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XP Morning Call 06/06/2019: Anúncios de Trump conduzem os mercados

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Politíca Brasil: Análise do projeto de lei que abre crédito suplementar adiada
  2.  MDB e FNP apoiam formalmente a inclusão de Estados e Municípios na reforma
  3. Com placar empatado, STF retoma julgamento sobre venda de estatais

Internacional

  1. EUA e México estendem conversas hoje; Fitch e Moody’s mais pessimistas com o país
  2. Preços do petróleo entram em espiral negativa
  3. Banco Central da China (PBoC) injeta 500 bilhões de yuan na economia

Empresas

  1. Omega Geração (OMGE3): Fecha Aquisição do complexo eólico Assuruá
  2. Vale (VALE3): Nomeação de novo diretor de Segurança e Excelência Operacional; Barragem Vargem Grande tem nível de emergência reduzido
  3. Banco do Brasil (BBAS3): Preocupação com Odebrecht

COE News

  1. Tech: Primeiros passos para a inédita regulamentação do setor nos EUA
  2. Salesforce: Resultados positivos no 1T19, com expansão de margens

Resumo

Anúncios de Trump conduzem os mercados

Mercados Europeus e futuros nos EUA operam em leve alta nesta manhã, mas o sentimento ainda permanece frágil com as preocupações contínuas em relação às disputas comerciais.
 
Os EUA e o México concluíram as negociações na quarta-feira sem nenhuma resolução, conforme esperado. Trump twittou que o progresso não foi suficiente com relação ao problema da imigração e as negociações devem ser retomadas na quinta-feira em Washington. A Fitch rebaixou o rating de crédito do México e a Moody’s rebaixou sua perspectiva para negativa.
 
Com relação à China, Trump disse a repórteres na Irlanda que está preparado para aumentar as tarifas sobre as importações chinesas em mais US$ 300 bilhões, mas acredita que a China quer fazer um acordo para encerrar sua disputa com os EUA.
 
Ontem, preços de petróleo caíram significativamente após a EIA informar que os estoques de petróleo bruto dos EUA atingiram os maiores níveis desde julho de 2017, refletindo os efeitos negativos da guerra comercial EUA-China para a economia global.
 
No Brasil, sem acordo, a Comissão Mista de Orçamento adiou para a próxima terça-feira a análise do projeto de lei que abre crédito suplementar para que o governo não infrinja a regra de ouro. O prazo é o limite para a aprovação do texto, tanto na comissão quanto no plenário do Congresso.
 
Na reforma da Previdência, a inclusão dos Estados e municípios no texto é o maior gargalo para a conclusão do relatório de Samuel Moreira. Outro ponto que ainda gera discussão é a regra de transição, para os dois regimes. Para o abono salarial, o relatório deve flexibilizar as regras de acesso.
 
Por fim, hoje, o Supremo Tribunal Federal retomará a sessão sobre se vai exigir ou não autorização do legislativo e realização de licitação pública para venda de controle de estatais.
 
Do lado das empresas, ontem, a Omega Geração anunciou a conclusão da aquisição do Complexo Eólico Assuruá, no estado da Bahia, com taxa de retorno real atrativa de 11,0%, mostrando comprometimento com retorno aos acionistas. Para contexto, um título do Tesouro Direto de longo prazo remunera investidores com uma taxa real de 3,92%.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Politíca Brasil: Análise do projeto de lei que abre crédito suplementar adiada

  • Sem acordo, a Comissão Mista de Orçamento adiou para a próxima terça-feira a análise do projeto de lei que abre crédito suplementar para que o governo não infrinja a regra de ouro. O prazo é o limite para a aprovação do texto, tanto na comissão quanto no plenário do Congresso;
  • Na Câmara, deputados aprovaram a emenda à Constituição que torna obrigatória a execução de emendas orçamentárias de bancadas e de despesas de investimentos. Na prática, a medida reduz o poder do Executivo para decidir onde gastar o orçamento. O texto será promulgado. A Câmara aprovou também uma proposta que estabelece calendário mais rígido para tramitação de medidas provisórias, o que exige esforço redobrado do governo para não deixar que elas percam a validade. A medida ainda precisa ser votada no Senado;
  • O presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), e o relator, Samuel Moreira (PSDB-SP), dão entrevista coletiva às 10h30. Não está prevista a divulgação do relatório final.

