IBOVESPA -0,88% | 188.853 Pontos
CÂMBIO -0,14% | 5,16/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,9%, aos 188.853 pontos, acompanhando o desempenho negativo dos mercados globais (S&P 500, -1,0%; Nasdaq, -1,2%). O índice recuou apesar da alta de ações de grande peso, com Vale (VALE3, +0,7%) e Petrobras (PETR3, +1,9%; PETR4, +1,6%) subindo na sessão.
Vivo (VIVT3, +3,3%) avançou após a divulgação de resultados referentes ao 4T25. Na ponta negativa, Santander (SANB11, -5,7%) recuou, devolvendo parte dos ganhos registrados no pregão anterior, quando havia apresentado alta de 3,1%.
Nesta terça-feira, pela temporada de resultados do 4T25, destaque para a divulgação dos balanços de Iguatemi, Mercado Livre e C&A.
Renda Fixa
Os juros futuros dos EUA encerraram a segunda‑feira em queda, em meio à busca por ativos seguros diante da retomada da instabilidade comercial. No fim de semana, Donald Trump anunciou uma tarifa global de 15%, após a anulação de parte de sua política anterior. A T‑Note de 2 anos recuou a 3,42% (‑4 bps), a T‑Note de 10 anos caiu a 4,03% (‑5 bps) e o T‑Bond de 30 anos cedeu a 4,70% (‑2 bps). No Brasil, os juros futuros terminaram próximos da estabilidade, em pregão de baixa liquidez e sem direcionadores claros. O DI jan/27 fechou em 13,25% (+1 bp), o DI jan/29 em 12,60% (-0,5 bp) e o DI jan/31 permaneceu estável em 13,05% (0 bp).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,3%), após forte correção na véspera. O movimento do dia anterior refletiu renovados temores sobre disrupções provocadas por inteligência artificial, especialmente no setor de software, além da incerteza em torno das novas tarifas globais de Trump e tensões com o Irã. Hoje, investidores monitoram dados de confiança do consumidor e resultados da Home Depot, além de se posicionarem para os balanços de Nvidia ao longo da semana.
Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,1%), em meio à implementação das novas tarifas americanas. Apesar de Trump ter anunciado uma tarifa global de 15%, a medida entrou em vigor inicialmente com alíquota de 10% por 150 dias, segundo comunicado da U.S. Customs and Border Protection. Ainda há incerteza sobre como a regra afetará países como o Reino Unido, que já possui acordo comercial com os EUA. O Parlamento Europeu anunciou pausa na ratificação do acordo UE-EUA firmado no ano passado.
Na China Continental, os mercados fecharam em alta após feriado, enquanto em Hong Kong o índice foi pressionado por ações do setor de saúde (CSI 300: +1,0%; HSI: -1,8%). A Coreia do Sul renovou máxima histórica pelo terceiro dia consecutivo (Kospi: +2,11%), impulsionada por um rali de chips, assim como Taiwan (+2,75%), com a TSMC subindo mais de 3%. Investidores acompanharam ainda a decisão do banco central chinês de manter as taxas LPR inalteradas em 3% (1 ano) e 3,5% (5 anos).
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana com queda de 0,10%, sustentada, sobretudo, por um recuo generalizado nos diferentes segmentos que o compõem. Fundos de Papel, Fundos de Fundos e Multiestratégia registraram queda de 0,11%, 0,45% e 0,22%, respectivamente. Os Fundos de Tijolo, apesar do desempenho positivo dos Ativos Logísticos (+0,06), apresentaram queda de 0,09%, sustentada pelos Fundos de Lajes Corporativas (-0,17%) e Shoppings (-0,20%).
Entre as maiores altas do dia, destacaram se TRBL11 (+3,0%), BROF11 (+2,3%) e RBFM11 (+1,8%). No lado negativo, as principais quedas foram GZIT11 (-5,3%), PVBI11 (-1,6%) e ICRI11 (-1,6%).
