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Grupo Boticário confirma emissão de R$ 2 bi em sustainability-linked bonds | Café com ESG, 20/12

Grupo Boticário emite R$ 2 bilhões em debêntures ESG; CNPE suspende abertura para importação de biodiesel

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de 0,58% e 0,73%, respectivamente.

• Do lado das empresas, o Grupo Boticário fechou a emissão de R$2 bilhões em debêntures atreladas a duas metas ESG (conhecidas como sustainability-linked bonds, em inglês) – os objetivos incluem tornar 100% do portfólio de produtos das marcas próprias da empresa de origem vegana até dezembro de 2026 (vs. 93,6% em 2022) e utilizar 80% da água de reuso gerada na fábrica de São José dos Pinhais até 2029.

• Na política, (i) o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu ontem pela suspensão das importações de biodiesel até que um grupo de trabalho defina se essa é ou não a melhor estratégia nacional – com a agenda em alta no governo, essa medida é importante sobretudo frente ao aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, que será antecipada para 14% em março de 2024 e para 15% em 2025 (vs. 12% hoje); e (ii) a Câmara dos Deputados aprovou a aplicação do imposto seletivo sobre a produção de óleo e gás, criando uma nova alíquota de até 1% na reforma tributária, com promulgação prevista para hoje – a reforma também marca a entrada do hidrogênio de baixo carbono no texto constitucional, equiparado no artigo que já beneficia biocombustíveis.

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Brasil

Empresas

Em sua participação na COP, JBS anuncia investimentos em rastreabilidade individual e em iniciativas de apoio a pequenos produtores

“A JBS, uma das maiores empresas globais de alimentos, encerrou na última terça-feira (12/12), a sua participação na COP 28, com importantes anúncios e parcerias para avançar na garantia de uma cadeia rastreável e com produção regenerativa no Brasil. Além disso, a Companhia também apontou iniciativas e investimentos que tem realizado para impulsionar uma pecuária de baixo carbono, por meio da mitigação de emissões em suas unidades e junto a seus fornecedores. Na área de monitoramento da cadeia, a companhia anunciou que investirá R$ 43,3 milhões nos próximos 3 anos para melhorar a transparência e a rastreabilidade do gado no Pará, além de apoiar pequenos produtores com programas de regularização ambiental e adoção de práticas regenerativas e sistemas agroflorestais. A Companhia também lidera o projeto-piloto que busca a implementação do sistema de rastreabilidade individual de gado no estado. A iniciativa foi apresentada na COP, em parceria com o governador Helder Barbalho. A meta do Pará é ter, até 2026, 100% do rebanho do Estado do Pará com rastreabilidade individual, do nascimento ao abate.O programa para rastreabilidade individual já teve início com a aplicação de identificadores eletrônicos individuais do gado na unidade da Friboi em Marabá (PA). Neste momento, ele também conta com o apoio de entidades não governamentais e da MSD Saúde Animal, proprietária da marca Allflex, líder em identificação animal, que forneceu os identificadores eletrônicos, treinamentos, equipamentos para leitura dos dados e o software que consolida as informações sobre cada animal.”

Fonte: Valor Econômico, 19/12/2023

Boticário capta R$ 2 bilhões com meta de cosméticos 100% veganos

“O Grupo Boticário fechou a emissão de R$ 2 bilhões em debêntures atreladas a metas ESG, os chamados sustainability-linked bonds (SLB). Nesse tipo de título de dívida, os recursos captados não são destinados a um projeto específico com benefícios sociais ou ambientais, como no caso dos green e social bonds. Nos SLB o uso do dinheiro é livre, mas o custo da dívida varia conforme o atingimento ou não de metas sustentáveis pré-definidas. No caso do Boticário, são duas as metas escolhidas. A primeira delas é fazer com que 100% do portfólio de produtos de todas as marcas próprias da empresa seja de origem vegana até dezembro de 2026 – em 2022, ano-base escolhido, esse percentual estava em 93,6%.  A segunda meta é utilizar, até 2029, 80% da água de reuso gerada na fábrica de São José dos Pinhais, sua principal unidade fabril. A empresa acaba de construir uma unidade de tratamento de efluentes ao lado da planta com capacidade de tratar toda a água que hoje é descartada ou cerca de 33% do volume total captado. “Além de fortalecer a estratégia de longo prazo do grupo, por meio desta emissão identificamos a oportunidade de trazer novas pautas relevantes para o mercado e, com isso, influenciar todo o setor”, avalia o CFO do grupo, Marcelo Azevedo, em nota.”

