Crédito, Parte 2: Agronegócio, uma fortaleza em tempos de crise e uma boa alternativa para o longo prazo

Temos uma visão positiva sobre o crédito rural, uma vez que o agronegócio provou mais uma vez suas características de resiliência, superando o desempenho da economia em geral, mesmo durante a pandemia.


Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Introdução

Temos uma visão positiva sobre o crédito rural, uma vez que o agronegócio provou mais uma vez suas características de resiliência, superando o desempenho da economia em geral, mesmo durante a pandemia. No longo prazo, esperamos que os empréstimos rurais se beneficiem de: i) a agroindústria brasileira que permanecerá um fornecedor global de primeira linha; ii) próximo Plano Safra para fechar a lacuna de falta de apoio do governo; e iii) o espaço para investimentos em infraestrutura, ganhos de eficiência e desenvolvimento de tecnologia. Em relação a nossa cobertura, esperamos que o BB performe bem no segmento rural dada a sua capacidade de captação de poupança rural, mas pode continuar perdendo participação de mercado para as cooperativas.

Tese do crédito rural. Acreditamos que os empréstimos rurais devem seguir as tendências da resiliente e promissora agroindústria, tais como: i) Boa performance, o PIB Agro historicamente superou o PIB geral, mesmo em tempos de crise como a recessão de 2017, quando o PIB Agro cresceu 14%; ii) a agroindústria agregou mais valor à produtividade do trabalho do que a economia média, expandindo a um CAGR de 5,8% de 1995-2019, contra 0,5% CAGR da economia geral; iii) ainda tem espaço para investimentos em infraestrutura, ganhos de eficiência e desenvolvimento de tecnologia; iv) a presença do crédito rural tem historicamente superado o do mercado de crédito, com o saldo do crédito rural encerrando 2020 com 63,0% do PIB Agro vs. 54,2% do saldo do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em % do PIB do Brasil; e v) os próximos Planos Safras continuem aumentando os recursos para empréstimos rurais e subsídios de seguros..

Riscos para nossa tese. Destacamos os seguintes riscos: i) Elevada dependência de crédito com ausência de mitigadores de risco; e ii) volatilidade dos meios de captação, uma vez que os produtores estão sujeitos à variação das taxas devido às inúmeras soluções de crédito, programas de incentivos e oscilações de captação.

Nossa visão. Considerando que a indústria do agronegócio ainda tem caminhos de crescimento a explorar e superou a economia geral com características resilientes, acreditamos que há espaço para o BB e para as cooperativas crescerem no longo prazo. A nosso ver, o BB ainda apresenta vantagens no crédito rural que possibilita menor custo de captação em relação aos concorrentes e está amparado em sua maciça capilaridade por meio da rede de agências, e a linha de crédito possui características defensivas por combinar spread interessante com baixos níveis de inadimplência e boas garantias. No entanto, as cooperativas devem continuar ganhando participação de mercado em função de: i) regulação, uma vez que permite às cooperativas cumprir obrigações em escala maior do que os bancos múltiplos, diminuindo custos; ii) estrutura cooperativa, por ser menos burocrática que um incumbente e mais especializada em cada região; e iii) Agenda BC#, que visa incentivar o cooperativismo em função da agenda de inclusão financeira e competição. Embora o BB venha perdendo participação para as cooperativas, vemos espaço para ambos se beneficiarem no mercado endereçável em expansão, portanto, reiteramos nossa recomendação de compra para o BB e preço alvo de R$52,0/ação.

Características

Principais características dos empréstimos rurais:

O crédito rural é originado principalmente para Pessoas Físicas e é o segundo maior saldo das linhas de crédito direcionado para pessoas físicas. Devido ao desempenho do setor do agronegócio e das garantias, sua inadimplência é estruturalmente inferior à de pessoas físicas, como financiamento de veículos e linhas de crédito livre. Em relação ao mercado de crédito rural, o BB historicamente o lidera (54%) dado que opera na prestação de serviços de administração de crédito para o Governo Federal, porém as cooperativas vêm ganhando participação em ritmo acelerado.

