IBOVESPA -3,28% | 183.105 Pontos
CÂMBIO +1,67% | 5,28/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em queda de 3,3%, aos 183.105 pontos, registrando sua maior queda diária desde dezembro de 2025. O movimento foi impulsionado por um forte aumento na aversão ao risco nos mercados globais, à medida que o conflito entre EUA e Israel contra o Irã tende a se prolongar. Nesse contexto, o dólar se valorizou, as curvas de juros ao redor do mundo abriram e o fechamento do Estreito de Ormuz levou a uma forte alta nos preços do petróleo. Apesar disso, as petroleiras brasileiras também recuaram no dia, embora tenham apresentado desempenho melhor que o índice.
Raízen (RAIZ4, +6,1%) subiu, em meio ao processo de reestruturação da companhia, após a Shell anunciar o compromisso de aportar R$ 3,5 bilhões na capitalização da empresa. Na ponta negativa, Pão de Açúcar (PCAR3, -17,8%) registrou forte queda após a agência Fitch rebaixar a nota de crédito corporativa da companhia na escala nacional de A para CCC, com perspectiva negativa.
Nesta quarta-feira, o destaque será a divulgação dos resultados de Ultrapar e PagSeguro. O mercado também continuará acompanhando as tensões geopolíticas entre EUA e Irã e suas possíveis implicações para os preços do petróleo e para a economia global.
Renda Fixa
Os juros avançaram nesta terça‑feira com foco na escalada da guerra no Oriente Médio e reprecificação de riscos inflacionários e de política monetária do Fed e Copom. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos subiu para 3,504% (+2 bps), a T‑Note de 10 anos para 4,060% (+2 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,703% (+1 bp). No Brasil, mesmo com algum alívio intradiário, o estresse permaneceu: o DI jan/27 encerrou a 13,445% (+15 bps), o DI jan/29 a 12,97% (+24 bps) e o DI jan/31 a 13,36% (+25 bps).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,3%), após uma sessão volátil na terça-feira marcada pela escalada do conflito entre EUA e Irã. No pregão anterior, os principais índices fecharam em baixa, embora longe das mínimas do dia: o S&P 500 caiu 0,9% e o Nasdaq recuou 1,0%. Todos os 11 setores do S&P 500 fecharam no negativo, com destaque para materiais (-2,7%) e industriais (-2%). O petróleo disparou com o agravamento das tensões no Oriente Médio, com o Brent subindo 4,7% e o WTI avançando 4,7%. Hoje, investidores acompanham o relatório de emprego privado da ADP, além de resultados de empresas como Abercrombie & Fitch, Broadcom e Okta.
Na Europa, as bolsas abriram em alta (Stoxx 600: +0,8%), acompanhando a evolução do conflito no Oriente Médio e a tentativa dos mercados de se estabilizarem após as fortes perdas da véspera. Porém, o IBEX 35 da Espanha opera próximo da estabilidade após o presidente Donald Trump ameaçar interromper relações comerciais com o país, que se recusou a permitir o uso de bases militares para ataques ao Irã.
Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -2,0%; CSI 300: -1,1%), em meio ao ambiente global de aversão ao risco provocado pelo conflito no Oriente Médio. Na região, o destaque negativo ficou para a Coreia do Sul, onde o Kospi despencou 12,1%, registrando seu pior desempenho diário já registrado, com forte queda de gigantes de semicondutores como Samsung e SK Hynix.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de terça‑feira em queda de 0,59%, movimento que refletiu um dia marcado por forte aversão ao risco no mercado global. O aumento das tensões no conflito entre Estados Unidos e Irã elevou a incerteza no cenário internacional, pressionando os juros futuros no Brasil, que avançaram de forma significativa ao longo do dia.
