Análise Fundamentalista - Ações MOVI3

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Vale a pena investir nas ações de MOVI3?

Temos uma recomendação de Compra e preço-alvo de R$29/ação. Nossa visão positiva em relação à Movida vem principalmente de: (i) uma visão estruturalmente positiva para as grandes empresas de aluguel de carros em relação às menores (consolidação deve continuar no RaC e acelerar no GTF, em nossa opinião); (ii) melhora dos resultados e dos níveis de retorno devido aos ajustes no operacional desde o IPO em 2017 (ROIC 2019-20 de 10,4-7,7%, contra 7,1-7,7% em 2015-16); e (iii) valuation atrativo.

Tese de investimento. Apesar dos obstáculos de eficiência enfrentados desde que se tornou uma empresa de serviço completo, reconhecemos que a Movida passou a ser mais orientada a retorno (priorizando o retorno sobre o crescimento em alguns períodos), os colocou entre o seleto grupo de grandes empresas que, em nossa opinião, estão bem posicionadas para capturar o forte potencial de crescimento que esperamos ver tanto nos mercados do RaC quanto do GTF.

Melhora operacional significativa. Desde seu IPO em 2017, a Movida passou por duas grandes melhorias operacionais. Inicialmente, a empresa enfrentou vários desafios no RaC após nacionalizar sua operação, como roubo de veículos, altas taxas de inadimplência e altos danos aos veículos. Notamos o sucesso da Movida em combater essas ineficiências, resultando em margens do RaC mais altas em relação aos anos anteriores. Em segundo lugar, a Movida focou nos Seminovos, combatendo ineficiências, podendo: (i) aumentar o volume de carros vendidos (diluindo ainda mais os custos fixos); e (ii) diversificar seu mix de veículos (permitindo maior número de carros vendidos por loja e uma melhor precificação). Consequentemente, a Movida passou a criar valor, com um spread ROIC-WACC atingindo níveis neutros em 2019-20, e esperamos que seja positivo em 2021.

O setor de aluguel de carros, em nossa opinião, tem um “desafio duplo” imposto pelas atuais condições macroeconômicas: (i) aumentar as tarifas de aluguel de acordo com a alta dos preços dos carros novos (a fim de manter os yields e o ROIC); e (ii) elevar ainda mais as tarifas (ou seja: aumentar os yields), para manter o spread de retorno para o crescente custo de capital (taxa Selic e juros de longo-prazo mais altas).

Seminovos seguem impulsionando os resultados de curto prazo. O aumento contínuo dos preços dos carros novos (devido à escassez de oferta da indústria automobilística e à apreciação do Dólar) tem duas consequências principais, em nossa opinião: (i) o reajuste de preço para cima dos carros seminovos (ou seja: menor depreciação efetiva); e (ii) mudança de demanda, de carros novos para carros usados, dado o preço mais alto dos novos (efeito de substituição). Embora os preços mais altos dos carros possam implicar um risco para os rendimentos do aluguel, esperamos que o cenário de demanda saudável no setor apoie um processo de normalização suave.

Depois de incorporar fortes resultados recentes, estamos aumentando as nossas estimativas operacionais para o médio a longo prazo, consequentemente, com EBITDA +130% e lucro líquido +86% para a Movida em 2023.

  • Tem interesse em conhecer mais sobre outras empresas do setor? Acesse aqui outras análises e teses de investimentos da XP:

Nossos principais conteúdos sobre MOVI3

Quais os principais riscos de investir nas ações de MOVI3?

  • Cenário competitivo mais forte do que o esperado: O segmento do RaC no Brasil passou por uma fase de queda acentuada de preços, que, por sua vez, foi compensada pelo aumento significativo dos volumes e expansão das taxas de ocupação desde 2015. Reconhecemos que se os preços continuarem a seguir tendências de baixa não acompanhadas por crescimento dos volumes, nossas estimativas poderão ser impactadas.
  • Novos entrantes ganhando relevância nos principais mercados: Destacamos que existem várias empresas entrando em segmentos em expansão dentro do RaC e do GTF, como a Kovi no e-hailing, e as subsidiárias das montadoras no GTF. Embora vejamos espaço significativo para a penetração aumentar, vemos riscos de crescimento se essas empresas se tornarem mais relevantes.
  • Aumentos adicionais nos preços dos veículos novos: Como um negócio intensivo de capital, o aumento dos preços dos veículos novos impacta significativamente o custo do capital alocado, pressionando o retorno das empresas no médio/longo prazo.
  • Aumento das taxas de juros: Os operadores de aluguel de carros estão com níveis de alavancagem acima do histórico e a dívida do setor está principalmente ligada à Selic. Além disso, as despesas financeiras são o custo mais relevante do GTF. Taxas de juros de curto e longo prazo acima do esperado podem significar potenciais desvalorizações em nossas estimativas de lucro.
  • Riscos de execução no RaC e em seminovos: Dado o perfil de negócios de varejo do RaC e dos seminovos, as locadoras de veículos devem atender adequadamente às necessidades dos consumidores, a fim de corresponder à oferta com a demanda. Notamos que estes são segmentos complexos do ponto de vista operacional e a execução implica um risco para nossas estimativas.

