Panorama de Mercado XP: Bolsa em julho – R$1 trilhão de razões para seguirmos otimistas

Saiba o que aconteceu na Bolsa em Junho e veja as nossas expectativas para o mercado de ações e o indice Ibovespa em Julho.


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A bolsa brasileira superou às bolsas globais no mês de junho, apesar das incertezas com o coronavírus ao redor do mundo e volatilidade da bolsa americana (S&P 500) devido aos ruídos comerciais com China e Europa ao longo do mês. O Índice Ibovespa subiu +8,76% no mês, o que se compara a +1,84% dos índices S&P500 e +4,19% do Euro STOXX 600, ambos em dólar.

Em junho, o Banco Central do Brasil decidiu cortar em 75 bps a taxa básica de juros (Selic), que passou para sua nova mínima histórica, de 2,25% ao ano. Olhando para frente, entendemos que o BC deve ser cauteloso na próxima reunião, realizando um corte 25 bps e levando a Selic para 2% ao ano, o que corrobora a atratividade da bolsa.

Além disso, a aprovação do Novo Marco do Saneamento pelo Senado dominou o noticiário no mês e agora segue para a sanção presidencial. Apesar de ser um marco histórico para o setor, o veto do artigo da lei referente à dispensa de anuência de municípios em caso de processos de privatização causou uma visão negativa sobre o acordo.

Do lado negativo, o fim do mês de junho foi marcado por notícias de que o governo norte-americano estaria considerando impor tarifas a produtos europeus e pelo tom mais cauteloso dos investidores quanto à uma possível segunda onda de Covid-19. Por outro lado, é importante observar que algumas regiões com crescimento de casos de coronavírus ainda passam na verdade pela primeira onda.

R$1 trilhão de razões para seguirmos otimistas com a Bolsa

Os investidores estrangeiros já sacaram R$75 bilhões da Bolsa brasileira em 2020, sem incluir emissões de novas ações, e cerca de R$63 bilhões de saída quando são incluídas as emissões (B3). 

Porém, pela primeira vez na história, o rendimento dos dividendos (dividend yield) do Ibovespa supera a taxa Selic, que se encontra nas mínimas históricas. Atualmente, existem R$ 7,1 trilhões investidos em ativos de renda fixa no Brasil, dos quais cerca de R$ 3 trilhões nas mãos de famílias brasileiras, segundo a ANBIMA – o que se compara a todo o valor de mercado da bolsa em R$ 3,9 trilhões. Portanto, a rotação em direção à renda variável deve continuar ganhando força.

Além disso, a alocação dos fundos de investimentos (excluindo fundos de pensão) em ações de 11,7% ainda se encontra abaixo do histórico de 13,7%, com os juros muito menores.

De fato, o máximo de alocação em bolsa dos Multimercados foi 22% em 2007, quando a Selic era 11,25%. No cenário atual, com a Selic a 2,25% a.a., estimamos que para os Multimercados e Fundos de Pensão atingirem retornos de CDI +2-3% a.a., a alocação na bolsa deveria ser de pelo menos 25%. Adicionalmente, considerando uma migração conservadora de 5% da renda fixa e poupança para bolsa, estimamos um potencial fluxo para Bolsa no Brasil seria de cerca de R$ 1 trilhão.

Vale observar que o nosso cálculo não considera o potencial fluxo de estrangeiros e apenas a realocação para Bolsa dos investimentos domésticos. Na nossa visão, tal valor é factível considerando o cenário de juros atual e ainda, o fluxo de mercados de capitais nos próximos anos (IPOs e follow-ons).

Rotação de ações de crescimento para valor e o impacto para o Ibovespa

Como falamos no nosso relatório de atualização do preço-alvo do Ibovespa, a rotação de ações de crescimento (growth) para valor (value – “economia antiga”) ganhou força em maio e começo de junho, favorecendo a performance do Ibovespa, que tem 55% da sua composição justamente em bancos e commodities (value), e menos de 2% em tecnologia (growth), e havia sofrido anteriormente também por conta dessa composição setorial.

