IBOVESPA -0,13% | 191.247 Pontos
CÂMBIO -0,47% | 5,14/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quarta-feira em queda de 1,3%, aos 191.247 pontos, pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações do setor bancário, como Itaú (ITUB4, -0,8%), Bradesco (BBDC4, -1,1%) e Santander (SANB11, -3,9%).
Entre os destaques positivos do dia estiveram as ações de mineração e siderurgia, com Vale (VALE3, +2,6%) e Usiminas (USIM5, +4,0%) impulsionadas pela alta do minério de ferro. Na ponta negativa, Isa Energia (ISAE4, -4,4%) recuou após a divulgação dos resultados do 4T25.
Nesta quinta-feira, o foco estará na temporada de resultados no Brasil, com os balanços de Axia, Aura, B3, Caixa Seguridade e Marcopolo. No cenário internacional, teremos os resultados de Dell, Vistra Energy e Warner Bros.
Renda Fixa
Os juros dos EUA subiram nesta quarta‑feira após o discurso de Trump de Estado da União e de falas do Fed sinalizarem viés mais restritivo. A T‑note de 2 anos foi a 3,47% (+1 bp), a de 10 anos a 4,05% (+2 bps) e o T‑bond de 30 anos a 4,70% (+1 bp). O Tesouro leiloou US$ 70 bi em T‑notes de 5 anos com rendimento máximo de 3,615%, abaixo da média recente.
No Brasil, a curva apagou a queda inicial e fechou com pressão nos vértices curtos e estabilidade na ponta longa, em sessão marcada pela repercussão da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg e por realização de lucros. O DI jan/27 fechou em 13,24% (+2 bps), o DI jan/29 em 12,60% (+3 bps) e o DI jan/31 em 13,01% (0 bp).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam estáveis (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,0%), após a divulgação dos resultados de Nvidia. No pré-mercado, as ações da Nvidia avançam cerca de 1,6% após a companhia superar expectativas de lucro e receita no 4T25, com forte crescimento de 75% A/A na receita de data centers. Já a Salesforce caiu mais de 4%, após projetar receita abaixo do esperado para o fiscal de 2027, reacendendo preocupações com o setor de software. Na sessão regular de ontem, os índices fecharam em alta, impulsionados por recuperação das big techs e nomes como Microsoft (+3%).
Na Europa, as bolsas operam em leve alta (Stoxx 600: +0,1%), com foco na temporada de resultados. A Puma sobe cerca de 6%, após divulgar prejuízo operacional menor que o esperado em 2025 (EUR 357 milhões vs. EUR 374 milhões estimados). O pano de fundo segue marcado por alívio nas tensões comerciais, após a implementação de tarifa universal de 10% pelos EUA, abaixo dos 15% inicialmente ameaçados.
Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,2%; HSI: -1,4%). No restante da Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta, acompanhando o rali de tecnologia nos EUA. O movimento na região foi impulsionado pelos resultados acima do esperado da Nvidia, que reforçaram a confiança no ciclo de investimentos em inteligência artificial.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta feira em alta de 0,24%, impulsionado principalmente pelos Fundos de Papel, que avançaram 0,26%, pelos Fundos de Fundos, que subiram 0,26%, e pelos Fundos Híbridos, que registraram alta de 0,27%. Os Fundos de Tijolo também tiveram um pregão positivo, com valorização de 0,22%. Dentro desse grupo, o destaque ficou para os Fundos de Lajes Corporativas, que avançaram 0,31%, enquanto os Fundos de Ativos Logísticos (+0,21%) e os de Shoppings (+0,22%) também registraram alta. Entre as maiores altas do pregão estiveram HGRE11 (+2,1%), CCME11 (+1,8%) e PORD11 (+1,3%). No campo negativo, os principais destaques foram GZIT11 (-1,5%), VGIP11 (-1,2%) e HSLG11 (-1,0%).
Economia
A Câmara dos Deputados aprovou o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, que agora segue para análise do Senado. O governo se prepara para editar um decreto de salvaguardas destinado a proteger a indústria e o agronegócio. No fiscal, o governo central registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Em 12 meses, o déficit acumulado alcançou R$ 62,7 bilhões, equivalente a 0,5%. A projeção para 2026 aponta déficit de R$ 48,9 bilhões (0,4% do PIB) ou superávit de R$ 1,5 bilhão (0,0% do PIB) quando considerados os ajustes na apuração da meta fiscal, permanecendo acima do piso estabelecido pelo governo.
Agenda de indicadores vazia, com o destaque para os pedidos semanais de seguro desemprego nos EUA.
