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Ultrapar (UGPA3): Principais destaques do Ultra Day 2020

Participamos da edição 2020 do dia do investidor da Ultrapar (Ultra day), onde a alta administração e os principais executivos de todas as linhas de negócios expressaram suas expectativas para o futuro. Veja aqui um resumo dos temas mais relevantes discutidos, por linha de negócio.

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Participamos do encontro anual da Ultrapar, listada na bolsa como UGPA3, com investidores de 2020 (Ultra Day), no qual a alta administração e os principais executivos de todas as linhas de negócios expressaram suas expectativas para o futuro.

Em suma, os executivos forneceram visões otimistas em todos os setores em termos de resultados operacionais e financeiros.

Nas seções seguintes, apresentamos os principais tópicos discutidos no evento. Além disso, aproveitamos a oportunidade para atualizar nossas estimativas e preço-alvo de Ultrapar, incorporando assuntos discutidos no evento bem como os resultados do 4T19.

Mantemos recomendação Neutra nas ações da Ultrapar, com novo preço-alvo de R$22/ação.

Ultrapar Holding

  • A Ultrapar criou um fundo de venture capital dentro do grupo, denominado “Ultra Venture Capital”. O grupo pretende aportar R$ 150 milhões no fundo nos próximos 5 anos, com o objetivo de fornecer recursos de capital para iniciativas tecnológicas disruptivas que estejam relacionadas às linhas de negócios da Ultrapar;
  • A empresa forneceu detalhes adicionais sobre o Centro de Serviços Compartilhados (“CSC Ultra”), localizado na cidade de Campinas. O objetivo do CSC é centralizar os processos e oferecer maior visibilidade de como a holding suporta cada uma das principais linhas de negócios;
  • Em relação à projeção de R$ 200 milhões em custos com a holding (estrutura corporativa) em 2020, serão destinados R$ 80 milhões para custear o desenvolvimento dos aplicativos do programa de fidelidade digital “Km de vantagens” e do meio de pagamento “Abastece aí” como unidades de negócio autônomas, saindo da estrutura atual sob a Ipiranga.

Privatização de refinarias

  • A Ultrapar acredita que a privatização das refinarias estatais trará um maior dinamismo para a cadeia de valor de petróleo e gás. A empresa não vê espaço para um retorno às práticas anteriores de preços subsidiados de combustíveis, dado que a escassez estrutural de produtos refinados no Brasil deve aumentar no futuro;
  • O grupo está atualmente em negociações com potenciais sócios para aquisição das refinarias à venda, mas ainda não fez uma escolha final;
  • Com relação à estrutura de capital de um eventual investimento em uma refinaria, o grupo espera financiar a aquisição no nível do ativo (ou seja, sem consolidar o endividamento no balanço da holding);
  • Com base em suas análises, a administração não acredita que as refinarias exigirão grandes investimentos em manutenção e modernização. Tal visão se opõe à opinião geral de que houve baixo investimentos no parque de refino nos últimos anos.

Ipiranga

  • A Ipiranga continua comprometida com o que acredita ser o modelo de sucesso no setor de distribuição de combustíveis: o posto de gasolina completo, com uma experiência completa para o cliente;
  • A administração espera que o ambiente altamente competitivo no setor continue, dada a mudança estrutural trazida pela implementação de uma política de preços que viabiliza importações. Dito isso, ele espera que o mercado de distribuição de combustíveis se comporte de maneira semelhante a outros mercados de varejo: haverá participantes que competirão em termos de preço e outros com maior proposta de valor. A Ipiranga se enquadra na última categoria;
  • A empresa esboçou cinco propostas de temas na agenda regulatória: (a) simplificação do regime tributário; (b) criação de uma arcabouço regulatório mais robusto após a desverticalização do setor; (c) um ambiente estável para atrair os R$ 100 bilhões em investimentos necessários no segmento nas próximos décadas; (d) liberdade de preços e comercialização entre os agentes; e (e) entraves à informalidade e à sonegação de impostos, práticas que deterioram o mercado como um todo;
  • A companhia estima um aumento do volume total de vendas entre 2% a 3% em 2020. Além disso, a administração espera que a participação de produtos importados, como parte de seu mix de suprimentos, aumente em 40% em 2020;
  • A Ipiranga terá uma abordagem mais seletiva em relação à sua rede de postos e espera adicionar de 200 a 250 novos postos em 2020. A empresa pretende focar nas redes de postos mais fiéis à bandeira, objetivando aumentar sua produtividade e desenvolver parcerias de longo prazo. A administração acredita que o relacionamento com a rede de varejo melhorou bastante, mas ainda há um longo caminho a percorrer;
  • Com relação à operação direta de lojas de conveniência na rede AM / PM, o objetivo da empresa é gerar aprendizado para um melhor desempenho da divisão daqui para frente. A administração ressaltou que essa é uma prática comum em negócios de franquia e que pretende tornar suas lojas de operação diretas em modelos para o restante da rede;
  • A Ipiranga está implementando um sistema de precificação que visa atingir o ponto ótimo entre preço e volume de vendas. No entanto, a companhia observou que o programa requer uma certa quantidade de dados da transação (e, portanto, tempo) antes de poder apresentar recomendações.

