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Bolsas em queda, à espera de tarifas de Trump; veja os destaques da semana

Relatório Focus e resultado primário do setor público são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 31/03/2025

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IBOVESPA -0,94% | 131.902 Pontos

CÂMBIO +0,12% | 5,76/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana passada em queda de 0,3% em reais e 1,1% em dólares, aos 131.902 pontos.

O principal destaque positivo da semana foi Brava (BRAV3, +19,5%), continuando sua tendência de alta após a divulgação dos resultados do 4T24 (veja aqui), além do aumento de participação por parte de uma gestora. 

A Embraer (EMBR3, -11,2%) ficou na ponta negativa, em meio a preocupações com os impactos de potenciais tarifas e realização de lucros após uma alta acumulada no ano de 41,1% até seu último pico em 19 de março.

Clique aqui para acessar o Resumo Semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros encerraram com forte abertura ao longo da curva. O diferencial entre os contratos com vencimento em janeiro de 2035 e 2026 saiu de -34,00 bps pontos-base (bps) na sexta-feira passada para -22,50 bps na última semana. A curva, portanto, apresentou ganho de inclinação. As taxas de juro real tiveram alta, com os rendimentos das NTN-Bs com vencimento em 2030 consolidando-se em patamares próximos a 8,00% a.a. (vs. 7,90% a.a. na semana anterior). O DI jan/26 encerrou em 15,12% (+18,50 bps no comparativo semanal); DI jan/31 em 14,94% (+30,00 bps), e o dólar terminou em R$ 5,76/US$ (+0,8%).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros dos índices dos Estados Unidos operam em queda (S&P 500: -1,4%; Nasdaq 100: -1,0%), enquanto os investidores aguardam mais clareza sobre os planos tarifários do presidente Donald Trump. As taxas das Treasuries recuam pela manhã, à medida que se aproxima o dia em que as tarifas entram em vigor e mais dados importantes do mercado de trabalho serão divulgados.

Na Europa, as bolsas operam em baixa (Stoxx 600: -1,7%), à medida que os investidores se preparam para a implementação das tarifas ainda nesta semana. Na China, os mercados também fecharam em queda (CSI 300: -0,7%; HSI: -1,3%), diante do impacto das tarifas iminentes de Trump, que provocam uma onda de vendas nos mercados, além da expectativa de uma nova rodada de tarifas prevista para o fim da semana.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a sexta-feira em alta de 0,48%, acumulando uma valorização de 1,32% na semana. Tanto os Fundos de Tijolo quanto os FIIs de Papel apresentaram bons desempenhos no dia, registrando uma valorização média de 0,62% e 0,54%, respectivamente. Entre os destaques positivos, estiveram OUJP11 (4,5%), CCME11 (4%) e BTRA11 (3,6%). Por outro lado, os destaques negativos foram TRBL11 (-2,6%), GZIT11 (-1,5%) e GGRC11 (-1,3%).

Economia

Donald Trump, presidente do Estados Unidos, afirmou em entrevista à NBC News que poderá impor tarifas secundárias entre 25% e 50% sobre compradores de petróleo russo, caso considere que a Rússia esteja dificultando seus esforços em intermediar um acordo para encerrar a Guerra da Ucrânia. Trump ressaltou que, embora o governo russo saiba de sua insatisfação, ele ainda mantém uma “relação muito boa” com Putin. Na China, o índice PMI composto – sondagem com empresários sobre as condições econômicas – calculado pela NBS subiu de 51,1 pontos em fevereiro para 51,4 em março. É o maior nível em três meses.

Na agenda internacional, destaque para os dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, especialmente ao relatório de emprego na sexta-feira – nonfarm payroll. Outro evento relevante será o anúncio por Donald Trump das novas tarifas de importação na quarta-feira. Na Zona do Euro, os índices de preços ao consumidor (terça-feira) e ao produtor (quinta-feira) serão conhecidos. Além disso, a segunda leitura dos PMIs – sondagens com empresários sobre as condições econômicas – será publicada nas principais economias do mundo, como Estados Unidos, China e zona do euro.

No Brasil, semana sem grandes eventos na agenda de indicadores. O calendário contará com a divulgação, na quarta-feira, da produção industrial de fevereiro (PIM-PF) e, na segunda-feira, do resultado primário do setor público consolidado. Além disso, serão divulgados o IGP-DI (sexta-feira) e a balança comercial (quarta-feira) referentes a março.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercado à espera do anúncio de tarifas por Donald Trump em 2 de abril

