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Petrobras anuncia novos membros para Diretoria; Participação das mulheres na gestão aumenta | Café com ESG, 17/06

Maior participação de mulheres na Diretoria da Petrobras; Parcela de fontes renováveis crescem no Brasil

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O Ibovespa e o ISE terminaram a semana recuando 0,92% e 1,07%, respectivamente. Já na sexta-feira, o pregão terminou com o IBOV com leve alta de 0,07% e com o ISE também subindo 0,66%.

• Do lado das empresas, a nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, indicou nesta sexta-feira (14) três nomes para compor a diretoria da estatal: Renata Baruzzi para a diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Sylvia dos Anjos para a diretoria de Exploração e Produção, e Fernando Melgarejo para a diretoria Financeira e de Relacionamento com Investidores – se aprovadas, as indicações aumentam a diversidade na Diretoria da Petrobras, que passa a contar com 44% de mulheres.

• Ainda no Brasil, (i) um levantamento feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostrou que a participação das fontes renováveis eólica e solar na geração de energia elétrica para o Sistema Interligado Nacional (SIN) tem sido crescente nos últimos anos – entre jan-março de 2024, 19,2% da energia gerada no Brasil veio das fontes eólica e solar (vs. 14,7% no mesmo período de 2023); e (ii) o país se tornou o maior destino externo em quantidade de veículos chineses elétricos puros e híbridos, que têm tanto o motor a combustão quanto o movido a energia elétrica – de jan-abril o embarque da China desse tipo de automóvel ao Brasil somou 88,32 mil unidades, pouco acima dos 88,16 mil que rumaram à Bélgica.

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Brasil

Empresas

Nova presidente da Petrobras troca diretores de exploração, engenharia e relação com investidores

“A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, indicou nesta sexta-feira (14) três nomes para compor a diretoria da estatal. As indicações ainda serão submetidas à burocracia interna da Petrobras e passarão pelo crivo do Conselho de Administração da companhia. Veja os nomes: (i) Renata Baruzzi para a diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação; (ii) Sylvia dos Anjos para a diretoria de Exploração e Produção; (iii) Fernando Melgarejo para a diretoria Financeira e de Relacionamento com Investidores. As indicadas vão substituir os diretores Carlos Travassos (engenharia) e Joelson Falcão Mendes (exploração). Os dois faziam parte da antiga composição da diretoria sob o comando de Jean Paul Prates, demitido em maio. Já Fernando Melgarejo vai entrar no lugar de Carlos Alberto Rechelo Neto, que estava comandando a diretoria financeira de forma interina, depois da saída de Sergio Caetano Leite — destituído durante o processo de demissão de Prates. Leite é próximo do ex-presidente da estatal. Os dois eram sócios em algumas empresas, nas quais Prates detinha participação antes de assumir a Petrobras. Sua saída foi uma das primeiras mudanças na petroleira sob novo comando. Os diretores atuais vão permanecer no cargo até que os indicados passem pelo processo de governança da Petrobras, anterior à aprovação dos nomes.”

Fonte: G1; 14/06/2024

BRS vai investir R$ 90 milhões em cinco novas usinas solares de geração distribuída

“A Usinas Brasil Solar (BRS) anunciou nesta sexta (14/6) o investimento de R$ 90 milhões em cinco novos projetos para usinas solares de geração distribuída em três estados brasileiros, somando 15 MW de potência. Segundo a empresa, que tem um pipeline de cerca de 80 MW até então, as usinas serão instaladas próximas aos pontos de consumo, reduzindo as perdas na transmissão de energia elétrica. Dois empreendimentos serão no Rio de Janeiro (Japeri, 5 MW e Piraí, 5 MW), outros dois em Goiás (Catalão 1 MW e Hidrolândia, 2 MW) e o quinto em São Paulo (Dois Córregos, 2 MW). A expectativa é que os projetos entrem em operação até o final do ano. Rafael D´Angelo, diretor da BRS, afirma que os custos de operação e manutenção de uma usina solar são relativamente baixos, o que torna o retorno do investimento mais atrativo. “Com o avanço da tecnologia e o aumento da demanda por energia solar, o mercado de usinas solares tende a crescer e se desenvolver ainda mais”, diz o diretor. Os equipamentos que serão utilizados em todas as usinas são da MTR Solar. Quase todos os projetos utilizarão “Tracker Solar”, somente o projeto no município de Piraí que terá apenas estrutura fixa. A BRS será responsável por todas as atividades necessárias para viabilizar o projeto de uma usina solar, desde o desenvolvimento do projeto até a operação e manutenção das usinas. Isso inclui obtenção de licenças de conexão, fornecimento de equipamentos, logística, obras civis e eletromecânicas, montagem da infraestrutura elétrica, originação e gestão de clientes de geração distribuída, e estruturação de produtos financeiros.”