De fato, nos últimos 12 anos, as ações de empresas de crescimento vem ganhando de longe das ações consideradas ”baratas”, também conhecidas como ações de valor. Com a redução da aversão a risco, principalmente em maio, o mercado começou a comprar “os ativos que ficaram para trás”, que são justamente os setores de valor e mercados emergentes, beneficiando o Brasil.

Porém, com as incertezas se elevando quanto à segunda onda do coronavírus e consequentemente, preocupação com uma recuperação econômica mais lenta, ainda podemos ter um curto prazo volátil, com impactos às ações de valor, como já vimos acontecer na última quinzena de junho.

Portanto, mantemos nossa visão positiva para o Ibovespa no médio-longo prazo, mas acreditamos ser importante a manutenção de ações que ofereçam proteção à carteira no curto prazo, e não ter apenas papéis de empresas que “ficaram para trás”.

Veja abaixo nossas alterações da Top 10 Ações para o mês de julho.

Top 10 ações XP

Em junho, nossa carteira Top 10 ações XP subiu +6%, contra +8,7% do Ibovespa. As principais movimentações do mês foram:

Banco do Brasil (BBAS3): Ações do setor financeiro foram impactadas neste mês principalmente por pautas regulatórias sobre possíveis aumentos de CSLL e COFINS. Apesar disso, reiteramos nossa recomendação de compra no Banco do Brasil com base em três pilares principais: i) carteira de crédito mais defendida, com mais de 40% da carteira nos segmentos de agronegócio e consignado; ii) deve ser beneficiada em 2020 por fatores não dependentes da economia, como redução de provisões operacionais e custo de captação mais barato via depóstios judiciais; e iii) valuation descontado, com o banco sendo negociado hoje a 0.8x seu valor patrimonial e menos de 5x seu lucro em 2019. Por fim, acreditamos que o banco possua liquidez e esteja solvente, especialmente importante no atual momento.

Cesp (CESP6): As ações da Cesp mantiveram-se praticamente estáveis no mês de junho (1,5%). Mantemos o nome na carteira para o mês de julho seguindo nossa estratégia de mitigação de riscos contra os impactos do Covid-19 no contexto macroeconômico, dada a resiliência e estabilidade da companhia. A Cesp pertence ao segmento de geração de energia e possui elevada contratação de seu portfólio nos próximos anos junto a clientes de baixo risco no mercado livre de energia (ACL). Continuamos positivos com a companhia, por sua solidez de balanço, expansão de resultados com menores custos de compra de energia no longo prazo e o bom risco-retorno implícito no preço atual das ações, que acreditamos não levar em conta nenhuma entrada de recursos referentes aos contingentes ativos. Mantemos nossa recomendação de Compra com preço-alvo R$ 34/ação.

JBS (JBSS3): a ligeira queda de -3,7% no mês é reflexo da contínua volatilidade das margens da empresa, desencadeada pela crise do coronavírus e os fechamentos temporários de plantas frigoríficas que ela ocasionou. Adicionalmente, o papel também foi impactado em função da acusação de formação de cartel e consequente afastamento de Jayson Penn, CEO da Pilgrim’s Pride, subsidiária da JBS nos EUA especializada em frango. No dia da notícia, as ações da JBS caíram 6%.

Iguatemi (IGTA3): As ações da Iguatemi tiveram performance inferior ao índice Ibovespa ao longo do mês. Acreditamos que isso seja em parte reflexo da incerteza sobre à recuperação das vendas e também da volatilidade na abertura dos empreendimentos, o que por sua vez reflete mudanças na posição de determinados governos sobre a permissão à retomada das atividades. A Iguatemi chegou a ter praticamente toda a sua ABL aberta, mas diversos shoppings tiveram suas atividades restringidas ao longo do mês.