  • Donald Trump, presidente do Estados Unidos, afirmou em entrevista à NBC News que poderá impor tarifas secundárias entre 25% e 50% sobre compradores de petróleo russo, caso considere que a Rússia esteja dificultando seus esforços em intermediar um acordo para encerrar a Guerra da Ucrânia. Trump ressaltou que, embora o governo russo saiba de sua insatisfação, ele ainda mantém uma “relação muito boa” com Putin. A declaração representa uma mudança de tom por parte do presidente norte-americano, após semanas de elogios a Putin e críticas ao presidente ucraniano, Zelenskiy. A postura adotada por Trump nas negociações tem gerado preocupação entre líderes europeus, que temem uma possível reaproximação entre Washington e Moscou.
  • Na China, o índice PMI composto – sondagem com empresários sobre as condições econômicas – calculado pela NBS subiu de 51,1 pontos em fevereiro para 51,4 em março. É o maior nível em três meses. Valores acima de 50 indicam expansão econômica. O PMI Industrial subiu para 50,5, o maior patamar em um ano, marcando o segundo mês consecutivo de expansão, refletindo uma melhora nas condições de negócios. Enquanto isso, o PMI não-industrial avançou para 50,8, também o maior nível em três meses, indicando um fortalecimento da atividade no setor de serviços.
  • Nesta semana, os mercados aguardam o evento marcado para 2 de abril, data em que Donald Trump anunciará novas tarifas. O presidente deve impor novos impostos de importação tanto a aliados quanto a adversários, inclusive com a aplicação de taxas equivalentes às barreiras tarifárias estrangeiras. Membros de seu gabinete indicaram que ao menos 15 países podem ser alvo dessas medidas, embora uma reportagem do Wall Street Journal tenha informado que um número ainda maior de países está sendo considerado. A mesma reportagem revelou que Trump cogita aplicar uma tarifa fixa de 20% sobre todos os países com os quais os Estados Unidos mantêm déficit comercial. Trump defende que suas tarifas são necessárias para corrigir os desequilíbrios comerciais dos Estados Unidos, gerar receita para compensar cortes de impostos propostos e incentivar o retorno da indústria ao território americano.
  • Na agenda internacional, destaque para os dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, especialmente ao relatório de emprego na 6ª-feira – nonfarm payroll. Outro evento relevante será o anúncio definitivo das novas tarifas de importação na 4ª-feira (ler bullet acima). Na zona do euro, os índices de preços ao consumidor (3ª-feira) e ao produtor (5ª-feira) serão conhecidos. Além disso, a segunda leitura dos PMIs – sondagens com empresários sobre as condições econômicas – será publicada nas principais economias do mundo, como Estados Unidos, China e zona do euro.
  • No Brasil, semana sem grandes eventos na agenda de indicadores. O calendário contará com a divulgação, na 4ª-feira, da produção industrial de fevereiro (PIM-PF) e, na 2ª-feira, do resultado primário do setor público consolidado. Além disso, serão divulgados o IGP-DI (6ª-feira) e a balança comercial (4ª-feira) referentes a março.

Empresas

Embraer (EMBR3): O que está precificado?

Tangibilizando uma abordagem de valuation por meio do crescimento dos lucros e do custo de capital

  • A Embraer mostrou um sólido desempenho das ações (EMBR3 +99% nos últimos 12 meses), após uma forte recuperação operacional e aceleração da atividade da carteira de pedidos, implicando um crescimento promissor dos lucros nos próximos anos.
  • Isso levanta a questão: o que está precificado nos níveis atuais de valuation?
  • Nossa principal conclusão é que, para justificar os múltiplos de valuation atuais da ERJ, o mercado parece estar precificando a empresa principalmente como um ativo baseado nos EUA, com, portanto, um custo de capital mais baixo em comparação com o que consideramos razoável.
  • Além disso, além de um menor custo de capital, também teríamos que incorporar uma melhoria operacional mais significativa (tanto na receita quanto na rentabilidade) ao mesmo tempo para sugerir um cenário com um upside significativo, o que nos faz manter nossa classificação Neutra nas ações.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Varejo XP: Feedback do Roadshow nos EUA

  • Nos últimos dias, visitamos clientes no Brasil e nos EUA para discutir o setor. Os principais destaques foram:
  • As dinâmicas globais favoráveis nos mercados emergentes (EM) têm sido o principal responsável pela recente alta;
  • As histórias individuais não são tão atraentes, com riscos de governança e execução como as principais preocupações;
  • MELI e RADL continuam sendo as favoritas dos investidores estrangeiros, embora com algumas preocupações crescentes sobre a última;
  • SMFT e ASAI são nomes com mais investidores locais posicionados, enquanto VIVA e LREN são vistos como operações táticas;
  • Notamos um crescente interesse em ALPA, enquanto não há apetite por AZZA neste momento, pela disputa de governança;
  • Reiteramos SMFT e GMAT como nossas top-picks;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

JHSF (JHSF3): Lucro supera expectativas com sólida renda recorrente e resultados surpreendentes em incorporação