Entre os principais segmentos do IFIX, praticamente todos fecharam no campo negativo. Os Fundos de Fundos registraram a maior queda do dia, com recuo de -1,15%, seguidos pelos Fundos de Lajes Corporativas, que recuaram 1,02%, e pelos Fundos Multiestratégia, que caíram 0,78%. Os Fundos Híbridos também tiveram um desempenho negativo, acumulando perda de 0,75%, enquanto os Fundos de Recebíveis acompanharam o movimento e cederam 0,72%. Entre os segmentos de tijolo, os Fundos de Shoppings tiveram queda de 0,47%. O único grupo a apresentar desempenho positivo foi o de Ativos Logísticos, que avançou 0,08%, destoando do restante do índice.
Entre as maiores altas do pregão estiveram ITRI11 (+3,7%), BRCO11 (+3,5%) e JSAF11 (+0,8%). No campo negativo, os principais destaques foram CCME11 (-3,2%), BROF11 (-3,2%) e JSRE11 (-2,5%).
Economia
A escalada do conflito no Oriente Médio elevou a aversão a risco, com o Brent para maio avançando 4,7% para US$ 81,40/barril após ameaças da Guarda Revolucionária do Irã ao tráfego no Estreito de Ormuz (cerca de 20% do fornecimento global de petróleo). O câmbio também exibiu forte volatilidade, com o dólar a R$ 5,26. Na China, o PMI composto subiu para 55,4 em fevereiro (de 51,6), mantendo-se em território de expansão, com o PMI de Serviços em 56,7.
No Brasil, o PIB avançou 0,1% no 4T25 (1,8% A/A) e cresceu 2,3% em 2025, com desaceleração nos segmentos mais sensíveis ao ciclo; para 2026, projetamos aceleração da atividade apoiada por impulsos de renda e crédito, com estímulos adicionando 0,9 p.p. ao crescimento e projeções de 0,8% T/T-1 no trimestre corrente (1,4% A/A) e 2,0% no ano. O Caged mostrou criação líquida de 112,3 mil vagas formais em janeiro, com melhora disseminada setorialmente e perda gradual de fôlego compatível com a desaceleração; mantemos a projeção de taxa de desemprego em 5,6% ao fim de 2026 e cerca de 900 mil vagas formais no ano.
Na agenda do dia, teremos a divulgação nos EUA do relatório ADP de criação de empregos (consenso: 50 mil), do ISM de Serviços e do Livro Bege. Não há indicadores previstos para o Brasil.
Veja todos os detalhes
Economia
Guerra no Oriente Médio segue pressionando preços do petróleo e mercado de câmbio
- Com o recrudescimento da guerra no Oriente Médio, os mercados registraram ontem novo dia de tensão, após ameaças da Guarda Revolucionária do Irã de incendiar qualquer embarcação que tentar cruzar o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do fornecimento global de petróleo. O Brent para maio fechou em alta de 4,7%, a US$ 81,40 por barril. O mercado de câmbio também apresentou forte volatilidade, e o dólar encerrou o dia a R$ 5,26. Com o movimento de ontem, o dólar à vista acumula alta de 2,56% frente ao real nos dois primeiros pregões de março. Já a valorização acumulada do real em 2026, que superava 6% ao fim de fevereiro, agora é de 4,08%;
- O índice composto de gerentes de compras (PMI) da China subiu para 55,4 em fevereiro, ante 51,6 em janeiro, segundo a pesquisa final da S&P Global em parceria com a RatingDog, divulgada nesta quarta-feira. O indicador permaneceu acima do nível neutro de 50, indicando expansão da atividade. O PMI de Serviços avançou de 52,3 para 56,7, também em território expansionista, e o PMI da indústria subiu de 50,3 para 52,1 no mesmo período. A alta do PMI se apoiou no crescimento das exportações, segundo o levantamento;
