IBOVESPA -0,81% | 123.507 Pontos
CÂMBIO -0,73% | 5,80/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa fechou ontem em queda de 0,8%, aos 123.507 pontos, em meio a mais um dia de volatilidade nos mercados globais (S&P 500, -0,8%; Nasdaq, -0,2%). As bolsas norte-americanas sofreram após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma tarifa adicional de 25% sobre todo o aço e alumínio importado do Canadá. No entanto, as perdas foram parcialmente reduzidas ao longo do dia, após a província canadense de Ontário afirmar que irá suspender a sobretaxa em energia aos EUA previamente anunciada e a Ucrânia aceitar a proposta para um cessar-fogo de 30 dias na região, embora o acordo ainda dependa da aprovação da Rússia. Nesse cenário, os ativos domésticos apresentaram uma performance positiva: a curva de juros fechou e o dólar se desvalorizou, terminando o pregão em R$ 5,81 (-0,8%).
Os principais destaques positivos do dia foram papéis mais cíclicos como AMOB, LWSA e Vivara (AMOB3, +4,0%; LWSA3, +3,8%; VIVA3, +3,2%), repercutindo o fechamento da curva de juros. Já na ponta negativa temos Marcopolo (POMO4, -4,5%), potencialmente ainda repercutindo resultados do 4T24 levemente abaixo das expectativas (veja aqui o comentário).
Nesta quarta-feira, teremos os dados de inflação ao consumidor referente a fevereiro tanto no Brasil (IPCA) quanto nos EUA (CPI). Pela temporada de resultados do 4T24, teremos Cogna, CSN, D1000, Grupo Casas Bahia, SLC Agrícola e Tenda.
Renda Fixa
As taxas futuras de juros encerraram a sessão de terça-feira com fechamento ao longo da curva. No Brasil, a produção industrial de janeiro ficou estável na comparação mensal, abaixo das estimativas de 0,4% do consenso, sinalizando o arrefecimento da economia. Na curva nominal, o DI jan/26 encerrou em 14,72% (- 7,9bps vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,54% (- 16,9bps); DI jan/29 em 14,48% (- 21,9bps); DI jan/31 em 14,59% (- 23,1bps).
No cenário internacional, a província canadense de Ontário anunciou que não aplicará a taxação adicional de 25% na energia elétrica norte-americana, ação que foi seguida pelo recuo do governo Trump em tarifar em 50% o aço e alumínio canadense. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 3,94% (+5,0bps), enquanto os de dez anos em 4,28% (+6,0bps).
No último dia da Semana da Renda Fixa, Mayara Rodrigues, analista de renda fixa na XP, conversa com o Jean Anagnostopoulos, gerente de portfólio na SPX Capital sobre as oportunidades da renda fixa internacional. Acompanhe ao vivo, a partir das 18h, no YouTube da XP.
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros dos Estados Unidos operam em alta (S&P 500: +0,6%; Nasdaq 100: +0,7%), com a entrada em vigor das tarifas de 25% sobre aço e alumínio nos EUA. As taxas das Treasuries recuam pela manhã.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,9%) após a União Europeia anunciar tarifas retaliatórias contra os EUA sobre as importações de aço e alumínio no bloco. Na China, as bolsas fecharam em queda (CSI 300: -0,4%; HSI: -0,8%) devido às incertezas em relação aos planos tarifários de Trump e aos temores de recessão na maior economia do mundo.
Economia
Em declaração conjunta divulgada ontem, a Ucrânia aceitou uma proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias no conflito com a Rússia, além da tomada de medidas para restaurar a paz de forma duradoura e sustentável na região. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que agora a “bola está na quadra” da Rússia.
No Brasil, a produção industrial ficou estável entre dezembro e janeiro, resultado abaixo do esperado (XP: 0,5%; mercado: 0,4%). No entanto, a abertura setorial trouxe números predominantemente positivos. O cenário de desaceleração gradual da indústria de transformação permanece. Projetamos que o volume produzido no setor subirá 2,2% em 2025, após expansão de 3,1% em 2024.
