IBOVESPA +1,96% | 165.145 Pontos
CÂMBIO +0,06% | 5,37/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quarta-feira com alta significativa, aos 165.145 pontos, impulsionado principalmente pelos setores de commodities, com destaque para Óleo & Gás e Mineração e Siderurgia. Entre os principais pesos do índice, Petrobras (PETR3, +3,6%; PETR4, +2,7%) e Vale (VALE3, +4,7%) lideraram a contribuição para o desempenho do dia.
Além do desempenho positivo do setor de Mineração & Siderurgia, Eneva (ENEV3, +4,1%) foi um dos principais destaques, se beneficiando de uma elevação de recomendação por um banco de investimentos. Na ponta negativa, MRV (MRVE3, -5,1%) recuou após a divulgação de sua prévia operacional do 4T25, que trouxe indicadores operacionais levemente positivos, mas com geração de caixa abaixo das estimativas de nossos analistas (veja aqui o comentário completo).
Nesta quinta-feira, a agenda doméstica inclui a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio referente a novembro no Brasil. No cenário internacional, a temporada de resultados do 4º trimestre segue em foco, com a divulgação dos balanços de BlackRock, Goldman Sachs e TSMC.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram esta quarta-feira em alta, em movimento contrário à curva das Treasuries. O ajuste foi atribuído ao ruído gerado pela notícia de suspensão de vistos pelos EUA para 75 países, incluindo o Brasil, que elevou prêmios de risco em sessão de menor liquidez. A expectativa pelo leilão de prefixados do Tesouro de hoje (15) também contribuiu para manter pressão na ponta longa. DI jan/27 em 13,740% (+4,7bps); DI jan/28 em 13,035% (+7,0bps); DI jan/29 em 13,035% (+7,0bps); DI jan/31 em 13,340% (+5,0bps). Nos EUA, as Treasuries recuaram ao longo da curva, refletindo busca por ativos seguros diante do aumento da aversão a risco global. T-note 2y em 3,518% (-1,2bps); T-note 10y em 4,143% (-4,0bps); T-bond 30y em 4,793% (-3,0bps).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,7%). O movimento ocorre após uma sessão negativa na quarta-feira, quando o S&P 500 recuou 0,5% e o Nasdaq caiu 1%, pressionados sobretudo por ações de tecnologia e bancos, após resultados fracos de instituições financeiras e queda relevante de big techs, em meio a restrições impostas pela China a chips da Nvidia. No campo político, o mercado reage à assinatura, por Donald Trump, de uma tarifa de 25% sobre determinados semicondutores, além de acompanhar novos desdobramentos geopolíticos envolvendo Irã, Groenlândia e as críticas recorrentes do presidente à condução da política monetária pelo Federal Reserve.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,3%), puxadas principalmente pelo setor de semicondutores, após a TSMC divulgar um lucro recorde no quarto trimestre, impulsionado pela forte demanda por chips ligados à inteligência artificial. As ações da ASML chegaram a subir até 7%, enquanto outras empresas do setor também avançam de forma expressiva. O mercado europeu segue atento às tensões geopolíticas, após um encontro entre autoridades dos Estados Unidos, da Dinamarca e da Groenlândia terminar sem consenso sobre o futuro do território.
Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: +0,2%; HSI: -0,3%), pressionados por ações de tecnologia e pelo tom regulatório mais duro, com a abertura de uma investigação contra a Trip.com por suposto comportamento monopolista. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 1,6% e renovou máximas históricas após o banco central manter a taxa de juros em 2,5%. No Japão, o Nikkei recuou levemente após atingir recordes nos últimos pregões, enquanto o Topix avançou.
IFIX
O IFIX encerrou o pregão de quarta-feira com leve alta de 0,05%, renovando sua máxima histórica ao fechar em 3.797,88 pontos e acumulando valorização de 0,60% no ano. O movimento foi influenciado pelo cenário político, que esteve no radar dos investidores no início do pregão. No desempenho setorial, os fundos de tijolo avançaram 0,03%, enquanto os fundos de papel registraram alta de 0,12%. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se BPML11 (+2,4%), DEVA11 (+1,9%) e VRTM11 (+1,2%). Já entre as principais quedas, figuraram SNFF11 (-1,9%), URPR11 (-1,8%) e JSCR11 (-1,4%).
Economia
Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em novembro, após ligeira alta de 0,1% em outubro. A medida de núcleo da inflação ao produtor – exclui os itens de alimentos e energia – desacelerou de 0,4% para 0,2%. Enquanto isso, o consumo permanece em trajetória de crescimento sólido. As vendas varejistas cresceram acima do esperado em novembro, puxadas pelos segmentos de veículos e materiais de construção. Nosso cenário prevê que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) cortará sua taxa básica de juros apenas uma vez em 2026, para o intervalo entre 3,25% e 3,50%.