Economia
O Parlamento Europeu decidiu congelar o acordo comercial entre a UE e os EUA após decisão da Suprema Corte dos EUA que invalidou parte das tarifas previamente impostas. Diante do anúncio de novas tarifas globais de 15%, legisladores afirmam que o quadro jurídico e comercial mudou substancialmente e exigem clareza imediata de Washington sobre como pretende respeitar o pacto antes de seguir com a ratificação.
Na agenda doméstica, destaque para a divulgação do Balanço de Pagamentos, em que projetamos um déficit de US$ 6,8 bilhões nas transações correntes, e uma entrada líquida de US$ 6,0 bilhões em investimentos.
Veja todos os detalhes
Economia
União Europeia suspende votação sobre acordo comercial com EUA
- O Parlamento Europeu decidiu congelar o acordo comercial entre a UE e os EUA após novas ameaças tarifárias de Donald Trump e a incerteza gerada pela decisão da Suprema Corte dos EUA que invalidou parte das tarifas previamente impostas. Diante do anúncio de novas tarifas globais de 15%, que poderiam ultrapassar o teto previsto no acordo firmado em 2025, legisladores afirmam que o quadro jurídico e comercial mudou substancialmente e exigem clareza imediata de Washington sobre como pretende respeitar o pacto antes de seguir com a ratificação, já que as medidas unilaterais dos EUA podem elevar ainda mais os custos das exportações europeias e levar o bloco a considerar instrumentos de retaliação, mantendo o acordo suspenso até que o governo americano apresente garantias sobre sua política tarifária futura;
- A China manteve inalteradas suas taxas básicas de juros para empréstimos (LPRs) pelo nono mês consecutivo, mantendo a de 1 ano em 3,0% e a de 5 anos em 3,5%, em meio à desaceleração econômica e à instabilidade persistente do setor imobiliário. As autoridades optaram por não reduzir as taxas devido às pressões de desvalorização sobre o yuan e à necessidade de preservar a estabilidade financeira, apesar dos sinais de crescimento mais fraco. Ao mesmo tempo, o banco central chinês busca equilibrar estímulos moderados com a preocupação de que cortes mais agressivos ampliem a saída de capitais e intensifiquem a pressão sobre a moeda;
- O Brasil e a Coreia do Sul firmaram um acordo de cooperação em áreas estratégicas, incluindo economia digital, manufatura avançada e minerais críticos, criando um marco institucional permanente para ampliar o comércio e fortalecer a integração produtiva entre os dois países. O governo brasileiro avalia que o ambiente econômico atual favorece a atração de investimentos e o aprofundamento da parceria. A comitiva presidencial também busca abrir o mercado sul-coreano para as carnes brasileiras e vê potencial para que a iniciativa sirva de base para eventuais negociações entre Mercosul e Coreia do Sul;
- O Boletim Focus mostrou uma leve queda nas projeções da taxa Selic para o final deste ano, saindo de 12,25% para 12,13%. Além disso, pela 7° semana seguida, as projeções para o IPCA 2026 recuaram, atingindo 3,91%. Para mais informações, acesse nosso relatório aqui;
- Na agenda doméstica, destaque para a divulgação do Balanço de Pagamentos, em que projetamos um déficit de US$ 6,8 bilhões nas transações correntes, e uma entrada líquida de US$ 6,0 bilhões em investimentos.
Commodities
Papel e Celulose: Melhora nos fundamentos de celulose sustenta tom construtivo entre produtores
- Observamos um sentimento mais favorável entre investidores em relação aos preços de celulose no curto prazo.
- Durante o conference call do 4T25 da Suzano, a companhia adotou um tom mais construtivo à medida que os fundamentos da celulose continuaram a melhorar, sustentados por demanda firme no 1T26E, pedidos resilientes do CNY, condições de oferta mais apertadas ligadas às restrições de madeira no Sudeste Asiático e ao adiamento do início da Oki II, além de uma base de custos que permanece altamente competitiva — fatores que, em conjunto, reforçam uma perspectiva mais favorável para os preços da celulose.