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Economia
Câmara aprova acordo com União Europeia em meio a debates sobre salvaguardas
- A Câmara dos Deputados aprovou o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, que agora segue para análise do Senado. O governo se prepara para editar um decreto de salvaguardas destinado a proteger a indústria e o agronegócio diante das regras mais rígidas aprovadas pelo Parlamento Europeu. Segundo o vice‑presidente Geraldo Alckmin, a regulamentação será enviada à Casa Civil antes da votação no Senado, atendendo à pressão de setores produtivos preocupados com impactos tarifários e buscando garantir segurança jurídica em um acordo considerado histórico, que integra um mercado de mais de 720 milhões de pessoas e envolve cerca de US$ 22 trilhões em PIB;
- De acordo com dados divulgados pelo Banco Central, o crédito ampliado às empresas recuou 1,2% no mês, mas avançou 7,0% em um ano, refletindo alta de 16,5% em títulos de dívida. Por sua vez, o crédito às famílias atingiu R$ 4,8 trilhões, crescendo 0,8% no mês e 11,7% em 12 meses. O saldo das operações do Sistema Financeiro Nacional foi de R$ 7,1 trilhões (-0,2% contra dezembro, 10,1% na comparação interanual), e a taxa média de juros das novas contratações subiu para 32,8% a.a., chegando a 47,8% a.a. no crédito livre. Nesse segmento, a inadimplência avançou para 5,5%, o maior nível desde 2017, em um contexto de Selic a 15% ao ano. Em resumo, os dados indicam um mercado de crédito em expansão, mas segue pressionado por juros altos, inadimplência crescente e desaceleração das concessões;
- O governo central registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Em 12 meses, o déficit acumulado alcançou R$ 62,7 bilhões, equivalente a 0,5%. O resultado do governo central permaneceu praticamente estável em janeiro – 2,2% abaixo do observado no mesmo período de 2025 – refletindo o menor dinamismo das receitas líquidas e, sobretudo, o aumento mais intenso das despesas. Para os próximos meses, a expectativa é de fortalecimento do crescimento das receitas tributárias à medida que a atividade econômica acelere e as medidas de aumento de arrecadação surtam efeito. No âmbito das despesas, espera-se que a execução mais intensa dos gastos discricionários — típica de anos eleitorais —, combinada à redução da fila de pedidos de benefícios previdenciários e do BPC/LOAS, continue pressionando o resultado primário. A projeção para 2026 aponta déficit de R$ 48,9 bilhões (0,4% do PIB) ou superávit de R$ 1,5 bilhão (0,0% do PIB) quando considerados os ajustes na apuração da meta fiscal, permanecendo acima do piso estabelecido pelo governo;
- Agenda de indicadores vazia, com o destaque para os pedidos semanais de seguro desemprego nos EUA.
Empresas
Pacote de Resultados 4T25 – EGIE e CSMG
Resultados em linha para EGIE e Positivos por efeito de calendário para CSMG
- Duas companhias sob nossa cobertura divulgaram resultados nesta noite: EGIE e CSMG;
- EGIE apresentou resultados em linha e esperamos uma reação neutra do mercado, já que não houve elementos estruturais que justifiquem revisão de estimativas;
- Adicionalmente, a companhia declarou dividendos adicionais, totalizando um payout de 55% no ano e ~4,2% de dividend yield;
- CSMG apresentou resultados ajustados fortes (12% acima de nossas estimativas), beneficiada por efeitos positivos de calendário (~3,5% mais dias faturados ano contra ano), mas também mostrando boa disciplina de custos;
- Os resultados não devem mudar significativamente a percepção do mercado, mas um P&L livre de surpresas negativas ajuda a sustentar o momento positivo da tese do papel;
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WEG (WEGE3): Receitas mais fracas + rentabilidade mais forte = resultado neutro
- A WEG apresentou resultados neutros no 4T25, com lucro líquido de R$1,6 bilhão em linha com nossas expectativas (-1% vs. XPe, -6% A/A).
- A receita líquida atingiu R$10,2 bilhões (-2% vs. XPe), refletindo menores contribuições inorgânicas / FX mais fraco, com receitas orgânicas neutras ao câmbio recuando -1% A/A (vs. XPe +1%).
- Observamos vendas domésticas de GTD desacelerando em linha com o esperado (especialmente devido a menores entregas de solar), parcialmente compensadas por atividade industrial estável no Brasil e no exterior e por vendas externas de GTD acima do esperado (+20% T/T).