EZTEC (EZTC3): Em nossa visão, a forte performance do papel pode ser atribuída pela combinação da reabertura dos estandes de vendas após a flexibilização da quarentena no Estado de São Paulo (foco de atuação da companhia) e do corte da taxa Selic pelo Banco Central para 2,25%, o que abre espaço para eventuais reduções adicionais nos juros imobiliários cobrados pelos bancos, consequentemente, estimulando a demanda por imóveis.

Lojas Americanas: (LAME4) No mês de junho, as ações de Lojas Americanas tiveram um desempenho acima daquele apresentado tanto pelo índice quanto pela nossa cobertura de varejo. Acreditamos que a performance tenha sido suportada pela continuidade da estratégia de multicanalidade com a B2W e pela reprecificação do setor de varejo, em parte impulsionada pelo processo gradual de reabertura das lojas. Com isso, acreditamos que as iniciativas da empresa continuem suportando um forte crescimento médio de lucro de +20% entre 2019 e 2022 e retornos sólidos (28% de ROIC em 2021). Nas nossas estimativas, o valor implícito da LASA (operação de lojas físicas da LAME) atualmente negocia a um múltiplo P/L atrativo de 16x em 2021.

Localiza (RENT3): Acreditamos que a contínua valorização das ações da Localiza ao longo dos últimos meses reflita a percepção do mercado de que a empresa está bem preparada para navegar o cenário desafiador e ainda ofereça potencial de valorização interessante. Apesar de terem subido no mês, as ações tiveram performance levemente abaixo do Ibovespa e também abaixo das pares setoriais, o que em nossa visão reflete um maior apetite ao risco por parte dos investidores.

Suzano (SUZB3): A leve queda no mês mostrou descolamento em relação à performance de dólar, que subiu ~2% vs. maio. O principal motivo foi a continuidade da queda nos preços de celulose, que saíram de US$470/t para US$464/t ao final de junho.

Vale (VALE3): A alta de ~5,5% no mês junho foi em linha com a performance do minério de ferro, apesar do noticiário de interrupção do complexo de Itabira, na primeira semana do mês. Importante ressaltar que ao final do mês as operações foram retomadas.

Vivara (VIVA3): No mês de junho, as ações da Vivara tiveram um desempenho acima daquele apresentado pelo índice. Atribuímos a alta das ações ao otimismo dos investidores com o papel e migração destes para ações com sólido e consistente histórico de execução, como é o caso de Vivara (VIVA3). Apesar de contar com a grande maioria de suas lojas já abertas (mesmo operando com horários reduzidos) e crescimento sólido na operação de e-commerce, no curto prazo a perspectiva para os resultados da companhia continua desafiadora, assim como para o setor de varejo físico como um todo. Entretanto, ressaltamos mais uma vez que a Vivara possui um dos balanços mais sólidos da nossa cobertura (caixa líquido de R$174 milhões no 1T20), com fôlego não só para atravessar o período mais crítico da pandemia, mas também para acelerar o seu ganho de participação de mercado ao longo da retomada das atividades. Mesmo após a recente alta das ações, elas ainda negociam a um múltiplo P/L atrativo de 21,4x com base no lucro de 2019.

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Alterações da carteira para o mês de julho

Nesse mês, realizamos duas mudanças na nossa Carteira Top 10 XP. Entraram: 1) Gerdau, 2) B3, e saíram: 1) JBS, 2) Suzano. Mantemos o nosso target (preço alvo) para o Ibovespa em 112,000 pontos inalterado.

Gerdau: É a nossa história preferida em siderurgia, dada a exposição à aços longos, que sofrem menos durante a crise, em nossa opinião. O setor de construção civil foi incluído na lista de serviços essenciais e acreditamos que o impacto em vendas será menor do que o esperado para aços planos, principalmente no setor automotivo. Quando olhamos para EV/EBITDA 2021E, a empresa negocia 14% abaixo dos níveis históricos.