- Enquanto isso, a Klabin também destacou esse momentum mais positivo, mencionando melhores condições no mercado de celulose, sustentação dos preços de fluff (celulose fluff para absorventes/higiene) em diferentes regiões e um mix da PM#28 que deve permanecer amplamente estável em 2026E, com uma mudança gradual em direção ao kraft (papéis kraft) conforme o ramp‑up avança.
- Em preços, a celulose de fibra curta da China está atualmente em ~US$585/t, em linha com os futuros de celulose de fibra curta a ~US$586/t para Mar’26.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
Gerdau (GGBR4): América do Norte sólida sustenta resultados decentes, porém em linha
- A Gerdau reportou resultados neutros, com EBITDA ajustado de R$2,4 bilhões, ‑13% T/T (+3% XPe), refletindo mais um desempenho sólido na América do Norte, compensado por um ambiente mais fraco no Brasil.
- Destacamos: (i) desempenho robusto no BD da América do Norte, impulsionado por um ambiente de preços forte (+1% T/T em USD), com níveis sólidos de backlog (alcançando ~85 dias), sustentados pelo protecionismo diante da expansão da Section 232;
- (ii) desempenho mais fraco no BD do Brasil (margens ‑3 p.p. T/T), refletindo maior COGS/t (+4% T/T), principalmente devido às paradas de manutenção; e
- (iii) FCF positivo de R$1,4 bilhão, com liberação de capital de giro (WK) de R$1,4 bilhão, influenciada pelos ajustes de capacidade no Brasil e iniciativas para otimizar estoques de matéria-prima.
- Por fim, a Gerdau anunciou dividendos de R$0,10/ação (dividend yield anualizado de 1,9%), a serem pagos em 18 de março. Reiteramos nossa recomendação de Compra para Gerdau, com o momentum positivo das operações na América do Norte.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Rodovias do Brasil: analisando a Rota Mogiana; a primeira relicitação da Renovias da MOTV
- A Rota Mogiana (a primeira fase do processo de releilão da Renovias da Motiva) é o próximo leilão de rodovia do Brasil, agendado para 27 de fevereiro;
- Trata-se de uma concessão estadual de 30 anos cobrindo 504 km de rodovias brownfield em São Paulo, conectando regiões importantes do interior a áreas próximas do sul de Minas Gerais;
- Esperamos interesse no leilão, impulsionado por:
- Economia atrativa (TIR de 9,41% vs. 8,87%–9,41% em leilões recentes);
- Restrições de alavancagem limitadas, apesar da escala relativamente grande;
- Riscos de demanda reduzidos.
- Entre as empresas listadas, acreditamos que o interesse possa ser maior por parte de MOTV em relação à ECOR, dado seu forte conhecimento do ativo e presença regional estabelecida;
- A submissão das propostas está agendada para 24 de fevereiro (terça-feira);
- Clique aqui para acessar o relatório.
Minerva (BEEF3) | Prévia de Resultados do 4T25 e downgrade: relação risco-retorno já não é tão atrativa
- Estamos divulgando nossa prévia de resultados do 4T(para o qual esperamos resultados fracos), ao mesmo tempo em que revisamos Minerva de Compra para Neutro e atualizamos nosso preço‑alvo pelo múltiplo de 2026E para BRL 7,2/sh (de BRL 8,4/sh).
- Embora continuemos construtivos em relação ao pano de fundo de demanda — especialmente diante da persistente escassez global de carne bovina — vemos assimetrias negativas crescentes e riscos de overhang que devem pressionar os resultados.
- Em nossa visão, o Valuation atual não oferece um perfil de risk‑reward atrativo, com a ação negociando a 4,6x 2026E EV/EBITDA e 10,8% FCF yield (8,1% excluindo forfaits).
- Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/minerva-beef3-previa-de-resultados-do-4t25-e-downgrade-relacao-risco-retorno-ja-nao-e-tao-atrativa/
Riachuelo (RIAA3): Atualizando nossas estimativas
- Na semana passada, a Riachuelo divulgou seus resultados do 4T e realizou a teleconferência de resultados;
- Assim, aproveitamos a oportunidade para atualizar nosso modelo considerando: (i) ajustes no mix de categorias e seus impactos na receita do varejo e na dinâmica de margem; e (ii) um efeito carrego positivo de um 4T melhor (no varejo e no Midway). Como resultado, elevamos nosso Lucro Líquido estimado para 2026-27e em 6-4%, respectivamente, e mantemos nosso preço-alvo para o fim de 2026 em R$ 14,0/ação;
- Se incorporarmos um follow on de R$ 400–500 milhões aos nossos números, nossa nova estimativa de Lucro Líquido para 2026e aumentaria em 6–8%;
- Mantemos nossa recomendação de Compra, pois acreditamos que a companhia tem um arcabouço estratégico claro para sustentar resultados sólidos à frente e, caso o potencial follow-on se confirme, a melhora de liquidez pode ampliar a participação de investidores e dar suporte à valorização;
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Telefônica Brasil (VIVT3): Forte execução, EBITDA acima do esperado e aceleração do fluxo de caixa, apesar de bases de comparação desafiadoras
- A Vivo apresentou resultados sólidos no 4T25, com receitas em linha com as estimativas da XPe e um claro destaque em EBITDA, apesar da base de comparação mais difícil por conta de efeitos pontuais no 4T24 ligados à migração para o regime de autorização.
- A receita líquida totalizou R$ 15,6 bilhões (+7,1% ano contra ano), sustentada pelo crescimento em pós-pago, FTTH e digital B2B.
- O EBITDA somou R$ 6,7 bilhões (+8,1% ano contra ano), 5,1% acima da nossa estimativa, com expansão de margem tanto na comparação anual quanto versus a XPe.
- Mesmo desconsiderando a linha de “Outras Receitas (Despesas) Operacionais”, o EBITDA cresceu em ritmo de dois dígitos e superou nossas projeções, o que reforça a qualidade dos resultados no trimestre.
- O lucro líquido atingiu R$ 1,88 bilhão (+6,5% ano contra ano), também acima da XPe, enquanto o fluxo de caixa livre acelerou de forma relevante, apoiado por menor intensidade de capex e normalização do capital de giro.
- Em resumo, o trimestre reforça a execução consistente da Vivo, a disciplina de margens e o forte perfil de geração de caixa da companhia.
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Irani (RANI3): Resultados resilientes em meio à sazonalidade mais fraca
- A Irani reportou resultados neutros, com EBITDA ajustado de R$128 milhões, -12% T/T e -2% XPe, impactado pela sazonalidade mais fraca, embora com desempenho resiliente de preços e menores custos de OCC, resultando em margens de EBITDA de 30,8% (vs. 33,7% no 3T25, -1 p.p. vs. XPe).
- Principais destaques: (i) um sólido desempenho de preços na divisão de papel, com preços +3% T/T (+2% XPe);
- (ii) desempenho de vendas mais fraco refletindo a sazonalidade atenuada (papel -8% T/T/+4% A/A, embalagens -2% T/T/-6% A/A); e
- (iii) menores custos de OCC (-14% T/T), com um cenário mais favorável esperado para 2026E dado o movimento de queda nos preços de OCC ao longo dos últimos trimestres.
- Por fim, a companhia também está propondo distribuição de dividendos de ~R$0,26/ação (mínimo + extraordinário), implicando dividend yield de ~2,7%. Reiteramos nossa recomendação de Compra para Irani.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Bens de Capital: Move Brasil deve impulsionar vendas de caminhões à frente
- Janeiro foi mais um mês fraco para o desempenho de veículos pesados no Brasil, com a produção de caminhões caindo -16% A/A (+19% M/M) e as vendas recuando -30% A/A (‑35% M/M).
- Mesmo assim, o sentimento permanece construtivo, com o programa Move Brasil tendo aprovado R$1,9 bilhão em concessões de crédito em seu primeiro mês (19% do total) – e efeitos mais materiais são esperados a partir de Fev’26, conforme discutido por OEMs e pela Anfavea.
