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XP Morning Call 05/06/2019: Foco na taxa de juros americana

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Comissão Mista de Orçamento coloca hoje em votação para crédito suplementar
  2. Notícias mistas sobre a Reforma da Previdência
  3. Na comparação anual, produção industrial recuou 3,9% em abril de 2019

Internacional

  1. Fed: Impactos da guerra comercial podem levar a corte de juros
  2. PMI de serviços de maio com leve melhora na Zona do Euro e Reino Unido; na China indicador do Markit descola da divulgação oficial e cai em relação ao mês anterior
  3. Banco Mundial revisa sua previsão de crescimento global para 2,6%

Empresas

  1. EDP Energias do Brasil (ENBR3): Notícias apontam que CTG avalia potencial fusão de ativos brasileiros com a Energias do Brasil
  2. Saneamento: Senado apressa tramitação de Projeto de Lei que muda marco legal do saneamento
  3. AES Tietê (TIET11): ANEEL revoga autorização de projetos de geração da fase B do complexo Alto Sertão III, da Renova

Resumo

Foco na taxa de juros americana

Mercados globais em leve alta nesta quarta-feira, com a crescente expectativa de que o Banco Central Americano possa cortar juros neste ano e impulsionar a economia global, que vem desacelerando. Enquanto isso, as notícias de tensões comerciais estão marginalmente melhores, apesar do desfecho ainda ser muito incerto.
 
Em discurso ontem, o presidente do Banco Central Americano (Fed), Jerome Powell, deixou de ressaltar a necessidade do Fed ser “paciente” em relação a qualquer decisão de taxa de juros e disse que o banco central está monitorando as consequências da guerra comercial e reagiria “como apropriado” para sustentar a expansão dos EUA.
 
Esses comentários vêm um dia depois que o presidente da Fed de St. Louis, James Bullard, disse em discurso que um corte na taxa pode ser necessário “em breve”, o que impulsiona os mercados. Um potencial corte de juros daria sustentação ao crescimento, seria bom para apetite a risco global e, portanto, para mercados emergentes, levando a queda do dólar.
 
As tensões comerciais entre EUA e China seguem elevadas, mas o Departamento do Tesouro Americano disse que Mnuchin, secretário do Tesouro, se encontrará com o presidente do PBOC (banco central da China), Yi Gang, no G20, no Japão, o que trouxe um leve alívio nessa frente.
 
Do lado negativo, o Banco Mundial reduziu ontem as perspectivas de crescimento global para 2,6% em 2019 (0,3% abaixo da sua expectativa de janeiro), enquanto dados de atividade (PMI) na Europa indicaram que a economia se encontra perto da estagnação.
 
No Brasil, a Comissão Mista de Orçamento colocará em votação hoje crédito suplementar de R$ 249 bilhões para o governo cumprir a regra de ouro. O projeto pode ser apreciado no mesmo dia em sessão do Congresso já convocada para esta tarde.
 
Se aprovado, seria bem recebido pelo mercado, mas vale ressaltar que os parlamentares ainda precisam analisar 23 vetos que trancam a pauta e a oposição promete atrasar os procedimentos em busca de acordo para alocar R$ 11 bilhões. O Tesouro diz que sem aprovar a pauta, a partir do dia 15 não poderá mais realizar gastos com BPC e Plano-Safra.
 
Segue o debate sobre a possível exclusão de estados e municípios da reforma da previdência, apesar de Rodrigo Maia ter defendido ontem a manutenção deles. Uma nova alternativa em estudo seria facilitar a aprovação de reformas pelos próprios estados e municípios reduzindo a necessidade de votos dos atuais três quintos para maioria simples nas câmaras municipais e assembleias legislativas dos estados.
 
Do lado das empresas, notícias apontam que a elétrica China Three Gorges Corporation (CTG) estaria avaliando a fusão de seus ativos no Brasil com a EDP Energias do Brasil (ENBR3), o que fez as ações subirem +4.8%. Acreditamos que uma eventual reestruturação corporativa aumenta ainda mais a atratividade das ações, e estimamos valores por ação entre R$21,3 e R$34,0 em um eventual cenário de venda da companhia.
 
