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Mercados internacionais em alta; Caged e veto ao reajuste aos servidores em foco no Brasil

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,2% | 85.469 Pontos

CÂMBIO 1,78% | 5,35/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em queda de 0,23% ontem, a 85.468 pontos, impactado principalmente pela performance negativa dos bancos, seguindo notícias de que o BACEN poderia colocar limite de juros no rotativo de cartão de crédito.

Nesta manhã, mercados internacionais seguem em alta com expectativa de reabertura econômica e rodada de € 750bi em estímulos sendo negociado na Europa (+1,6%), além do pacote de US$ 1,1 tri no Japão (0,7%). Senadores republicanos planejam pagar bônus de US$ 450 semanais para aqueles que conseguirem emprego nos EUA (+1,3%), enquanto a guerra comercial pesa mais na China (-0,7%).

No Brasil, a inflação calculada pelo IPCA-15 registrou contração de 0,59% em maio, a maior deflação histórica do indicador desde o início do Plano Real, em julho de 1994. O resultado veio em linha com a nossa expectativa e abaixo das expectativas de mercado coletadas pela Bloomberg (-0,48%). No acumulado de 12 meses, a inflação desacelerou de 2,92% em abril para 1,96% em maio. O resultado reforçou o nosso entendimento de que a inflação abaixo do esperado abrirá espaço para que o BC corte mais 75bps na taxa Selic em sua próxima reunião (17 de junho).

O destaque da agenda de hoje será a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cuja publicação estava suspensa desde o início do ano. Este será o primeiro termômetro do mercado de trabalho formal brasileiro desde o início da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. As informações serão liberadas às 10h e haverá entrevista coletiva no Palácio do Planalto às 11h, com a presença do secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, e equipe. No exterior, o destaque da agenda do dia será a divulgação do Livro Bege pelo Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos.

Na política, hoje é o último dia para que o presidente Jair Bolsonaro decida sobre o veto ao trecho do projeto de lei de ajuda aos estados que prevê a suspensão dos reajustes aos servidores públicos, conforme prometeu em diversas situações desde a aprovação do projeto no início do mês.

A Câmara deve votar hoje a medida provisória 936, que trata do programa de preservação de empregos formais no período da pandemia. O relatório deve prever também a extensão da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores até 2022.

O governo de São Paulo anuncia hoje seu plano para a reabertura econômica regional do estado. A prefeitura da capital tenta negociar uma flexibilização de suas regras.

Ontem, o Conselho Mineiro de Desestatização autorizou o BNDES a realizar consulta de serviços para estruturar o processo de privatização da Copasa. Apesar da reação positiva que esperamos para as ações no pregão de hoje, consideramos muito remota a possibilidade de privatização da companhia. O motivo é que tal processo depende de (i) aprovação do novo marco regulatório de saneamento básico (PL 4162/2019), (ii) alterações na constituição estadual de Minas Gerais para autorizar processos de privatização e (iii) alterações em cláusulas do contrato mais relevante da Copasa (Belo Horizonte) que afirmam explicitamente que sua validade depende da manutenção da Copasa sob controle estatal.

Por fim, a Marfrig anunciou por meio de fato relevante a criação da PlantPlus Foods, uma joint venture com a Archer-Daniels-Midland Company (ADM) para a produção e comercialização de produtos de base vegetal. Vemos o anúncio como positivo. Apesar de ainda não ser quantificado no curto prazo, por meio da PlantPlus, a Marfrig intensificará a atuação no mercado de proteína vegetal, com grande potencial de crescimento. Reiteramos recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 18.

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Estratégia

O caso para se comprar Brasil – Fizemos uma série de reuniões com investidores estrangeiros na última semana, e vimos que o sentimento com Brasil está primordialmente negativo. Ao invés de desespero, vemos esse grande consenso como potencialmente positivo para preços de ativos daqui para frente.
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Internacional

  1. Política Internacional: Escalada das tensões entre EUA e China
  2. Petróleo: Expectativas do mercado de uma redução de 2,5 milhões de barris nos estoques dos EUA

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Iguatemi (IGTA3) 1T20: EBITDA em linha, mas FFO 21% abaixo; Vendas Mesmas Lojas -13%
  2. Marfrig (MRFG3): empresa anuncia joint-venture para ampliar produção de proteína vegetal
  3. Setor Elétrico: ANEEL propõe pacote de socorro de R$15,4 bilhões ao setor elétrico
  4. Shoppings (IGTA3, MULT3, BRML3): Retomada da atividade de shoppings em mais 3 cidades; Acompanhe as reaberturas até o momento
  5. Copasa (CSMG3): Governo de MG autoriza BNDES a fazer consulta para contratar serviço para privatização da Copasa