No Brasil, destaque para a publicação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a novembro. Estimamos crescimento de 0,5% para as vendas reais do varejo ampliado em comparação com outubro. O varejo restrito – que exclui os segmentos de veículos, materiais de construção e atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo – deve mostrar expansão mensal de 0,8%. A dinâmica recente do comércio varejista corrobora nosso cenário de resiliência da atividade doméstica.
Veja todos os detalhes
Economia
Atividade econômica dos Estados Unidos continua sólida; no Brasil, destaque para os dados de vendas no varejo em novembro
- Nos Estados Unidos, as vendas varejistas cresceram 0,6% em novembro comparado a outubro, acima da expectativa de mercado (0,4%). Os segmentos de veículos e materiais de construção foram os destaques ao avançarem 1,0% e 1,3%, respectivamente. Por sua vez, a medida de núcleo do varejo – exclui veículos, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação – subiu 0,4% na comparação mensal, após elevação de 0,6% na leitura anterior. Esse indicador corresponde ao componente de consumo das famílias do PIB americano. Em linhas gerais, o consumo permanece em trajetória de crescimento sólido. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em novembro, após ligeira alta de 0,1% em outubro. O índice mostrou inflação de 3,0% no acumulado em 12 meses, um pouco acima dos 2,8% registrados na leitura anterior. O salto de 4,6% nos preços de energia respondeu por grande parte do aumento no grupo de bens em novembro. Já o núcleo da inflação ao produtor – exclui os itens de alimentos e energia – desacelerou de 0,4% para 0,2%. As empresas vêm absorvendo parte da alta nos custos de importação – com a elevação de tarifas –, evitando assim uma maior pressão inflacionária. Tudo considerado, acreditamos que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) reduzirá sua taxa básica de juros apenas uma vez em 2026 (em 0,25 p.p., para o intervalo entre 3,25% e 3,50%);
- Ainda na economia americana, o Fed publicou ontem seu “Livro Bege”. Este documento caracteriza as condições e perspectivas econômicas regionais com base em uma variedade de informações, em sua maioria qualitativas, coletadas diretamente de fontes de cada um dos 12 Distritos do banco central. Os relatórios são publicados oito vezes por ano. Em relação à atividade econômica, muitas regiões destacaram o fortalecimento do consumo entre as famílias de alta renda, com elevação nos gastos com bens de luxo, viagens e turismo. Por outro lado, os consumidores de baixa e média renda se mostraram cada vez mais sensíveis aos preços e relutantes em gastar com bens e serviços não essenciais. No geral, os respondentes trouxeram perspectivas cautelosamente otimistas para a atividade, com a maioria das empresas prevendo crescimento modesto/moderado nos próximos meses. Sobre o mercado de trabalho, o impacto atual da IA (Inteligência Artificial) sobre o emprego foi considerado limitado, com efeitos mais significativos previstos para os próximos anos. Os salários cresceram a um ritmo moderado, com vários contatos relatando que os ganhos haviam retornado aos níveis “normais”. Além disso, a pressão sobre custos decorrente do aumento das tarifas foi um tema comum entre os Distritos. Diversas empresas que inicialmente absorveram os custos começaram a repassá-los aos clientes após o fim dos estoques ou necessidade de preservação das margens de rentabilidade. Olhando adiante, a maioria dos contatos espera alguma moderação na inflação;
- Os preços do petróleo reverteram ganhos na sessão de ontem, caindo mais de 1% (para cerca de US$ 64 por barril do tipo Brent) após o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reduzir o tom em relação às manifestações no Irã. Ao assinar ordens executivas, Trump disse ter sido informado que execuções pelo regime de Teerã contra manifestaram “acabaram”. Antes dos comentários, as cotações do petróleo apresentavam alta expressiva pela quinta sessão consecutiva;
- No Brasil, destaque para a publicação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a novembro. Estimamos crescimento de 0,5% para as vendas reais do varejo ampliado em comparação com outubro. O varejo restrito – que exclui os segmentos de veículos, materiais de construção e atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo – deve mostrar expansão mensal de 0,8%. A dinâmica recente do comércio varejista corrobora nosso cenário de resiliência da atividade doméstica, apesar da desaceleração observada ao longo do segundo semestre de 2025.