Por fim, o Senado votará amanhã um projeto de lei que muda o marco regulatório do saneamento básico, retomando os termos da MP 868 que expirou segunda-feira. A expectativa com uma eventual aprovação levou a alta de 11% das ações da Sabesp e 7.1% das ações da Copasa, candidatas a privatização em um cenário de aprovação do projeto. 


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Comissão Mista de Orçamento coloca crédito suplementar hoje em votação

  • Comissão Mista de Orçamento colocará em votação hoje crédito suplementar de R$ 249 bilhões para o governo cumprir a regra de ouro;
  • ​O projeto pode ser apreciado no mesmo dia em sessão do Congresso já convocada para esta tarde. Porém, os parlamentares ainda precisam analisar 23 vetos que trancam a pauta e a oposição promete atrasar os procedimentos em busca de acordo para alocar R$ 11 bilhões do crédito suplementar em áreas específicas. O Tesouro diz que a partir do dia 15 não poderá mais realizar gastos com BPC e Plano-Safra.

 Notícias mistas sobre a Reforma da Previdência

  • No lado positivo, Rodrigo Maia defendeu ontem a manutenção de Estados e Municípios na proposta de reforma da previdência e acenou sobre a possibilidade do governo “costurar” um acordo para que as Assembleias locais possam aprovar suas reformas por maioria simples, caso Estados e Municípios não sejam incluídos na proposta;
  • No lado negativo, sob uma ótica fiscalista, o Valor relatou hoje que Samuel Moreira (relator da reforma) avalia alternativas para a regra de abono salarial. A regra vigente prevê que beneficiários que ganham até dois salários mínimos são elegíveis ao benefício, enquanto a proposta de reforma vigente altera o limite para apenas um salário mínimo.
  • De acordo com o Broadcast político, existem algumas alternativas sendo consideradas, tais como uma regra de transição (preferida) e um limite intermediário de 1,4 salários mínimos. De toda forma, o viés é de redução da economia atualmente estimada em R$169 bilhões.

Na comparação anual, produção industrial recuou 3,9% em abril de 2019

  • De acordo com o IBGE, a produção industrial em abril de 2019 apresentou queda de 3,9% (A/A). Na série com ajuste sazonal, a indústria apresentou alta de apenas 0,3% em relação a março, mantendo a média móvel de três meses encerrada em abril ainda em campo negativo (-0,1);
  • Em linha com as expectativas de mercado, a alta da produção industrial na passagem de março para abril contou com alta das categorias de Bens de Consumo Duráveis, Bens de Capital e Bens de Consumo Semi e Não-Duráveis. A surpresa negativa, entretanto, esteve no setor de Bens Intermediários, que apontou taxa negativa de -1,4% e, afetado pela redução da produção de minério de ferro, apresentou o quarto mês consecutivo de queda;
  • Assim, o resultado de abril reforça a mensagem de que o caminho para a recuperação da produção industrial permanece incerto e, por ora, sem fonte de tração. 

Internacional

Fed: Impactos da guerra comercial podem levar a corte de juros

  • Jay Powell, presidente do Fed, sinalizou ontem que a entidade está pronta para reduzir as taxas de juros se as guerras comerciais começarem a pesar no crescimento econômico dos Estados Unidos. De acordo com o Financial Times, Powell afirmou que “estamos monitorando de perto as implicações desses desenvolvimentos para as perspectivas econômicas dos EUA”;
  • Seu discurso está alinhado com os comentários de outros diretores do Fed, muitas vezes um sinal de que o Banco Central quer que os investidores se preparem para uma mudança na política. Na segunda-feira, o presidente do Fed de St. Louis disse que um corte nos juros pode ser “garantido em breve” e que as taxas atuais podem ser “inapropriadamente altas”;
  • ​Os mercados estão indicando que o resultado mais provável será dois cortes de 0,25% até o final de 2019. Há também um terço de probabilidade de três cortes, de acordo com os preços futuros.