Veja todos os detalhes


Internacional

Política Internacional: Escalada das tensões entre EUA e China

  • A escalada de tensões entre os EUA e a China ganhou novo capítulo nesta terça-feira: o presidente americano, Donald Trump, disse que seu governo estaria se preparando para tomar medidas contra a China ainda nesta semana por causa da lei de segurança nacional que ampliaria o controle de Beijing sobre Hong Kong. Segundo a Bloomberg, as medidas em análise incluem controles sobre transações e congelamento de ativos de autoridades e empresas chinesas e restrições de visto para funcionários do Partido Comunista;
  • Vale destacar que o Congresso Nacional do Povo deve aprovar a legislação nessa quinta-feira, mas nao deve ser formalmente adotada até agosto;
  • A Câmara dos Representantes deve apoiar legislação do Senado que imporia sanções a autoridades da China por abusos aos direitos humanos;
  • Ademais, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou que o governo Trump está disposto a pagar empresas americanas para que tirem cadeias de produção da China e as tragam de volta para os EUA.  

Petróleo: Expectativas do mercado de uma redução de 2,5 milhões de barris nos estoques dos EUA

  • O relatório oficial de fornecimento da Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) deve ser publicado hoje às 11:30 da manhã (horário de Brasília), com expectativas do mercado de uma redução de -2,5 milhões de barris nos estoques dos EUA;
  • Os estoques de petróleo dos EUA caíram -4,985 milhões de barris na semana passada abaixo da expectativa de mercado de +1,151 milhões de barris, o que é visto como positivo;
  • Nessa manhã de quarta-feira, o petróleo tipo Brent opera em território levemente negativo, em queda de -0,8% em US$35,85/barril.

Empresas

Iguatemi (IGTA3) 1T20: EBITDA em linha, mas FFO 21% abaixo; Vendas Mesmas Lojas -13%

  • Os resultados da Iguatemi referentes ao 1T20 vieram abaixo das nossas estimativas e do consenso de forma geral, com um FFO (Fluxo de Caixa Operacional) de R$ 49 milhões (21% abaixo de nós e 26% abaixo de consenso) e uma margem EBITDA de 65,6% (~100 bps abaixo da nossa estimativa e ~4,7 p.p. abaixo do consenso). A diferença para os nossos números reflete principalmente (i) custos e despesas ligeiramente superiores ao esperado, (ii) despesas financeiras líquidas mais altas (26% acima de nós) e (iii) a maiores despesas com IR e CSLL (196% acima da nossa estimativa), o que por sua vez reflete a reavaliação das projeções de lucro tributável, levando à baixa do ativo fiscal diferido no valor de R$ 13,1 milhões. As Vendas Mesmas Lojas (SSS) apresentaram queda de ~13% no 1T20, as vendas totais dos shoppings caíram ~10% a/a em bases comparáveis (excluindo os ativos que foram vendidos), e os Aluguéis Mesmas Lojas (SSR) caíram 27% (líquidos de descontos e provisões), o que já reflete o impacto negativo das políticas restritivas de distanciamento social sobre as operações dos shoppings;
  • Mantemos recomendação de Compra para as ações da Iguatemi, com preço-alvo de R$ 47,0/ação. Apesar de reconhecermos que 2020 será um ano desafiador, a recomendação reflete nossa percepção de que a empresa reúne (i) um portfólio de alta qualidade, com nível elevado de produtividade, o que deveria resultar em resiliência superior quando comparado à média das pares, (ii) um balanço sólido e (iii) um valuation atrativo em nossa visão (vemos as ações negociando a um FFO Yield acima de 7% relativo a 2021, consideravelmente acima daquilo que títulos de longo prazo atrelados à inflação estão negociando atualmente). Para acessar nosso relatório completo sobre os resultados, basta clicar nesse link.