Empresas
Moura Dubeux (MDNE3) | Terminando o ano em bom tom
- Nesta terça-feira (13), a Moura Dubeux divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
- Os lançamentos líquidos (%MD) atingiram R$ 998 milhões (+115% em relação ao ano anterior), +66% acima da nossa expectativa. As vendas líquidas (%Co) também foram um destaque, totalizando R$ 698 milhões (- 35% no trimestre, +34% no ano), superando nossas estimativas em 5%, apoiadas por fortes adesões de condomínios de R$ 408 milhões (+116% no ano). No lado negativo, a VSO trimestral caiu para 16,8% (-8,9 p.p. em relação ao trimestre anterior, -2,7 p.p. em relação ao XPe), explicado pelo sólido crescimento dos lançamentos de +80,7% em 2025;
- A empresa também anunciou que está estudando uma possível oferta pública secundária para levantar até R$ 250 milhões em uma oferta básica e R$ 250 milhões adicionais em uma emissão subsequente. Os acionistas controladores da empresa se comprometeram a participar com R$ 90 milhões na oferta básica, seguindo sua participação atual. O fato relevante não mencionou o uso dos recursos, mas acreditamos que a empresa possa usá-los para aumentar o crescimento e ter mais flexibilidade financeira na gestão da empresa;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Camil (CAML3) | Revisão de resultados do 3T25 (Nov/25): Melhor, positivo, mas não um catalista
- A Camil reportou resultados melhores a/a sobre uma base de comparação fraca, ficando acima das nossas estimativas. A receita líquida somou BRL 2.9bn (–5% a/a, refletindo preços de arroz mais fracos), mas superou nossas projeções em 6%, impulsionada tanto pelo Brasil (preços acima do esperado) quanto pelo Internacional (volumes acima do esperado). A rentabilidade também apresentou melhora a/a, levando o EBITDA ajustado a BRL 239mn (+40% a/a e +4% vs. XPe).
- A queima de caixa ficou quase BRL 200mn abaixo da XPe (melhores prazos com fornecedores), levando o DFL/EBITDA a 4.2x (vs. XPe de 4.3x), provavelmente marcando o pico anual de alavancagem em função da sazonalidade do capital de giro da Companhia — nossa estimativa para fev/26 aponta DFL/EBITDA de 2.8x.
- Apesar do beat em resultados e geração de caixa livre, não esperamos que o resultado do 3T represente um catalisador para o papel, uma vez que os preços do arroz e a queda das taxas de juros — pilares da tese de investimento — ainda permanecem relativamente nebulosos.
- Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/camil-caml3-revisao-de-resultados-do-3t25-nov-25-melhor-positivo-mas-nao-um-catalista/
Mineração & Siderurgia | Papel & Celulose: Preços mais altos de minério e ouro colocam Vale e Aura em destaque
- Esperamos resultados mistos no 4T25 para as empresas de Metais & Mineração e Papel & Celulose (com Vale e Aura como destaques).
- Para (i) Vale, antecipamos resultados melhores, sustentados por preços mais altos do minério de ferro 62% Fe, aumento de volumes ano a ano e custos controlados, levando a mais um trimestre sólido.
- Para (ii) Suzano, esperamos resultados mais fracos devido aos menores volumes (impactados por várias paradas de manutenção ao longo do trimestre) e pela apreciação do BRL, embora a alta dos preços da celulose durante o trimestre e o controle de custos indiquem melhores resultados a partir do 1T26E.
- Para (iii) Gerdau, a sazonalidade pode pressionar os resultados, com a BD Brasil apresentando margens sequencialmente menores devido a um mix de vendas pior e custos mais altos, embora as margens da BD América do Norte devam permanecer fortes.
- Para (iv) Usiminas, esperamos mais um trimestre desafiador no negócio de aço no Brasil, parcialmente compensado pela melhoria dos custos. Por fim, (v) Aura deve se beneficiar dos preços mais altos do ouro e do aumento de volumes, conforme divulgado recentemente..
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Embraer (EMBJ3): ‘Make in India’ pode se tornar realidade
- Notícias recentes surgiram sobre uma possível parceria entre a Embraer e o Grupo Adani para lançar a primeira linha de montagem final de aeronaves comerciais da Índia, aproveitando o potencial de crescimento rápido do mercado de aviação do país e os programas governamentais.
- Embora os detalhes financeiros ainda não tenham sido divulgados (esperado para o show Wings India 2026, que acontecerá de 28 a 31 de janeiro), se os termos se mostrarem financeiramente sólidos, acreditamos que isso pode representar a concretização de uma das várias opcionalidades embutidas em sua tese de investimento (que vemos como justificativa do re-rate recente de múltiplos da Embraer)..
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
B3 (B3SA3): Resultado ligeiramente acima do esperado, perspectiva neutra
- A B3 divulgou seus números operacionais referentes a dezembro e ao 4T25. Consideramos os dados como positivos, tendo Derivativos OTC como o único ponto negativo.
- No trimestre, o ADTV de Ações atingiu R$26,2 bn (+5% A/A; +6% vs. XPe), um resultado acima do esperado, explicado principalmente pelo forte desempenho de BDRs e ETFs.
- Enquanto isso, o ADV de Derivativos, excluindo Futuros de Criptoativos, alcançou R$6,3 mn no período (+7% A/A; +4% vs. XPe), impulsionado por Taxas de Juros em BRL e Derivativos de Índices de Ações.