Hoje, destaque para a divulgação de dados de inflação. O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês) deve apresentar alta de 0,3% em fevereiro comparado a janeiro, e de 2,9% no acumulado em 12 meses. Já a medida de núcleo do CPI – exclui os itens de alimentos e energia – deve registrar elevação de 0,3% e 3,2%, segundo a mediana das projeções de mercado. No Brasil, estimamos que o IPCA de fevereiro mostrará expressivo aumento de 1,34% na comparação mensal, enquanto a mediana de mercado aponta para 1,31%. O salto nos preços de energia elétrica, refletindo a reversão do efeito do bônus de Itaipu, e o aumento nos preços de combustíveis na esteira da majoração do ICMS devem ser destaques na leitura de fevereiro. Projetamos inflação de 6,0% em 2025, acima dos 4,8% registrados em 2024.
Veja todos os detalhes
Economia
Ucrânia aceita proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias no conflito com a Rússia; dados de inflação do Brasil e EUA no centro das atenções hoje
- Em declaração conjunta divulgada ontem, a Ucrânia aceitou uma proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias no conflito militar com a Rússia, além da tomada de medidas para restaurar a paz de forma duradoura e sustentável na região – sujeita à aceitação e implementação do país vizinho. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que agora a “bola está na quadra” da Rússia. A autoridade sinalizou que o governo americano irá restaurar imediatamente o compartilhamento de inteligência e assistência à segurança com a Ucrânia;
- A Casa Branca confirmou, ontem à noite, que as tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio dos EUA entram em vigência hoje. A medida, que afetará o setor siderúrgico de países como Canadá, México e Brasil, consiste em uma das principais promessas de campanha do Presidente Donald Trump, com o intuito de priorizar a indústria americana. Para uma visão geral sobre as relações comerciais entre Brasil e EUA, clique aqui;
- Em relação aos indicadores econômicos, a Pesquisa de Abertura de Vagas e Rotatividade da Mão de Obra (JOLTS, na sigla em inglês) mostrou que a abertura de posições nos EUA subiu para 7,74 milhões em janeiro, aumento de 232 mil em relação a dezembro e acima da expectativa de mercado de 7,60 milhões. Com isso, a razão entre vagas abertas e trabalhadores disponíveis permaneceu em torno de 1,1. Enquanto as vagas de emprego aumentaram, as contratações e demissões ficaram praticamente estáveis em janeiro. As ações para reduzir o número de funcionários do governo federal – pelo recém-criado Departamento de Eficiência Governamental – não foram capturadas nos dados do primeiro mês de 2025. O relatório de fevereiro deverá ser muito diferente, com recuo expressivo das ocupações do governo federal e alta dos desligamentos. O banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve) considera o relatório JOLTS como importante indicativo de ociosidade no mercado de trabalho. Acreditamos que a autoridade monetária manterá seus juros de referência no intervalo entre 4,25% e 4,50% na reunião da próxima semana;
- No Brasil, a produção industrial ficou estável entre dezembro e janeiro, resultado abaixo do esperado (XP: 0,5%; mercado: 0,4%). No entanto, a abertura setorial trouxe números predominantemente positivos. Três entre as quatro principais categorias econômicas e 18 dos 25 ramos industriais avançaram na comparação mensal. Destacamos o forte aumento na produção de Bens de Capital (4,5% m/m; 8,2% a/a) – o que é um sinal favorável para a Formação Bruta de Capital Fixo no 1º trimestre – e de Bens de Consumo Duráveis (4,4% m/m; 16,6% a/a). A surpresa baixista na indústria geral se concentrou em atividades ligadas aos setores de mineração e óleo & gás, que são menos sensíveis ao ciclo econômico. A Indústria Extrativa recuou 2,4% m/m em janeiro (-5,2% a/a). Em nossa visão, o cenário de desaceleração gradual da indústria de transformação permanece. Projetamos que o volume produzido no setor subirá 2,2% em 2025, abaixo dos 3,1% registrados em 2024. Por fim, continuamos a prever alta de 2,0% para o PIB total em 2025;