Fonte: Epbr; 14/06/2024

Biometano esbarra em rede limitada e falta de regulação e financiamento, diz analista

“Orizon (ORVR3) e Compass, do grupo Cosan (CSAN3), são algumas das empresas com foco em projetos importantes em biometano, gás natural proveniente da purificação do biogás, que é gerado a partir do lixo. Mas o seu desenvolvimento ainda enfrenta grandes desafios, segundo Luiza Aguiar, analista de ESG do Research da XP, que participou nesta sexta (14) do Morning Call da XP. Após um encontro que sua equipe teve recentemente com representantes da Associação Brasileira do Biogás (Abiogás), a especialista apontou no programa algumas questões importantes para a melhoria do segmento. As estimativas da Biogás é que a oferta de produção de biogás e biometano aumente de 1 milhão de metros cúbicos para 7 milhões de metros cúbicos por dia até 2029. Além disso, o número de plantas deve aumentar de 20 para 90 no mesmo período. Neste contexto, o Paraná tem se destacado como grande polo de produção do combustível renovável, reforça ela. Segundo Luiza Aguiar, com relação ao aumento de demanda que atenda a expectativa de crescimento de oferta do biometano, o principal contribuidor é a adoção de metas de descarbonização, o que acaba impulsionando o consumo de gases com menor emissão de carbono. “Políticas governamentais têm também um grande potencial de impulsionar essa demanda”, afirma. Nesse caso, particularmente, ela menciona a importância da aprovação do projeto de lei dos “combustíveis do futuro” em tramitação no Congresso. “Ele (o projeto de lei) estabelece mandato progressivo de aumento do uso do biometano no gás natural. Começa em 1% em 2026 e vai crescendo progressivamente até chegar a 10%”, comenta. “Isso é importante para o investidor se sentir confortável em fazer grandes investimentos em plantas em biometano. Ele precisa ter certeza que vai ter demanda de longo prazo”, afirma. “Tanto a descarbonização como esses maiores incentivos, eles aumentam a confiança para o investidor”, complementa.”

Fonte: InfoMoney; 14/06/2024

BID aumenta em 277% valor de projetos na Amazônia em um ano

“O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aumentou 277% em um ano o valor de projetos na Amazônia. Em junho de 2023, o banco contabilizava US$ 1 bilhão (o que corresponde a cerca de R$ 5,4 bi) de operações em oito países da região. Hoje são R$ 3,77 bilhões (R$ 20,3 bilhões) em execução e preparação entre empréstimos, projetos de apoio técnico e doações. O BID tem hoje 191 projetos em toda a Amazônia, em áreas como saneamento, descarbonização de atividades, energia limpa, pesquisa e inovação, biodiversidade. Além disso, o banco tem operações que incentivam negócios com impacto positivo no clima, saúde, mobilidade verde, transição energética. No Brasil são 75 projetos que somam US$ 2,1 bilhões (R$ 11,34 bilhões). O salto no volume de recursos é resultado do programa Amazônia Sempre, que completa um ano no dia 30 deste mês, e que tem como objetivo ampliar o financiamento, compartilhar conhecimento estratégico para os tomadores de decisões e aumentar a coordenação regional para acelerar o desenvolvimento sustentável, inclusivo e resiliente da região amazônica. O banco encerrou nesta quinta-feira, em Manaus, a 22ª Semana de Sustentabilidade, que pela primeira vez foi realizada na Amazônia Legal. Durante o evento, que reúne 37 países para discutir o desenvolvimento da região pela lente da bioeconomia e das mudanças climáticas, o BID lançou, entre outros projetos, o Tambaqui Tank, um programa inspirado no americano Shark Tank, que seleciona projetos com potencial de virarem negócios de sucesso.”