Marfrig (MRFG3): empresa anuncia joint-venture para ampliar produção de proteína vegetal

  • A Marfrig anunciou por meio de fato relevante a criação da PlantPlus Foods, uma joint venture com a Archer-Daniels-Midland Company (ADM) para a produção e comercialização de produtos de base vegetal. Os produtos deverão ser vendidos tanto para supermercados quanto para restaurantes, nos mercados da América do Sul e América do Norte. Vemos o anúncio como positivo. Apesar de ainda não ser quantificado no curto prazo, por meio da PlantPlus, a Marfrig intensificará a atuação no mercado de proteína vegetal, com grande potencial de crescimento. Reiteramos recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 18;
  • A Marfrig, maior produtora de hambúrgueres do mundo, e a ADM, líder global em nutrição, já tinham uma parceria, por meio da qual produziam produtos de base vegetal como os hambúrgueres Rebel Whopper, do Burger King, e o Aussie Plant Burger, do Outback. Com a PlantPlus Foods, a linha de produtos de base vegetal deve ser expandida para além de hambúrgueres, utilizando a grande escala da Marfrig, uma das maiores fabricantes de carne bovina do mundo, para oferecer outros produtos como nuggets, embutidos e salsichas;
  • A Marfrig terá 70% da nova companhia e a ADM, 30%; a PlantPlus contará com conselho de administração próprio e gestão independente. A Marfrig utilizará suas plantas em Várzea Grande (MG) e em Ohio nos EUA para a produção dos hambúrgueres. Já a ADM fornecerá os ingredientes de base vegetal a partir de suas plantas em Campo Grande (MS) e de suas unidades nos EUA. Na prática, as duas sócias prestarão serviços para a PlantPlus.Com sede em Chicago, a PlantPlus Foods entrará em operação assim que as autoridades antitruste brasileiras e americanas aprovarem a criação da joint venture — o que levará “alguns meses”, conforme afirmou ao Valor Econômico a presidente global de ingredientes especiais da ADM, Letícia Gonçalves;
  • A ADM também reportou que nos EUA o mercado de alternativas de base vegetal à carne já é de US$ 950 milhões, ao passo que na América do Sul, foram cerca de US$ 200 milhões no ano passado. Segundo o Valor, ainda não existem estimativas precisas para o tamanho do mercado de proteínas vegetais no Brasil, mas a expectativa é que, no caso do hambúrguer, a versão vegetal possa representar 10% do mercado no longo prazo. No país, a categoria de hambúrguer movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano, segundo fontes do setor. 

Setor Elétrico: ANEEL propõe pacote de socorro de R$15,4 bilhões ao setor elétrico

  • Na reunião pública da diretoria da ANEEL ocorrida ontem (26/05), a ANEEL aprovou a abertura de consulta pública para regulamentar o decreto que viabiliza o pacote de socorro ao setor elétrico (Conta-COVID). A operação terá um tet de R$15,432 bilhões e considera o cálculo individualizado por distribuidora de energia elétrica. O cálculo foi dividido entre os seguintes componentes: (i) R$4,863 referentes à queda de mercado, (ii) R$8,828 bilhões referentes à inadimplência, (iii) diferimento de despesas de grandes consumidores do Grupo A de R$861,5 bilhões, (iv) efeitos do diferimento de reajustes tarifários de R$531,4 milhões e (v) diferimentos reconhecidos e ainda não amortizados de R$405,4 milhões;
  • A consulta pública terá duração de 5 dias, entre 27 de maio e 1º de junho. A relatora do processo, diretora Elisa Bastos, afirmou que eventuais reequilíbrios econômicos das distribuidoras sejam avaliados em outro processo, precedido de audiência pública e análise de impacto regulatório. Assim, abre-se a possibilidade que as distribuidoras de energia solicitem Revisões Tarifárias Extraordinárias no futuro mediante solicitações da companhia frente ao órgão regulador, além de provar as relações de causa e efeito relacionadas à pandemia. Soma-se a isso declarações por diretores de que parte dos custos da operação de financiamento da Conta-COVID serão arcados pelos consumidores e parte pelas distribuidoras de energia, embora a divisão desses impactos ainda não esteja clara;
  • Finalmente, o diretor Sandoval Feitosa propôs que a operação inclua um valor para aliviar os efeitos das distribuidoras que pertenciam à Eletrobras e foram privatizadas em 2018 nos estados de Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima e Piauí (o processo de revisão no Alagoas já aconteceu). Uma vez que os reajustes de tais empresas poderiam ficar entre 17% e 23%, o diretor propôs que uma parte dos componentes de reajustes de R$700 milhões seja incluída na Conta-COVID, o que poderia contribuir para uma redução de 10 p.p. nas variações de tarifas destas empresas. Tal proposta de adição seria adicionada ao montante de R$15,4 bilhões, totalizando R$16,1 bilhões para a operação. Tal ponto é de importância para os grupos Equatorial Energia (que opera a concessionária do Piauí) e Energisa (não coberta pela XP, mas que atua em Acre e Rondônia);
  • Acreditamos que a abertura e conclusão do processo de consulta pública contribuir em primeiro lugar para uma menor percepção de risco em relação ao setor de distribuição de energia tendo em vista a elevada expectativa de mercado em torno da Conta-COVID. Entretanto, ainda é incerta a divisão dos custos do financiamento entre consumidores de energia elétrica e distribuidoras, bem como a como ocorrerão eventuais pedidos futuros de pedidos de reequilíbrio econômico em revisões tarifárias extraordinárias. Além disso, não há motivos para mudar nossa posição mais conservadora em relação a distribuidoras de energia com relação à deterioração de indicadores como inadimplência e perdas não técnicas em face da deterioração da economia.