- Hoje, destaque para a divulgação de dados de inflação. O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês) deve apresentar alta de 0,3% em fevereiro comparado a janeiro, e de 2,9% no acumulado em 12 meses. Já a medida de núcleo do CPI – exclui os itens de alimentos e energia – deve registrar elevação de 0,3% e 3,2%, segundo a mediana das projeções de mercado. No Brasil, estimamos que o IPCA de fevereiro mostrará expressivo aumento de 1,34% na comparação mensal, enquanto a mediana de mercado aponta para 1,31%. A aceleração do índice em relação ao aumento relativamente modesto visto em janeiro (0,16%) refletirá o salto nos preços de energia elétrica (16,0%) devido à reversão do efeito do bônus de Itaipu, além da elevação nos preços de combustíveis na esteira da majoração do ICMS. No que diz respeito às medidas subjacentes de inflação, acreditamos que a média dos núcleos do PCA subirá 0,64% em fevereiro contra janeiro, enquanto a métrica de serviços subjacentes deve registrar alta de 0,62%. Projetamos inflação de 6,0% em 2025, acima dos 4,8% observados em 2024
Empresas
AmBev (ABEV3): Indústria cai 4,0% em janeiro; Divulgação das estimativas da indústria para 2025
- Os dados de produção de bebidas alcoólicas para janeiro foram fracos, mostrando uma queda de 4,0% em relação ao ano anterior (YoY), o que sugere uma potencial reaceleração da perda de momentum após uma desaceleração inicial em dezembro.
- Além disso, estamos incorporando os dados de janeiro em nosso modelo de regressão e estimando que a indústria ficará aproximadamente estável em relação ao ano anterior.
- Consequentemente, a estimativa de market share implícita para nosso modelo da AmBev também deve permanecer quase estável em relação ao ano anterior.
- No entanto, não descartamos uma queda na indústria (pressionando ainda mais os volumes da AmBev), uma vez que a inflação crescente e a redução da capacidade de compra dos consumidores provavelmente pressionarão o consumo de cerveja, conforme discutido em nossa nota “Onde Prosperar em Meio ao Caos”.
- Com ventos contrários aos volumes, o poder de precificação da AmBev será fundamental para determinar os lucros até 2025.
- Isso é particularmente relevante, dado que o Grupo Petrópolis precisa aumentar os volumes para melhorar a eficiência industrial, enquanto a Heineken está prestes a colocar uma nova cervejaria de 5 milhões de hectolitros em operação em 2025.
- Enquanto a AmBev enfrenta um dilema clássico entre crescimento e margens, reforçamos nossa posição Neutra, pois não gostamos da assimetria entre lucros e valuation, uma vez que projetamos que as ações sejam negociadas a 14,2x P/E para 2025.
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Agronegócio | Demanda Chinesa Segue Fraca
- Demanda chinesa de milho, trigo e algodão mais baixa este mês.
- O USDA aumentou o consumo de soja no país, mas considerou que os estoques chineses seriam consumidos e não elevou importações.
- A China deveria priorizar o consumo de estoques e evitar elevar preços em outras origens que não os EUA, em decorrência das tarifas retaliatórias impostas às exportações americanas: 15% sobre milho, trigo e algodão, e 10% sobre soja.
- Do lado da oferta, as safras da Argentina receberam chuvas benéficas no último mês, encerrando revisões negativas de safra.
- No Brasil, os próximos 30 dias são fundamentais para a safra de milho e a visibilidade do clima de abril, que é a variável chave para produtividades.
- Esperamos volatilidade nos preços do milho e incerteza climática nas próximas semanas.
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Azzas 2154 (AZZA3): Mais um trimestre nublado; Sólido crescimento de receita, mas margens pressionadas pelos ajustes operacionais pós-fusão
- A Azzas 2154 reportou mais um trimestre nublado, com um sólido crescimento de receita, mas margens pressionadas, à medida que os ajustes relacionados à fusão continuam impactando a rentabilidade.