- A margem EBITDA surpreendeu positivamente em 22,4% (+0,2 p.p. T/T), com iniciativas de eficiência e mix favorável mais do que compensando impactos relacionados a tarifas.
- Embora um crescimento de lucro mais suave possa parecer negativo, os resultados vieram amplamente em linha e, em nossa visão, não devem gerar preocupações relevantes.
- Com o crescimento orgânico de curto prazo ainda limitado, seguimos vendo a WEG como beneficiária da rotação em curso para ações brasileiras, apesar de valuation e riscos de médio prazo relacionados a IA estarem se tornando pontos de contestação mais frequentes.
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Bancos: Crédito consignado privado mantém forte ritmo em 2026; NPLs iniciais de Agro mostram alívio
- Os dados de crédito de janeiro do BCB, divulgados hoje (25), mostraram um crescimento de 10,1% YoY no saldo de crédito, com alta de 8,3% na carteira de Corporate e de 11,1% na carteira de Individuals. Esses números indicam uma leve desaceleração do mercado de crédito em relação aos dados do mês anterior (+10,3%, +8,2% e +11,7% YoY, respectivamente), em grande parte devido a uma queda sazonal esperada em termos MoM.
- NPL+90 apresentou leve alta MoM, alcançando 4,2% (vs. 4,0% em dez/25). Isso reflete aumento tanto nas linhas de Corporate quanto de Individuals.
- No Agronegócio, observamos mais um mês pressionado para os níveis de NPL+90, que chegaram a 7,3% para PFs (+80 bps MoM).
- Vale destacar uma queda de -80 bps MoM em NPL 15–90 entre os créditos a taxas de mercado para PFs, atingindo 3,8%.
- Apesar dessa melhora nos indicadores de inadimplência inicial, lembramos que o 1T tem baixa concentração de vencimentos no segmento de agro, de modo que ainda consideramos prematuro adotar uma visão mais otimista sobre a recuperação do setor.
- Em relação ao crédito consignado privado, janeiro trouxe forte aceleração do crescimento MoM do saldo (+8,6% em jan/26 vs. +7,5% em dez/25), com as novas concessões acelerando para +35,8% MoM (vs. +1,6% em dez/25).
- As taxas médias desse tipo de crédito seguem elevadas, chegando a 57,4% no mês (vs. 56,2% em dez/25).
- A taxa de inadimplência avançou +20 bps, alcançando 5,6%.
- Como resultado, ainda vemos uma combinação positiva para os bancos, com tendência controlada das taxas de NPL e taxas médias elevadas, beneficiando especialmente os players que originam esse produto de forma seletiva e disciplinada.
- Em linhas gerais, vemos os dados de crédito de jan/26 como neutros para os bancos, já que o saldo de crédito desacelerou levemente, como esperado, sem pressão relevante sobre as NPLs.
- Além disso, os indicadores de NPL inicial em Agro continuam a mostrar algum alívio, o que enxergamos como potencialmente positivo para BBAS, embora ainda nos pareça cedo para uma visão mais construtiva sobre a tese.
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Plano&Plano (PLPL3): Foco no desempenho das vendas e na rentabilidade
• Ontem, realizamos uma reunião com a alta administração da Plano & Plano. Os principais pontos foram: (i) a empresa está avaliando uma ou duas novas regiões para diversificar riscos e construir uma segunda via de crescimento, com meta de R$ 1 bilhão em VGV por novo mercado; (ii) melhorias no MCMV devem impulsionar ajustes marginais nos produtos e aumentar potencialmente os volumes de lançamento, embora as discussões sobre mudanças no regime da força de trabalho possam pressionar os custos;
• (iii) a área comercial está sendo fortalecida com novas ferramentas, um novo aplicativo de vendas, e uso mais amplo de IA para melhorar a conversão; (iv) para 2026, esperamos que os lançamentos cresçam cerca de R$ 900 milhões, com foco na qualidade das vendas e nas margens;
• Mantemos uma visão positiva sobre a PLPL3;
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C&A (CEAB3): Atualizando nossas estimativas; Um trimestre difícil, mas com melhores perspectivas para o futuro
- Ontem, a C&A divulgou seus resultados do quarto trimestre e realizou sua teleconferência sobre os resultados financeiros nesta manhã. Assim, atualizamos nosso modelo para refletir os resultados do quarto trimestre e as premissas macroeconômicas/custo de capital atualizadas. Embora fracos, consideramos os resultados amplamente esperados e não indicativos de problemas estruturais na execução ou na história da C&A;
