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Bolsas hoje: mercados de olho nos balanços do 4º tri

Acordo Mercosul-UE e temporada de resultados são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 26/02/2026

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IBOVESPA -0,13% | 191.247 Pontos

CÂMBIO -0,47% | 5,14/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quarta-feira em queda de 1,3%, aos 191.247 pontos, pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações do setor bancário, como Itaú (ITUB4, -0,8%), Bradesco (BBDC4, -1,1%) e Santander (SANB11, -3,9%).

Entre os destaques positivos do dia estiveram as ações de mineração e siderurgia, com Vale (VALE3, +2,6%) e Usiminas (USIM5, +4,0%) impulsionadas pela alta do minério de ferro. Na ponta negativa, Isa Energia (ISAE4, -4,4%) recuou após a divulgação dos resultados do 4T25.

Nesta quinta-feira, o foco estará na temporada de resultados no Brasil, com os balanços de Axia, Aura, B3, Caixa Seguridade e Marcopolo. No cenário internacional, teremos os resultados de Dell, Vistra Energy e Warner Bros.

Renda Fixa

Os juros dos EUA subiram nesta quarta‑feira após o discurso de Trump de Estado da União e de falas do Fed sinalizarem viés mais restritivo. A T‑note de 2 anos foi a 3,47% (+1 bp), a de 10 anos a 4,05% (+2 bps) e o T‑bond de 30 anos a 4,70% (+1 bp). O Tesouro leiloou US$ 70 bi em T‑notes de 5 anos com rendimento máximo de 3,615%, abaixo da média recente.

No Brasil, a curva apagou a queda inicial e fechou com pressão nos vértices curtos e estabilidade na ponta longa, em sessão marcada pela repercussão da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg e por realização de lucros. O DI jan/27 fechou em 13,24% (+2 bps), o DI jan/29 em 12,60% (+3 bps) e o DI jan/31 em 13,01% (0 bp).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam estáveis (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,0%), após a divulgação dos resultados de Nvidia. No pré-mercado, as ações da Nvidia avançam cerca de 1,6% após a companhia superar expectativas de lucro e receita no 4T25, com forte crescimento de 75% A/A na receita de data centers. Já a Salesforce caiu mais de 4%, após projetar receita abaixo do esperado para o fiscal de 2027, reacendendo preocupações com o setor de software. Na sessão regular de ontem, os índices fecharam em alta, impulsionados por recuperação das big techs e nomes como Microsoft (+3%).

Na Europa, as bolsas operam em leve alta (Stoxx 600: +0,1%), com foco na temporada de resultados. A Puma sobe cerca de 6%, após divulgar prejuízo operacional menor que o esperado em 2025 (EUR 357 milhões vs. EUR 374 milhões estimados). O pano de fundo segue marcado por alívio nas tensões comerciais, após a implementação de tarifa universal de 10% pelos EUA, abaixo dos 15% inicialmente ameaçados.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,2%; HSI: -1,4%). No restante da Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta, acompanhando o rali de tecnologia nos EUA. O movimento na região foi impulsionado pelos resultados acima do esperado da Nvidia, que reforçaram a confiança no ciclo de investimentos em inteligência artificial.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta feira em alta de 0,24%, impulsionado principalmente pelos Fundos de Papel, que avançaram 0,26%, pelos Fundos de Fundos, que subiram 0,26%, e pelos Fundos Híbridos, que registraram alta de 0,27%. Os Fundos de Tijolo também tiveram um pregão positivo, com valorização de 0,22%. Dentro desse grupo, o destaque ficou para os Fundos de Lajes Corporativas, que avançaram 0,31%, enquanto os Fundos de Ativos Logísticos (+0,21%) e os de Shoppings (+0,22%) também registraram alta. Entre as maiores altas do pregão estiveram HGRE11 (+2,1%), CCME11 (+1,8%) e PORD11 (+1,3%). No campo negativo, os principais destaques foram GZIT11 (-1,5%), VGIP11 (-1,2%) e HSLG11 (-1,0%).

Economia

A Câmara dos Deputados aprovou o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, que agora segue para análise do Senado. O governo se prepara para editar um decreto de salvaguardas destinado a proteger a indústria e o agronegócio. No fiscal, o governo central registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Em 12 meses, o déficit acumulado alcançou R$ 62,7 bilhões, equivalente a 0,5%. A projeção para 2026 aponta déficit de R$ 48,9 bilhões (0,4% do PIB) ou superávit de R$ 1,5 bilhão (0,0% do PIB) quando considerados os ajustes na apuração da meta fiscal, permanecendo acima do piso estabelecido pelo governo.

