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Bolsas em queda com tensões no Irã; no Brasil, PIB é destaque do dia

Guerra no IRÃ, economia dos EUA e como investir em terras raras são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 03/03/2026

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IBOVESPA +0,28% | 189.307 Pontos

CÂMBIO +0,98% | 5,19/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em leve alta de 0,2%, aos 189.307 pontos, acompanhando os mercados globais (S&P 500, +0,04%; Nasdaq, +0,13%), que permaneceram com um tom levemente positivo apesar da escalada das tensões entre EUA e Irã.

As petroleiras foram os principais destaques do dia, com Prio (PRIO3, +5,1%), Petrobras (PETR3, +4,6%; PETR4, +4,6%) e PetroReconcavo (RECV3, +3,3%) avançando, refletindo a forte alta dos preços do petróleo. Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -3,6%) se destacou entre as quedas, pressionada após a divulgação dos  dados operacionais.

Nesta terça-feira, o foco estará na divulgação do PIB do Brasil referente ao 4T25 e do Caged de janeiro. Pela temporada de resultados do 4T25, estão previstos os balanços de Cosan, Pague Menos, Raia Drogasil, Vulcabras, LWSA e Auren.

Renda Fixa

Os juros futuros avançaram de forma expressiva nesta segunda‑feira diante do aumento do risco geopolítico após o ataque dos EUA e de Israel ao Irã, o que elevou petróleo e dólar. Nos EUA, apesar da demanda por Treasuries como ativo de refúgio, os rendimentos subiram diante de receios inflacionários: a T‑Note de 2 anos avançou para 3,48% (+9 bps), a T‑Note de 10 anos para 4,04% (+8 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,69% (+6 bps). No Brasil, o DI jan/27 encerrou a 13,305% (+3 bps), o DI jan/29 subiu para 12,745% (+10 bps) e o DI jan/31 avançou para 13,115% (+8 bps).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em forte queda (S&P 500: -1,8%; Nasdaq 100: -2,2%), refletindo a escalada do conflito entre EUA e Irã. Na véspera, os índices haviam conseguido reverter perdas, com o S&P 500 fechou praticamente estável e o Nasdaq subindo 0,4%. O movimento de recuperação foi impulsionado por compras na queda e altas em ações como Northrop Grumman (+6%), Palantir (+5,8%) e Nvidia (+3%). O petróleo disparou com temores de interrupção no fornecimento, após relatos de que o Estreito de Ormuz, rota crucial para cerca de um terço das exportações marítimas globais de petróleo, teria sido fechado pelo Irã.

Na Europa, as bolsas despencam (Stoxx 600: -3,0%), após queda de 1,6% na segunda-feira. Bancos, seguradoras e utilities lideram as perdas. O índice europeu de defesa também apresenta queda após ganhos recentes. O sentimento global é de aversão ao risco, com ouro em alta e petróleo avançando diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. A União Europeia pediu desescalada e máxima contenção.

Na China, assim como no restante da Ásia, os mercados apresentaram queda acentuada (CSI 300: -1,5%; HSI: -1,1%), refletindo escalada do conflito no Oriente Médio. O Kospi sul-coreano teve seu pior desempenho em 19 meses, caindo 7,2%, com Samsung e SK Hynix entre as maiores baixas. A deterioração do cenário geopolítico domina o humor dos mercados e reforça o movimento defensivo dos investidores.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana registrando queda de 0,15%, movimento puxado principalmente pelos Fundos de Papel, que tiveram pregão negativo de 0,36%. Os Fundos de Tijolo recuaram 0,02%, uma variação pouco representativa, influenciada pelos desempenhos distintos dos segmentos de Lajes Corporativas (+0,61%), Shoppings (-0,28%) e Ativos Logísticos (-0,29%). Outras classes, como os Fundos de Fundos, também apresentaram queda de 0,58%, enquanto os Fundos de Multiestratégia avançaram 0,30%. Entre as maiores altas do dia estiveram XPCI11 (+2,9%), BTAL11 (+2,7%) e PVBI11 (+2,5%). No campo negativo, os principais destaques foram BRCO11 (-4,0%), RBRR11 (-2,8%) e KORE11 (-2,5%).

Economia

Em meio à escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, o presidente Donald Trump afirmou que a ofensiva militar americana deve durar entre quatro e cinco semanas, podendo se estender. Dessa forma, as tensões seguem elevadas na região e o Estreito de Ormuz – por onde passa 20% do petróleo mundial – continua fechado, pressionando o preço do barril de petróleo.