MDB e FNP apoiam formalmente a inclusão de Estados e Municípios na reforma

  • A bancada do MDB se reuniu ontem com governadores do partido para discutir a inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência e a possibilidade de excluir a categoria de professores para torná-la mais palatável à população e reduzir o custo político de apoiá-la;
  • O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, também apoiou que Estados e municípios validem a adesão às regras por meio de decreto do Poder Executivo, isto é, assinado por governadores e prefeitos;
  • Por fim, o presidente da Comissão Especial, Marcelo Ramos, negocia um acordo de procedimento para agilizar a votação da reforma da Previdência.
     

Com placar empatado, STF retoma julgamento sobre venda de estatais

  • Hoje, o Supremo Tribunal Federal retomará a sessão sobre a exigência ou não de autorização legislativa e realização de licitação pública para a alienação do controle acionário de estatais. Os Ministros Ricardo Lewandowski e Edson Fachin votaram a favor das exigências, enquanto Alexandre de Moraes e Roberto Barroso se posicionaram contrariamente;
  • Representantes do governo tem se mobilizado nos últimos dias para reverter as liminares que põem em xeque o plano de privatizações da gestão Bolsonaro e a agenda de fortalecimento de várias empresas estatais;
  • Notícias apontam que se espera uma vitória apertada para derrubar a exigência de aval do Congresso para privatizações, mas ainda há controvérsia sobre a questão do processo de venda passar por uma licitação pública.

No Brasil, dados de PMI permanecem fracos em maio

  • Refletindo um cenário desafiador para a economia, o PMI Composto do Brasil passou de 50,6 pontos em abril para 48,4 em maio;
  • Sendo subdivido em dois grandes grupos, o PMI Composto foi acompanhado por um pior desempenho tanto de Serviços (que caiu de 49,9 pontos em abril para 47,8 em maio) quanto da Indústria (que passou de 51,5 para 50,2 no mesmo período);
  • Assim, os resultados apontaram para um crescimento fraco em maio. Todas as leituras (de serviços, da indústria e consequentemente a composta) ainda permanecem perto da marca de 50 pontos, que separa crescimento de contração.

Internacional

EUA e México estendem conversas hoje; Fitch e Moody’s mais pessimistas com o país

  • De acordo com a Bloomberg, os EUA e o México devem retomar hoje negociações, com o tempo cada vez mais curto para chegarem a um acordo que evite a materialização da ameaça do presidente Donald Trump de impor tarifas sobre produtos Mexicanos na próxima semana;
  • Trump afirmou que não houve progresso suficiente na última reunião na Casa Branca entre o ministro das Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard, e funcionários americanos de alto escalão. Ele “twittou” ontem que “se nenhum acordo for alcançado, tarifas de 5% entraão em vigor na próxima segunda-feira, com aumentos mensais conforme o cronograma”;
  • ​O peso desvalorizou mais de 1% em relação ao dólar, respondendo às ameaças tarifárias dos EUA e também às avaliações mais pessimistas das empresas de classificação de risco. A Moody’s reduziu ontem a perspectiva do México de estável para negativa e, em seguida, a Fitch reduziu a classificação do risco soberano do país para BBB, de BBB+.

Preços do petróleo entram em espiral negativa

  • Os preços do WTI e do Brent atingiram o menor nível em seis meses (WTI em US$ 51,68 / barril e Brent em US$ 60,63 / barril, após a divulgação de dados de estoque dos EUA. De acordo com a Agência de Informação de Energia dos EUA, os estoques de petróleo dos EUA aumentaram em + 6,771 milhões de barris, ante as expectativas de mercado de uma queda de -0,849 milhões de barris;
  • Os estoques de petróleo dos EUA estão nos níveis mais altos desde julho de 2017, refletindo os efeitos negativos da atual guerra comercial EUA-China à economia global;
  • Todos os olhos estão agora na próxima reunião da OPEP + nas próximas semanas e na decisão de estender os cortes de produção por mais tempo. A baixa eficácia dos cortes na oferta fez com que membros como a Rússia comecem a questionar se faz sentido reduzir ainda mais a produção de petróleo e perder participação de mercado para os produtores dos EUA.

