pedidos semanais de auxílio-desemprego e as vendas de imóveis usados.

Commodities

Mineração e Siderurgia: Vale continuou a se desvincular da dinâmica do preço do minério de ferro

  • A Vale continuou se desvinculando da dinâmica dos preços do minério de ferro, com as ações da VALE +4% S/S em relação aos preços do minério de ferro -4% S/S, ampliando o forte momentum da ação;
  • Embora os fundamentos apontem para uma assimetria negativa de ações em relação às commodities, acreditamos que o momentum pode permanecer apoiado por (i) entradas contínuas de estrangeiros, (ii) valuation relativo atrativo em relação aos pares (rendimento do FCF 2026E VALE >7%. em relação aos pares de ~4-5%) e (iii) expectativas de resultados operacionais sólidos de curto prazo para o 4T25E, em nossa visão;
  • Os preços do ouro foram de +9% S/S, já que o Banco Popular da China estendeu as compras de ouro pelo 15º mês consecutivo em Jan’26, após uma semana de quedas depois da indicação de Kevin Warsh para o Federal Reserve dos EUA;
  • Quanto aos dados setoriais recentes, observamos que (i) os preços do minério de ferro caíram -4% S/S, com estoques de minério de ferro nos portos chineses de +1% S/S; e (ii) os preços de bobinas quentes e do vergalhão permaneceram estáveis S/S no Brasil, com paridade de aço estável em +22% e paridade de aço longo em -7% para o vergalhão da Turquia, com importações de aço do Egito (isentas de tarifas de importação) sugerindo paridade em ~0%;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Klabin (KLBN11): Desempenho de custo mais fraco gerando resultados ligeiramente piores

  • Klabin apresentou resultados ligeiramente inferiores ao esperado, com EBITDA ajustado de R$1.832 milhões (-13% T/T, estável A/A; -3% vs. XPe, também apoiado por um ganho de EBITDA em vendas de terrenos de R$166 milhões), refletindo a sazonalidade natural do business de embalagens e uma dinâmica de demanda relativamente mais fraca em papelão;
  • Observamos: (i) os volumes de celulose aumentaram +1% T/T, apesar da manutenção programada, com os preços de fibra curta melhorando o T/T, enquanto a fibra longa/fluff seguiu tendências de mercado mais fracas; (ii) os volumes de papel ficaram ligeiramente acima das nossas expectativas, impulsionados por exportações mais fortes de LPB e kraftliner, enquanto os volumes de embalagem ficaram atrás devido à sazonalidade mais fraca no 4T; (iii) o custo total de caixa/t (incluindo os tempos de inatividade) atingiu ~R$3.300/t no 4T25, fechando o ano em R$3.225/t (ligeiramente acima do limite superior do guidance);
  • Olhando para o futuro, com um melhor momentum de curto prazo para os preços da celulose e apesar de um backdrop menos favorável ao papelão, continuamos vendo assimetria positiva de valuation, reiterando nossa visão positiva sobre Klabin;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Demanda de T&D com restrição de oferta reiterada nos próximos anos

  • Estamos revisando as leituras setoriais da WEG, considerando as recentes divulgações de resultados de pares globais;
  • Os segmentos de Grid Technologies da Siemens Energy e Eletrificação da GE Vernova fecharam seus últimos trimestres reportados com níveis de book-to-bill, respectivamente, em 2,5x e 2,0x, reforçando a demanda estrutural tanto de hyperscalers quanto de clientes tradicionais;
  • Embora continuemos a ver o crescimento de curto prazo da WEG limitado pela capacidade atual de produção, resultados recentes continuam apontando para uma forte demanda por produtos relacionados a energia e rede;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Inter & Co (INBR32): NII Forte Supera Aumento de Despesas e Leva ROE a 15%

  • O Inter entregou resultados sólidos e em linha, com Lucro Líquido Recorrente de R$ 374 milhões no 4T25 (+11% T/T, +36% A/A, -1% vs XPe). Isso se traduziu em um ROE de 15,1% (ex-minoritários), também amplamente em linha com nossa projeção de 15,3% (-20 bps), mantendo a trajetória de expansão de rentabilidade;
    • A receita líquida alcançou R$ 2,4 bilhões (+11% T/T, +30% A/A, 1% acima da XPe), apoiada pelo contínuo crescimento da carteira de crédito (+36% A/A) e por nova expansão da NIM 2.0, que chegou a 9,6%.
    • A monetização de clientes continuou melhorando, com ARPAC Bruto em R$ 58,5 (+3% T/T, +18,8% A/A) e ARPAC Líquido em R$ 35,1, reforçando ganhos estruturais de rentabilidade;
    • A qualidade de crédito permaneceu relativamente estável, com o NPL 90+ em 4,7% (+20 bps T/T), movimento já esperado à medida que a carteira de consignado privado continua ganhando escala.
    • Ainda assim, o Custo de Risco recuou levemente em 10 bps T/T, para 5,3%, o que levou a NIM ajustada ao risco a encerrar o trimestre em 5,9% (+30 bps T/T);
    • Por fim, o índice de eficiência subiu 40 bps T/T, para 46,7%, parcialmente compensando os ganhos de receita;
    • Reiteramos nossa recomendação Neutra, já que boa parte do crescimento da carteira de crédito e da trajetória de expansão de ROE parece, em nossa visão, amplamente refletida nas expectativas atuais;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

