IBOVESPA +1,80% | 186.241 Pontos
CÂMBIO -0,76% | 5,19/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em alta de 1,8%, aos 186.241 pontos, em linha com o desempenho positivo dos mercados globais (S&P 500, +1,4%; Nasdaq, +0,8%). No cenário doméstico, o dia foi marcado por uma agenda econômica mais esvaziada.
O principal destaque positivo foi Magazine Luiza (MGLU3, +6,0%), beneficiada pelo fechamento da curva de juros. Na ponta negativa, as construtoras Cyrela (CYRE3, -1,1%) e Cury (CURY3, -0,9%) recuaram, após terem registrado forte valorização na semana anterior.
Para o pregão de terça-feira, o foco da agenda doméstica será a divulgação do IPCA de janeiro, enquanto nos Estados Unidos serão divulgados os dados de vendas no varejo de dezembro. Pela temporada de resultados do 4T25, teremos os balanços de Inter, Suzano e TIM. Já pela temporada internacional, os principais resultados incluem AstraZeneca, Barclays e Ford.
Renda Fixa
Os juros futuros dos EUA fecharam a segunda‑feira em leve queda nos vértices curtos, no aguardo da divulgação do payroll (quarta) e do CPI (sexta), ambos adiados pelo shutdown. A vitória do partido LDP nas eleições da véspera no Japão também pressionou os JGBs (curva de títulos públicos japoneses) e influenciou as curvas globais. A T‑Note de 2 anos terminou a 3,49% (-1 bp), a de 10 anos a 4,20% (0 bp) e o T‑Bond de 30 anos a 4,85% (0 bp). No Brasil, os juros futuros recuaram acompanhando o maior apetite por emergentes e a fraqueza do dólar, com ajustes mais intensos nos vértices longos. O DI jan/27 caiu para 13,34% (-2 bps), o DI jan/29 para 12,68% (-7 bps) e o DI jan/31 para 13,09% (-10 bps).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: 0,0%). O movimento ocorre após a segunda sessão consecutiva de alta nos mercados americanos, com o Dow avançando 0,04% e registrando novo recorde tanto intradiário quanto de fechamento. O S&P 500 subiu cerca de 0,5%, enquanto o Nasdaq Composite avançou 0,9%, impulsionado pela continuidade da recuperação das ações de tecnologia após a forte correção observada na semana passada. Nesta semana, o foco segue nos dados macroeconômicos, com vendas no varejo sendo divulgadas hoje, o relatório de emprego amanhã e o CPI na sexta-feira, além da temporada de resultados, com Coca-Cola reportando antes da abertura do mercado.
Na Europa, as bolsas operam em leve alta (Stoxx 600: +0,1%). As ações da Philips sobem cerca de 9% após a divulgação de resultados anuais que mostraram melhora no lucro e aceleração no crescimento de pedidos, apesar de um guidance mais conservador para 2026. No setor de energia, a BP recua mais de 4% depois de anunciar a suspensão do programa de recompra de ações para fortalecer o balanço, além de reportar lucro abaixo do esperado. Já o setor de luxo apresenta forte desempenho, com a Kering saltando cerca de 13% após surpreender positivamente nas vendas e sinalizar retorno ao crescimento em 2026.
Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +0,1%; HSI: +0,6%), assim como no restante da Ásia, com destaque para o Japão, onde o Nikkei 225 atingiu uma nova máxima histórica, refletindo o forte apetite por risco na região. O movimento acompanha o bom desempenho dos índices americanos na véspera e reforça a rotação global em direção a ativos de risco, especialmente em mercados desenvolvidos.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a segunda-feira em queda de 0,09%, em um dia marcado por uma agenda econômica mais esvaziada, pressionado sobretudo pelos Fundos Multiestratégia e pelos Fundos de Tijolo, que recuaram 0,23% e 0,20%, respectivamente. O desempenho dos Fundos de Tijolo foi puxado principalmente pelos Fundos de Lajes Corporativas, que registraram queda de 0,29%. Ainda assim, os Fundos de Shoppings (-0,14%) e os Fundos de Ativos Logísticos (-0,18%) também encerraram o pregão no campo negativo. Já os Fundos de Papel (+0,03%) e os Fundos de Fundos (+0,01%) ficaram praticamente estáveis. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se KNIP11 (+1,3%), TEPP11 (+1,1%) e LIFE11 (+1,0%). No campo negativo, as principais baixas foram WHGR11 (-3,0%), DEVA11 (-2,4%) e RCRB11 (-2,0%).
Economia
As autoridades financeiras da China orientaram os bancos do país a conter novas compras de títulos do Tesouro dos EUA. A participação chinesa em Treasuries caiu pela metade desde o pico de US$ 1,32 trilhão no fim de 2013 para cerca de US$ 682,6 bilhões, o menor nível desde 2008.