Fonte: O Globo; 14/06/2024

CCR quer neutralizar emissões de carbono até 2035 e antecipa transição para energia renovável

“A CCR, empresa de infraestrutura para mobilidade, anunciou a meta de alcançar a neutralidade em emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2035, para os escopos 1 e 2 – relacionados às atividades internas da companhia. No que diz respeito ao escopo 3, a empresa já está comprometida em reduzir as emissões em 27% até 2033. O anúncio representa uma atualização do plano de descarbonização da CCR, lançado no ano de 2021. Para atingir o objetivo, a companhia decidiu antecipar a meta de utilizar exclusivamente fontes de energia renováveis, que originalmente estava programada para 2025, para o final deste ano. A diretora de sustentabilidade, inovação e responsabilidade social do Grupo CCR, Renata Ruggiero, afirmou que as ações necessárias para alcançar a neutralidade serão financiadas pelos ganhos de eficiência provenientes das medidas de descarbonização, como a economia nos custos de energia obtida com a migração para uma matriz elétrica renovável. Segundo a executiva, entre 0,2% e 0,3% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos e amortizações) será investido no plano de descarbonização, sendo que esses valores deverão ser integralmente cobertos pelos ganhos de eficiência. A CCR construiu sete usinas de geração solar, com um investimento de 30 milhões de reais, como parte da transição para uma matriz energética totalmente renovável. Além disso, a empresa migrou para o mercado livre de energia, possibilitando a compra de fornecedores que utilizam fontes renováveis. A transição energética da companhia também inclui a meta de migrar toda a frota de veículos leves para biocombustíveis até o ano de 2025. Ruggiero destaca que há estudos em andamento sobre a eletrificação da frota, inclusive de pesados. Porém, a expectativa é chegar a um modelo híbrido, com veículos elétricos e a biocombustíveis, por conta da disponibilidade dessas fontes alternativas, em especial o etanol, no Brasil.”

Fonte: Exame; 14/06/2024

Eólica e solar aumentam participação no sistema elétrico, mas intermitência exige aprimoramento

“Um levantamento feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a pedido do Valor, mostrou que a participação das fontes renováveis eólica e solar na geração de energia elétrica para o Sistema Interligado Nacional (SIN) tem sido crescente nos últimos anos. Entre janeiro e março de 2024, 19,2% da energia gerada no Brasil veio das fontes eólica e solar. No mesmo período de 2023, esse percentual foi de 14,7%. Já na comparação com o primeiro trimestre de 2022, a diferença é ainda mais expressiva: 19,2% ante 10,9%. Incluindo a geração hidrelétrica, as fontes renováveis representam mais de 90% da energia gerada, posicionando o Brasil como referência global na transição energética. “O crescimento da participação das fontes de geração eólica e solar na matriz elétrica brasileira evidencia a atratividade dessas fontes na atual conjuntura do mercado de energia elétrica brasileiro e também contribui para a diversificação da matriz elétrica”, diz o ONS em nota. Segundo o órgão, essa diversidade de fontes da matriz elétrica brasileira é positiva, pois aumenta a segurança energética e permite fazer a operação do sistema otimizando os recursos da melhor maneira possível. Se no passado, o modelo do setor elétrico era composto por poucas grandes hidrelétricas suprindo a demanda de energia e sendo auxiliadas por usinas térmicas, hoje essa situação foi drasticamente mudada e o setor é disperso com geração distribuída e muitas usinas eólicas e solares. Nas últimas duas décadas, o Brasil observou a entrada massiva de eólicas e solares, tendência que deve permanecer, vista a seus atributos ambientais. Todavia, tais mudanças estão exigindo melhoras tecnológicas, já que fontes eólicas e solares não podem ser despachadas, já que o homem não tem controle do sol e do vento.”

Fonte: Valor Econômico; 15/06/2024

Brasil é pais que mais compra carros elétricos chineses no mundo

“O Brasil tornou-se o maior destino externo em quantidade de veículos chineses elétricos puros e híbridos, que têm tanto o motor a combustão quanto o movido a energia elétrica. De janeiro a abril o embarque da China desse tipo de automóvel ao Brasil somou 88,32 mil unidades, pouco acima dos 88,16 mil que rumaram à Bélgica. A ultrapassagem brasileira à frente dos belgas se deu em abril. Somente nesse mês o país asiático exportou 40,9 mil carros para o Brasil, muito próximo dos 47,4 mil embarcados em todo o primeiro trimestre. O movimento acontece num momento em que o Brasil passou a tributar a importação de veículos elétricos e híbridos e há um cronograma de aumento de alíquotas gradativo à frente. Além disso os carros elétricos chineses entraram mais ao centro do radar de medidas de defesa comercial de mercados importantes. Os veículos chineses se tornaram alvo de investigação de subsídios na União Europeia e nos Estados Unidos esses automóveis passaram a ser taxados em 100%. Especialistas apontam que medidas desse tipo podem resultar em desvio de comércio a mercados alternativos. O Brasil já está na frente em volume, mas os belgas permanecem na liderança quando se olha os valores exportados de carros elétricos e híbridos chineses. De janeiro a abril os chineses embarcaram US$ 2,38 bilhões em veículos desse tipo para a Bélgica. Para o Brasil foram US$ 1,84 bilhão em iguais meses, quase dez vezes os US$ 188,2 milhões de mesmo período de 2023. O Reino Unido vem em terceiro no ranking até abril deste ano, com US$ 1,57 bilhão. Os dados são da Administração Geral de Alfândega da China e consideram veículos destinados principalmente ao transporte de passageiros.”

