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Resumo semanal da Bolsa | Ibovespa fica para trás dos mercados globais com retorno do trade de IA

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!

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  • O Ibovespa encerrou a semana em queda de 1,8% em reais e 1,2% em dólares, aos 187.318 pontos. Em abril, o índice caiu 0,1% em reais, mas subiu 4,3% em dólares, devido à valorização do real.
  • Foi uma semana agitada para os mercados globais, que ainda assim encerraram no campo positivo (S&P 500: +0,6%; Nasdaq: +0,5%). A falta de avanço nas negociações entre EUA e Irã e a continuidade do fechamento do Estreito de Ormuz seguiram pressionando o sentimento dos investidores, com o preço do petróleo Brent voltando a negociar acima de US$100/barril ao longo da semana. Enquanto isso, os EAU anunciaram sua saída da OPEP/OPEP+, buscando maior autonomia, embora o impacto de curto prazo sobre os preços do petróleo deva ser limitado. O outro grande destaque macro foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados no intervalo de 3,50%-3,75%, em linha com as expectativas do mercado, apesar de quatro dissidências, o maior número desde 1992. Ainda assim, tem sido o lado micro — e uma temporada de resultados forte do 1T26 — que continua sustentando as bolsas globais. Diversas Big Techs divulgaram resultados na semana e mostraram forte crescimento de receita em segmentos ligados a IA. Google foi o principal destaque, com alta semanal de 10,4%. Até o momento, 302 empresas do S&P 500 já divulgaram seus resultados, com 81% superando as estimativas de lucro a uma média de 20,4%.
  • Já os mercados locais continuaram a apresentar desempenho inferior. Como comentamos em nosso último Raio-XP, com o trade de IA voltando a ganhar força, mercados com maior exposição a commodities, como o Brasil, tendem a ficar para trás, enquanto os fluxos estrangeiros também começam a perder tração. Além disso, os preços mais altos do petróleo tornam o trade de juros no Brasil mais desafiador, pressionando os papéis cíclicos domésticos. Do lado macro, o Copom cortou os juros em 25bps, para 14,50%, também em linha com o esperado, enquanto o comunicado reconheceu uma deterioração do cenário inflacionário. Nosso time macro projeta a Selic em 13,50% no fim do ano. No lado micro, a temporada de resultados começou no Brasil. Embora ainda em estágio inicial, destacamos três nomes relevantes do índice que reportaram e o mercado apresentou uma reação negativa: Vale (VALE3, -5,1%), WEG (WEGE3, -6,2%) e Suzano (SUZB3, -3,9%).
  • O destaque positivo da semana foi Usiminas, impulsionada por resultados do 1T26 acima das expectativas do mercado (veja mais detalhes aqui) e elevação de preço-alvo por bancos de investimento.
  • Na ponta negativa, as construtoras recuaram, especialmente Direcional (DIRR3, -6,2%), Cury (CURY3, -8,2%) e Cyrela (CYRE3, -11,7%), pressionadas pela abertura da curva de juros e pelo aumento das preocupações do mercado com os custos de construção em meio à elevação dos preços do petróleo.

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