Agenda de indicadores vazia, com o destaque para os pedidos semanais de seguro desemprego nos EUA.

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Economia

Câmara aprova acordo com União Europeia em meio a debates sobre salvaguardas

  • A Câmara dos Deputados aprovou o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, que agora segue para análise do Senado. O governo se prepara para editar um decreto de salvaguardas destinado a proteger a indústria e o agronegócio diante das regras mais rígidas aprovadas pelo Parlamento Europeu. Segundo o vice‑presidente Geraldo Alckmin, a regulamentação será enviada à Casa Civil antes da votação no Senado, atendendo à pressão de setores produtivos preocupados com impactos tarifários e buscando garantir segurança jurídica em um acordo considerado histórico, que integra um mercado de mais de 720 milhões de pessoas e envolve cerca de US$ 22 trilhões em PIB;
  • De acordo com dados divulgados pelo Banco Central, o crédito ampliado às empresas recuou 1,2% no mês, mas avançou 7,0% em um ano, refletindo alta de 16,5% em títulos de dívida. Por sua vez, o crédito às famílias atingiu R$ 4,8 trilhões, crescendo 0,8% no mês e 11,7% em 12 meses. O saldo das operações do Sistema Financeiro Nacional foi de R$ 7,1 trilhões (-0,2% contra dezembro, 10,1% na comparação interanual), e a taxa média de juros das novas contratações subiu para 32,8% a.a., chegando a 47,8% a.a. no crédito livre. Nesse segmento, a inadimplência avançou para 5,5%, o maior nível desde 2017, em um contexto de Selic a 15% ao ano. Em resumo, os dados indicam um mercado de crédito em expansão, mas segue pressionado por juros altos, inadimplência crescente e desaceleração das concessões;
  • O governo central registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Em 12 meses, o déficit acumulado alcançou R$ 62,7 bilhões, equivalente a 0,5%. O resultado do governo central permaneceu praticamente estável em janeiro – 2,2% abaixo do observado no mesmo período de 2025 – refletindo o menor dinamismo das receitas líquidas e, sobretudo, o aumento mais intenso das despesas. Para os próximos meses, a expectativa é de fortalecimento do crescimento das receitas tributárias à medida que a atividade econômica acelere e as medidas de aumento de arrecadação surtam efeito. No âmbito das despesas, espera-se que a execução mais intensa dos gastos discricionários — típica de anos eleitorais —, combinada à redução da fila de pedidos de benefícios previdenciários e do BPC/LOAS, continue pressionando o resultado primário. A projeção para 2026 aponta déficit de R$ 48,9 bilhões (0,4% do PIB) ou superávit de R$ 1,5 bilhão (0,0% do PIB) quando considerados os ajustes na apuração da meta fiscal, permanecendo acima do piso estabelecido pelo governo;
  • Agenda de indicadores vazia, com o destaque para os pedidos semanais de seguro desemprego nos EUA.


Empresas

Pacote de Resultados 4T25 – EGIE e CSMG

Resultados em linha para EGIE e Positivos por efeito de calendário para CSMG

  • Duas companhias sob nossa cobertura divulgaram resultados nesta noite: EGIE e CSMG;
  • EGIE apresentou resultados em linha e esperamos uma reação neutra do mercado, já que não houve elementos estruturais que justifiquem revisão de estimativas;
  • Adicionalmente, a companhia declarou dividendos adicionais, totalizando um payout de 55% no ano e ~4,2% de dividend yield;
  • CSMG apresentou resultados ajustados fortes (12% acima de nossas estimativas), beneficiada por efeitos positivos de calendário (~3,5% mais dias faturados ano contra ano), mas também mostrando boa disciplina de custos;
  • Os resultados não devem mudar significativamente a percepção do mercado, mas um P&L livre de surpresas negativas ajuda a sustentar o momento positivo da tese do papel;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Receitas mais fracas + rentabilidade mais forte = resultado neutro

  • A WEG apresentou resultados neutros no 4T25, com lucro líquido de R$1,6 bilhão em linha com nossas expectativas (-1% vs. XPe, -6% A/A).
  • A receita líquida atingiu R$10,2 bilhões (-2% vs. XPe), refletindo menores contribuições inorgânicas / FX mais fraco, com receitas orgânicas neutras ao câmbio recuando -1% A/A (vs. XPe +1%).
  • Observamos vendas domésticas de GTD desacelerando em linha com o esperado (especialmente devido a menores entregas de solar), parcialmente compensadas por atividade industrial estável no Brasil e no exterior e por vendas externas de GTD acima do esperado (+20% T/T).
  • A margem EBITDA surpreendeu positivamente em 22,4% (+0,2 p.p. T/T), com iniciativas de eficiência e mix favorável mais do que compensando impactos relacionados a tarifas.
  • Embora um crescimento de lucro mais suave possa parecer negativo, os resultados vieram amplamente em linha e, em nossa visão, não devem gerar preocupações relevantes.
  • Com o crescimento orgânico de curto prazo ainda limitado, seguimos vendo a WEG como beneficiária da rotação em curso para ações brasileiras, apesar de valuation e riscos de médio prazo relacionados a IA estarem se tornando pontos de contestação mais frequentes.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bancos: Crédito consignado privado mantém forte ritmo em 2026; NPLs iniciais de Agro mostram alívio