PMI de serviços de maio com leve melhora na Zona do Euro e Reino Unido, mas ainda em patamar baixo; na China indicador do Markit descola da divulgação oficial e cai em relação ao mês anterior

  • Na Zona do Euro, o PMI composto (que engloba indústria e serviços) fechou maio em 51,8, levemente acima de abril com 51,5. Também foi divulgado o PMI de serviços para a região, que ficou em 52,9 na leitura final de maio, com leve melhora em relação aos 52,8 do mês anterior. Na abertura do PMI de serviços por país, destaque para pioras na Alemanha com 55,4 (contra 55,7 em abril) e Itália com 50,0 (versus 50,4 no mês anterior), enquanto houve melhora na França com 51,5 (ante 50,5 em abril). Apesar de melhora marginal, indicadores continuam próximos ao patamar de 50,0 que separa a expansão da contração;
  • PMI de serviços no Reino Unido apresentou leve alta em maio de 51,0 contra 50,4 no mês anterior, superando a expectativa de estabilidade;
  • Na China, o PMI de serviços divulgado pelo Markit descolou dos dados oficiais divulgados na semana passada, que indicaram estabilidade entre os meses de abril e maio. Na leitura do Markit, o PMI de serviços caiu para 52,7 em maio ante 54,5 em abril, nível mais baixo em três meses e sugere desaceleração da atividade econômica.

Banco Mundial revisa sua previsão de crescimento global para 2,6%

  • Em meio a continuidade das tensões comerciais, o crescimento global continua a desacelerar, com menos investimentos e atividade industrial indicando sinais de fraqueza. Segundo o Banco Mundial, o crescimento econômico no mundo deverá ficar em torno de 2,6% neste ano, número abaixo da previsão anterior de expansão de 2,9%;
  • De acordo com o Banco Mundial, a desaceleração nos investimentos reflete o declínio da confiança em meio à acentuada incerteza política. A guerra tarifária iniciada pelos EUA e China têm afetado tanto o volume quanto preços no comércio internacional;
  • A desaceleração do comércio global segue afetando em especial a zona do euro, enquanto que a previsão para emergentes sofreu corte de 0,3%, podendo atingir crescimento de 4% este ano. No campo positivo, o Banco Mundial manteve sua previsão de crescimento tanto para os EUA, em 2,5% este ano, quanto para China, em 6,2% neste mesmo período.

Trump segue apoiando o Brexit e Boris Johnson

  • Em reunião com Theresa May, Donald Trump anunciou que o Reino Unido potencialmente firmará um “grande acordo comercial” com os EUA enquanto “se livra” da União Europeia;
  • Anteriormente, Trump informou que o Reino Unido deveria se afastar de negociações tortuosas com a UE se Bruxelas continuar a não oferecer condições positivas de negociação. O presidente americano também sugeriu que  Nigel Farage, atual líder do processo do Brexit, seja o encarregado do processo;
  • Trump ainda reforçou seu discurso de apoio a Boris Johnson, ex-ministro das Relações Exteriores, como potencial primeiro-ministro britânico.

Empresas

EDP Energias do Brasil (ENBR3): Notícias apontam que CTG avalia potencial fusão de ativos brasileiros com a Energias do Brasil

  • Segundo a Bloomberg, a elétrica China Three Gorges Corporation (CTG) estaria avaliando a fusão de seus ativos no Brasil com a EDP Energias do Brasil (ENBR3). Fontes apontam que a CTG pretende ter uma participação majoritária na companhia resultante da fusão, embora as negociações estejam em um estágio inicial. As ações da Energias do Brasil subiram +4.8% com a notícia;
  • Acreditamos que discussões sobre uma eventual reestruturação organizacional da EDP Energias do Brasil apenas contribuem para a nossa visão positiva sobre as ações do ponto de vista dos fundamentos. Quando analisando o valor potencial de cada um dos diferentes negócios da ENBR (geração, transmissão e distribuição) em um cenário de venda com base em transações passadas, estimamos valores entre R$21,3 e R$34,0 para as ações;
  • Mantemos nossa recomendação de compra na EDP Energias do Brasil, com preço-alvo de R$25/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Saneamento: Senado apressa tramitação de Projeto de Lei que muda marco legal do saneamento