- No segmento de Renda Fixa, destacamos que o momento positivo permanece, com uma aceleração que levou a R$7.469 bn em novas emissões no 4T (+16% A/A), impulsionadas principalmente por Instrumentos de Captação Bancária.
- Derivativos OTC, por outro lado, apresentou números negativos no trimestre, atingindo R$4.230 bn (-5% A/A; -7% vs. XPe).
- Como resultado, ao incorporar os números divulgados em nosso modelo, esperamos que as Receitas Totais do 4T fiquem ~2% acima da nossa estimativa, o que pode resultar em um lucro líquido ~3% acima do esperado.
- Apesar dos dados do 4T virem ligeiramente acima das nossas estimativas, mantemos uma postura conservadora em relação à B3. Isso reflete (i) otimismo em torno da recuperação de volumes já parcialmente precificado, (ii) aumento da concorrência para potenciais novas fontes de receita e (iii) um valuation ainda elevado. Assim, reiteramos nossa visão Neutra, com preço-alvo de R$16,0/ação.
- Clique aqui para acessar o relatório completo
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Donald Trump’s ‘unpredictable’ policies to fuel multiyear shift from US, Pimco says (Financial Times);
- Emissão de dívida corporativa na B3 soma R$ 647,5 bilhões em 2025, um recorde (Estadão);
- Agibank entra com pedido de IPO na NYSE e busca captar US$ 1 bi, dizem fontes (Bloomberg Línea);
- Nelson Tanure desfaz posição na Prio para pagar seus credores, segundo fontes (Bloomberg Línea);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Fluxos estrangeiros encerram 2025 positivos – Fluxo em foco
- Os investidores estrangeiros encerraram 2025 como compradores líquidos de ações brasileiras, com entradas líquidas de R$ 26,9 bilhões no mercado à vista e saídas líquidas de R$ 7,9 bilhões em futuros, à medida que fatores globais favoráveis para mercados emergentes, como um dólar mais fraco, impulsionaram um trade de rotação global que beneficiou os ativos brasileiros. Ainda assim, essas entradas foram relativamente modestas quando comparadas a anos anteriores, como 2023 (+R$ 58,4 bi), 2022 (+R$ 117,9 bi) e 2021 (+R$ 68,7 bi);
- Enquanto isso, os investidores institucionais foram os maiores vendedores líquidos de ações pelo quinto ano consecutivo, registrando saídas líquidas totais de R$ 42,8 bilhões em meio a resgates persistentes da indústria de fundos de ações;
- Em contraste, os investidores pessoa física também encerraram o ano de forma positiva, com entradas líquidas totais de R$ 9,4 bilhões;
- Por fim, a indústria de fundos teve um ano positivo no agregado, com entradas líquidas de R$ 88,4 bilhões, quase totalmente impulsionadas pelos fundos de renda fixa (+R$ 84,3 bi). Já os fundos de ações e multimercado enfrentaram mais um ano desafiador, com saídas líquidas de R$ 54,5 bilhões e R$ 58,9 bilhões, respectivamente;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Consolidação dos fundos imobiliários é tema do Liga de FIIs desta semana (InfoMoney);
- FIIs de logística: veja retorno de quem investiu R$ 100 mil nos gigantes do setor (InfoMoney);
- Fundos Imobiliários movimentaram R$ 3 bi em 2025, apesar de juros altos (SBT News);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Indigo firma contrato de créditos de carbono no solo agrícola com a Microsoft | Café com ESG, 15/01
- O mercado fechou o pregão de quarta-feira em alta, com IBOV e o ISE subindo 1,96% e 1,24%, respectivamente;
- No Brasil, o governo do Espírito Santo assinou um memorando de entendimentos com a direção da GWM, empresa automotiva chinesa, para instalação de uma fábrica no Estado, provavelmente na cidade de Aracruz – o compromisso foi firmado ontem pelo vice-governador, Ricardo Ferraço (PSDB), em visita ao país, e o anúncio feito pelo governador Renato Casagrande (PSB);
- No internacional, (i) a Indigo Aga, empresa norte-americana de tecnologia para o agronegócio, anunciou um contrato de 12 anos firmado nos EUA para vender 2,85 milhões de toneladas de créditos de remoção de carbono à Microsoft – a operação foi vinculada ao programa Carbon by Indigo, que foi desenvolvido nos EUA; e (ii) a BP reconheceu pela primeira vez que seus negócios de energia verde em dificuldades valem muito menos do que se pensava anteriormente, elevando seus descontos acumulados nos últimos dois anos para cerca de US$ 20 bilhões – a empresa disse, em abril, que sua crença em uma transição rápida para a energia limpa havia sido ‘equivocada’ e que agora voltaria a focar no petróleo e no gás;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