  • Os dados de crédito de janeiro do BCB, divulgados hoje (25), mostraram um crescimento de 10,1% YoY no saldo de crédito, com alta de 8,3% na carteira de Corporate e de 11,1% na carteira de Individuals. Esses números indicam uma leve desaceleração do mercado de crédito em relação aos dados do mês anterior (+10,3%, +8,2% e +11,7% YoY, respectivamente), em grande parte devido a uma queda sazonal esperada em termos MoM.
    • NPL+90 apresentou leve alta MoM, alcançando 4,2% (vs. 4,0% em dez/25). Isso reflete aumento tanto nas linhas de Corporate quanto de Individuals.
    • No Agronegócio, observamos mais um mês pressionado para os níveis de NPL+90, que chegaram a 7,3% para PFs (+80 bps MoM).
    • Vale destacar uma queda de -80 bps MoM em NPL 15–90 entre os créditos a taxas de mercado para PFs, atingindo 3,8%.
    • Apesar dessa melhora nos indicadores de inadimplência inicial, lembramos que o 1T tem baixa concentração de vencimentos no segmento de agro, de modo que ainda consideramos prematuro adotar uma visão mais otimista sobre a recuperação do setor.
    • Em relação ao crédito consignado privado, janeiro trouxe forte aceleração do crescimento MoM do saldo (+8,6% em jan/26 vs. +7,5% em dez/25), com as novas concessões acelerando para +35,8% MoM (vs. +1,6% em dez/25).
    • As taxas médias desse tipo de crédito seguem elevadas, chegando a 57,4% no mês (vs. 56,2% em dez/25).
    • A taxa de inadimplência avançou +20 bps, alcançando 5,6%.
    • Como resultado, ainda vemos uma combinação positiva para os bancos, com tendência controlada das taxas de NPL e taxas médias elevadas, beneficiando especialmente os players que originam esse produto de forma seletiva e disciplinada.
    • Em linhas gerais, vemos os dados de crédito de jan/26 como neutros para os bancos, já que o saldo de crédito desacelerou levemente, como esperado, sem pressão relevante sobre as NPLs.
    • Além disso, os indicadores de NPL inicial em Agro continuam a mostrar algum alívio, o que enxergamos como potencialmente positivo para BBAS, embora ainda nos pareça cedo para uma visão mais construtiva sobre a tese.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Plano&Plano (PLPL3): Foco no desempenho das vendas e na rentabilidade

• Ontem, realizamos uma reunião com a alta administração da Plano & Plano. Os principais pontos foram: (i) a empresa está avaliando uma ou duas novas regiões para diversificar riscos e construir uma segunda via de crescimento, com meta de R$ 1 bilhão em VGV por novo mercado; (ii) melhorias no MCMV devem impulsionar ajustes marginais nos produtos e aumentar potencialmente os volumes de lançamento, embora as discussões sobre mudanças no regime da força de trabalho possam pressionar os custos;
• (iii) a área comercial está sendo fortalecida com novas ferramentas, um novo aplicativo de vendas, e uso mais amplo de IA para melhorar a conversão; (iv) para 2026, esperamos que os lançamentos cresçam cerca de R$ 900 milhões, com foco na qualidade das vendas e nas margens;
• Mantemos uma visão positiva sobre a PLPL3;
• Clique aqui para acessar o relatório completo.