Fonte: Valor Econômico; 17/06/2024

Política

Governo instala “sala de crise” preventiva para seca na Amazônia e incêndios no Pantanal, diz Marina

“O governo federal montou uma “sala de crise” para se antecipar ao enfrentamento de incêndios no Pantanal e seca na Amazônia no período crítico que começa em julho. “Trata-se de fazer a gestão do risco preventivo, sobretudo para o Pantanal e a Amazônia”, adiantou ao Valor Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima. “É uma tentativa de fazer um planejamento antecipado para os suprimentos de combustíveis, remédios e cesta básica no caso da Amazônia, por exemplo. Quando os rios secam, levar tudo isso de helicóptero é muito complicado e é uma fortuna”, diz. “Trata-se de armar uma operação de guerra”. “O governo instalou um comitê de crise que tem uma abordagem preventiva neste momento. Geralmente instala-se a sala de crise quando há um processo ocorrendo. Aqui temos o processo diagnosticado, sobretudo no caso do Pantanal e da Amazônia”, explica. “É uma operação de guerra para a maior seca já imaginada”, adianta. “Estamos nos preparando desde outubro. A instalação da sala de crise é o momento de começarmos a trabalhar de forma mais integrada e com foco mais amplo”, diz. Nos últimos dias, Marina Silva reuniu-se com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com o Ministro da Defesa José Mucio Monteiro Filho para discutir ações do governo federal que possam ajudar municípios e regiões a se preparar para os impactos climáticos de eventos previstos. Na sexta-feira de manhã ocorreu uma reunião extraordinária, em caráter emergencial, da comissão permanente dos planos de combate ao desmatamento e do enfrentamento de queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal.”

Fonte: Valor Econômico; 15/06/2024

AGU defende suspensão de mudanças no código ambiental do RS

“A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor da inconstitucionalidade de dois dispositivos do Código do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul. O parecer foi enviado ao Supremo na segunda-feira (10) após o ministro Edson Fachin, relator do caso, solicitar a manifestação do órgão na ação na qual o PV questiona alterações no código. As alterações foram aprovadas pela Assembleia Legislativa e sancionadas em abril deste ano pelo governador Eduardo Leite (PSDB). O partido contestou no Supremo os dispositivos que passaram a considerar de utilidade pública obras de infraestrutura de irrigação e de interesse social áreas de plantio irrigado. Segundo a legenda, a aprovação representa a flexibilização das normas ambientais estaduais para permitir a intervenção em áreas de preservação permanente. “A norma ora combatida reclassifica obras de infraestrutura de irrigação, convertendo-as, como um todo, em áreas de utilidade pública e aquelas outras áreas destinadas ao plantio irrigado como de sendo de interesse social, o que legalizou, dentre outros, a intervenção para construção de barragens e reservatórios em APPs, ou seja, privilegiando as atividades particulares de agricultores em detrimento do interesse público”, afirma o partido. Na manifestação, a AGU argumenta que as duas alterações invadiram competência do Congresso Nacional para legislar sobre regras ambientais gerais. Além disso, o órgão afirmou que o Código Florestal brasileiro fixou as hipóteses para intervenção em Áreas de Preservação Permanente (APPs), não cabendo aos Estados criar normas para justificar intervenções não previstas na lei.”