Fonte: Capital Reset, 20/12/2023

Falta ainda maturidade ESG na indústria de gestão de investimento

“Faz pouco mais de um ano que a Anbima, associação do mercado de capitais, divulgou parâmetros para os fundos de investimentos serem considerados sustentáveis. De lá para cá, o interesse das gestoras pela pauta ESG – sigla em inglês para se referir a questões ambientais, sociais e de governança corporativa – tem crescido. Mas, uma pesquisa recente do escritório Cepeda Advogados, especialista em estruturação de fundos, mostra que ainda há um caminho longo de amadurecimento. Foram procuradas 550 gestoras no Brasil e só 18% delas – pouco mais de 100 – responderam ao questionário todo, possivelmente apenas as que já iniciaram a jornada ESG, seja na gestão de seus fundos e produtos ou internamente, na própria gestora. “Ainda há muito ceticismo quando tratamos da cultura ESG, principalmente sua relação ou não com um maior retorno financeiro”, comenta Fábio Cepeda, sócio do Cepeda Advogados. Ele comenta que, apesar de já terem sido divulgados estudos que apontam a tendência de os investimentos sustentáveis darem retorno maior do que os demais, que não se preocupam com padrões ESG, ainda é necessário um tempo para que o mercado se conscientize. “Os benefícios da implementação do ESG são percebidos a longo prazo, o que, muitas vezes, não condiz com a necessidade e pressão por retorno no curto prazo”, diz Cepeda. Mesmo em uma amostra com gestoras mais conscientes e engajadas na pauta, 21% dos respondentes não têm política formal ESG, ainda que considerem para o futuro. Outros 61% afirmaram que já têm e 18% estão em fase de implementação, traz o estudo.”

Fonte: Valor Econômico, 19/12/2023

Governança Corporativa pode ser transformadora em OSCs Indígenas

“Criado em 2019 por indígenas da etnia Mehinaku, da aldeia Kaupüna, no Parque do Xingu, em Mato Grosso, o Instituto de Arte Indígena Brasileira Xepi assumiu a missão de promover a cultura local e defender a conservação do seu patrimônio histórico e artístico e do meio ambiente. Mas as dificuldades para manter a atividade nos rumos da proposta original se mostraram mais desafiadoras do que o esperado e as despesas operacionais se avolumaram face às complexidades inerentes de uma típica comunidade de povos originários no interior do país. Morador da aldeia, professor e designer especializado em estética em madeira, Mayawari Mehinako, também primeiro presidente do Instituto Xepi, gastou mais de R$10 mil apenas na fase de estruturação da iniciativa. O grupo indígena queria, ao mesmo tempo que estimulava a propagação cultural, gerar receita para a comunidade localizada a 32 km da sede do município de Gaúcha do Norte (MT), mas conseguir apoio para levar sua causa além dos limites da região evidenciava um desafio a ser vencido: uma estrutura de governança corporativa que trouxesse transparência e confiança para possíveis novos parceiros. Uma governança organizacional bem estruturada não é exclusividade de entidades empresariais ou meras inovações de sociedades que almejam otimizar resultados. As boas práticas administrativas podem e devem fazer parte de qualquer instituição, inclusive de Organizações da Sociedade Civil (OSC), abarcando as de iniciativa indígena e outras populações tradicionais. ”

Fonte: Valor Econômico, 19/12/2023

Política

CNPE determina suspensão de abertura para importação de biodiesel

“Em mais uma vitória do agronegócio e do setor de biodiesel, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu nesta terça (19/12) pela suspensão das importações de biodiesel, revertendo assim uma decisão tomada no governo de Jair Bolsonaro (PL) e prestes a entrar em vigor. “Fica suspensa a importação deliberada pela ANP, até que um grupo de trabalho defina se essa é ou não a melhor estratégia nacional”, disse o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante o intervalo da reunião do conselho. Como previsto, a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel será antecipada para 14% em março de 2024 e para 15% em 2025. Hoje, o percentual está em 12%. É a proposta levada pelo MME ao conselho e que foi antecipada pelo político epbr, serviço exclusivo da agência epbr, em 8 de dezembro. A antecipação e a reserva para o biodiesel nacional atende a uma demanda do setor produtivo. Argumentam que estão com mais de 50% de capacidade ociosa, devido aos recuos no mandato durante o governo passado. A agenda do biodiesel ganhou apoio do vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB). Em agosto, durante reunião do Comitê Gestor do Fundo Clima, vice-presidente mencionou a possibilidade de adiantar o cronograma do CNPE. Em nota, o MME citou uma expectativa que a antecipação da mistura leve a uma emissão evitada de cinco milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, a uma redução de cerca de R$ 7,2 bilhões com a importação de diesel fóssil, além de estimular a transição energética.”