  • O Senado votará amanhã um projeto de lei que muda o marco regulatório do saneamento básico, retomando os termos da MP 868 que expirou segunda-feira. Segundo o Valor Econômico, o presidente do Senado e líderes governistas chegaram a articular a votação do projeto ainda ontem após aprovação na Comissão de Infraestrutura, mas partidos de oposição pediram mais tempo para avaliar o texto;
  • O texto do novo projeto de lei foi apresentado pelo senador Tasso Jereissati, mas com mudanças em relação a MP 868. Dentre as alterações, destaca-se que os contratos de programa serão mantidos e poderão ser convertidos em contratos de concessão, bem como poder ter seu prazo prorrogado por uma vez;
  • As expectativas com uma eventual aprovação levou a alta de 11% das ações da Sabesp e 7.1% das ações da Copasa, candidatas a privatização em um cenário de aprovação do projeto.

AES Tietê (TIET11): ANEEL revoga autorização de projetos de geração da fase B do complexo Alto Sertão III, da Renova

  • Ontem, a ANEEL revogou a autorização da Renova Energia para a construção da fase B do complexo eólico Alto Sertão III, da Renova Energia. A empresa estava em negociações para vender o portfólio de projetos de 305MW de capacidade à AES Tietê;
  • ​Conforme notamos no nosso relatório de 10 de abril (clique aqui para acessar), a proposta de aquisição da AES Tietê englobava (1) 438MW de capacidade pré-operacional de projetos eólicos e solares (“Fase A”, totalmente contratada e adquirida por R$ 350 milhões),  (2) 305MW em projetos prontos para iniciar a construção (“Fase B”, que operará no mercado livre e foi adquirido por R$ 90 milhões) e (3) um portfólio de 1.100 MW de projetos de geração adquiridos por R$ 76 milhões.
  • Em fato relevante, ambas as empresas afirmaram que as negociações para a aquisição dos ativos em (1) e (3) não sofreram alterações, e seguem em curso. Na nossa visão, se a aquisição da Fase A for mantida continuamos com uma visão positiva sobre a transação para a AES Tietê, haja visto que suas contribuições para a geração de caixa da companhia se materializam no curto prazo. Mantemos nossa recomendação de compra na AES Tietê, com preço-alvo de R$15/unit.

Frigoríficos: Ministra está confiante com um retorno em breve das exportações brasileiras de carne à China

  • A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou ontem que a China deve pedir nos próximos dias a retirada da suspensão de exportação de carne bovina brasileira ao país asiático, imposta pelo Ministério da Agricultura depois da identificação de um caso atípico de vaca louca em Mato Grosso;
  • Tereza também disse que o país deve rever no futuro o protocolo bilateral assinado com a China em 2015, que determina a suspensão temporária em casos atípicos;
  • A ministra minimizou o episódio e afirmou que os procedimentos adotados atestam a eficácia da inspeção brasileira.

Minério de ferro: Preços mais altos da commodity estimulam projetos e produção em Minas Gerais

  • Com a alta do preço do minério de ferro neste ano, que acumula alta de 38%, em US$100/t, e a paralisação das minas da Vale em Minas Gerais, pequenas e médias mineradoras do estado estão retomando a operação ou aumentando sua produção; 
  • Segundo a notícia, a australiana Centaurus está retomando o projeto Jambreiro em São João Evangelista, no nordeste de Minas Gerais, com licença para produção de 3mt/ano. Outro projeto que está em processo de licenciamento é o da Herculano Mineração, em Serro, na região centro-nordeste do Estado, com potencial para produzir 1,3mt. A JMendes também viu espaço para e deve produzir 6mt em 2019;
  • A expectativa do Sindicato das Indústrias Extrativistas de Minas Gerais (Sindiextra) é que o aumento na produção de minério das 30 pequenas e médias companhias será de 5mt, vs. 37mt dessas mesmas empresas no ano passado, menos de 10% do total da produção no Brasil.
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