- O PIB do Brasil avançou 0,1% no 4T25 (1,8% A/A) e encerrou 2025 com alta de 2,3%, com clara desaceleração nos segmentos mais sensíveis ao ciclo (excluindo Agropecuária e Indústria Extrativa, estimamos crescimento do PIB de 1.3% no ano passado). Pelo lado da oferta, Serviços seguiu como principal motor (0,8% T/T-1), enquanto a Indústria recuou (-0,7% T/T-1), puxada por Construção e Indústria de Transformação. A Agropecuária surpreendeu positivamente no 4T25 e sustentou o bom desempenho do setor em 2025. Pelo lado da demanda, a Absorção Doméstica caiu (-0,4% T/T-1), com Consumo das Famílias estável e queda mais forte do que o esperado da Formação Bruta de Capital Fixo (-3,5%), enquanto o Consumo do Governo cresceu (1,0%) e o setor externo contribuiu positivamente. Olhando adiante, projetamos aceleração da atividade em 2026, apoiada por impulsos de renda e crédito; estimamos que medidas de estímulo adicionem 0,9 p.p. ao crescimento do PIB e projetamos 0,8% T/T-1 no trimestre corrente (1,4% A/A) e 2,0% em 2026;
- No Brasil, foram criados 112,3 mil empregos formais em janeiro, segundo o Caged. Em nossas estimativas dessazonalizadas, o saldo passou de terreno negativo em dezembro para cerca de +113 mil a +121 mil vagas em janeiro, com o saldo acumulado em 12 meses até janeiro de 2026 atingindo 1.228 milhão. A melhora foi disseminada entre setores (Serviços, Comércio, Construção e Indústria), com Agropecuária praticamente estável. Em salários, a remuneração de admissão e desligamento mostrou alguma moderação no crescimento nominal e padrão misto em termos reais. Em síntese, o emprego formal segue em trajetória de alta, mas com alguma perda de fôlego consistente com a desaceleração da atividade. Mantemos nosso cenário de desemprego baixo e pressão salarial, projetando taxa de desemprego de 5,6% ao fim de 2026 e criação líquida de cerca de 900 mil empregos formais neste ano;
- Na agenda internacional desta quarta-feira, esperamos, nos Estados Unidos, a divulgação do ADP de criação de empregos no setor privado (consenso: 50 mil; anterior: 22 mil), do índice de gerentes de compras (PMI) de Serviços do ISM (consenso: 53,7; anterior: 53,8) e do Livro Bege, que compila informações qualitativas sobre as condições econômicas nos distritos onde o Federal Reserve opera. Não há indicadores econômicos programados para divulgação no Brasil.
Commodities
Papel e Celulose: Demanda por caixas de papelão ondulado deve crescer 1% A/A em 2026E
- Na semana passada, a Fastmarkets revisou para baixo suas projeções para o mercado brasileiro de embalagens de papelão ondulado, passando a esperar expedições de chapas, caixas e acessórios de ~4,2 Mt em 2026E, implicando crescimento de apenas ~0,7% A/A, à medida que a agência destacou um ambiente de demanda mais desafiador e sugeriu que as expedições devem permanecer amplamente estáveis este ano, diante do momentum limitado nos mercados finais e do processo contínuo de destocagem em partes da cadeia de valor;
- Em relação aos dados recentes do setor, observamos: (i) estoques de consumo de fibra curta na Europa recuaram -12% M/M em Jan’26 (-3% A/A), enquanto os estoques de fibra longa diminuíram -8% M/M (-7% A/A) no mesmo período, de acordo com dados recentes da UTIPULP;
- (ii) os estoques de celulose em portos europeus recuaram -15% M/M em Jan’26 (-11% A/A), totalizando 1.287 kt, segundo os últimos dados da Europulp; e
- (iii) a celulose de fibra curta líquida na China está atualmente em ~US$587/t, abaixo dos futuros de celulose de fibra curta a ~US$592/t para Mar’26.