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Vulcabras (VULC3): Resultados mistos no 4T24; Extensão do programa de dividendos até julho/25
- A Vulcabras divulgou resultados mistos no quarto trimestre, com melhora no crescimento da receita, mas com pressão sobre a rentabilidade devido aos desafios de custos;
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Mineração e Siderurgia: Importações de Minério de Ferro da China caem em Fev’25; Preços do minério de ferro sobem 1% S/S
- Os temas principais da semana foram as importações de minério de ferro da China e os dados de exportação/importação da SECEX.
- Observamos que:
- (i) De acordo com a China Customs, as importações de minério de ferro caíram 8% A/A em Jan-Fev’25 em comparação com o mesmo período do ano passado, principalmente devido à interrupção de oferta relacionada ao clima na Austrália.
- (ii) De acordo com dados da SECEX, os volumes de importação de aço diminuíram no Brasil em Fev’25, enquanto os volumes exportados de aço aumentaram significativamente.
- (iii) Os estoques portuários de minério de ferro da China caíram -3% S/S, e os estoques de aços longos da China aumentaram S/S, seguindo a sazonalidade normal, enquanto os estoques de aços planos da China diminuíram ligeiramente S/S.
- (iv) Por fim, vemos as ações da Vale precificando o minério de ferro em US$ 66/t, enquanto as ações da CBA estão em US$ 2.120/t, -34% e -21% em relação aos preços spot do minério de ferro e do alumínio, respectivamente.
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A Cury divulgou fortes resultados no 4T24, embora amplamente esperados pelo mercado.
- A receita líquida aumentou para R$1,04 bilhão (+28% A/A e estável vs. XPe) e ficou estável T/T devido aos níveis de produção sazonalmente mais baixos no 4T;
- A margem bruta aumentou para 39,1% (+30 bps T/T), enquanto a margem de backlog atingiu 43,4% (+10 bps T/T), reflectindo o forte poder de fixação de preços e o controlo de custos apesar das pressões inflacionistas;
- O lucro líquido foi de R$166 milhões (+3% A/A), resultando num notável ROE de 66,3% (+6,7 p.p. A/A);
- A Cury também anunciou R$ 2,8 bilhões em lançamentos no 1T25 (+50% A/A e +4% acima da nossa previsão recentemente atualizada), aumentando as expectativas para um desempenho operacional mais forte do que o esperado no 1S25;
- Mantemos a Cury como nossa melhor escolha entre as construtoras, com um rating de Compra;
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Iguatemi (IGTI11): Divulgados os acordos de compromisso de investimento para a compra dos Pátios
- A Iguatemi (IGTI11) anunciou que celebrou um contrato de compra e venda para aquisição de ações do Pátio Higienópolis e do Pátio Paulista. Adicionalmente, a companhia divulgou os acordos de compromisso de investimento relacionados ao negócio, que resultarão em:
- (i) R$ 700 milhões para a Iguatemi;
- (ii) R$ 1,48 bilhão para um consórcio de fundos e investidores;
- (iii) aproximadamente R$ 250 milhões para outros coproprietários do ativo;
- (iv) aproximadamente R$ 158 milhões que permanecem indefinidos.