​ Banco Central da China (PBoC) injeta 500 bilhões de yuan na economia

  • O Banco Central da China injetou nesta quinta-feira 500 bilhões de yuan (US$ 72,4 bilhões) em liquidez por meio de instrumentos de crédito de médio prazo (MLF), em uma tentativa de manter fundos suficientes no sistema bancário;
  • Segundo o Banco Central da China, a nova liquidez deve ser usada para quitar 463 bilhões de yuan de empréstimos, enquanto o restante será fornecido aos pequenos e médios credores locais;
  • A injeção de liquidez de quinta-feira já era esperada pelo mercado e ocorre após a aquisição do Baoshang Bank pelo Banco Central da China no dia 24 de maio, que levantou preocupações sobre maiores riscos de inadimplência e maiores taxas de juros para novos empréstimos interbancários.

Dados econômicos globais a se monitorar

  • Os dados sobre a taxa de desemprego e balança comercial de Abril dos EUA serão divulgados nesta manhã às 09:30h, enquanto os dados de crescimento dos salários será amanhã, representando sinais importante sobre a saúde da economia. Sobre política monetária, o presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, e o presidente do Fed de Nova York, John Williams, compartilharão suas respectivas visões em pronunciamento durante a tarde de hoje.

Empresas

Omega Geração (OMGE3): Fecha Aquisição do complexo eólico Assuruá

  • Ontem, a Omega Geração anunciou a conclusão da aquisição do Complexo Eólico Assuruá, no estado da Bahia;
  • O valor da transação total foi de R$1,917 bilhão, dos quais (1) R$ 1,010 bilhão se referem a assunção de dívida, (2) R$ 548 milhões em caixa pago imediatamente, (3) R$ 30 milhões no 2S2019 e (4) R$ 329 milhões pagos em 3 anos. Além disso, a Omega tem direitos de primeira oferta em projetos de energia eólica e solar de 2,0 GW após a entrada em operação dos ativos;
  • O compromisso da Omega com retornos a acionistas está perfeitamente ilustrado na transação, para as quais estimamos uma taxa de retorno real de 11,0%. Para contexto, um título do Tesouro Direto de longo prazo remunera investidores com uma taxa real de 3,92%. Assim sendo, reiteramos nossa recomendação de compra na OMGE3, com preço-alvo de R$28/ação.

Vale (VALE3): Nomeação de novo diretor de Segurança e Excelência Operacional; Barragem Vargem Grande tem nível de emergência reduzido

  • A Vale informou ontem que Carlos Medeiros, indicado pelo atual CEO, Eduardo Bartolomeu, foi nomeado pelo conselho de administração para a recém-criada diretoria executiva de segurança e excelência operacional;
  • Vemos a criação da nova diretoria executiva como positiva, em linha com os novos pilares estratégicos da Vale, no que se refere ao “novo pacto com a sociedade” e ao compromisso de se tornar “a mais segura e confiável empresa de mineração no mundo”;
  • Além disso, a Vale também informou que a barragem Vargem Grande, localizada em Nova Lima (MG), teve seu nível de alerta do plano de ação de emergência de barragens de mineração reduzido de 2 para 1, como consequência das mudanças implementadas na estrutura desde janeiro. Segundo a Vale, a expectativa é de que, com a continuidade dessas ações, a estrutura seja totalmente retirada da condição de alerta.
     

Banco do Brasil (BBAS3): Preocupação com Odebrecht

  • Rubem Novaes, CEO do Banco do Brasil, reconheceu a preocupação do banco com a possibilidade da Odebrecht entrar com pedido de recuperação judicial. Segundo ele, a exposição do banco à empresa é superior a R$9 bilhões (1,3% da carteira de crédito);
  • De acordo com o Valor Econômico, ele também afirmou que, felizmente, os bancos atualmente mantêm sólidas provisões em seus balanços patrimoniais, o que mitiga o risco de uma falência como essa afetar significativamente os resultados no futuro;
  • No 1T19, o índice de cobertura do Banco do Brasil para o segmento corporativo (incluindo PMEs) era de 247%, o que é sólido. No entanto, um possível problema com a Odebrecht exigiria ações adicionais de todos os bancos de nossa cobertura.