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Empresas
Auren (AURE3) – Fechando o ano com um tom ligeiramente mais positivo
- A Auren reportou um EBITDA ajustado de R$ 736 milhões (ex-dividendos de JVs), 6% acima da nossa estimativa (XPe) e aproximadamente em linha com as estimativas de consenso;
- O desvio positivo em relação aos nossos números pode ser majoritariamente atribuído a: (i) um lucro bruto melhor no braço de trading;
- (ii) despesas operacionais saudáveis na geradora (GenCo);
- No geral, esperamos uma reação neutra do mercado no pregão de amanhã, pois não vemos nenhum elemento estrutural nos resultados de hoje que mude a visão do mercado sobre a tese de investimento em Auren;
- Uma posição líquida vendida no balanço de energia da Auren para 2026, combinada com baixa visibilidade sobre potenciais melhorias na dinâmica de curtailment, ainda compõem um 2026 desafiador, o que torna difícil enxergar um viés mais positivo neste momento;
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LWSA (LWSA3): Surpresa positiva em EBITDA puxada pelo forte desempenho de Commerce e pela alavancagem operacional
- LWSA entregou um 4T25 positivo, com desempenho sólido em Commerce e forte alavancagem operacional. A receita líquida foi de R$ 381 mi (+11% A/A, em linha com nossas projeções), puxada por Commerce, que cresceu 16% A/A;
- BeOnline/SaaS veio um pouco mais fraco, com leve queda de receita vs. ano anterior, mas ainda ligeiramente acima do nosso número, com impacto limitado no consolidado dado o bom resultado de Commerce;
- O EBITDA ajustado somou R$ 97 mi (+19% A/A e 5% acima da nossa estimativa), com margem de 25,3%, refletindo ganho de escala em Commerce e disciplina de custos;
- O lucro líquido ajustado foi de R$ 69 mi e o fluxo de caixa livre atingiu sólidos R$ 64 mi no trimestre, reforçando a melhora de rentabilidade e geração de caixa da companhia;
- Após a atualização recente do nosso modelo, seguimos mais construtivos no papel, vendo um perfil de risco-retorno mais equilibrado e reiteramos a recomendação de Compra;
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RD Saúde (RADL3): Superando expectativas já elevadas; Vendas-Mesmas-Lojas-Maduras (MSSS) recordes com forte margem EBITDA, mas lucro líquido abaixo do esperado por maiores despesas financeiras
- RD entregando resultados fortes acima de expectativas já elevadas;
- Embora já esperássemos um desempenho robusto de vendas em mesmas lojas, a RD nos surpreendeu com MSSS recordes de +14,5%, sustentadas por uma forte aceleração em GLP‑1 e HPC. Como resultado, a empresa entregou um leve beat (+2%) em todos os indicadores operacionais, com um miss no lucro líquido devido a maiores despesas financeiras;
- Embora vejamos alguns investidores preocupados com as dinâmicas de curto prazo dos GLP‑1, acreditamos que este resultado reforça a força dessa tendência, que deve permanecer como um vento favorável nos próximos trimestres;
- Além disso, acreditamos que o desempenho sólido de HPC também deve aliviar preocupações quanto à dinâmica competitiva da categoria. No geral, os resultados sustentam nossa visão positiva para RD, com o forte momento podendo apoiar uma reprecificação adicional. Mantemos recomendação de Compra;
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Vulcabras (VULC3): Resultados mistos no 4T; Priorizando a dinâmica de rentabilidade em um ambiente competitivo altamente promocional
- A Vulcabras reportou resultados mistos no 4T, com desaceleração no crescimento da receita sustentada por preço/mix, embora com pressão na margem bruta próxima de um ponto de inflexão;
- A VULC apresentou tendências de receita saudáveis, porém em desaceleração, apoiadas por preço/mix, à medida que a companhia optou por priorizar margens em vez de buscar crescimento de volume em meio a um ambiente de mercado altamente promocional;
- Do lado positivo, a já conhecida pressão na margem bruta decorrente de contratações recentes se aproximou de um ponto de inflexão, enquanto maiores investimentos em marketing foram compensados pela diluição das despesas com vendas;