Shoppings (IGTA3, MULT3, BRML3): Retomada da atividade de shoppings em mais 3 cidades; Acompanhe as reaberturas até o momento

  • Conforme decreto emitido pelo governo do Distrito Federal no dia 22 de maio, Iguatemi e Multiplan informaram a retomada da atividade de seus shoppings em Brasília, Iguatemi Brasília e ParkShopping, respectivamente. A reabertura dos empreendimentos está marcada para hoje (27 de maio), com horário de funcionamento reduzido, das 13h às 21h. Ambos os shoppings estavam fechados desde o dia 19 de março;
  • Ontem a brMalls também anunciou que 3 de seus shoppings retomaram as operações. Os empreendimentos Shopping Curitiba e Shopping Estação, ambos localizados em Curitiba/PR, retomaram suas atividades no 25 de maio, enquanto o Center Shopping Uberlândia (Uberlândia/MG), reabriu para o público ontem (26 de maio). Todos operam com horário reduzido de funcionamento, das 12h às 20h;
  • O Iguatemi Brasília representou cerca de 5% da receita de aluguel total de 2019 da Iguatemi, que agora conta com 5 ativos reabertos (3 shoppings e 2 outlets). Já o ParkShopping representou cerca de 5% da receita de aluguel total de 2019 da Multiplan, que agora está com 3 empreendimentos abertos. Já a brMalls agora conta com 7 shoppings abertos, o Center Shopping Uberlândia correspondeu a cerca de 6% do NOI (Resultado Operacional Líquido) total da empresa em 2019, enquanto o Shopping Estação representou ~4% e o Shopping Curitiba ~1%; 
  • Para acompanhar a reabertura dos shoppings das empresas sob cobertura, veja nosso relatório de monitoramento de abertura de shoppings, que será atualizado sempre que novos shoppings forem reabertos.

Copasa (CSMG3): Governo de MG autoriza BNDES a fazer consulta para contratar serviço para privatização da Copasa

  • Em fato relevante divulgado ontem, a Copasa informou que o Conselho Mineiro de Desestatização autorizou o BNDES, no âmbito do acordo de cooperação técnica assinado em 5 de setembro de 2019, a realizar consulta ao mercado visando à contratação de serviços para estruturar e implementar o processo de privatização da companhia;
  • Apesar de acreditarmos que as ações da Copasa devam reagir positivamente à notícia, acreditamos que tal reação será injustificada frente aos fatos. Em primeiro lugar, qualquer discussão de privatização de empresas de saneamento antes da aprovação do Novo marco Regulatório de Serviços de Saneamento Básico (PL 4162/2019) é apenas especulação, uma vez que tal nova legislação é necessária para viabilizar tais processos por evitar a extinção de contratos de programa em processos de desestatização. Em segundo lugar, é necessária alteração da Constituição Estadual de Minas Gerais para viabilizar processos de privatização de estatais em Minas Gerais, processo que temos visibilidade muito limitada devido à falta de articulação política do Governo do Estado;
  • Finalmente, o contrato mais importante da Copasa, Belo Horizonte contém cláusula expressa afirmando que sua eficácia depende da manutenção do controle estatal da companhia. Qualquer alteração necessitará de um novo termo aditivo que deverá ser aprovado em âmbito municipal. Por todos esses motivos, não acreditamos na viabilidade de um processo de privatização da companhia, e mantemos recomendação Neutra nas ações. Também notamos que as ações da Cemig devem reagir positivamente ao anúncio, uma vez que o Governo de Minas Gerais também já expressou a intenção de privatizar a empresa no passado. Nesse caso, o único obstáculo seria obter autorização da Assembleia Legislativa por mudança da Constituição Estadual.

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