Fonte: Valor Econômico; 15/06/2024

Internacional

Empresas

Chefe do setor de energias renováveis diz que as tarifas de Joe Biden para a China podem desacelerar a transição verde

“O maior desenvolvedor de energias renováveis dos EUA alertou o presidente Joe Biden para não impor mais tarifas comerciais sobre as tecnologias de energia limpa chinesas, dizendo que isso corre o risco de desacelerar a transição verde. Rebecca Kujawa, CEO da NextEra Energy Resources, disse ao Financial Times que as tarifas estavam aumentando os custos para os consumidores e tornando “mais difícil” atingir as metas de energia limpa do país. “Isso aumenta o nível de incerteza”, disse Kujawa. “Quaisquer incertezas no processo de desenvolvimento podem, sem dúvida, criar custos mais altos para os clientes e dificultar o cumprimento de algumas das metas de energia limpa que o governo Biden tem na linha de chegada.” A declaração da NextEra se junta a um coro de reclamações de grupos do setor e desenvolvedores, alertando que as novas taxas retardarão e aumentarão o custo da descarbonização. No mês passado, o governo Biden introduziu uma rodada de tarifas sobre as tecnologias limpas chinesas para proteger o nascente setor dos EUA, depois de alertas de que as importações baratas dificultaram a operação dos fabricantes, mesmo com os subsídios da histórica Lei de Redução da Inflação. Em 7 de junho, a Comissão de Comércio Internacional dos EUA votou por unanimidade para continuar investigando uma petição apresentada por um grupo de fabricantes de energia solar, incluindo a First Solar e a Qcells, solicitando direitos antidumping sobre os produtores chineses de células solares no sudeste da Ásia, onde os EUA obtêm a maior parte de seus painéis. “O alívio comercial é vital para o crescimento crescente do setor. Sem isso, as importações sujeitas a esse tipo de medida tomarão conta do mercado dos EUA”, disse Laura El-Sabaawi, sócia da Wiley Rein, que representou os peticionários em uma audiência da ITC em maio.”

Fonte: Financial Times; 15/06/2024

Mudanças climáticas estão perturbando a oferta das ‘coisas boas da vida’

“Joe Shaw prepara suas saladas com um pouco de vinagre balsâmico, suco de limão e azeite. Pelo menos ele costumava fazer isso. O preço do azeite de oliva dobrou nos últimos dois anos, depois que o clima quente e a seca “assaram” os olivais na região do Mediterrâneo. Shaw decidiu que não fazia sentido pagar US$ 10 por uma garrafa de meio litro, contra cerca de metade disso há um ou dois anos. Agora, ele usa limão e vinagre, sem o azeite para equilibrar a mistura ácida. “A situação parece um pouco apocalíptica”, diz esse jovem de 28 anos que trabalha como assistente de exposição em uma galeria de arte de Londres. “Você fica lembrando do tempo em que podia usar azeite de oliva.” À medida que o mundo aquece, o clima extremo está perturbando a produção de alguns dos grandes confortos da vida: vinho, azeite de oliva, café e cacau. Algumas dessas culturas estão concentradas em uma ou duas regiões, o que significa que o clima instável em uma parte do mundo pode ter um impacto vertiginoso sobre os preços globais. Ondas de calor e chuvas fora de hora na África ocidental fizeram os preços do cacau disparar para níveis recorde este ano, levando os fabricantes de chocolate a aumentarem seus preços. Os comerciantes estão estocando café depois de uma seca severa no Vietnã, o segundo maior produtor mundial, o que elevou os preços da variedade robusta ao patamar mais alto em 45 anos. Os mais cobiçados grãos arábica também ficaram mais caros recentemente. Na Itália, chuvas fortes provocaram um aumento do míldio devorador de uvas — um dos vários eventos climáticos severos que derrubaram a produção global de vinho aos níveis mais baixos desde 1961. Os preços mais altos acabaram por levar a uma filtragem.”

Fonte: Valor Econômico; 15/06/2024

Ex-banqueiro do Goldman Sachs cria alternativa para créditos de carbono

“Enquanto compradores e vendedores de créditos de carbono lutam contra os sinais de um mercado em retração, outros estão aproveitando o momento. Jim Bunch, ex-diretor administrativo do Goldman Sachs (GS) uniu-se ao escritório de advocacia Linklaters e à organização sem fins lucrativos londrina Scope 3 Climate Capital para ajudar a desenvolver e promover uma alternativa aos créditos de carbono. O grupi diz que está em negociações com várias multinacionais de setores que vão de tecnologia a produção de aço. O objetivo é reduzir a dependência do setor privado em relação aos créditos de carbono como forma de cumprir as promessas de net zero. Bunch, que foi cofundador da empresa de consultoria climática Impact Delta, sediada nos Estados Unidos, em 2020, diz que a ideia é focar nas cadeias de suprimentos corporativas, pois elas geralmente representam a maior parte das emissões relatadas. Segundo ele, isso também permite que os investidores institucionais enfrentem os riscos climáticos do portfólio que as táticas convencionais de diversificação não conseguem resolver. “os fundos de pensão com passivos de 50 anos não podem diversificar o carbono”, disse bunch em uma entrevista. “Portanto, a mudança climática é uma ameaça existencial para todo o seu passivo no balanço patrimonial.” O produto – conhecido como um contrato de aceleração de transição setorial – foi projetado para reduzir as emissões reais nas cadeias de suprimentos corporativas. Isso contrasta com a compensação dessas emissões por meio do financiamento de projetos ambientais, que é como funcionam os créditos de carbono.”

