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Bolsas em queda e petróleo em alta; saiba o que esperar na semana

Petróleo acima de US$ 100 e novos capítulos do conflito no Irã são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 09/03/2026

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IBOVESPA -0,61% | 179.364 Pontos

CÂMBIO +0,82% | 5,28/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana passada em queda de 5,0% em reais e 7,6% em dólares, fechando aos 179.365 pontos. Foi a pior performance semanal do índice desde junho de 2022, quando caiu 5,4%.

Óleo & Gás foi o único setor a apresentar alta na semana. Braskem (BRKM5, +30,3%) e Prio (PRIO3, +4,3%) estiveram entre os destaques, beneficiadas pela forte alta do petróleo.

Na ponta negativa, Raízen (RAIZ4, -12,7%) recuou após a Cosan não chegar a um acordo com a Shell sobre o processo de capitalização da companhia. Leia o resumo semanal completo aqui.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros avançaram em meio à intensificação da guerra no Oriente Médio e à forte alta do petróleo, que elevou os prêmios de risco e reacendeu preocupações inflacionárias. Nesse contexto, nos EUA, a T‑Note de 2 anos subiu para 3,56% (+17 bps vs. semana anterior), a T‑Note de 10 anos para 4,14% (+18 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,76% (+13 bps). No Brasil, a NTN‑B 2030 encerrou a semana em 7,72% a.a. (vs. 7,64%), enquanto os DIs fecharam em 13,67% no jan/27 (+39 bps), 13,30% no jan/29 (+65 bps) e 13,72% no jan/31 (+67 bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em forte queda (S&P 500: -1,0%; Nasdaq 100: -1,1%), refletindo a disparada do petróleo após a escalada do conflito entre EUA e Irã. O salto nos preços ocorre após produtores do Oriente Médio reduzirem oferta em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz. Na semana passada, o petróleo Brent disparou mais de 26% e, agora no início da semana, apresenta alta de aproximadamente 12%. Ao longo da semana, investidores acompanham indicadores de inflação, emprego e PIB, além de resultados de empresas como Hewlett Packard Enterprise, Oracle e Kohl’s.

Na Europa, as bolsas recuam (Stoxx 600: -1,6%), acompanhando o salto nos preços do petróleo e o aumento da aversão ao risco. Todos os setores recuam, com exceção de energia. O avanço do petróleo também pressiona os títulos soberanos, refletindo temores inflacionários. Entre os destaques corporativos, Rolls-Royce recua 6,4% e Anglo American perde 6,3%, pressionadas pela perspectiva de desaceleração econômica global diante do choque energético.

Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -1,3%; CSI 300: -1,0%), mas outras bolsas asiáticas registraram perdas mais acentuadas. O Nikkei japonês caiu 5,2% e o Kospi sul-coreano chegou a acionar circuit breaker após recuar mais de 8% durante o pregão, fechando com queda de cerca de 6%. A disparada do petróleo, que passa de US$ 100/barril, intensificou preocupações com custos energéticos e cadeias de suprimento, especialmente para economias importadoras de energia e para o setor de semicondutores na Coreia do Sul.

IFIX

Apesar da volatilidade causada pelo aumento das tensões entre EUA e Irã, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de sexta-feira (06) em alta de 0,27%. O movimento foi sustentado principalmente pelos Fundos de Recebíveis, que avançaram 0,36%, e pelos Fundos de Tijolo, com ganho de 0,15%, impulsionados pelo desempenho dos segmentos de Lajes Corporativas (+0,30%) e Shoppings (+0,20%). Além disso, os FOFs e os Fundos Multiestratégia também contribuíram positivamente, registrando altas de 0,26% e 0,35%, respectivamente. Entre as maiores altas do dia estiveram RBRR11 (+2,8%), KNIP11 (+1,9%) e PCIP11 (+1,8%). No campo negativo, os principais destaques foram VILG11 (-2,9%), URPR11 (-1,6%) e KORE11 (-1,5%).

Economia

O preço do petróleo Brent superou US$ 100 com o temor de que o conflito envolvendo o Irã interrompa o fluxo pelo Estreito de Ormuz, levando a desvio de rotas e redução de produção. Um choque prolongado no petróleo eleva a inflação global e dificulta a atuação dos bancos centrais ao redor do mundo.

Na China, a inflação ao consumidor acelerou além do esperado, em resposta ao impulso temporário do Ano Novo Lunar. No entanto, o quadro estrutural permanece frágil, mantendo aberta a necessidade de novos estímulos. Na agenda internacional desta semana, o mercado estará atento ao desenrolar do conflito militar no Oriente Médio. Com relação aos indicadores, os principais destaques serão os indicadores de inflação nos Estados Unidos. Além disso, será divulgada a segunda leitura do PIB do quarto trimestre. No Brasil, o IPCA de fevereiro será divulgado pelo IBGE. Também conheceremos as vendas no varejo (restrito e ampliado) e as receitas de serviços de janeiro.