- Outros destaques: (i) seguimos vendo um cenário desafiador para implementos rodoviários no Brasil, com vendas ‑30% A/A em Jan’26, enquanto as vendas ligadas ao agronegócio recuaram ‑34% A/A;
- (ii) receitas mensais menores para Randon e Frasle em Jan’26, respectivamente ‑7% e ‑18% A/A, enquanto as receitas da Randon ex‑Frasle subiram +1%. Vemos as receitas da Frasle impactadas não apenas por efeitos pontuais, como a mudança do ERP da Nakata, mas também pela menor atividade de mercado;
- (iii) a produção de ônibus foi sazonalmente mais fraca em Jan’26, com a Marcopolo contraindo mais que a indústria, prejudicada por férias coletivas (mais detalhes aqui). Por fim,
- (iv) no exterior, observamos estabilidade nas vendas de leves nos EUA (+1% A/A), enquanto as vendas de pesados nos EUA reduziram parte da queda, ‑6% em Jan’25 vs. ‑24% A/A no 4T25; pedidos de caminhões classe 8 subiram +27% A/A em Jan’26 (embora ‑24% M/M, possivelmente indicando um impulso de fim de ano).
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
- O jogo da banda larga: Brasil TecPar – Aquisição da Ligga Telecom
- A Brasil TecPar anunciou a compra dos ativos de banda larga fixa da Ligga por um EV implícito de ~R$ 1,78 bi (R$ 495 mi de equity + assunção de ~R$ 1,28 bi em dívida líquida), em uma operação que a consolida como um dos principais consolidadores de FTTH no Brasil.
- O ativo adquirido envolve ~344 mil acessos, receita líquida anualizada de R$ 628 mi e EBITDA de R$ 315 mi (margem de ~50%), implicando múltiplos de ~2,8x EV/Receita, ~5,6x EV/EBITDA e ~R$ 5,2 mil por cliente.
- Após o fechamento, a Brasil TecPar passa a ter ~1,69 mi de acessos de banda larga fixa, tornando-se a 4ª maior operadora do país em base de assinantes (e 3ª no PR, com ~385 mil clientes).
- Do lado setorial, vemos (i) mais uma evidência do gap de valuation entre M&As privados e ISPs listadas na bolsa; e (ii) a consolidação da Brasil TecPar como um player estruturalmente relevante, com escala para disputar ativos maiores e extrair sinergias operacionais mais significativas, apoiada por forte firepower do controlador.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
- Axia e Energisa podem se destacar
- Para a temporada de resultados do 4T25, esperamos números fortes para Axia e Energisa, resultados mistos para outras geradoras (GenCos) e resultados saudáveis para Orizon;
- As GenCos provavelmente terão resultados mistos porque: i) o nível de curtailment ainda é elevado e impacta as renováveis;
- ii) o GSF baixo e os preços spot altos resultam em um trimestre sazonalmente fraco para hidrelétricas (enquanto algumas companhias, como a CPLE, podem mostrar efeitos positivos de hedge de portfólio, reduzindo custos de compra de energia);
- Para as distribuidoras listadas (EQTL e ENGI), esperamos que se mantenha a dinâmica de volumes e margens saudáveis, com custos controlados;
- No saneamento, a Sabesp deve continuar entregando uma tendência de resultados saudáveis, apoiada por um crescimento modesto de volumes;
- A ORVR deve manter tendência operacional semelhante à do 3T25, com margens sólidas e aumento de gate fees;
- Também aproveitamos para atualizar nosso preço-alvo para o final de 2026 de ENGI11 para R$ 84,9/ação, após o dividendo em ações declarado no ano passado, mantendo inalterados nossa recomendação e nossas estimativas;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Governo eleva tarifas de importação de mais de 1.200 produtos, incluindo computadores, celulares e componentes eletrônicos (O Globo);
- Para estancar a crise, Cosan quer abrir capital da Compass na B3 (Valor Econômico);
- Ministério da Agricultura assina acordos de cooperação com a Coreia do Sul (Canal Rural);
- Donald Trump’s global tariff takes effect at 10% (Financial Times).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
XP Short Scout: Monitor de short selling no Brasil – 23/02/2026
- O short interest (SI) mediano do Ibovespa caiu para 6,2%, enquanto as posições em aberto aumentaram para R$ 154,9 bilhões desde nosso último relatório.