TIMS3: TIM Anuncia a Aquisição dos 51% Remanescentes da I-Systems

  • Hoje, a TIM anunciou a aquisição dos 51% remanescentes da I-Systems por R$ 950 milhões, passando a deter 100% da operadora de rede neutra de fibra, que possui cerca de 9 milhões de HPs;
    • Do ponto de vista de valuation, o negócio foi executado a múltiplos amplamente em linha com o mercado.
    • Estratégicamente, vemos a transação como um movimento para reduzir o gap em convergência e como um sinal de maior alocação de capital em FTTH;
    • Nesse contexto, o excesso de geração de caixa poderia, gradualmente, ser redirecionado para capex em banda larga ou M&A;
    • De forma geral, enxergamos essa transação como mais um catalisador para a consolidação do mercado de banda larga no Brasil, tema que temos destacado de forma recorrente;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Riachuelo (RIAA3): 4T25 | Margem bruta em novos recordes apesar de desafios climáticos

  • A Riachuelo divulgou mais um conjunto de resultados fortes, com vendas em mesma loja (SSS) robustas em vestuário apesar dos ventos contrários do clima e um novo recorde de margem bruta, à medida que a companhia segue melhorando eficiência e se beneficiando de uma operação mais verticalizada;
  • A Midway também veio sólida, enquanto a empresa continua expandindo o portfólio com índices de inadimplência controlados e despesas bem disciplinadas;
  • Na nossa visão, o resultado confirma a tese de “self-help” da companhia — aprimorando a operação e entregando números sólidos independentemente de desafios de macro/clima. Assim, reiteramos nossa recomendação de Compra;
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Assaí (ASAI3): 4T25 | Resultados em linha

  • O Assaí reportou resultados do 4T em linha, com revisão de guidance e iniciativas de monetização para reforçar o foco em desalavancagem;
  • Como esperado, a receita permaneceu pressionada pelo macro desafiador, somado à deflação de alimentos em várias commodities simultaneamente. Ainda assim, as vendas em mesmas lojas aceleraram sequencialmente (+0,9%), e a companhia mencionou crescimento de volume pela primeira vez em quase 2 anos;
  • A empresa também revisou seu guidance de expansão para 5 aberturas em 2026 (vs. 10 anteriormente) e compartilhou iniciativas de monetização para sustentar seu forte foco em desalavancagem. Sobre este último ponto, o ASAI reconheceu ao menos R$ 1,5 bi de potencial monetização de créditos de PIS/Cofins relacionados à operação de bebidas frias, com entradas de caixa positivas a serem observadas nos próximos trimestres;
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Petrobras (PETR4)| Prévia 4T25: Aproveitando a maré alta – Aumento do preço-alvo

  • Neste relatório, aumentamos nosso preço-alvo para a Petrobras para R$ 47/ação (US$ 17,4/ADR), ou seja, uma alta de +23% em relação aos preços atuais, e mantemos a recomendação de compra. Também discutimos nossas estimativas para os resultados do 4T25 da PBR, que serão publicados em 5 de março;
  • Esperamos que o EBITDA da PBR diminua sequencialmente para US$ 11,1 bilhões (-7,1% no trimestre), devido aos preços mais baixos do Brent. Nosso modelo diferencial indica uma faixa de EBITDA potencial de US$ 9,9 bilhões a US$ 12,6 bilhões, dentro de um intervalo de dois desvios padrão. Projetamos um lucro líquido de US$ 2,4 bilhões;
  • Do ponto de vista do fluxo de caixa, prevemos um FCFE de US$ 649 milhões e dividendos de cerca de US$ 1,6 bilhão (yield de dividendos de 1,6% para o trimestre). Os dividendos do quarto trimestre serão substancialmente inferiores aos níveis recorrentes devido a saídas de caixa pontuais;
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Totvs (TOTS3): Revisão do 4T25 – Resultados novamente sólidos. Todos os olhos voltados para a IA.