O crédito rural pode ser dividido em Pessoa Física (84,1%) e Pessoa Jurídica (15,9%)

Historicamente, a maior parte do saldo dos empréstimos do Agronegócio pertence às linhas de pessoas físicas, respondendo por 84,1% do saldo total em jan/21.

Saldo de empréstimos rurais como % do saldo de crédito destinado a pessoas físicas (23,1%)

A partir dos últimos anos, observou-se uma tendência de diversificação dos financiamentos do agronegócio em função da baixa histórica da Selic e do ajuste fiscal estrutural em curso, que possibilitaram o boom de estruturas de financiamento não tradicionais. Segundo o IPEA, as modalidades mais beneficiadas incluem: i) Letras de Crédito do Agronegócio (LCA); ii) cooperativas de crédito; e iii) crédito rural a taxas de mercado. Assim, a partir de 2019, vemos o saldo do agronegócio crescendo a um CAGR de 3,1% impulsionado pelo crédito rural a taxas de mercado, cujos rendimentos tendem a ser maiores do que os de recursos equalizados.

Originação de empréstimos rurais como % da originação de crédito direcionado de pessoas físicas (34,0%)

Dada a tendência mencionada, a concessão do agronegócio estava de fato crescendo devido aos empréstimos a taxas de mercado, expandindo 182% A/A em fevereiro/21 antes do surto da Covid-19. Por outro lado, os empréstimos com taxas direcionadas estão sujeitos aos limites equalizadores do Plano Safra, o que torna sua evolução de crescimento mais plana e sujeita a incentivos governamentais.

Taxa de juros dos empréstimos rurais vs. taxa SELIC: forte correlação (R ​​= 0,89)

Como a maior parte do saldo é originada em taxas equalizadoras, a correlação entre a taxa Selic e os empréstimos do agronegócio é forte. No entanto, enquanto a tendência de diversificação se materializar, essa correlação pode enfraquecer.

Taxa de inadimplência: em linha com os níveis médios de PF com taxas reguladas (média + 0,3p.p.)

Os empréstimos direcionados em geral apresentam índice de inadimplência estruturalmente mais baixo. Em relação ao agronegócio, a inadimplência segue em patamares baixos devido ao desempenho superior do setor em relação à economia e seus picos costumam ser marcados por questões climáticas. Além disso, possui garantias que amparam o baixo nível de inadimplência, como imóveis rurais e máquinas.

O BB tem sido historicamente o principal provedor de crédito para o agronegócio …

O Banco do Brasil tem contribuído consideravelmente para o setor de agronegócios como um banco público, prestando serviços de administração de crédito para o Governo Federal. Além disso, o BB anunciou para o Plano Safra 2021/22 um desembolso de R$135 bilhões, 17% superior a 2020/21, e encerrou 2020 com saldo de R$ 186 bilhões em crédito rural, representando ~ 54% do mercado.

… Mas as cooperativas estão ganhando participação de mercado

Apesar de o BB deter a maioria da poupança rural, cuja exigência para suprir a demanda por crédito rural é de 59% pela Resolução 4.901/2021, o banco retraiu -4p.p de participação de mercado no período 2014-2020, perdendo espaço principalmente para cooperativas como Sicredi e Sicoob, que expandiram suas participações em 3p.p e 2p.p, respectivamente. Desde o Plano Safra 2013/14, as cooperativas ganharam força sobre os bancos, ampliando os desembolsos a um CAGR de 8,9%, enquanto os bancos privados e públicos retraíram a um CAGR de -3,9% e -4,2%, respectivamente.