Marfrig (MRFG3): Encerramento das atividades em unidade de Paranaíba (MS)

  • A Marfrig, segunda maior empresa de carne bovina do Brasil, comunicou ontem o encerramento das atividades no frigorífico de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, seguindo decisão estratégica de otimização de ativos e eficiência operacional;
  • A companhia não confirmou o número de funcionários que atuavam na unidade ou a capacidade de abate da planta — estimada em 700 bovinos por dia. A produção deverá ser redistribuída entre outras unidades, sem impactar as vendas da empresa. 

Caixa: Taxas menores para financiamento imobiliário

  • De acordo com o Valor Econômico, a Caixa reduziu as taxas de juros para novos empréstimos imobiliários e lançou um programa de renegociação para o segmento. As taxas máximas foram ajustadas de 11% para 9,75% a.a. e as taxas mínimas de 8,75% a 8,5% a.a;
  • Para os bancos privados, as taxas estão atualmente entre 8,3% e 8,99% a.a. A iniciativa revela a intenção do governo de promover o crescimento econômico, permitindo que a Caixa acelere o crédito imobiliário depois de perder terreno nos últimos dois anos;
  • As novas taxas e condições começam na segunda-feira. Pedro Guimarães, CEO do banco, disse que a Caixa também lançará linhas ligadas à inflação, o que permite a securitização de crédito e, conseqüentemente, mais captações para novos empréstimos.Para os bancos de nossa cobertura (BBAS, BBDC, BRSR, ITUB, SANB) a notícia é marginalmente negativa pela maior competição no segmento.

Mineração: Agência pretende editar regra sobre barragem até dia 30 de junho

  • A Agência Nacional de Mineração (ANM) pretende editar até 30 de junho a versão definitiva da norma que estabelece novas medidas regulatórias para as barragens construídas pelo método de alteamento a montante (mesmo método da barragem de Brumadinho);
  • As novas regras serão definidas com base na primeira versão da resolução publicada em 18 de fevereiro, que proíbe a construção de barragens no país pelo método de alteamento a montante. Embora haja um reconhecimento, por parte das mineradoras e das empresas de pesquisa mineral, da necessidade das medidas previstas na resolução, há também a avaliação de que tais regras foram feitas com prazos de implementação muito exíguos;
  • O Ibram disse que reuniu associados e protocolou contribuições, com o principal ponto sendo referente aos prazos estabelecidos, uma vez que existe uma limitação de fornecedores e consultorias especializadas para atender à nova resolução. Agora existe a expectativa em relação à norma definitiva que será publicada pela ANM até dia 30.

COE News

Tech: Primeiros passos para a inédita regulamentação do setor nos EUA

  • As autoridades americanas chegaram a um acordo para dividir a responsabilidade pelas investigações sobre o poder das quatro maiores empresas americanas de tecnologia, Amazon, Apple Google e Facebook, uma decisão que prenuncia uma nova ofensiva substancial de investigações sobre suas práticas de negócios;
  • Embora não estejam claras quais questões o Departamento de Justiça e Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) pretendem examinar ou mesmo se vão iniciar investigações formais, o acordo traz uma mudança decisiva ao setor de tecnologia;
  • É cedo para avaliar se esses primeiros movimentos em Washington alterarão fundamentalmente as empresas. Por outro lado, marcam um cenário inédito para o setor que vem enfrentando pouca ou nenhuma regulação nos últimos anos.

Salesforce: Resultados positivos no 1T19, com expansão de margens

  • Investidores reagiram positivamente após a divulgação dos resultados no 1T19 acima das expectativas de mercado, com receitas crescendo 24% no ano contra ano ao atingir US$3,7 bi, e lucro de US$392 mi, número 14% superior neste mesmo período. Destaque para a ligeira expansão da margem operacional ao atingir 18%;
  • Além disso, as estimativas de receitas da empresa para este ano foram mantidas inalteradas, entre US$16,1 bi e US$16,3 bi;
  • Segundo os dirigentes da empresa todas as regiões apresentaram expressivos resultados, com destaque para a Ásia, reforçando a tese da importância do negócio de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para as empresas de diversos setores, suportando o crescimento da empresa no médio prazo. Em suma, a forte demanda pelos serviços de computação em nuvem, inteligência artificial e outras áreas pode ser reconhecida como a “Quarta Revolução Industrial”.
     
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