- Além disso, a administração informou que o primeiro trimestre já mostra melhora, o que provavelmente sustentou o desempenho superior das ações hoje. No geral, ajustamos as métricas operacionais e aumentamos o lucro líquido estimado para 2026 em 6%, incorporando a Lei do Bem e mantendo nosso preço-alvo para o final do ano de 2026 inalterado em R$ 17,0/ação;
- Reiteramos nossa recomendação de compra, pois ainda vemos espaço para ganhos de produtividade por meio de reformas nas lojas e iniciativas internas em desenvolvimento de produtos, preços e logística, enquanto o valuation permanece atrativo em 7,6x o P/L de 2026;
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WEG (WEGE3): Pesquisa XP – Sentimento Moderado, Algumas Surpresas
- Após o release do WEG no 4T25, realizamos uma pesquisa com investidores para mapear as percepções e posicionamento;
- Observamos uma leitura neutra a levemente negativa dos resultados, com investidores divididos sobre o que se destacou (receitas mais fracas ou margens mais fortes);
- O posicionamento permanece moderado (5 de 10), e a maioria dos entrevistados não vê mudanças macro recentes como um gatilho. Daqui para frente, esperamos que a rentabilidade melhore à medida que são inauguradas as novas capacidades, o mix evolua e as tarifas sejam flexibilizadas;
- Os riscos de valuation e demanda de médio prazo tornaram-se pushbacks comuns, embora continuemos a ver o papel se beneficiando da rotação para ações brasileiras;
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Kepler Weber (KEPL3): Resultados neutros com margens resilientes apesar da demanda mais fraca – revisão do 4T25
• A Kepler Weber apresentou resultados neutros no 4º trimestre de 2025, com EBITDA de R$ 68 milhões (‑18% A/A e ‑8% T/T), em linha com nossas estimativas (‑2% vs. XPe) e refletindo o cenário de demanda mais fraco nos segmentos ligados ao agronegócio.
• A receita líquida caiu ‑13% A/A e ‑6% T/T, impulsionada pelo desempenho mais fraco em fazendas e agroindústrias, em meio a altas taxas de juros, preços agrícolas mais baixos e um BRL apreciado — parcialmente compensados por melhor tração nos negócios internacionais e por receitas resilientes de R&S.
• A rentabilidade, no entanto, permaneceu um destaque relativo, com margem EBITDA de 16,9% (em linha vs. XPe), apoiada pelo contínuo avanço em disciplina de custos e no equilíbrio da carteira.
• No geral, embora persistam ventos contrários no curto prazo, seguimos construtivos quanto aos esforços da gestão para reforçar a resiliência dos lucros, mantendo a empresa bem posicionada para se beneficiar quando as condições de financiamento melhorarem e o ciclo do agronegócio voltar a acelerar.
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Iochpe-Maxion (MYPK3): Resultados fracos; primeiros sinais de estabilização à frente – revisão do 4T25
A Iochpe‑Maxion apresentou resultados sazonalmente fracos no 4º trimestre de 2025, com EBITDA ajustado de R$ 338 milhões, +3% vs. XPe (‑12% A/A e ‑14% T/T).
• A receita líquida foi de R$ 3,5 bilhões, desacelerando em linha com nossas expectativas em meio à sazonalidade fraca e a um cenário desafiador para veículos pesados nos EUA e no Brasil — parcialmente compensado por um desempenho mais forte na Europa.
• A rentabilidade se manteve razoavelmente bem, com margem EBITDA de 9,3%, alinhada às nossas estimativas, refletindo menor alavancagem operacional e custos de reestruturação não recorrentes (margem EBITDA ajustada de 9,6%, estável ano a ano).
• A alavancagem aumentou sequencialmente à medida que as tendências operacionais mais brandas continuaram a pesar na geração de caixa. Ainda vemos despesas financeiras elevadas pressionando os resultados, levando a um prejuízo líquido no trimestre.
• Para frente, não esperamos deterioração significativa das condições, com nosso otimismo cauteloso apoiado por ventos favoráveis como o programa Move Brasil, um ambiente melhor para vendas de veículos pesados nos EUA e um aparente alívio tarifário.