Na agenda doméstica, o destaque é a divulgação do PIB do quarto trimestre de 2025, e, por consequência, do ano fechado. Estimamos que o PIB subiu 0,1% contra o terceiro trimestre (1,8% ante o quarto trimestre de 2024), levando a um crescimento de 2,3% em 2025. Pelo lado da oferta, os serviços seguem como principal motor da atividade, enquanto indústria e agropecuária devem registrar desempenho mais fraco no trimestre – embora o segundo registre forte expansão no acumulado do ano. Esperamos arrefecimento no lado da demanda, com queda no componente de investimentos. Para 2026, projetamos que o PIB crescerá 2,0%. Ademais, o Caged também será divulgado, em que projetamos criação de 92 mil vagas de emprego, em um cenário de mercado de trabalho aquecido. Na agenda internacional, destaque para divulgação de PMIs na China – sondagens empresariais que visam aferir o pulso da atividade econômica.

Veja todos os detalhes

Economia

Divulgação do PIB é o destaque do dia

  • Em meio à escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, o presidente Donald Trump afirmou que a ofensiva militar americana deve durar entre quatro e cinco semanas, podendo se estender, e reforçou tratar-se da “última e melhor chance” de eliminar o que considera a ameaça representada pelo regime iraniano, destacando ataques a mísseis, à Marinha do Irã e a lideranças militares do país. Trump acrescentou que a “grande onda” de ataques ainda está por vir. Dessa forma, as tensões seguem elevadas na região e o Estreito de Ormuz – por onde passa 20% do petróleo mundial – continua fechado, pressionando o preço do barril de petróleo;
  • A leitura preliminar de fevereiro apontou que a inflação anual da área do euro acelerou para 1,9% (levemente acima das expectativas), após 1,7% em janeiro, enquanto a variação mensal subiu 0,7%, revertendo a queda de -0,6% observada no mês anterior. Entre os componentes altistas, se destacam serviços e alimentos, enquanto energia deve continuar em campo deflacionário. O núcleo da inflação – retira os itens mais voláteis –  também acelerou acima das expectativas, para 2,4%, indicando persistência inflacionária, e permanecendo acima da meta de 2,0%, pressionando o Banco Central Europeu a manter os juros nos níveis atuais;
  • No Boletim Focus, a projeção da Taxa Selic para o final deste ano recuou para 12,00%, mantendo o movimento da semana passada. Em relação a inflação, após sete semanas de queda nas projeções para 2026, o indicador se estabilizou em 3,91%. Para mais informações, acesso nosso relatório aqui;
  • Na agenda doméstica, o destaque é a divulgação do PIB do quarto trimestre de 2025, e, por consequência, do ano fechado. Estimamos que o PIB subiu 0,1% contra o terceiro trimestre (1,8% ante o quarto trimestre de 2024), levando a um crescimento de 2,3% em 2025. Pelo lado da oferta, os serviços seguem como principal motor da atividade, enquanto indústria e agropecuária devem registrar desempenho mais fraco no trimestre – embora o segundo registre forte expansão no acumulado do ano. Esperamos arrefecimento no lado da demanda, com queda no componente de investimentos. Para 2026, projetamos que o PIB crescerá 2,0%. Ademais, o Caged também será divulgado, em que projetamos criação de 92 mil vagas de emprego, em um cenário de mercado de trabalho aquecido;
  • Na agenda internacional, destaque para divulgação de PMIs na China – sondagens empresariais que visam aferir o pulso da atividade econômica.

Empresas

Stone (STNE): Sustentando a posição

  • A Stone apresentou um 4Q misto, porém resiliente, com o segmento de banking e de crédito mostrando potencial de monetização, embora acompanhado por maior custo de crédito, enquanto o core de pagamentos permaneceu fraco.
    • No trimestre, o crescimento de receita (+13% A/A) foi sustentado pelo aumento da receita financeira (+26% A/A) e pela expansão da penetração de crédito/depósitos, mas o TPV continuou desacelerando (+4,8% A/A) em meio a pressões macroeconômicas.
    • O crescimento da carteira de crédito foi robusto (+22% T/T), mas veio acompanhado da deterioração esperada da qualidade dos ativos (+130 pb T/T nos NPLs curtos) e do aumento das provisões (+27% T/T), reforçando a necessidade de um escalonamento disciplinado do portfólio.
    • As despesas operacionais permaneceram elevadas, especialmente as comerciais (+16% A/A), ligadas ao reposicionamento da marca e maior rotatividade, pressionando margens apesar de ganhos de eficiência no lado do funding.
    • Ainda assim, a empresa entregou um sólido crescimento do lucro líquido de 12% A/A (impulsionado por alíquotas de imposto menores) e melhora no EPS, sinalizando que a monetização dos serviços financeiros está compensando cada vez mais a fraqueza no TPV.
    • Olhando à frente, o guidance aponta para um momentum modesto de receita no 1S26, com qualquer recuperação potencial devendo ser mais gradual após o rebaixamento das projeções para 2027.
    • No geral, vemos a sinalização do management com alguma cautela, já que o crescimento mais lento, os sinais crescentes de risco de crédito e as indicações fracas de TPV projetado apontam para um cenário mais desafiador à frente.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Hidrovias do Brasil (HBSA3): Resultados do 4T25 | EBITDA ajustado sólido supera expectativas devido a dados operacionais mais fortes; Desalavancagem total se concretiza