Veja todos os detalhes

Economia

Preço do petróleo sobe acima de US$ 100 por barril

  • O preço do barril do petróleo Brent superou US$ 100 diante de novos temores de que o conflito envolvendo o Irã comprometa a oferta que passa pelo Estreito de Ormuz. O contrato futuro atingiu US$ 120 na noite de ontem, após a reabertura dos mercados. Desde os bombardeios iniciais, cresceu o risco de interrupção do tráfego de petroleiros em uma rota que responde por cerca de um quinto do comércio global de petróleo. As preocupações com a segurança das tripulações e com a obtenção de seguros levaram ao acúmulo de embarcações dos dois lados do estreito. Empresas de transporte desviaram rotas, enquanto produtores começaram a reduzir a produção por limitações de armazenamento;
  • A diretora‑gerente do FMI, Kristalina Georgieva, alertou que um aumento prolongado de 10% no preço do petróleo pode adicionar 0,4 p.p. à inflação global ao consumidor. O risco de novas pressões inflacionárias cria um desafio adicional para o Fed (banco central dos Estados Unidos), que já enfrenta sinais de fragilidade no mercado de trabalho, e para os bancos centrais ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, investidores passaram a considerar um período mais prolongado de estabilidade das taxas de juros. No Brasil, segundo nossas estimativas, uma alta de US$ 10 por barril adiciona perto de 0,4 p.p. à inflação;
  • Na China, a inflação ao consumidor acelerou além do esperado em fevereiro. O índice cresceu 1,3% ante o mesmo mês de 2025 e atingiu o maior nível desde fevereiro de 2023. O resultado superou a projeção do mercado (0,9%) e ficou acima da alta de 0,2% registrada no mês anterior. O aumento refletiu o forte impulso de gastos durante o feriado do Ano Novo Lunar. O governo ampliou a celebração para nove dias, o que elevou viagens domésticas, refeições fora de casa e consumo de itens discricionários. Em contraste, os preços ao produtor continuaram em queda, embora de forma mais moderada do que o previsto. O impulso observado em fevereiro tende a ser temporário. A economia ainda enfrenta demanda fraca e efeitos persistentes da crise imobiliária. O quadro estrutural continua frágil e mantém aberta a possibilidade de novos estímulos monetários por parte de Pequim;
  • Na agenda internacional desta semana, o mercado estará atento ao desenrolar do conflito militar no Oriente Médio. Com relação aos indicadores, os principais destaques serão os indicadores de inflação nos Estados Unidos, notadamente o CPI de fevereiro (4ª-feira) e o deflator do consumo pessoal (Core PCE) de janeiro na 6ª-feira, o indicador mais relevante para o Fed (banco central). Além disso, será divulgada a segunda leitura do PIB do quarto trimestre (6ª-feira);              
  • No Brasil, o IPCA de fevereiro será divulgado pelo IBGE (5ª-feira). Esperamos que a leitura confirme a composição desafiadora do IPCA-15, que trouxe números acima do esperado para os preços de serviços. Além disso, conheceremos as vendas no varejo (restrito e ampliado) na 4ª-feira e as receitas de serviços de janeiro na 6ª-feira.

Empresas

Tenda (TEND3): Expansão sólida da receita e das margens brutas

  • A Tenda apresentou resultados positivos no 4T25, em grande parte em linha com nossas expectativas. A receita líquida aumentou 39% A/A, impulsionada pelos segmentos da Tenda e da Alea e por uma redução no PDD. A margem bruta ajustada veio forte em 31,7% (+0,9 p.p. A/A), mas impactada negativamente pelas margens negativas da Alea (-29,4%), afetadas pelo reconhecimento de custos mais elevados;
  • O lucro líquido consolidado (ex-swaps) atingiu R$ 116 milhões (+259% A/A), beneficiando-se da expansão da receita e das margens brutas. Além disso, o FCF ajustado ficou em R$ 25 milhões (queda em relação aos +R$ 75 milhões do 3T25), explicado principalmente pelo maior pagamento de dividendos no trimestre, atingindo agora uma relação caixa líquido/lucro líquido LTM de 37%;
  • No geral, apesar do cenário ainda desafiador na Alea no trimestre, acreditamos que os resultados continuam a sustentar nosso otimismo com a empresa. Mantemos nossa recomendação de compra para o nome;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Trisul (TRIS3): Resultados fracos prejudicados pelas margens brutas pressionadas