  • A JHSF apresentou resultados positivos no 4T24. A receita líquida cresceu sólidos 13% A/A, ajudada pelo sólido desempenho dos segmentos da renda recorrente e receita de desenvolvimento imobiliário surpreendentemente forte (+106% T/T);
  • O EBITDA ajustado cresceu bons 21% A/A, com sólidos ganhos de margem na renda recorrente, apesar de uma queda relevante na margem bruta do segmento de incorporação imobiliária;
  • O lucro líquido ajustado atingiu R$ 170 milhões (excluindo o valor justo e os efeitos de impostos diferidos), o que parece sólido;
  • Em suma, continuamos a ver dados mais fortes dos segmentos de renda recorrente, o que justifica nossa visão positiva;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Oi começa a retirar redes de cobre de telefonia, que serão vendidas como sucata (Broadcast);
    • TIM vai pagar R$ 2 bi em dividendos complementares e reorganizar ações (Teletime);
    • Damodaran: ‘Para a maioria das empresas, IA será custo, não receita’ (Brazil Journal);
    • Anatel converte sanção à Claro em nova obrigação de cobrir rodovias (Telesíntese);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Casino, Tanure e Iabrudi fazem acordo para novo conselho do GPA (Brazil Journal);
    • Dez estados aumentam ICMS sobre compra em site estrangeiro a partir de abril (Folha de São Paulo);
    • Vorazes por espaço: Mercado Livre e Shopee alugam área de 43 campos de futebol em galpões que ainda nem estão prontos (O Globo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • RFK Jr. Seeks to Ban Soda Buying With Food Stamps in Health Push – Bloomberg
    • JBS investirá US$ 100 milhões na construção de duas fábricas no Vietnã – Globo Rural
    • Por que a Marfrig investiu em confinamentos e gado próprio – The Agri Biz
    • Oferta enxuta favorece preço do frango – Globo Rural
    • Milho: oferta melhora em março, mas preços seguem em alta – Globo Rural
    • Preço da soja no Brasil sobe nos portos, acompanhando a bolsa de Chicago – Globo Rural
    • Após recorde, produção de etanol tropeça – Valor
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Aneel mantém bandeira verde na conta de luz em abril, sem cobrança extra (CNN Brasil);
    • Governo terá de arbitrar cortes de geração de energia renovável Valor Econômico);
    • Nova rodada de leilões de saneamento avança rumo a regiões Norte e Nordeste (O Globo).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Treasury yields fall as investors brace for Trump tariffs, key jobs data in week ahead (CNBC);
  • Tesouro Direto: títulos de curto prazo atrelados à Selic são os preferidos de fevereiro (Valor Econômico);
  • BRF busca até R$ 1,25 bilhão com oferta de CRA (Globo Rural);
  • Fitch Afirma Rating do Salta em ‘AA-(bra)’; Perspectiva Revisada Para Positiva (Fitch Ratings);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

BRB anuncia aquisição do Banco Master

  • O BRB – Banco de Brasília – anunciou na sexta-feira, dia 28 de março de 2025, acordo para a compra do Banco Master e sua incorporação ao conglomerado do banco, conforme aprovado por seu Conselho de Administração;
  • O contrato envolverá a compra de 58% do capital total do Banco Master pela aquisição de 49,0% das ações votantes e 100% das ações preferenciais. Nesse desenho, Daniel Vorcaro permanece como acionista controlador;
  • A operação está sujeita à aprovação do Banco Central do Brasil (“BC”), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) e demais aprovações regulatórias;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Volta do presencial reforça fundos imobiliários, mas alta da Selic freia entusiasmo (Folha de S.Paulo);
    • TRBL11: fundo imobiliário cai após anunciar pedido de rescisão dos Correios (FIIs);
    • Governo apresenta minuta que isenta FIIs, mas setor ainda debate garantias no texto (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Petrobras (PETR4) e BNDES firmam acordo para compra de créditos de carbono | Café com ESG, 31/03

  • O mercado terminou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa e o ISE recuando 0,33% e 0,27%, respectivamente. Em linha, o pregão de sexta-feira fechou em queda, com o IBOV caindo 0,93% e o ISE 0,75%;
  • No Brasil, (i) o BNDES e a Petrobras devem firmar hoje um protocolo para aquisição de créditos de carbono gerados por projetos de reflorestamento na Amazônia – segundo o banco, o anúncio será feito pelos presidentes das instituições, Aloizio Mercadante e Magda Chambriard durante um evento no Rio de Janeiro; e (ii) aSabesp deve lançar nos próximos dias o “Programa Parceiros para o Impacto”, uma iniciativa que busca elevar os padrões da construção civil com foco em sustentabilidade, inovação e compromisso social – o programa está alinhado à meta da companhia de universalizar o saneamento básico até 2029, quatro anos antes do prazo previsto pelo Marco Legal do Saneamento;
  • De olho em governança corporativa, o fundo Saint German, por meio de seu administrador, a Trustee DTVM, pediu ao Grupo Pão de Açúcar (GPA) a convocação de uma assembleia geral extraordinária com o objetivo de destituir todo o atual conselho de administração da companhia e fixar uma nova composição, com nove membros – as informações fazem parte de fato relevante encaminhado ontem pela GPA à CVM;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

Captura, utilização e armazenamento de carbono em foco: Uma solução promissora para setores poluentes | Brunch com ESG

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Na última semana, destacamos: (i) a expansão do projeto de armazenamento de carbono da Shell, Equinor e TotalEnergies na Noruega; e (ii) os projetos de reinjeção de CO2 da Petrobras no pré-sal;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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