Fonte: Agência epbr, 19/12/2023

Imposto no petróleo e desoneração do hidrogênio marcam escolhas na reforma tributária

“Contrariando a articulação do setor de petróleo e gás natural, a Câmara dos Deputados aprovou a aplicação do imposto seletivo sobre a produção de óleo e gás, criando uma nova alíquota de até 1% na reforma tributária, com promulgação prevista para essa quarta (20/12). De mãos dadas com frentes parlamentares ligadas ao setor de energia e mineração, a indústria tentou até a última hora derrubar a medida. Com 333 votos, apenas 26 além do necessário, o plenário rejeitou em segundo turno a derrubada da cobrança. Ao mesmo tempo, a reforma marca a entrada do hidrogênio de baixo carbono no texto constitucional, equiparado no artigo que já beneficia biocombustíveis, como o etanol, e foi mantido pelos parlamentares. Os detalhes – e boa parte deles – ficam pendentes para as leis complementares que serão entregues ao Congresso Nacional no início de 2024, segundo a previsão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Depois começa uma transição que terminará em dez anos. A PEC manteve um regime tributário específico para os combustíveis e vai criar o cashback (uma devolução dos impostos) para consumidores de baixa renda na conta de luz e nas aquisições de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. E, entre perdas e ganhos do setor de petróleo, o governo conseguiu derrubar uma nova tentativa de garantir, dessa vez no texto constitucional, a isenção de importações de combustíveis para a Zona Franca de Manaus. No fim das contas, a aprovação histórica da reforma da reforma tributária se deu em menos de um ano de debates no Congresso Nacional – após trinta, de insatisfações com o modelo atual.”

Fonte: Agência epbr, 19/12/2023

Evento em Belém, em 2025, pode ampliar foco na floresta

“Confirmada como sede da Conferência do Clima sobre Mudanças Climáticas (COP30), em 2025, a capital do Pará, Belém, se prepara para transformar o Brasil no palco onde líderes mundiais vão debater transformação econômica para fazer frente à emergência climática. Na avaliação da advogada, mestre e doutora em ciência do direito pela Universidade Stanford Brenda Brito, a COP30 ocorrerá em uma década chave do ponto de vista de ação climática. “Se a gente quiser realmente ter chance de delimitar as emissões de gases e conter o consumo desenfreado, essa COP é o momento da definição”, avalia a especialista, que defende uma participação mais ativa do Brasil nas discussões climáticas. Brito ressalta que apesar de ser importante para o país, a conferência que será realizada em Belém não pode deixar de fora a sociedade amazônica, principalmente após a assinatura de carta de intenção de investimentos, entre o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, e o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), que prevê a liberação de US$ 300 milhões (R$ 1,4 bilhão) para a descarbonização na economia. “É sempre positivo quando a gente tem investimento sendo direcionado para políticas que visam a redução do desmatamento, melhoria de qualidade de vida e a humanização”, diz. No caso do Pará, Brito destaca a necessidade de revisar as próprias metas traçadas no Plano Amazônia. Além de governador do Estado sede da COP30, Helder Barbalho também é presidente do Consórcio Amazônia Legal (CAL), associação pública que reúne os governadores dos nove Estados que compõem a Amazônia brasileira. Entre eles o Amapá, vizinho do Pará, que pleiteia ser uma “cidade-dormitório” em 2025.”

Fonte: Valor Econômico, 19/12/2023

Internacional

Empresas

Neste vai investir 2,5 bilhões de euros para converter refinaria de Porvoo em fábrica de biocombustíveis

“Refinadora finlandesa de petróleo e produtora de biocombustíveis Neste espera investir cerca de 2,5 bilhões de euros (US$ 2,74 bilhões) para converter sua refinaria de petróleo bruto Porvoo em uma instalação de produção de biocombustíveis, disse a empresa na quarta-feira. “A transformação a longo prazo da refinaria Porvoo é um elemento-chave em nossa estratégia de crescimento de energias renováveis”, disse o presidente executivo Matti Lehmus em um comunicado. Neste disse que pretende concluir a conversão até meados da década de 2030. O potencial de capacidade estimado a longo prazo seria de 3 milhões de toneladas de produtos renováveis e circulares, acrescentou. O produtor de refinaria e biocombustíveis cresceu rapidamente nos últimos anos, tendo investido cedo em combustíveis renováveis que produz a partir de resíduos e resíduos, à medida que as indústrias e os operadores de transporte buscam alternativas mais ecológicas para que os combustíveis reduzam suas emissões.”

Fonte: Reuters, 20/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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