  • A TOTVS entregou mais um 4T25 sólido, com receita atingindo R$ 1,6 bilhão (+17% ano contra ano, em linha com o XPe), impulsionada por um crescimento de 19% a/a nas receitas recorrentes;
    • O EBITDA ajustado totalizou R$ 432 milhões (+27% a/a e 5% acima do XPe), com margem expandindo para 26,9% (+207 bps a/a), enquanto o lucro líquido ajustado foi de R$ 272 milhões (+15% a/a e 6% acima do XPe). A geração de caixa livre (FCF) foi robusta em R$ 317 milhões;
    • Por segmento, Management permaneceu como o principal motor de crescimento, enquanto a RD Station apresentou uma forte melhora na dinâmica de ARR;
    • Além disso, a TOTVS anunciou o lançamento da LYNN, sua fundação proprietária de IA B2B, e sinalizou um aumento de R$ 75 milhões por ano em investimentos em IA nos próximos 4 anos;
    • A companhia também mencionou que a principal monetização virá por meio de TaaS, que já está impulsionando novas fontes de receita com taxas de crescimento em aceleração, incluindo T-Cloud, aplicações de domínio, APIs e suporte aos clientes;
    • Com fundamentos estáveis e a ação sendo negociada a múltiplos abaixo das médias históricas após a recente realização, mantemos uma visão construtiva para o papel;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Banco do Brasil (BBAS3): Melhora, mas não uma inflexão

  • O BB apresentou um lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no 4T25, acima do consenso e da nossa estimativa, marcando uma recuperação sequencial em relação ao 3T25;
    • No entanto, a surpresa positiva foi amplamente impulsionada por um efeito tributário positivo de R$ 1,8 bilhão no trimestre (EBT +7% vs. XPe), enquanto os custos de crédito permanecem elevados em R$ 18 bilhões (-1% vs. XPe), o índice de cobertura continua em queda e as tendências de qualidade de ativos no agronegócio continuam pressionando;
    • As despesas controladas (-4% vs. XPe) foram um fator positivo no 4T;
    • O guidance para 2026 aponta para um crescimento modesto da carteira de crédito e lucro líquido entre R$ 22–26 bilhões, implicando cerca de 20% de crescimento anual no ponto médio e um ROE implícito próximo de 14%;
    • Isso sugere uma recuperação gradual sustentada por melhores spreads e provisões ligeiramente menores, embora o ritmo de melhora na qualidade de crédito continue sendo uma variável chave e possa ainda ser visto com alguma cautela pelos investidores;
    • Por fim, os índices de capital melhoraram no trimestre, principalmente impulsionados pelos efeitos positivos da MP 1.314;
    • De forma geral, os resultados do 4T reforçam sinais de estabilização, mas não mudam materialmente nossa postura cautelosa;
    • Dado o cenário ainda pressionado de qualidade de ativos, a visibilidade moderada sobre a velocidade de normalização, custos de crédito ainda elevados, múltiplos mais altos e menor dividend yield, mantemos nosso rating de Neutro;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Hassett diz que há ‘muito espaço’ para Fed cortar juros mesmo após ‘payroll’ forte (Valor Econômico);
  • Brasil está ‘maduro’ para unificar programas sociais, afirma Haddad (Valor Econômico);
  • Mercadante defende manutenção de debêntures para sustentar investimentos (Agência Infra)
  • Governo recua e vai corrigir preço de leilão de energia (Brazil Journal).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX quebra sequência negativa e fecha pregão em alta de 0,07% (FIIs);
    • Do choque à seletividade: como a pandemia redesenhou o mercado imobiliário corporativo (Buildings);
    • KNCR11 mira R$ 1,3 bi e reforça carteira de CRIs de shoppings (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Câmara aprova urgência para PL que cria regime especial de tributação para datacenters (Redata) | Café com ESG, 12/02

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 2,03% e 1,82%, respectivamente;
  • Na política, (i) o plenário da Câmara dos Deputados aprovou a urgência do projeto de lei que cria regime especial de tributação para empresas de serviços de tecnologia e datacenters – com a aprovação, a matéria passa a ter a tramitação acelerada, sem necessidade de passar por comissões temáticas e podendo ser analisada diretamente no plenário da Câmara; e (ii) o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou ontem que a pasta realizará o leilão de baterias até junho – Silveira avaliou que o próximo grande mercado brasileiro será o de energia e disse que pretende firmar parcerias com grandes players do setor, como a China;
  • Do lado das empresas, a Microsoft inaugurou, em janeiro, dois centros de dados para inteligência artificial, que a empresa define como “data center halls”, no Estado de São Paulo, informou a presidente da companhia no Brasil, Priscyla Laham – ela citou fontes de energia limpa e custos mais baixos de propriedade como vantagens para atração de investimentos em data centers no país;
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  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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