  • A Hidrovias do Brasil reportou resultados acima do esperado, com EBITDA ajustado de R$159 milhões (vs. –R$11 milhões no 4T24 A/A e +23% vs. XPe);
  • Destacamos:
    • Números sólidos no Norte (EBITDA ajustado +15% vs. XPe), impulsionados por volumes acima do esperado (+20% vs. XPe), apesar de tarifas menores;
    • Desempenho acima do previsto no Sul (EBITDA ajustado +12% vs. XPe), sustentado por maiores volumes diante de melhores condições de navegação e tarifas mais fortes;
    • Melhora em Santos, puxada pelo maior volume de fertilizantes;
    • Queda na alavancagem (2,3x dívida líquida/EBITDA no 4T25 vs. 2,9x no 3T25), refletindo a conclusão da venda das operações de Navegação Costeira.
  • Reiteramos Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Bradesco (BBDC4): Consolidação estratégica para destravar valor na operação de saúde

  • O Bradesco está consolidando todos os seus ativos de saúde em uma única companhia listada, a Bradsaúde, por meio de sua combinação com a Odontoprev, criando desde o primeiro dia um player líder de setor com R$52 bilhões em receita, R$3,6 bilhões em lucro líquido e ROE de 23,7% em base pró-forma para 2025.
    • A transação tem como objetivo destravar valor, já que os ativos de saúde que antes estavam diluídos no múltiplo consolidado do banco passam a ser precificados de forma independente, com espaço para convergir para múltiplos mais altos do setor.
    • O novo grupo estreia com um valor de mercado estimado em R$37,6 bilhões, o que reflete um P/L implícito de aproximadamente 9,6x, com potencial de alcançar cerca de 12,7x. Isso representa um upside próximo de 7% para a participação do BBDC.
    • Além disso, a reorganização melhora a eficiência de capital do Bradesco e adiciona cerca de 62 bps ao CET1 após a conclusão do processo.
    • O free float inicialmente reduzido também preserva opcionalidade para futuras ofertas subsequentes e para ajustes de governança.
    • No conjunto, a transação reforça a agenda de simplificação do banco, destrava valor, beneficia os índices de capital e cria um veículo mais competitivo para capturar oportunidades de crescimento nos mercados de saúde e odontologia.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
  • Agronegócio, alimentos & bebidas | Siga o fluxo
    • No sábado (27/fev), as tensões no Oriente Médio se intensificaram depois que os EUA e Israel anunciaram ataques ao Irã, que retaliou em vários países da região. Os impactos são incertos, mas os mercados estão cada vez mais preocupados com potenciais interrupções nos fluxos de comércio através do Estreito de Ormuz.
    • A região é crítica para os mercados de energia, com estimativas sugerindo que cerca de 20% do consumo global de petróleo (~20Mi barris/dia) e aproximadamente 20–25% do comércio global de Gás GNL transitam por essa passagem, tornando-a um ponto de pressão chave para a formação de preços de energia no mundo.
    • Além disso, a região também desempenha um papel relevante no fluxo global de fertilizantes e é estruturalmente dependente de importações de alimentos. Dito isso, nosso time de XP Macro não descarta que um maior prêmio de risco no petróleo e potenciais mudanças nos fluxos globais de commodities — com o Brasil possivelmente se beneficiando comercialmente — possam levar a uma apreciação de curto prazo do real.
    • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/agronegocio-alimentos-bebidas-siga-o-fluxo/

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Investors turn to gold, not bonds, as haven from war in Iran (Financial Times);
  • Juros futuros sobem de olho em impactos inflacionários do conflito no Oriente Médio (Valor Econômico);
  • Reforma tributária: o próximo buraco na rota da Localiza? (Brazil Journal);
  • Fitch remove observação negativa e rebaixa ratings da CBD para ‘CCC(bra)’ (Fitch Ratings).
  • Clique aqui para acessar o clipping.
  • Carteiras Mensais: Renda Fixa 
  • Carteira disponível para todos os clientes e assessores XP: Acesso simples às recomendações do nosso time de especialistas.
  • Seleção minuciosa de ativos: Títulos escolhidos com base em análise criteriosa de risco e retorno.
  • Diversificação e qualidade: Estratégias que combinam Renda Fixa Brasil e Internacional para otimizar suas alocações.
  • Atualização mensal: A lista é revisada todo mês (mudanças não significam recomendação de venda!)
  • Acesse aqui as carteiras recomendadas: 
  • Renda Fixa Brasil: https://conteudos.xpi.com.br/renda-fixa/carteiras/onde-investir-em-renda-fixa-marco-2026/
  • Renda Fixa Internacional: https://conteudos.xpi.com.br/renda-fixa/carteiras/onde-investir-em-renda-fixa-internacional-marco-2026