- A taxa de aluguel de Raízen (RAIZ4) avançou para 74,4%, uma alta de 36,3 p.p. em relação a 6 de fevereiro. O short interest registrou um leve aumento de 1,2 p.p., alcançando 33,0% do free float. Os Days to Cover caíram para 8,1 dias de ADTV, uma redução de 26,9% em relação ao nível observado duas semanas antes.
- Também destacamos aumentos na taxa de aluguel de Magazine Luíza (MGLU3) e Assaí (ASAI3), para 22,9% e 7,1%, um avanço de 7,2 p.p. e 5,5 p.p., respectivamente. O short interest de Magazine Luíza está em linha com seu nível médio de um ano, enquanto o de Assaí está mais elevado em +1,7 desvio‑padrão.
- Outras ações para ficar de olho: AUAU3, AZZA3, BBAS3, BBSE3, BHIA3, BRKM5, INTB3, PCAR3, SOJA3, VIVA3
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha segunda em leve queda e começa a semana em baixa (FIIs);
- Para onde vai o aluguel de escritórios em São Paulo? (Buildings);
- Hotelaria supera níveis pré-pandemia e reforça tese para FIIs do setor (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Bitcoin cai e chegou a operar a US$ 64 mil na madrugada em meio a tarifas dos EUA: O bitcoin despencou até US$ 64 mil na madrugada desta segunda, pressionado pelo temor de um ataque dos EUA ao Irã e pelo aumento das tarifas americanas de 10% para 15%, deteriorando o ambiente macro e ampliando a aversão a risco nos mercados. (Valor Econômico);
- Emerging Market ETFs Rise for 18th Week in $50.6 Billion Streak: Investors continued pouring money into emerging‑market equity and bond ETFs for the 18th consecutive week, extending a strong inflow streak that highlights renewed global appetite for risk assets. (Bloomberg);
- A indústria norte‑americana de ETFs inicia o ano com entradas recordes: A indústria de ETFs nos Estados Unidos começou 2026 com força histórica, registrando US$ 166,65 bilhões em entradas líquidas apenas em janeiro, impulsionada sobretudo pela forte demanda por ETFs de renda variável e pelo crescimento expressivo dos ETFs ativos, de renda fixa e de commodities. (Funds Society);
- Este ETF rendeu o mesmo que a Selic, mas em apenas um mês: O ETF NUCL11, que replica o índice global de energia nuclear MVIS Global Uranium & Nuclear Energy, valorizou 15,03% em janeiro, entregando em um mês o equivalente ao rendimento anual da Selic, impulsionado pelo avanço mundial das tecnologias ligadas à energia nuclear. (Valor Investe).
ESG
Engie avalia instalar baterias e data center em maior parque solar do mundo no Brasil | Café com ESG, 24/02
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território levemente negativo, com IBOV e o ISE recuando 0,88% e 0,87%, respectivamente;
- No Brasil, (i) a Engie está considerando instalar baterias ou data centers para mineração de bitcoin em seu complexo solar no Brasil, que se tornou o maior de todo o portfólio global da empresa francesa, disse um executivo da companhia – o complexo Assú Sol, localizado no Rio Grande do Norte, soma 753 megawatts de capacidade instalada e entrou totalmente em operação comercial neste mês; e (ii) o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) vai destinar R$ 1,3 bilhão ao setor automotivo pelo Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) até 2029 – o programa é a atual política industrial brasileira para desenvolvimento tecnológico e descarbonização da cadeia automotiva;
- No internacional, a gigante chinesa BYD registrou um aumento de quase três vezes nas vendas na Europa no mês passado em relação a janeiro de 2025, marcando um forte início de ano, e reforçando a alta demanda no continente por seus veículos elétricos e híbridos – os registros de carros novos da BYD saltaram para 18.242 unidades no mês passado (vs. 6.884 em janeiro de 2025);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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