Oxiteno

  • A Oxiteno continuará focada nos seus 4 mercados principais: (1) soluções agrícolas, (2) produtos de cuidado pessoal e para o lar, (3) tintas e revestimentos e (4) o setor de petróleo e gás;
  • A empresa continuará focada na inovação e em parcerias estratégicas feitas sob medida com os clientes. A administração apontou que 14% da receita advém de produtos lançados nos últimos 5 anos;
  • A Oxiteno continuará focada na lucratividade, com um compromisso continuo com o controle de custos e um esforço para aumentar a participação de especialidades químicas no mix de produtos;
  • A administração mencionou fatores que devem colaborar para os resultados de 2020, ​​como (1) melhores condições na colheita nos EUA neste ano e (2) um real mais depreciado versus a estimativa de R$4,00/USD da empresa.

Ultragaz

  • A administração da Ultragaz tem uma perspectiva positiva para 2020, com crescimento contínuo de volumes e estabilidade de margens;
  • A administração também elogiou o ambiente regulatório robusto para o segmento de GLP no Brasil. O fim da diferenciação de preços entre granel e P13 desde novembro de 2019 também foi mencionado como um fator positivo. Além disso, a companhia vê muitas oportunidades com o fim das restrições ao uso de GLP para outras atividades, como caldeiras e motores, tema já em análise pela ANP;
  • A Ultragaz continuará buscando oportunidades de crescimento, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, bem como no Centro-Oeste.

Ultracargo

  • A apresentação da Ultracargo estava entre as mais otimistas de todas as divisões do grupo Ultra. Um dos principais motivos é a expectativa de crescimento contínuo de demanda no segmento de combustíveis, que a empresa espera crescer 5,4% ao ano entre 2020-2035. Além disso, a empresa espera que a demanda por logística de etanol cresça 3,9% p.a., enquanto os produtos químicos devem crescer 2,2% p.a.;
  • De acordo com as estimativas da empresa, a capacidade de armazenamento brasileira deve crescer para 5,7 milhões de m3 até 2035, ante os atuais 3,3 milhões de m3. A diferença corresponde à 3 vezes a capacidade de armazenamento da Ultracargo, e a empresa espera ser um dos protagonistas dessa expansão;
  • Combustíveis se tornaram uma das categorias de produtos mais relevantes para a Ultrcargo, de 8% de participação em 2009 para 48% em 2019. A empresa espera que essa participação cresça para 70% até 2024, o que exigirá maior eficiência nas operações, mas também levará a maior rentabilidade devido a um maior giro da capacidade de tancagem;
  • Em termos de investimentos, a empresa focará principalmente (1) no Terminal Vila do Conde, no norte do Pará, (2) no porto de Itaqui no estado do Maranhão, onde a empresa planeja crescer a capacidade em 80% até 2024 e (3) no porto de Suape em Pernambuco, onde a empresa planeja crescer sua capacidade em 20% até 2024.

Extrafarma

  • A administração da Extrafarma apresentou perspectivas otimistas para o futuração, com base em envelhecimento da população, maturação do portfólio de lojas, consolidação do mercado e melhora de sua infraestrutura logística;
  • A empresa está passando por um processo de depuração de lojas com foco em produtividade (ilustrado no fechamento de 46 lojas em 2019) e redução de custos. Além disso, a companhia continua realizando investimentos em logística, demonstrado na abertura, com o início da operação do centro de distribuição (CD) de São Paulo em 2019 e abertura em 2020 do CD do Maranhão;
  • A Extrafarma destacou iniciativas de redução de custos em andamento, como (1) redução de custos de pessoal, (2) reajustes de aluguéis abaixo da inflação e (3) redução de custos com energia com iluminação por LED e geração distribuída;
  • Por fim, a empresa busca dobrar o portfólio de marca própria (Be Better) em 2020, adicionando mais 50 produtos além dos 30 existentes. Tais produtos proporcionam uma margem melhor à companhia.

Visão da XP e atualização de estimativas

Ao todo, apesar de elogiarmos a qualidade do evento e das informações apresentadas pela administração da Ultrapar, ainda continuamos com uma perspectiva mais cética com relação à uma rápida recuperação dos resultados financeiros e operacionais da companhia mais rápido que o esperado.

A razão é que ainda há pouca visibilidade em quando as principais divisões do grupo, Ipiranga e Oxiteno, atingirão um ponto de inflexão, com a primeira vivenciando uma maior competição de distribuidoras de combustíveis regionais e o segundo sofrendo com margens de petroquímicos globalmente pressionadas.

Dito isso, concordamos com a visão otimista da companhia com os setores de refino e logística de derivados de petróleo (normalmente agrupados na denominação downstream). O motivo é que o Brasil já vive uma situação de déficit de produção de derivados de petróleo, e já depende de importações para atender a demanda interna. Ao final desta década, tal situação pode evoluir para falta de produtos por exaustão da capacidade de produção e importação de derivados, razão pela qual são necessários investimentos em capacidade de refino e em terminais portuários.

Acreditamos que a Ultrapar está bem posicionada para aproveitar oportunidades de crescimento nestas frentes, embora seja muito cedo para incluirmos qualquer iniciativa em nossas estimativas.

Mantemos a recomendação Neutra nas ações e atualizamos nosso preço-alvo para R$22/ação (era R$24/ação anteriormente).

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