- Em nossa visão, o aumento da participação da Iguatemi na transação deve gerar volatilidade nas ações (o mercado espera algo em torno de R$ 500 milhões), embora a alavancagem financeira deva permanecer abaixo de 2,0x Dívida líquida/EBITDA até o final de 2025;
- Além disso, acreditamos que a participação remanescente na transação (aproximadamente R$ 158 milhões) pode levantar preocupações dos investidores quanto a um potencial aumento na participação acionária da Iguatemi;
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Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Notícias Diárias do Setor Financeiro
- Novo consignado anima bancos, mas há incertezas (Valor);
- PF deflagra operação Casa de Papel, contra fraudes em contratos de financiamento imobiliário da Caixa (Valor);
- Fintechs querem furar bolha do crédito com novo consignado privado, mas veem riscos operacionais (Folha);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
- OpenAI fecha acordo de US$ 12 bilhões com empresa de computação em nuvem (Folha);
- “Computação quântica vai surpreender ainda nesta década”, diz CEO da IBM (Valor);
- Indústria de alta tecnologia volta a crescer após 5 anos seguidos de queda (Valor);
- Teles vão ao STF contra taxa de fiscalização da Anatel (Teletime);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
- Azzas tem forte expansão da receita, mas EBITDA e lucro pressionados (Brazil Journal);
- Vulcabras vê corrida em novo patamar e prepara ‘all in’ com novos modelos, diz CEO (Bloomberg);
- Pague Menos desaba apesar de resultado recorde; CEO compra a ação (Brazil Journal);
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- Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
- EU to impose counter tariffs on $28 billion of US goods – Reuters;
- Situação da Influenza Aviária no relato da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – Avisite;
- Trade Wars Won’t Make American Farming Great Again – Bloomberg;
- No RS, seca ‘encolhe’ pés de soja e tira mais de R$ 13 bi da economia – Globo Rural;
- Produção de açúcar da Índia cairá abaixo do consumo, diz associação – Nova Cana;
- Governo promete regulamentar nova lei para os biocombustíveis – Globo Rural;
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- Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
- Acordo de acionistas da Hypera com Votorantim será anunciado em abril (Estadão);
- Número de leitos abertos pela Rede D’Or neste ano será bem superior ao de 2024, diz presidente (Valor Econômico);
- Bayer Pharma fecha acordo com Megalabs para comercializar medicamentos sem patentes (Estadão);
- Clique aqui para acessar o relatório.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Tariffs have raised the probability of a U.S. recession to around 35%: Pimco (CNBC)
- Spreads de crédito voltam a cair após 3 meses de alta (Valor Econômico)
- Gerdau diz que investimento de R$ 1,5 bi vai ampliar produção de aço de valor agregado (Valor Econômico)
- Clique aqui para acessar o clipping.
O Mês na Renda Fixa – Março/2025
- A curva de juros DI encerrou fevereiro com movimentos mistos em seus vértices, além de ganho de inclinação. Na curva de juros real, a taxa da NTN-B 2030 subiu para 7,90% (ante 7,70% no mês anterior);
- No Brasil, a possibilidade de o governo aumentar os gastos para elevar sua popularidade gerou maior cautela nos investidores, que tornaram a pedir maiores remunerações nos ativos locais. No lado da atividade, a produção industrial recuou novamente (-0,3% em janeiro), enquanto o IBC-Br contraiu 0,7% entre novembro e dezembro, ressaltando o arrefecimento da economia;
- O IDEX-DI encerrou fevereiro em 2,04% (vs. 2,06% no dia 31/01), enquanto nas debêntures isentas, os spreads terminaram o mês em 30,44 bps, ante 35,25 bps no mês anterior;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Setorial de Energia Elétrica: Regulação e principais segmentos – O que acompanhar?
- A matriz elétrica do Brasil é predominantemente renovável, com destaque para a energia hidráulica, que representa cerca de 55% da capacidade instalada;
- O setor de energia é relevante para o mercado de capitais devido à sua característica intensiva em capital (CAPEX);
- Para viabilizar novas concessões e a construção de ativos, as empresas frequentemente recorrem a financiamentos de longo prazo, gerando um volume significativo de dívida;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Estratégia
Factor Pulse: defensivos com bons retornos em fevereiro
- Em fevereiro, Qualidade e Baixo Risco tiveram o melhor desempenho, subindo 4,8% e 4,5%, respectivamente, puxados principalmente pelas posições vendidas. Depois de o Ibovespa apresentar uma queda de 2,6% no mês, as ações de baixa qualidade caíram 7,1% e os nomes de alta volatilidade perderam 5.8%. Valor também mostrou ganhos, chegando a um retorno de 7,9% em 2025.
- Momentum mostrou uma leve recuperação, mas permanece embaixo da linha da água depois das perdas registradas em janeiro. Continuamos cautelosos com o fator, já que qualquer movimento positivo no mercado pode induzir uma “quebra de momentum” e consequentemente perdas consideráveis para a estratégia.
- Recentemente incluímos Revisões de Sell-side em nosso arcabouço de fatores. O fator é o que exibe maior turnover entre os estilos que acompanhamos. Também mostramos que o desempenho do fator melhora depois de excluir as 15%-25% ações menos negociadas.