  • A Trisul apresentou resultados abaixo do esperado no 4T25. A receita atingiu R$ 440 milhões (+5,1% A/A), ligeiramente acima da nossa estimativa de R$ 428 milhões (+2,9% vs XPe), impulsionada por um PoC mais forte;
  • A margem bruta contraiu para 27,3% (-3,2 p.p. A/A), pressionada por custos mais altos, que aumentaram 10% A/A. O lucro líquido totalizou R$ 63 milhões (-13,1% A/A), abaixo de nossa estimativa de R$ 71 milhões (-12% vs XPe), pressionado pela menor rentabilidade bruta, maiores despesas gerais e administrativas e um aumento no lucro de minoritários;
  • Os resultados gerais ficaram abaixo de nossas expectativas devido às despesas mais altas e não alteram nossa visão neutra sobre o nome por enquanto;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Após o início do conflito entre o Irã e os EUA no último sábado (28 de fevereiro), escrevemos que uma caixa de Pandora havia sido aberta e que “o impacto no mercado de petróleo poderia ser grave e potencialmente elevar os preços do Brent acima de US$ 100/bbl”;
    • Embora o aumento dos preços do petróleo seja um argumento convincente para as empresas mais alavancadas (BRAV, RECV), seus hedges de petróleo limitam o potencial de alta. Incluindo os hedges, as sensibilidades para cada +USD 10/bbl são +4 pp para a Brava, +3 pp para a RECV, +5 pp para a PRIO e PBR. Isso significa que, se o aumento dos preços do petróleo durar menos de um ano, a PRIO será a mais beneficiada;
    • Continuamos a preferir a PRIO e a Petrobras – acreditamos que essas duas empresas continuam a oferecer o melhor equilíbrio entre risco e retorno. Também vemos as distribuidoras bem posicionadas para se beneficiarem, e a Vibra continua sendo nossa preferência no setor de distribuição de combustíveis;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • INSS retém R$ 118 milhões do PicPay por cobrança indevida em adiantamento a aposentados (Valor Econômico);
  • Chevron negocia a compra de 30% da Ipiranga (Brazil Journal);
  • Braskem ganha fôlego com aval do Cade à IG4 (Valor Econômico);
  • S&P rebaixa ratings da Rumo S/A de ‘brAAA’ para ‘brAA+’; perspectiva negativa (S&P Global).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FIIs na Semana | IFIX recua em meio à escalada das tensões geopolíticas (Research XP);
    • IFIX sobe 0,27% e encerra semana com ganho de 0,72% (FIIs);
    • Participação de investidoras em renda variável cresce 83% em cinco anos, diz B3 (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • Posições vendidas em ETFs dos EUA registram maior alta semanal desde o Dia da Libertação: As posições vendidas em ETFs negociados nos EUA dispararam 8,3% na última semana — a maior alta desde o Dia da Libertação — indicando forte aumento na busca por hedge, com vendas concentradas em ETFs de títulos corporativos, energia, small caps e large caps, enquanto o mercado acionário americano completou sua terceira semana seguida de vendas líquidas, impulsionado por shorts e redução de posições macro. (Investing.com);
    • Dona da Bolsa de NY investe US$ 200 milhões na corretora cripto OKX: A Intercontinental Exchange (ICE), controladora da Bolsa de Nova York, investiu US$ 200 milhões na corretora de criptomoedas OKX, em um acordo que avalia a exchange em US$ 25 bilhões e garante à ICE um assento no conselho, fortalecendo a integração entre mercados tradicionais e o setor cripto e abrindo caminho para futuros produtos regulados baseados em preços da OKX. (Valor Econômico);
    • Surging SpaceX Stake Raises Doubts Over Private Assets in ETFs: A small initial bet on SpaceX has ballooned into over 37% of the ERShares XOVR ETF, at times exceeding 40%, exposing how daily‑liquidity ETFs can become dominated by illiquid private holdings as redemptions force sales of public assets instead — intensifying regulatory concerns about liquidity mismatches, valuation challenges, and the risks of parking large private‑market positions inside hyper‑liquid ETF structures. (Bloomberg);
    • Bitcoin e Solana lideram destaques do mercado cripto para março em meio à volatilidade global: Em um ambiente de forte volatilidade e aversão ao risco causada pelo conflito no Oriente Médio e por fatores macroeconômicos globais, Bitcoin e Solana voltaram ao topo das recomendações de analistas para março, refletindo a retomada das “blue chips” cripto e a visão de que o pessimismo extremo após as quedas recentes pode sinalizar proximidade de um fundo e possível recuperação ao longo do mês. (Valor Investe).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

CNA pede elevação da mistura de biodiesel no diesel para 17% diante da alta do petróleo | Café com ESG, 09/03

  • O mercado fechou a semana passada em território negativo, com o IBOV recuando 4,99% e o ISE 5,53%. No pregão de sexta-feira, o Ibovespa e o ISE registraram quedas de 0,61% e 0,73%, respectivamente;
  • No Brasil, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério de Minas e Energia (MME), o aumento urgente da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel no país, dos atuais 15% para 17% (B17), diante da escalada recente dos conflitos no Oriente Médio e seus impactos sobre o mercado de petróleo;
  • No internacional, (i) a União Europeia está analisando reduzir impostos sobre energia, taxas de rede e custos de carbono como possíveis áreas para medidas de curto prazo que possam aliviar a pressão sobre indústrias afetadas pelos altos preços da energia, segundo a Reuters – o documento mostrou que o bloco está explorando medidas de curto prazo para ajudar setores mais afetados, sem minar leis climáticas de longo prazo destinadas a migrar a Europa para um sistema energético mais barato e de baixo carbono; e (ii) ainda sobre os impactos do conflito no Oriente Médio no setor de energia, a Indonésia pode retomar um plano para lançar um biodiesel obrigatório de grau B50 à base de óleo de palma em meados deste ano devido à alta dos preços do petróleo bruto, segundo o vice-ministro de energia Yuliot Tanjung;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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