Fonte: Bloomberg Línea; 16/06/2024

Trabalhadores estreitam laços com a UE sobre o imposto sobre o carbono

“Os trabalhadores estão explorando como realinhar o regime de carbono do Reino Unido com a UE caso vença as eleições gerais no próximo mês, afirmaram figuras sênior do partido, uma medida que seria bem recebida pelas indústrias pesadas do país, mas que poderia irritar alguns defensores do Brexit. Desde o Brexit, o Reino Unido e a UE têm mercados separados – cada um deles chamado de “esquema de comércio de emissões” ou ETS – onde grandes poluidores, como usinas elétricas a gás, podem negociar “permissões” que lhes permitem emitir uma determinada quantidade de dióxido de carbono. Os exportadores britânicos alertaram que poderiam acabar pagando centenas de milhões de libras a mais no futuro porque o preço do carbono do Reino Unido é atualmente mais baixo do que o da UE em seus respectivos esquemas de ETS. Separadamente, tanto o Reino Unido quanto a UE também planejam tributar bens importados, como o aço, para levar em conta o custo relativo do carbono emitido durante a produção, por meio de um “mecanismo de ajuste de carbono na fronteira”, ou CBAM. Isso foi criado para evitar que os fabricantes sediados no Reino Unido ou na UE sejam prejudicados por rivais globais que podem fabricar seus produtos de forma mais barata porque não precisam cumprir leis ambientais locais mais rígidas. Como o CBAM do Reino Unido deve entrar em vigor em 2027 – um ano após a versão da UE – o setor também está preocupado com o risco de o Reino Unido se tornar um local de dumping temporário para produtos como ferro, aço, cimento e fertilizantes, já que os rivais globais procuram evitar o pagamento do CBAM da UE. Um representante do setor britânico disse que já havia recebido garantias privadas recentes de três equipes de ministros-sombra de que o Partido Trabalhista pretende, se eleito, alinhar o mercado de carbono ETS e o esquema de impostos CBAM com o da UE.”

Fonte: Financial Times; 17/06/2024

Política

G7 exigirá que as nações ricas em desenvolvimento paguem pelas mudanças climáticas

“Os líderes do G7 devem exigir que os países em desenvolvimento mais ricos, como a China e a Arábia Saudita, paguem pela mudança climática, depois que as negociações da ONU não conseguiram avançar em uma nova meta de financiamento para ajudar as nações mais pobres a lidar com o aquecimento global. A iniciativa dos líderes dos países mais ricos do mundo, que se reunirão na Itália nesta semana, os colocará em rota de colisão com países como China, Arábia Saudita e Índia, que argumentam que as nações desenvolvidas devem pagar pelos efeitos das emissões históricas. As discussões da ONU em Bonn, realizadas durante duas semanas e com a participação de centenas de delegados nacionais, foram concluídas na quinta-feira e foram marcadas por divisões e posições arraigadas, resultando em pouco progresso em um novo acordo. A pressão para tomar medidas climáticas agora recai sobre os líderes do G7 que estão reunidos na Itália. A ONU precisa substituir a meta anual de US$ 100 bilhões para financiar as nações mais pobres na próxima cúpula climática da COP29, em Baku. Um esboço de comunicado do G7, visto pelo Financial Times, indica que as maiores economias do mundo concordarão que precisam fornecer financiamento para as nações mais pobres, mas também pedirão que os estados classificados como em desenvolvimento, mas mais avançados economicamente, paguem. “Enfatizamos que os países do G7 pretendem ser os principais contribuintes para uma meta [de financiamento climático] adequada à finalidade, destacando a importância de incluir os países capazes de contribuir em qualquer mobilização de financiamento público internacional”, diz a minuta. A meta anual existente de US$ 100 bilhões foi estabelecida há mais de uma década, mas foi finalmente alcançada com dois anos de atraso em 2022, de acordo com a OCDE, somente após a inclusão de empréstimos reclassificados.”