B3: Bom veículo para aproveitar a entrada consistente de pessoas físicas na bolsa, que atingiu 2,5 milhões de investidores em maio, crescimento anual de 124%. Outro ponto é que os volumes não apenas foram aumentados devido a volatilidade causada pela pandemia do COVID-19, bem como estão se mantendo acima do esperado. Por fim, acreditamos que o novo patamar de juros baixos deve beneficiar a bolsa com a entrada de mais investidores em renda variável.

Top Dividendos XP

Para o mês de julho, não realizamos nenhuma troca para a nossa carteira Top Dividendos XP. Mantemos nossa visão para os papéis que compoem a carteira:

Cesp: Mantemos o nome na carteira para o mês de Julho e nossa recomendação de Compra com preço-alvo R$ 34/ação. Acreditamos que as ações oferecem um risco-retorno atrativo a investidores, considerando (1) as melhorias de custo desde a privatização da empresa em outubro de 2018, com uma redução de –52% em no número de funcionários e -18% nos custos gerenciáveis (pessoal, materiais e serviços) desde então, (2) contratação de 113% de sua capacidade de geração em 2020-2021, o que consideramos atrativo diante da queda dos preços da energia no curto prazo (spot), (3) a redução contínua do valor dos contingentes passivos após a revisão da estratégia jurídica da empresa desde sua privatização (com uma redução de R$ 1,5 bilhão alcançada em 2019), que acabará por destravar maior distribuição de dividendos no futuro e (4) o risco-retorno implícito no preço atual das ações, que acreditamos não levar em conta em conta nenhuma entrada de recursos referentes ao valor incontroverso da indenização da Usina Hidrelétrica de Três Irmãos.

Cteep: Não vemos grandes riscos para a prática de dividendos da CTEEP de pagamento de 75% do lucro líquido regulatório, dada a sua posição de caixa de R$ 2,66 bilhões e nossa projeção de EBITDA para 2020 de R$ 2,24 bilhões, que são mais do que suficientes para fazer frente aos vencimentos de dívidas de R$ 1,07 bilhão e nossa estimativa de investimento de R$ 1,5 bi em 2020. Estimamos um dividend yield de 6,5% em 2020-22. Mantemos nossa recomendação Neutra na CTEEP, com preço-alvo de R$ 23/ação.

Taesa: Temos um maior grau de confiança de que a TAESA seja um dos poucos nomes a manter a distribuição de 100% de lucros em 2020, pois sua posição de caixa de R$ 2,4 bilhões e nossa estimativa de EBITDA para 2020 de R$ 1,3 bilhão são suficientes para fazer frente aos investimentos em 2020 de R$ 1,0-1,1 bilhão e vencimentos de dívida de R$ 734 milhões. Dito isso, assumimos o pagamento mínimo de 50% previsto no estatuto por conservadorismo e, caso a empresa faça um anúncio nesse sentido, consideraríamos perfeitamente razoável. Estimamos um dividend yield de 6,8% em 2020-22. Mantemos nossa recomendação neutra em TAESA, com preço-alvo de R$ 30/ação.

Tietê: No curto prazo, não descartamos a possibilidade de uma mudança temporária na prática de pagamentos de dividendos trimestrais de 100% do lucro devido aos investimentos programados no curto e médio prazo nos ativos do complexo eólico de Tucano. Apesar da companhia ter mantido a distribuição máxima de proventos no 1T20, acreditarmos que uma pausa nessa prática seria perfeitamente compreensível no contexto atual de incertezasEstimamos um dividend yield de 10,8% em 2020-22. Mantemos nossa recomendação de Compra na AES Tietê, com um preço-alvo de R$ 16/unit.

Sanepar: A elevada distribuição de dividendos da Sanepar se deve à política de dividendos da companhia. A política prevê a distribuição do dividendo mínimo de 25% do lucro, além de 25% adicionais caso a situação financeira da empresa o permita (o que acontece desde 2012, com uma pausa em 2019). Estimamos um dividend yield de 7,9% entre 2020 e 2022. Mantemos nossa recomendação de Compra na Sanepar, com um preço -alvo de R$33/unit.

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