Na agenda doméstica, temos a divulgação do IPCA de janeiro. Esperamos um aumento de 0,33% contra dezembro, em linha com o consenso (0,32%), levando a inflação acumulada de 12 meses para 4,44%. O destaque será para o componente de administrados, que deve registrar uma queda de 2,2% nos preços de energia elétrica devido a bandeira verde, parcialmente compensada pelo aumento nos preços na gasolina (ICMS) e reajustes de transporte público.
Na agenda internacional, destaque para vendas no varejo e dados de exportação e importação referentes a dezembro nos EUA. Na China, será divulgado a inflação ao consumidor e ao produtor de janeiro.
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Economia
Atenções voltadas ao IPCA de janeiro
- As autoridades financeiras da China orientaram os bancos do país a conter novas compras de títulos do Tesouro dos EUA e a reduzir gradualmente posições já elevadas, sem metas ou prazos definidos, medida que não se aplica às reservas estatais. A justificativa oficial é a diversificação de riscos diante da maior volatilidade e da concentração em ativos americanos. A participação de investidores chineses em Treasuries caiu pela metade desde o pico de US$ 1,32 trilhão no fim de 2013 para cerca de US$ 682,6 bilhões, o menor nível desde 2008;
- A primeira‑ministra Sanae Takaichi anunciou uma guinada política após sua vitória, com planos de aumentar os gastos com defesa, revisar a Constituição pacifista e endurecer as regras migratórias, além de lançar um amplo pacote econômico. O programa soma cerca de ¥21,3 trilhões (aproximadamente US$ 135 bilhões), combinando ¥17,7 trilhões em despesas orçamentárias — o maior volume desde a pandemia — com ¥2,7 trilhões em cortes tributários, incluindo a suspensão temporária do imposto sobre alimentos. Os juros de longo prazo nos títulos do governo japonês (JGBs) subiram levemente, enquanto o iene se valorizou cerca de 1%, alcançando ¥155,80 por dólar;
- No Brasil, o Boletim Focus apresentou a 5° queda consecutiva para a inflação em 2026. A mediana recuou de 3,99% para 3,97%. Para 2027 e 2028, as projeções seguem em 3,80% e 3,50%, respectivamente. O câmbio para 2028 também recuou, com isso, as projeções para o final de 2026, 2027 e 2028 estão em R$/US$ 5,50. Para mais informações, leia nosso relatório aqui;
- Na agenda doméstica, temos a divulgação do IPCA de janeiro. Esperamos um aumento de 0,33% contra dezembro, em linha com o consenso (0,32%), levando a inflação acumulada de 12 meses para 4,44%. O destaque será para o componente de administrados, que deve registrar uma queda de 2,2% nos preços de energia elétrica devido a bandeira verde, parcialmente compensada pelo aumento nos preços na gasolina (ICMS) e reajustes de transporte público;
- Na agenda internacional, destaque para vendas no varejo e dados de exportação e importação referentes a dezembro nos EUA. Na China, será divulgado a inflação ao consumidor e ao produtor de janeiro.
Commodities
Papel e Celulose: Medidas de câmbio relativamente baratas apesar do momentum fraco do setor
- O setor de Papel e Ceulose tem enfrentado um ambiente operacional desafiador (SUZB3 -12% e KLBN11 +3% LTM vs. IBOV +49%), com preços da celulose pressionados por uma concorrência mais intensa de players integrados (particularmente na China), um desempenho relativo mais fraco do papelão no Brasil e um BRL apreciado reduzindo o apetite dos investidores pelo setor – vemos investidores subponderando esses nomes (tanto locais quanto estrangeiros);
- Dito isso, com Suzano e Klabin negociando em rendimentos relativamente atrativos (FCF yields 2026-30E de 11-14% e 7-12%, respectivamente), combinados com um posicionamento leve e uma suposição de celulose estrutural bearish já embutida em nosso cenário base, acreditamos que a assimetria é positiva (avaliações de compra em ambas), com ambas as ações servindo como hedges para BRL em um ano eleitoral (tipicamente volátil)(embora não descartemos uma nova depreciação do USD como risco de queda de curto prazo);
- Para a Irani, embora o valuation já pareça justo (RANI3 +33% desde nossa atualização), esperamos que sua resiliência de faturamento, ganhos de eficiência do Gaia e dinâmicas OCC continuem gerando um momentum positivo nos lucros (Compra);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
BTG (BPAC): Resultados consistentes após um forte ciclo de expansão do ROE
- O BTG Pactual entregou mais um trimestre sólido, com resultados amplamente em linha com nossas expectativas, reforçando a força de seu modelo de negócios diversificado e escalável, porém sem a surpresa positiva relevante que o banco havia apresentado em trimestres anteriores;