Tese de Investimento

Uma fortaleza em tempos de crise e uma boa alternativa para o longo prazo

Acreditamos que o crédito rural se beneficie do resiliente e promissor agronegócio, dado que: i) O PIB do agronegócio tem historicamente superado o PIB geral, mesmo em tempos de crise; ii) A indústria tem agregado mais valor à produtividade do que a média da economia; iii) Ainda há espaço para investimentos em infraestrutura, ganhos de eficiência e desenvolvimento de tecnologias; iv) O crédito rural tem historicamente superado o mercado de crédito como um todo; e que v) Os próximos Planos Safras continuem aumentando os recursos para empréstimos rurais e subsídios de seguros.

Agronegócio, extrema relevância para o PIB brasileiro com características resilientes…

A agroindústria representa aproximadamente 26,6% do PIB total do Brasil, segundo o CEPEA, e desde 1996 tem sido mais produtiva do que a economia em geral. Com isso, o agronegócio brasileiro tem superado constantemente o PIB geral, chegando a crescer 14% até mesmo no período recessivo em 2017. Apesar da crise do Covid-19, que impactou fortemente a economia em geral, a agroindústria se provou mais uma vez resiliente ao expandir 2,0% em 2020 enquanto o PIB brasileiro retraiu -4,1%.

… A agroindústria agregou ainda mais valor à produtividade do que a economia média …

Além de a agroindústria ser mais produtiva do que a economia em geral, ela também agregou maior valor à produtividade do trabalho a uma taxa de crescimento anual de 5,8% de 1995-2019, enquanto a economia geral adicionou uma taxa de de 0,5%. Dessa forma, esperamos que essa tendência de crescimento continue enquanto: i) a indústria brasileira permanecer como um dos fornecedores mais relevantes do mundo, cuja demanda deverá ser impulsionada pelo crescimento populacional e da economia global, e ii) ainda houver espaço para investimentos em infraestrutura, ganhos de eficiência e desenvolvimento de tecnologia.

… Vemos o crédito rural como uma fortaleza mesmo em tempos de crise …

Dadas as condições de equalização dos empréstimos rurais no Brasil, a agroindústria tem se desenvolvido e impulsionado via crédito, refletindo em um nível de alavancagem historicamente acima da economia geral, com saldo do crédito rural encerrando 2020 com 63,0% do PIB Agro vs. 54,2% do saldo do Sistema Financeiro Nacional Saldo (SFN) sobre o PIB do Brasil. Desconsiderando os impactos da pandemia, que possibilitou uma grande concessão de crédito enquanto o PIB total recuou ao contrário do PIB agro, o crédito rural superou o do mercado de crédito.

… A falta de suporte à indústria deve beneficiar concessão de crédito rural

Considerando o atual nível de suporte e proteção à agroindústria, a relação Estimativa de Apoio ao Produtor (PSE) do Brasil como % da Receita Bruta do Agronegócio (TFG) diminuiu sequencialmente de 9,1% em 2000 para 1,1% em 2020, bem abaixo da média global, de acordo com dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Assim, esperamos que os próximos Planos Safras continuem aumentando os recursos para empréstimos rurais e para subsídios de seguros e mudanças estruturais, como a Lei 13.986 de abril/20, que permitiu novas formas de garantias e que outras instituições financeiras e cooperativas originassem empréstimos à taxas equalizáveis. De acordo com a carteira do BB, 59% das operações de custeio agrícola possuíam mecanismos mitigadores de riscos na safra 20/21 e o banco vem aprimorando sua estratégia ao longo das safras.

Riscos

Elevada dependência de crédito com falta de mitigadores de risco …

Dada a elevada dependência de crédito pelos agricultores para lidar com desastres naturais e volatilidade de preços, vemos a distribuição de risco como essencial para os produtores. Apesar de o BB ser o player mais relevante, acreditamos que o nível atual de 58,5% da safra segurada em 2020-2021 ainda seja pouco penetrado, uma vez que o risco é elevado devido à configuração brasileira dos canais de distribuição e à incerteza quanto a gestão de caixa e riscos dos produtores. Segundo a Input Brasil, a distribuição geográfica das instituições financeiras não é diretamente ligada ao potencial agrícola, o que pode induzir em condições de crédito inadequadas às circunstâncias ou necessidades específicas do produtor. No entanto, o risco pode ser compensado com melhores mitigadores de riscos.