- Além disso, apesar de operar em um ambiente competitivo intenso, a VULC indicou perspectivas positivas para 2026, enquanto a administração permanece confiante de que os recentes investimentos na fábrica devem se normalizar e sustentar resultados positivos à frente. Assim, mantemos nossa recomendação de Compra;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,59% e fecha em 3.883,13 pontos na terça (Suno);
- KNCR11 faz maior emissão da história e consolida posto de maior fundo imobiliário do mercado (Valor Investe);
- HGBS11 anuncia venda de outlet e projeta lucro de R$ 48 milhões (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- ETF brasileiro EWZ cai 3% com extensão do conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe: O EWZ recuou cerca de 3% no pré‑market dos EUA em meio à forte aversão global ao risco causada pelo agravamento da guerra no Irã — que elevou petróleo, gás e inflação esperada — enquanto os ADRs da Petrobras avançaram acompanhando a disparada da commodity, ainda que em ritmo menor do que no dia anterior. (InfoMoney);
- Inflação é o grande temor em conflito no Irã, diz BlackRock: Para a BlackRock, o maior risco do conflito no Irã é a pressão inflacionária provocada pela disparada do petróleo, que pode atrasar cortes de juros globais e elevar a aversão ao risco — movimento que tende a afetar fluxos internacionais para ETFs de mercados emergentes, embora a gestora avalie que, se o conflito não se prolongar, esses ETFs podem voltar rapidamente ao radar dos investidores globais em um ambiente favorável à América Latina. (Valor Econômico);
- Alta dos emergentes se desfaz à medida que investidores evitam risco associado ao Irã: A fuga global de risco desencadeada pela guerra no Irã desfez a alta dos mercados emergentes, derrubando moedas e bolsas — com destaque para a Coreia do Sul, cujo won caiu ao menor nível desde 2009 — enquanto o petróleo em forte alta reacende temores de inflação, reduz expectativas de cortes de juros e provoca saídas de fluxos de ETFs e outros ativos de emergentes. (InfoMoney);
- SEC alerta contra ETFs com alavancagem agressiva: A SEC pediu que emissoras interrompam os planos de lançamento de novos ETFs altamente alavancados, alguns projetados para entregar até 5x o retorno diário, alegando dúvidas sobre sua conformidade com a Regra 18f‑4 e destacando que o rápido crescimento desses produtos — hoje somando mais de 450 ETFs alavancados e inversos desde 2022 — eleva riscos para investidores devido ao uso intenso de derivativos e à amplificação de perdas em mercados voláteis. (Investing.com).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
UE abandona planos de incluir um rótulo de emissões de carbono para o aço | Café com ESG, 04/03
- O mercado fechou o pregão de terça-feira em queda, com IBOV e o ISE recuando 3,28% e 3,42%, respectivamente;
- No Brasil, a brasileira Geo bio gas&carbon assinou um memorando de entendimento (MOU) com a norte-americana Syzygy Plasmonics para desenvolver projetos de produção de combustível sustentável de aviação (SAF, sigla em inglês) a partir de biogás no Brasil – na fase inicial, as empresas pretendem priorizar unidades com capacidade de até 100 mil toneladas por ano, com perspectiva de expansão para um volume agregado superior a 525 mil toneladas anuais;
- No internacional, (i) a União Europeia abandonou os planos para um rótulo de emissões para aço que ajudaria a tornar os produtos de fabricantes de aço de baixo carbono mais visíveis e atraentes para os consumidores – alguns departamentos dentro da Comissão Europeia expressaram preocupação de que o rótulo criaria uma burocracia mais complexa para as empresas; e (ii) a NextEra Energy, maior empresa de eletricidade dos EUA, espera construir entre 15 e 30 gigawatts de nova capacidade de geração para data centers nos próximos nove anos – o acesso à energia tem sido o maior obstáculo para a corrida das Big Techs para expandir a inteligência artificial;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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