Últimos acontecimentos

CADE Sugere Aprovação da Fusão Entre Localiza e Unidas (Leia aqui)

  • A superintendência geral (seu corpo técnico) do CADE (Conselho Antitruste do Brasil) recomendou oficialmente a aprovação da proposta de fusão da Localiza-Unidas mediante a celebração de um acordo de concentração (incluindo medidas corretivas). Vemos esta notícia como positiva para RENT3 e LCAM3 devido a: (i) remédios parecem razoáveis, em nossa opinião, e foram negociados com as empresas (embora ainda não divulgados na íntegra); e (ii) acreditamos que as sinergias potenciais do negócio (XPe = R$7,8 bilhões) não estão atualmente precificadas pelo mercado. Reiteramos nossa visão positiva em relação às empresas e ao setor de locação de automóveis no Brasil.

Simpar Propõe Fundir suas Operações de Aluguel de Carros (Leia aqui)

  • Em um movimento já antecipado, a Simpar (Recomendação de Compra e Preço-Alvo de R$59,00/ação) propôs incorporar a operação de aluguel de frotas da CS Brasil (CS Frotas) à Movida (Recomendação de Compra e Preço-Alvo de R$23,00/ação). A transação está pendente de aprovação pelos acionistas da Movida (AGE agendada para 26 de julho de 2021, onde a Simpar concordou em acompanhar o voto da maioria dos minoritários). Embora já esperada (a intenção de incorporação foi anunciada em 21 de fevereiro), damos as boas-vindas à transação potencial, pois: (i) faz sentido estratégico para Simpar e Movida; e (ii) o valuation implícito parece justo também para ambos os grupos de acionistas. Reiteramos nossa visão positiva (e recomendações de Compra) para Simpar e Movida.

CADE Publica Atualização Sobre a Proposta de Fusão de Localiza e Unidas (Leia aqui)

  • O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) publicou oficialmente uma atualização do processo de proposta de fusão da Localiza-Unidas. Em meio ao forte desempenho do setor de Aluguel de Carros hoje (ações +4-7%), recebemos diversas perguntas de investidores perguntando se a notícia do CADE poderia justificar o desempenho positivo do dia. Embora reconheçamos a importância do resultado da fusão para o setor, não vemos uma ligação entre os dois eventos na data de hoje (detalhes abaixo sobre a atualização do CADE). Posto isto, trazemos uma análise que mostra uma forte correlação inversa entre as ações de Locadoras de Automóveis e as taxas de juros de longo prazo (taxa americana de 10 anos, neste caso), o que pode explicar o desempenho recente das ações. Reiteramos (i) nossa visão positiva do setor, e (ii) nossa visão de que a fusão não está precificada pelo mercado.

Opinião sobre os resultados divulgados

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Como a Movida está posicionada no tema ESG?

Além da visão fundamentalista das ações por parte dos nossos analistas fundamentalistas, temos um time dedicado ao tema ESG que analisa diversas empresas com a visão sobre o tema. Embora vejamos um longo caminho ESG pela frente, reconhecemos positivamente as iniciativas da Fras-le dentro dessa agenda e esperamos que mais está por vir.

Clique aqui para acessar o relatório completo sobre a visão ESG da Movida

Quem é a Movida?

A Movida foi fundada em 2006 e adquirida em 2013 pela Simpar (antigo Grupo JSL). Com novo controlador e estratégia, a empresa se tornou a terceira maior empresa do Brasil no setor, pois (i) acelerou a operação anterior da Movida no RaC, e (ii) tornou-se uma empresa de serviço completo ao se integrar à operação anterior de GTF do Grupo JSL. Em 2017, a Movida concluiu com sucesso seu IPO, listando-se no Novo Mercado da B3.

A empresa opera em 3 segmentos diferentes: (i) Rent-a-Car (RaC); (ii) GTF; e (iii) Seminovos. O RaC corresponde por ~28% da receita líquida e 52% do EBITDA, com margens em torno de ~41%, possuindo 194 lojas em todos os estados brasileiros (~71.000 carros dos ~118.000 da empresa). O GTF representa ~40% da frota da Movida, 13% da receita líquida em 2020 e 38% do EBITDA, com margem EBITDA de ~66% em 2020. A operação de seminovos representa 60% da receita líquida da Movida, embora apenas 10% do EBITDA (possuem 70 lojas  de seminovos em 22 dos 27 estados brasileiros).

Para mais detalhes institucionais sobre a companhia, acesse o site de relação com investidores da empresa aqui.

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A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. 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