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Resumo semanal da Bolsa | Ibovespa cai com persistência das tensões no Oriente Médio

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!

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  • O Ibovespa encerrou a semana em queda, recuando 1,0% em reais e 1,2% em dólares, aos 177.653 pontos.
  • As bolsas globais registraram mais uma semana negativa (S&P 500: -1,6%; Nasdaq: -1,1%), com o conflito no Oriente Médio e suas implicações permanecendo no foco dos investidores. No domingo, o Brent superou os US$100 e chegou a tocar os US$120 — nível não observado desde o início da guerra na Ucrânia em 2022. A semana começou com tom negativo, mas apresentou alguns sinais de recuperação após comentários de Donald Trump sugerindo que o conflito poderia terminar em breve, embora provavelmente não ainda na semana. Mas o sentimento negativo voltou a prevalecer na quinta-feira, diante de poucos sinais de alívio no conflito e da manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz, o que voltou a pressionar os preços do petróleo. O Brent encerrou a semana em US$103,1. Enquanto isso, o dólar se fortaleceu (DXY +1,4%) e os rendimentos dos Treasuries de 10 anos subiram 13 bps. Pressões adicionais vieram de preocupações crescentes com o mercado de crédito privado. Os dados de inflação também permaneceram em foco, com o CPI e PCE nos EUA vindo em linha com as expectativas. Com o aumento das preocupações inflacionárias após a alta do petróleo, o mercado agora precifica apenas um corte de juros pelo Fed em 2026.
  • O desempenho das ações brasileiras permaneceu fortemente ligado à dinâmica global. Como discutimos em nosso último relatório sobre o tema (veja aqui), apesar do peso elevado do setor de óleo e gás nos índices de ações brasileiros, períodos de preços elevados do petróleo têm sido historicamente negativos para a bolsa. Um dos principais motivos é a pressão inflacionária decorrente da alta do petróleo, que reduz o espaço para cortes de juros. Nesta semana, a probabilidade de um corte de 25 bps na próxima reunião do Copom aumentou e superou a probabilidade de um corte de 50 bps. Apesar desse cenário, o fluxo estrangeiro permaneceu positivo, com entradas líquidas de R$1,4 bi na semana até quarta-feira. No campo macro, o IPCA de fevereiro veio acima das expectativas, reforçando uma postura cautelosa em relação aos próximos passos da política monetária, enquanto os indicadores de atividade — vendas no varejo e pesquisa mensal de serviços — surpreenderam positivamente. Por fim, diante do atual cenário de preços elevados do petróleo, o governo anunciou um pacote de medidas para conter o impacto da alta do combustível sobre o diesel. Entre as medidas estão um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o combustível e uma Medida Provisória que prevê subsídios a produtores e importadores (veja aqui).
  • Entre os destaques positivos do índice, SLC Agrícola (SLCE3, +9,8%) liderou os ganhos após divulgar resultados do 4T acima das estimativas do mercado (veja aqui).
  • Na ponta negativa, CSN (CSNA3, -20,4%) esteve entre os principais destaques de queda após reportar resultados abaixo das expectativas, especialmente após o aumento de sua alavancagem financeira (veja mais detalhes aqui)

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