- O lucro líquido recorrente atingiu R$4,6 bilhões (‑1% vs. XPe), enquanto o ROE permaneceu forte em 27,6%, confirmando que a rentabilidade segue operando em níveis estruturalmente elevados, mesmo com a expansão da base de capital;
- A performance de receitas permaneceu bem equilibrada entre as diferentes franquias;
- Na nossa visão, Asset Management foi o destaque do trimestre, beneficiado pela tendência positiva de NNM;
- Do lado dos custos, as despesas aumentaram sequencialmente devido à sazonalidade típica do 4T e às maiores despesas com bônus;
- Os níveis de capital seguem confortáveis, preservando flexibilidade para crescimento e retorno aos acionistas;
- No geral, o trimestre reforça nossa visão de que o BTG continua entregando altos retornos com risco controlado, sustentado pela diversificação de receitas e pela escalabilidade da plataforma;
- Mantemos nossa recomendação de Compra e o TP inalterado, pois seguimos vendo o BTG bem posicionado para sustentar um ROE acima de 20% ao longo dos ciclos;
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São Martinho (SMTO3) | Revisão dos resultados do 3T26: resultados mistos e FCF abaixo do esperado
- São Martinho entregou resultados mistos. Os principais fatores por trás dos desvios em relação às nossas estimativas foram despesas de D&A menores que o esperado e vendas de etanol reduzidas, já que a Companhia postergou parte das vendas para o 4T, buscando melhores preços;
- Vemos essa estratégia como positiva, dado que os preços do biocombustível mantiveram o momentum. Ainda assim, os estoques permaneceram elevados, e tentaremos abordar com a administração, na conferência de resultados de amanhã, o ritmo esperado de comercialização ao longo do trimestre;
- Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/sao-martinho-smto3-revisao-dos-resultados-do-3t26-resultados-mistos-e-fcf-abaixo-do-esperado/
Marcopolo (POMO4): Férias coletivas impulsionando uma produção de janeiro mais fraca que o habitual
- A FABUS divulgou seus dados de produção de carrocerias de ônibus para Jan’26, com produção total de 1.395 unidades -19% A/A (ou -18% excluindo Volare), e uma queda de -23% M/M (ou +6% excluindo Volare); refletindo uma combinação de
- (i) produção para o mercado doméstico caindo -21% A/A (com ônibus rodoviários como baixa luminosidade, queda de -46% A/A); e
- (ii) exportações melhorando +24% A/A, embora ainda abaixo do nível do mês passado (117 unidades exportadas contra 319 em Dez”25);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Motiva (MOTV3): Resultados do 4T25 da Motiva
- A Motiva reportou resultados positivos, com R$2,7 bilhões de EBITDA ajustado (+24% A/A; +2% vs. XPe). Destacamos:
- Sólido desempenho de EBITDA A/A entre os segmentos operacionais (+21% A/A em rodovias*, e +65% A/A em mobilidade urbana), impulsionado por menores despesas principalmente relacionadas ao término de ViaOeste e Barcas, e reversões de provisões em mobilidade urbana;
- Compromisso de capex reduzido para R$56 bilhões (vs. R$58 bilhões no 3T25), refletindo maior capex executado e a desconsolidação de investimentos relacionados a aeroportos;
- Guidance de capex para 2026 de R$8,3 bilhões;
- Alavancagem permaneceu elevada em 3,6x dívida líquida/EBITDA (estável T/T);
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Ferrovias & Hidrovias: Tracker Mensal de Ferrovias
- Destacamos o forte início de ano da Rumo, com os volumes de janeiro alcançando 5,6 bilhões de RTK (+55% A/A e +8% vs. jan/22 — recorde anterior para janeiro);
- O desempenho foi principalmente sustentado pelo sistema Norte (+67% A/A), impulsionado por:
- Uma forte aceleração nas exportações de grãos (+141% A/A), em decorrência de uma colheita antecipada e robusta de soja e de estoque de passagem de milho;
- Volumes resilientes de outras cargas (açúcar/fertilizantes +51%/+18% A/A). Vemos os números de jan/26 como uma confirmação de um calendário saudável de safra para 2026, reforçando, portanto:
- Nossa visão construtiva para a demanda no 1S26;
- Sugerindo menores riscos de produtividade para a safra de milho (embora ainda seja cedo para conclusões);
- Reiteramos nossa recomendação de Compra, sustentada por uma avaliação atrativa e por um cenário estruturalmente favorável de oferta/demanda no longo prazo;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Cury | Um forte início de ano para a Cury em 2026
- Realizamos hoje uma conferência virtual com a alta administração da Cury.;