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários – Março de 2026 (Research XP);
    • IFIX recua 0,15% e fecha acima de 3.900 pontos (Suno);
    • Justiça suspende novos prédios em SP; Secovi prevê impacto ‘pontual’ (Metro Quadrado);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
  • Exchange-Traded Funds (ETFs)
    • ETF brasileiro EWZ cai mais de 1% em meio ao conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe 4%: O EWZ recuou 1,29% no pré‑market dos EUA em meio à forte aversão ao risco causada pelos ataques no Oriente Médio, enquanto os ADRs da Petrobras subiram mais de 4%, impulsionados pela disparada do petróleo — que avançou cerca de 8% com temores de interrupções no Estreito de Ormuz — favorecendo empresas de exploração e produção. (InfoMoney);
    • Com tensão global, ouro alcança maior patamar em um mês e acumula alta de 25% no ano: Impulsionado pela escalada do conflito entre EUA e Irã, que elevou a aversão ao risco no mercado global, o ouro atingiu seu maior nível em um mês e já acumula alta de 25% no ano, reforçando seu papel de ativo de proteção diante da instabilidade geopolítica e das pressões sobre petróleo, bolsas e moedas. (Valor Investe);
    • China Traders Stick With Hong Kong Stocks as ETF Inflows Surge: Mainland Chinese investors are doubling down on Hong Kong equities, driving a surge in ETF inflows as they rotate away from weaker onshore markets in search of better performance — with southbound flows approaching record highs and retail participation rising sharply thanks to the ease of accessing Hong Kong‑listed ETFs. (Bloomberg);
    • Hormuz Is Closed. Why Is Oil Only at a Nine‑Month High?: Even with the Strait of Hormuz effectively shut down, oil prices have climbed only back to a nine‑month high, which ETF.com explains is due to a well‑supplied global oil market, with inventories swollen and supply growth far outpacing demand — meaning the price reaction depends less on the shock itself and more on how long the disruption lasts, while energy‑related ETFs such as BNO and XLE surge amid the spike. (ETF.com).
    • Acesse o relatório complete aqui
  • Carteiras de Alocação PJ: Mar/2026
    • Atualizamos as perspectivas por classe de ativo, bem como apresentamos as carteiras de alocação para pessoa jurídica para o mês de março/2026;
    • Neste mês, não houve alteração na exposição sugerida por classe de ativo;
    • Os pequenos movimentos nos prêmios de risco dentre as classes de ativos ainda mantêm a adequação dos portfólios atuais, com construção balanceada entre classes de ativos e foco na diversificação para obter o perfil de risco e retorno almejado por cada política;
    • Acesse aqui o conteúdo completo.
  • Carteiras de Alocação PF: Mar/2026
    • Atualizamos as perspectivas por classe de ativo, bem como apresentamos as carteiras de alocação para pessoa física para o mês de março/2026;
    • Neste mês, não houve alteração na exposição sugerida por classe de ativo;
    • Os pequenos movimentos nos prêmios de risco dentre as classes de ativos ainda mantêm a adequação dos portfólios atuais, com construção balanceada entre classes de ativos e foco na diversificação para obter o perfil de risco e retorno almejado por cada política;
    • Acesse aqui o conteúdo completo.

ESG

Carteira ESG XP: Sem alteração no nosso portfólio para março

  • Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos em set/21 nossa carteira ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
  • Para março, não estamos fazendo nenhuma alteração na nossa Carteira ESG XP, mantendo as mesmas 10 ações;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Governo avalia ceder controle do urânio a investidores privados para ampliar oferta | Café com ESG, 03/03

  • O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território misto, com IBOV avançando 0,28%  e o ISE recuando 0,61%;
  • No Brasil, o Governo Lula avalia ceder o controle de minas de urânio a investidores privados para ampliar a oferta, quebrando um tabu de décadas – o plano é permitir a abertura da indústria por meio de um decreto em análise na Casa Civil;
  • No internacional, (i) a empresa espanhola de energia Moeve aprovou um projeto de hidrogênio verde envolvendo mais de 1 bilhão de euros em investimentos – em parceria com a empresa de energia renovável Masdar de Abu Dhabi, a nova planta será instalada na Espanha e terá uma capacidade de 300 megawatts; e (ii) segundo um relatório da Moody’s,a demanda por eletricidade deverá crescer em torno de 2,8% até o início de 2027 na América Latina – entre os fatores que vão contribuir para esse crescimento estão a expansão das operações de mineração no Chile e Peru, assim como a materialização de novos investimentos em data centers, especialmente no Chile, Brasil, México e Argentina;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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