- As 10 melhores ações segundo o modelo multifatores: PSSA3, SUZB3, ABCB4, VLID3, VULC3, POMO4, CMIG4, TTEN3, SBSP3, CEAB3.
- As 10 piores ações segundo o modelo multifatores: BHIA3, MLAS3, BRKM5, VVEO3, RCSL3, GFSA3, RAIZ4, DASA3, SIMH3, HBSA3.
Clique aqui para acessar o relatório
Alocação & Fundos
Principais notícias
Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- B3 libera listagem de ETF de FIIs com distribuição de proventos (Valor Econômico);
- Com alta ocupação, multifamily avança e impulsiona novos projetos em São Paulo (SiiLA);
- Fundos imobiliários de escritórios: Rebouças deve ter queda de vacância, diz consultoria (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
Relatório Mensal de Alocação: Mar/2025
- As primeiras tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, definiram as mudanças do cenário global em fevereiro, e as perspectivas de ampliação da guerra comercial geraram impactos negativos nos mercados.
- No Brasil, o forte crescimento do PIB em 2024, de 3,4%, começa a dar lugar aos primeiros indicativos de desaceleração da atividade. A evolução desses indicativos, juntamente à recuperação recente do valor do real, devem ser levados em conta nas próximas reuniões do Copom.
- Diante desse cenário, mantemos os percentuais por classe de ativo inalterados, com destaque para a sobrealocação em Renda Fixa Pós-fixada e Renda Fixa atrelada à Inflação.
- Acesse aqui o conteúdo completo.
Outlook Fundos Listados | Oportunidades de investimento em um ambiente desafiador
- O ano de 2024 foi melancólico para os investidores de fundos listados. Iniciamos o ano otimistas quanto ao desempenho desses ativos, mas as expectativas foram gradualmente frustradas pela piora na percepção de risco fiscal, culminando em um desempenho negativo de magnitude raramente observada ao final do ano;
- As perspectivas para 2025 também apontam um cenário macroeconômico desafiador. No entanto, ao contrário do ano anterior, iniciamos 2025 com um posicionamento de mercado que já reflete um elevado pessimismo, gerando descontos acima dos padrões históricos, que, em muitos casos, não condizem com os fundamentos que identificamos;
- Embora reconheçamos que nem tudo representa uma oportunidade no momento, acreditamos que o atual nível de discrepância entre preço e fundamento oferece boas oportunidades de investimento, tanto em termos de rendimento (carrego) quanto de ganhos de capital futuro;
- Nesta publicação, recapitulamos os principais eventos de 2024 que nos levaram até este ponto e apresentamos um panorama atualizado sobre as diversas classes de fundos listados. Nosso objetivo central é fornecer dados que possibilitem ao leitor tirar suas próprias conclusões sobre as oportunidades disponíveis no momento;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
ESG
Stellantis inaugura centro de desenvolvimento de veículos híbridos no Brasil | Café com ESG, 12/03
• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,8% e 0,9%, respectivamente;
• Do lado das empresas, a Stellantis inaugurou ontem o seu centro dedicado ao desenvolvimento de carros híbridos, em Betim (MG), e anunciou a contratação de 400 engenheiros no Brasil – em discurso, o presidente do conselho da montadora, John Elkann, ressaltou que o grupo planeja investir R$ 30 bilhões até 2030 no país;
• Na política, (i) o BNDES e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima lançaram ontem uma consulta pública para levantar demandas na certificação de carbono no Brasil – a intenção é identificar mecanismos financeiros capazes de ajudar a desenvolver certificadoras de projetos voltadas à realidade de florestas tropicais; e (ii) o secretário nacional de transição energética e planejamento do Ministério de Minas e Energia, Thiago Barral, informou ontem que o órgão prevê para o segundo semestre de 2025 o primeiro leilão de baterias de armazenamento – de acordo com o secretário, a pasta está na fase final de ajustes das propostas apresentadas por empresas e associações do setor;
• Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.


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