C&A (CEAB3): Atualizando nossas estimativas; Um trimestre difícil, mas com melhores perspectivas para o futuro

  • Ontem, a C&A divulgou seus resultados do quarto trimestre e realizou sua teleconferência sobre os resultados financeiros nesta manhã. Assim, atualizamos nosso modelo para refletir os resultados do quarto trimestre e as premissas macroeconômicas/custo de capital atualizadas. Embora fracos, consideramos os resultados amplamente esperados e não indicativos de problemas estruturais na execução ou na história da C&A;
  • Além disso, a administração informou que o primeiro trimestre já mostra melhora, o que provavelmente sustentou o desempenho superior das ações hoje. No geral, ajustamos as métricas operacionais e aumentamos o lucro líquido estimado para 2026 em 6%, incorporando a Lei do Bem e mantendo nosso preço-alvo para o final do ano de 2026 inalterado em R$ 17,0/ação;
  • Reiteramos nossa recomendação de compra, pois ainda vemos espaço para ganhos de produtividade por meio de reformas nas lojas e iniciativas internas em desenvolvimento de produtos, preços e logística, enquanto o valuation permanece atrativo em 7,6x o P/L de 2026;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Pesquisa XP – Sentimento Moderado, Algumas Surpresas

  • Após o release do WEG no 4T25, realizamos uma pesquisa com investidores para mapear as percepções e posicionamento;
  • Observamos uma leitura neutra a levemente negativa dos resultados, com investidores divididos sobre o que se destacou (receitas mais fracas ou margens mais fortes);
  • O posicionamento permanece moderado (5 de 10), e a maioria dos entrevistados não vê mudanças macro recentes como um gatilho. Daqui para frente, esperamos que a rentabilidade melhore à medida que são inauguradas as novas capacidades, o mix evolua e as tarifas sejam flexibilizadas;
  • Os riscos de valuation e demanda de médio prazo tornaram-se pushbacks comuns, embora continuemos a ver o papel se beneficiando da rotação para ações brasileiras;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Kepler Weber (KEPL3): Resultados neutros com margens resilientes apesar da demanda mais fraca – revisão do 4T25

• A Kepler Weber apresentou resultados neutros no 4º trimestre de 2025, com EBITDA de R$ 68 milhões (‑18% A/A e ‑8% T/T), em linha com nossas estimativas (‑2% vs. XPe) e refletindo o cenário de demanda mais fraco nos segmentos ligados ao agronegócio.
• A receita líquida caiu ‑13% A/A e ‑6% T/T, impulsionada pelo desempenho mais fraco em fazendas e agroindústrias, em meio a altas taxas de juros, preços agrícolas mais baixos e um BRL apreciado — parcialmente compensados por melhor tração nos negócios internacionais e por receitas resilientes de R&S.
• A rentabilidade, no entanto, permaneceu um destaque relativo, com margem EBITDA de 16,9% (em linha vs. XPe), apoiada pelo contínuo avanço em disciplina de custos e no equilíbrio da carteira.
• No geral, embora persistam ventos contrários no curto prazo, seguimos construtivos quanto aos esforços da gestão para reforçar a resiliência dos lucros, mantendo a empresa bem posicionada para se beneficiar quando as condições de financiamento melhorarem e o ciclo do agronegócio voltar a acelerar.
Clique aqui para acessar o relatório completo.

Iochpe-Maxion (MYPK3): Resultados fracos; primeiros sinais de estabilização à frente – revisão do 4T25

A Iochpe‑Maxion apresentou resultados sazonalmente fracos no 4º trimestre de 2025, com EBITDA ajustado de R$ 338 milhões, +3% vs. XPe (‑12% A/A e ‑14% T/T).
• A receita líquida foi de R$ 3,5 bilhões, desacelerando em linha com nossas expectativas em meio à sazonalidade fraca e a um cenário desafiador para veículos pesados nos EUA e no Brasil — parcialmente compensado por um desempenho mais forte na Europa.
• A rentabilidade se manteve razoavelmente bem, com margem EBITDA de 9,3%, alinhada às nossas estimativas, refletindo menor alavancagem operacional e custos de reestruturação não recorrentes (margem EBITDA ajustada de 9,6%, estável ano a ano).
• A alavancagem aumentou sequencialmente à medida que as tendências operacionais mais brandas continuaram a pesar na geração de caixa. Ainda vemos despesas financeiras elevadas pressionando os resultados, levando a um prejuízo líquido no trimestre.
• Para frente, não esperamos deterioração significativa das condições, com nosso otimismo cauteloso apoiado por ventos favoráveis como o programa Move Brasil, um ambiente melhor para vendas de veículos pesados nos EUA e um aparente alívio tarifário.
Clique aqui para acessar o relatório completo.