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Precificando resíduos, destravando valor: um deep-dive em vital e Orizon pós-aquisição
Atualizando nosso preço-alvo para o final de 2026 para R$ 97,5/ação em ORVR e reiterando recomendação de compra
- Após dedicarmos tempo para entender profundamente o portfólio da Vital e os méritos estratégicos da aquisição, atualizamos nossas estimativas para Orizon e estabelecemos um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 97,5/ação;
- Neste relatório, iremos: i) dissecar o portfólio da Vital;
- ii) fazer um deep-dive no modelo regulatório da Ecourbis;
- iii) olhar para o futuro examinando a dinâmica do setor de waste management (WM) nos EUA;
- Embora nossa primeira leitura da aquisição tenha sido positiva (leia aqui), a complexidade de valorar a Vital em um curto espaço de tempo dificultou mensurar o nível de valor gerado;
- Após um estudo mais detalhado, acreditamos que a Orizon criou cerca de R$ 3 bilhões em valor para seus acionistas;
- Naturalmente, nossa percepção de criação de valor já embute monetização adicional de biometano (apenas projetos maduros), créditos de carbono e outperformance em relação à regulação no contrato de concessão da Ecourbis;
- Também ajustamos nosso modelo de ORVR, elevando levemente nossa projeção de crescimento real de longo prazo de gate fee e de volumes de resíduos, ao mesmo tempo em que revisamos para baixo nossa curva de monetização de créditos de carbono;
- Por fim, avaliamos como pode ser o futuro da indústria de gestão de resíduos caso siga as tendências observadas nos EUA;
- Continuamos vendo a companhia como um potencial “10-bagger” e, naturalmente, uma de nossas preferidas dentro do nosso universo de cobertura;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Bullets | Fundos Imobiliários (FIIs) [Daily]
- HGRE11 sobe, VGIR11 cai e IFIX fecha em alta, próximo da máxima de 52 semanas (FIIs);
- Mercado Livre, Shopee e Amazon lideram locações de galpões logísticos em 2025 (FIIs);
- Virada no mercado de galpões promete novo fôlego aos fundos imobiliíarios do setor; veja os preferidos (Valor Investe);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Bullets | Exchange-Traded Funds (ETFs)
- CEO da Investo projeta mercado de ETFs no Brasil em R$ 500 bilhões – e podendo superar R$ 1 trilhão: O CEO da Investo, Cauê Mançanares, projeta que o mercado brasileiro de ETFs alcance R$ 500 bilhões em três a quatro anos, podendo superar R$ 1 trilhão, impulsionado pelo forte crescimento da indústria e reforçado pela visão de executivos de Nu Asset, BTG Asset e B3 de que educação financeira e novas estratégias devem acelerar ainda mais a adoção. (Estadão);
- The Bull Case for Bitcoin Is Hiding in the $1 Trillion Wreckage: Despite Bitcoin losing nearly half its value and erasing US$1 trillion in market cap, a surprising layer of institutional resilience — including largely intact ETF inflows and long‑term holders refusing to capitulate — is fueling a contrarian bull case that stands in stark contrast to the brutal price drawdown. (Bloomberg);
- Bitcoin sobe quase 6% e se recupera em meio à diminuição do temor com IA: O bitcoin avançou 5,7%, recuperando‑se da mínima do dia anterior, conforme o mercado digeriu melhor os temores sobre disrupção causada por IA e voltou a acompanhar o otimismo do setor de tecnologia, enquanto dados on‑chain e entradas líquidas em ETFs sinalizam leve melhora no fluxo institucional. (Valor Econômico);
- ETF vale a pena? Conheça os cinco pilares de vantagem segundo gestores: Segundo gestores que participaram do painel no BTG Summit, mercado cresceu, mas ainda há espaço para alta ainda maior. A barreira? Falta de educação financeira no país. (Valor Investe).
ESG
Senado não vota PL do Redata, que cria incentivos a data centers, e governo busca reedição | Café com ESG, 26/02
- O mercado fechou o pregão de quarta-feira em território levemente negativo, com IBOV e o ISE recuando 0,13% e 0,91%, respectivamente;
- No Brasil, (i) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo busca uma saída jurídica para que o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data center (Redata) possa ser reeditado ainda neste ano, se houver apoio dos senadores – a medida provisória que criou o programa caducou ontem, e o projeto de lei com o mesmo tema não foi apreciado pelo Senado Federal, com isso, o programa deixa de existir a partir de hoje; e (ii) a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) respondeu às cartas das entidades do mercado de capitais sobre o reporte pelas empresas de capital aberto de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade sob os padrões IFRS S1 e S2 – no documento, a CVM sinaliza que não vai postergar os prazos, mas diz que considera “ajustes” e “alívios adicionais”, desde que preservem o trabalho realizado até o momento;
- No internacional, o Google usará baterias feitas de ferro para abastecer um grande campus de data centers em Minnesota, um desenvolvimento que pode representar uma mudança no jogo na tecnologia de baterias – as chamadas baterias ferro-ar podem fornecer um suprimento estável de eletricidade por 100 horas, ampliando substancialmente a vida útil das instalações de energia limpa;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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