Fonte: Financial Times; 14/06/2024

O G7 promete abandonar os combustíveis fósseis mais rapidamente, mas os ativistas não se impressionam

“Os líderes das democracias desenvolvidas do Grupo dos Sete se comprometerão a acelerar a transição dos combustíveis fósseis durante esta década, de acordo com o rascunho de uma declaração a ser emitida no final da cúpula na Itália. “Faremos a transição para o abandono dos combustíveis fósseis nos sistemas de energia de forma justa, ordenada e equitativa, acelerando as ações nesta década crítica, para atingir o nível zero até 2050, de acordo com a melhor ciência disponível”, disse o rascunho visto pela Reuters. O documento inclui um compromisso de “eliminar gradualmente a geração de energia a carvão existente e ininterrupta em nossos sistemas de energia durante a primeira metade da década de 2030”, conforme acordado pelos ministros de energia do G7 em abril. Mas também permite um compromisso alternativo de eliminar gradualmente as usinas elétricas movidas a carvão “em um cronograma consistente com a manutenção de um limite de aumento de temperatura de 1,5°C dentro do alcance, de acordo com os caminhos líquidos zero dos países”, oferecendo margem de manobra para a Alemanha e o Japão, cujas economias ainda dependem do combustível. Os ativistas do clima foram críticos, dizendo que a cúpula produziu uma falta de compromissos concretos e que a maioria das promessas já havia sido acordada em reuniões anteriores de nível inferior. Em um momento em que o mundo precisava de uma liderança ousada da parte deles, a reunião de líderes não agregou valor algum”, disse Friederike Roder, vice-presidente da Global Citizen. Com a conferência climática da COP29 das Nações Unidas prevista para começar em novembro, os líderes dos Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália disseram que apresentariam planos climáticos nacionais “mais ambiciosos”, de acordo com o rascunho.”

Fonte: Reuters; 14/06/2024

A guinada à direita da Europa pode frear o impulso da transição energética

“Os ganhos dos partidos de direita nas recentes eleições para o Parlamento Europeu podem atrasar o desenvolvimento de uma série de projetos de energia renovável em toda a Europa. Os partidos populistas, nacionalistas e eurocéticos estão a caminho de conquistar pouco menos de um quarto dos assentos na próxima assembleia da União Europeia (UE), de acordo com as projeções da própria câmara. E, com os primeiros-ministros nacionalistas já liderando a Hungria, a Itália e a Eslováquia, e os partidos de direita ganhando influência na Alemanha, na França, na Espanha e na Holanda, o teor do cenário político da Europa parece estar pronto para uma reforma. Os custos de vida em espiral e as preocupações com o rápido aumento da imigração foram os principais impulsionadores de votos para os partidos de direita em toda a região, que agora ajudarão a definir as políticas da União Europeia para os próximos cinco anos. A reação contra os custos crescentes da transição para a energia verde também foi um fator de votação em países com grandes setores agrícolas que foram duramente atingidos pelo aumento dos custos de energia e fertilizantes nos últimos anos. Um parlamento mais à direita pode dificultar a aprovação de políticas climáticas ambiciosas durante o próximo mandato e pode até mesmo levar ao descarte de alguns planos de desenvolvimento de energia renovável se os cronogramas dos projetos forem estendidos ou os termos de preços forem revisados de forma desfavorável. Em toda a Europa, há cerca de 650.000 megawatts (MW) de capacidade de energia limpa em pré-construção, que é quando os planos são projetados e as permissões e os recursos necessários são alinhados, segundo dados do Global Energy Monitor (GEM). Esse total planejado se compara a cerca de 714.000 MW de capacidade de energia limpa já em operação em toda a Europa, o que significa que a capacidade total de geração limpa da Europa praticamente dobraria se todos os projetos em fase de pré-construção se tornassem realidade.”

Fonte: Reuters; 14/06/2024

Ministra austríaca desafia aliado de coalizão para apoiar lei de restauração da natureza da UE