… E a volatilidade das captações pode ser um risco

Considerando as diversas fontes de captação e programas de incentivo no Brasil, os agricultores estão sujeitos a variações de taxas devido às inúmeras soluções de crédito e flutuações de captação. Segundo o Input Brasil, os recursos captados tem oscilado ano a ano, afetando o montante total de recursos disponíveis para cada instituição financeira. Dado que a maior parte dos empréstimos rurais estão sujeitos a termos específicos de cada fonte de captação, vemos essa volatilidade como um risco devido aos seus termos específicos combinados com a distribuição geograficamente desigual das instituições financeiras, o que pode impactar na volatilidade das taxas de juros para os agricultores e, potencialmente, não condizer com as circunstâncias ou necessidades específicas, portanto, um risco para a produção do agronegócio.

Nossa visão

Há espaço tanto para o BB quanto para as cooperativas

Conforme mencionado anteriormente, o agronegócio ainda tem caminhos de crescimento a explorar e superou a economia geral com características resilientes suportada pelos incentivos do governo. Considerando que o governo vem aumentando a disponibilidade de crédito rural a uma taxa de 8% ao ano de 13/14 a 21/22, esperamos que o crescimento continue à medida que a produção estimada continua aumentando. Adicionalmente, embora o sistema não tenha mitigadores de risco o suficiente, vemos o Programa de Seguro Rural (PSR) avançando também, aumentando a área segurada e, portanto, diminuindo os desafios financeiros dos agricultores. Assim, acreditamos que há espaço para o BB e as cooperativas se beneficiarem no segmento do agronegócio. Além disso, o BB ainda apresenta vantagens no crédito rural que possibilita menor custo de captação em relação aos concorrentes e é suportado pela sua massiva capilaridade por meio da rede de agências, e a linha de crédito possui características defensivas por combinar bons spread com baixos níveis de inadimplência e boas garantias. Dessa forma, reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 52,0/ação para o Banco do Brasil.

No entanto, cooperativas devem continuar ganhando participação da estatal

Apesar de o BB deter a maior parte da poupança rural, escala de distribuição e sólido balanço, vem perdendo participação para cooperativas como o Sicredi e o Sicoob. Desde o Plano Safra 2013/14, as cooperativas ganharam força sobre os bancos, ampliando os desembolsos a uma taxa de crescimento de 8,9% ao ano, enquanto os bancos privados e públicos recuaram a uma taxa de -3,9% e -4,2% ao ano, respectivamente. Acreditamos nessa tendência daqui para frente devido à: i) Regulação, uma vez que permite que as cooperativas cumpram obrigações em maior escala do que os bancos múltiplos, reduzindo custos; ii) Estrutura cooperativa, por ser menos burocrática que um banco grande e mais especializada em cada região, também permite que seus beneficiários façam parte do negócio da cooperativa com alinhamento de interesses; e iii) Agenda BC#, que visa incentivar o cooperativismo em função da agenda de inclusão financeira e competição. Em suma, acreditamos que o BB pode continuar se beneficiando do crescente segmento do agronegócio dada sua capacidade de captar depósitos de poupança rural e capilaridade, porém, pode continuar perdendo participação para as cooperativas.

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua aqui.
Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

Telegram
Telegram XP

Acesse os conteúdos

Telegram XP

pelo Telegram da XP Investimentos

Leia também
Disclaimer:

Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

BM&F Bovespa Autorregulação Anbima - Gestão de patrimônio Autorregulação Anbima - Gestão de recursos Autorregulação Anbima - Private Autorregulação Anbima - Distribuição de Produtos de Investimentos

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

B3 Certifica B3 Agro Broker B3 Execution Broker B3 Retail Broker B3 Nonresident Investor Broker

BMF&BOVESPA

BSM

CVM

Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.