- Os principais pontos foram: (i) O orçamento para habitação foi reforçado para o ano e deve atingir cerca de R$ 190 bilhões, com a maior parte do aumento proveniente do Fundo Social (financiado por royalties do petróleo) e recursos de mercado, como a LCI, sem onerar o orçamento do FGTS; (ii) 2026 começou com um sólido lançamento e volume de vendas, com o Rio e São Paulo apresentando um forte desempenho, iniciando o ano com um tom muito positivo; (iii) nossas expectativas de lançamento foram reafirmadas, variando de R$ 9 a R$ 9,5 bilhões; (iv) o RET está confirmado para permanecer em 4%; (v) em nossa opinião, a transição de Fabio Cury para presidente do conselho e a promoção de Leonardo da Cruz para CEO parecem próximas de acontecer;
- Mantemos nossa visão positiva na ação e a empresa como nossa top pick na nossa cobertura;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Varejo XP: Feedback das nossas reuniões com a Panobianco
- Nós organizamos um NDR com o CEO e um membro do Conselho da Panobianco para discutir sua estratégia de longo prazo e movimentos recentes;
- Os principais pontos foram: 1. Eles esperam ver o fechamento de algumas academias nos próximos anos devido a movimentos de expansão irracionais; 2) A parceria com a Wellhub é estratégica e deve ser incremental para a economia das academias; 3) A expansão está focada em capilaridade, sendo majoritariamente concentrada fora de SP; 4) Monitorar de perto Opex/Capex é essencial para garantir uma operação sustentável; e 5) A governança vem evoluindo de forma consistente;
- Na nossa visão, há espaço para o crescimento tanto da Panobianco quanto da Smart Fit, já que a penetração de academias no Brasil ainda é baixa e o foco geográfico das empresas tem sido amplamente complementar (Smart Fit em grandes cidades e Pano em cidades menores). Ainda assim, acreditamos que planos agressivos de expansão dos players podem aumentar preocupações competitivas em torno do case de investimento da SMFT;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Estratégia
XP Short Scout: Monitor de short selling no Brasil – 09/02/2026
- O short interest (SI) mediano do Ibovespa subiu para 7,1%, enquanto as posições em aberto aumentaram para R$ 146,1 bilhões desde nosso último relatório;
- Raízen (RAIZ4) teve um aumento em sua taxa de aluguel para 38,1%, uma alta de 11,4 p.p. desde o dia 23 de janeiro. Apesar disso, as posições short em aberto no nome se mantêm relativamente estáveis em 31,8% do free float, e days to cover reduziram 39,2%, para 11,1 dias de ADTV;
- Santander Brasil (SANB11) registrou um aumento de 5.6 p.p. na taxa de aluguel, para 5,8%. Posições short no nome representam agora 7,9% de seu free float e 8,2 days to cover;
- Outras ações para ficar de olho: ALPA4, BHIA3, BRAV3, CEAB3, CYRE3, MBRF3, ONCO3, PCAR3, PMAM3, TAEE11, TOTS3, VIVA3;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX começa a semana em leve queda de 0,09% (FIIs);
- Sócio-fundador deixa Capitânia e idealiza novo negócio (Valor Econômico);
- Open-air centers x Shoppings tradicionais: lições de mercados internacionais (SiiLA);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Natura (NATU3) adota biometano, em parceria com a Ultragaz, para descarbonizar operações | Café com ESG, 10/02
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território positivo, com IBOV e o ISE avançando 1,80% e 1,47%, respectivamente;
- No Brasil, (i) a Natura inaugurou um sistema de abastecimento de biometano nesta segunda-feira em parceria com a Ultragaz – o objetivo é descarbonizar as operações de logística da empresa, em especial o chamado escopo 3, ou seja, as emissões geradas por parceiros e operações terceirizadas, como as de logística; e (ii) o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin disse que o programa Move Brasil liberou ~R$ 2 bilhões em financiamento para renovação da frota de caminhões no primeiro mês de vigência – o programa busca substituir veículos antigos e retomar o ritmo de vendas, que havia recuado 9,2% em 2025;
- No internacional, a grande petrolífera francesa TotalEnergies assinou dois acordos de longo prazo para fornecer energia solar aos data centers do Google no Texas, enquanto busca aproveitar a crescente demanda de eletricidade impulsionada pela inteligência artificial – a Total fornecerá 1 gigawatt de capacidade, equivalente a 28 terawatt-hora de energia renovável ao longo de 15 anos, a partir de dois empreendimentos no Texas pertencentes ao grupo;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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