“A ministra do meio ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores no domingo, prometendo votar a favor da adoção de uma lei europeia de restauração da natureza, o que pode desequilibrar a balança em Bruxelas. Os ministros do meio ambiente dos países da União Europeia discutirão a principal política do bloco para restaurar a natureza danificada em uma reunião em Luxemburgo na segunda-feira e, potencialmente, realizarão uma votação final sobre a sua aprovação. A lei estaria entre as maiores políticas ambientais da UE, exigindo que os estados-membros introduzissem medidas de restauração da natureza em um quinto de suas terras e mares até 2030. “Chegou a hora da decisão. Votarei a favor da Lei de Restauração da Natureza da UE na segunda-feira”, disse ela em uma coletiva de imprensa convocada em cima da hora. Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. A mudança de posição da Áustria daria à política apoio suficiente para se tornar lei se nenhum outro país mudar. A Hungria, a Itália, a Holanda, a Suécia, a Bélgica, a Finlândia e a Polônia já haviam dito anteriormente que não apoiariam a política, mas sem a Áustria, faltaria apenas um país para bloqueá-la. “Essa lei está em um fio de navalha. Uma maioria em nível europeu não é de forma alguma certa”, disse Gewessler, acrescentando que alguns países estavam hesitando em apoiá-la. O anúncio de Gewessler irritou o Partido Popular (OVP), conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. Ele controla o Ministério da Agricultura e diz que, como esse ministério é parcialmente responsável por essa questão, Gewessler precisa de seu apoio.”

Fonte: Reuters; 16/06/2024

Financiamento trava negociações do clima em Bonn

“O impasse que se arrasta há anos nas negociações climáticas – o financiamento da descarbonização global – travou a reunião preparatória para a próxima conferência das Nações Unidas sobre mudança do clima, a COP 29, na capital do Azerbaijão, Baku, em novembro. Durante dez dias de junho, negociadores de 196 países se reuniram em Bonn, na Alemanha, para tentar avançar em pontos fundamentais da próxima COP. Mas o nó de quanto e de onde virão os recursos para que o mundo enfrente a crise climática ficou longe de se desatar. Os diplomatas não conseguiram nenhum avanço concreto em um ponto crucial para o resultado da COP 29 e, por consequência, da COP 30 no Brasil, em 2025. “Demos passos modestos aqui em Bonn”, reconheceu Simon Stiell, secretário-executivo de mudanças climáticas da ONU, em seu discurso de encerramento da rodada. “Ainda há muitos itens sobre a mesa. Temos uma montanha muito íngreme a escalar para alcançar resultados ambiciosos em Baku.” O ponto decisivo para escalar a tal “montanha íngreme” foi batizado de “Nova Meta Quantificada Coletiva” – NCQG na sigla em inglês. Trata-se de definir quantos recursos, de onde virão e de que tipo irão financiar as ações para reduzir emissões de gases-estufa, adaptar países aos impactos dos eventos extremos e ajudar os mais vulneráveis. O novo número precisa sair de Baku. Substituirá os US$ 100 bilhões ao ano que os países desenvolvidos prometeram mobilizar em 2009 para os em desenvolvimento. A soma deveria chegar aos países menos desenvolvidos anualmente a partir de 2020 e seguir até 2025. Essa meta só foi cumprida, segundo dados da OCDE, em 2022, com dois anos de atraso – 69% dos recursos foram empréstimos. Não há nenhum número definido sobre o financiamento para depois de 2025.”

Fonte: Valor Econômico; 17/06/2024

O mundo está ficando para trás em relação às metas de meio ambiente, saúde e fome, diz relatório da ONU

“O mundo está longe de atingir a maioria das metas de desenvolvimento sustentável acordadas em 2015, como o combate à pobreza e à fome, diz um relatório das Nações Unidas que cita a falta de financiamento, as tensões geopolíticas e a pandemia da COVID-19. O Relatório de Desenvolvimento Sustentável anual da ONU classifica o desempenho de seus 193 estados-membros na implementação de 17 “objetivos de desenvolvimento sustentável” (SDGs) abrangentes, que também incluem a melhoria do acesso à educação e à saúde, o fornecimento de energia limpa e a proteção da biodiversidade. O relatório constatou que nenhuma das 17 metas estava em vias de ser atingida até 2030, com a maioria das metas mostrando “progresso limitado ou uma reversão do progresso”. O relatório pediu aos países que resolvessem as deficiências crônicas de financiamento e também reformulassem o próprio sistema da ONU. “O que este relatório mostra é que, mesmo antes da pandemia, o progresso já era muito lento”, disse Guillaume Lafortune, vice-presidente da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN) e principal autor do relatório. “Depois da pandemia e de outras crises, incluindo conflitos militares, então é uma história de estagnação.” O relatório identificou o combate à fome, a criação de cidades sustentáveis e a proteção da biodiversidade na terra e na água como áreas específicas de fraqueza. Metas políticas como a liberdade de imprensa também sofreram uma “reversão do progresso”. Segundo o relatório, a Finlândia, a Suécia e a Dinamarca estão no topo da lista de países, e a China também teve um progresso mais rápido do que a média, mas os países mais pobres do mundo ficaram ainda mais para trás.”

Fonte: Reuters; 17/06/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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