Precificando resíduos, destravando valor: um deep-dive em vital e Orizon pós-aquisição

Atualizando nosso preço-alvo para o final de 2026 para R$ 97,5/ação em ORVR e reiterando recomendação de compra

  • Após dedicarmos tempo para entender profundamente o portfólio da Vital e os méritos estratégicos da aquisição, atualizamos nossas estimativas para Orizon e estabelecemos um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 97,5/ação;
  • Neste relatório, iremos: i) dissecar o portfólio da Vital;
  • ii) fazer um deep-dive no modelo regulatório da Ecourbis;
  • iii) olhar para o futuro examinando a dinâmica do setor de waste management (WM) nos EUA;
  • Embora nossa primeira leitura da aquisição tenha sido positiva (leia aqui), a complexidade de valorar a Vital em um curto espaço de tempo dificultou mensurar o nível de valor gerado;
  • Após um estudo mais detalhado, acreditamos que a Orizon criou cerca de R$ 3 bilhões em valor para seus acionistas;
  • Naturalmente, nossa percepção de criação de valor já embute monetização adicional de biometano (apenas projetos maduros), créditos de carbono e outperformance em relação à regulação no contrato de concessão da Ecourbis;
  • Também ajustamos nosso modelo de ORVR, elevando levemente nossa projeção de crescimento real de longo prazo de gate fee e de volumes de resíduos, ao mesmo tempo em que revisamos para baixo nossa curva de monetização de créditos de carbono;
  • Por fim, avaliamos como pode ser o futuro da indústria de gestão de resíduos caso siga as tendências observadas nos EUA;
  • Continuamos vendo a companhia como um potencial “10-bagger” e, naturalmente, uma de nossas preferidas dentro do nosso universo de cobertura;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Bullets | Fundos Imobiliários (FIIs) [Daily]
    • HGRE11 sobe, VGIR11 cai e IFIX fecha em alta, próximo da máxima de 52 semanas (FIIs);
    • Mercado Livre, Shopee e Amazon lideram locações de galpões logísticos em 2025 (FIIs);
    • Virada no mercado de galpões promete novo fôlego aos fundos imobiliíarios do setor; veja os preferidos (Valor Investe);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Bullets | Exchange-Traded Funds (ETFs)
    • CEO da Investo projeta mercado de ETFs no Brasil em R$ 500 bilhões – e podendo superar R$ 1 trilhão: O CEO da Investo, Cauê Mançanares, projeta que o mercado brasileiro de ETFs alcance R$ 500 bilhões em três a quatro anos, podendo superar R$ 1 trilhão, impulsionado pelo forte crescimento da indústria e reforçado pela visão de executivos de Nu Asset, BTG Asset e B3 de que educação financeira e novas estratégias devem acelerar ainda mais a adoção. (Estadão);
    • The Bull Case for Bitcoin Is Hiding in the $1 Trillion Wreckage: Despite Bitcoin losing nearly half its value and erasing US$1 trillion in market cap, a surprising layer of institutional resilience — including largely intact ETF inflows and long‑term holders refusing to capitulate — is fueling a contrarian bull case that stands in stark contrast to the brutal price drawdown. (Bloomberg);
    • Bitcoin sobe quase 6% e se recupera em meio à diminuição do temor com IA: O bitcoin avançou 5,7%, recuperando‑se da mínima do dia anterior, conforme o mercado digeriu melhor os temores sobre disrupção causada por IA e voltou a acompanhar o otimismo do setor de tecnologia, enquanto dados on‑chain e entradas líquidas em ETFs sinalizam leve melhora no fluxo institucional. (Valor Econômico);
    • ETF vale a pena? Conheça os cinco pilares de vantagem segundo gestores: Segundo gestores que participaram do painel no BTG Summit, mercado cresceu, mas ainda há espaço para alta ainda maior. A barreira? Falta de educação financeira no país. (Valor Investe).

ESG

Senado não vota PL do Redata, que cria incentivos a data centers, e governo busca reedição | Café com ESG, 26/02

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em território levemente negativo, com IBOV e o ISE recuando 0,13% e 0,91%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo busca uma saída jurídica para que o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data center (Redata) possa ser reeditado ainda neste ano, se houver apoio dos senadores – a medida provisória que criou o programa caducou ontem, e o projeto de lei com o mesmo tema não foi apreciado pelo Senado Federal, com isso, o programa deixa de existir a partir de hoje; e (ii) a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) respondeu às cartas das entidades do mercado de capitais sobre o reporte pelas empresas de capital aberto de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade sob os padrões IFRS S1 e S2 – no documento, a CVM sinaliza que não vai postergar os prazos, mas diz que considera “ajustes” e “alívios adicionais”, desde que preservem o trabalho realizado até o momento;
  • No internacional, o Google usará baterias feitas de ferro para abastecer um grande campus de data centers em Minnesota, um desenvolvimento que pode representar uma mudança no jogo na tecnologia de baterias – as chamadas baterias ferro-ar podem fornecer um suprimento estável de eletricidade por 100 horas, ampliando substancialmente a vida útil das instalações de energia limpa;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
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