XP Expert

XP Morning Call 28/01/2019: Vale em foco – ADR indica queda de mais 15%

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
Clique para ouvir

Tópicos do dia

Brasil

  1.  Política Brasil: Eleição no Congresso e Previdência em foco
  2. Bancos Públicos: Novas diretorias avaliam iniciativas

Internacional

  1. Trump disposto a fechar o governo novamente dependendo de acordo sobre muro na fronteira
  2. Preocupações sobre o Brexit surgem à medida que a data da votação se aproxima

Empresas

  1. Vale (VALE3): Rompimento da Barragem 1 da mina Feijão
  2. Petrobras (PETR4): Principais destaques da reunião com CEO Roberto Castello Branco
  3. Ultrapar (UGPA3): Margens dão sinais de melhora, mas competição será o foco; Preço-alvo elevado para R$ 60

COE News

  1. Vivendi planeja vender metade de sua posição na Universal Music Group

Resumo

Vale em foco – ADR indica queda de mais 15%

As atenções estão voltadas para a Vale, após o trágico rompimento da Barragem 1 da mina Feijão em Brumadinho, MG, que até o momento deixa 58 mortos, com 305 ainda desaparecidos. As ações em NY caíram 8% na sexta, e no pre-market hoje operam com queda de mais 15%.

Ao longo da noite, a Vale anunciou que o seu conselho deliberou pela suspensão da política de dividendos, medida mais do que esperada na atual situação, com foco em preservar caixa para poder atender as demandas da calamidade (tanto de assistência no momento, como decorrentes de processos judiciais).

Até o momento, a Vale teve R$ 11 bilhões bloqueados pela justiça de Minas e recebeu multas no total de R$ 350 milhões. O Estado de Minas solicitou a indisponibilidade de todas as ações de propriedade da Vale negociadas na bolsa, com limite para o bloqueio de R$ 20 bilhões. O pedido será julgado na segunda-feira. O Ministério Público do Trabalho também solicitou o bloqueio de R$ 1,6bi.

No curto prazo, sugerimos cautela aos investidores, à medida que uma série de incertezas em relação ao impacto permanecem, com baixa visibilidade em relação a: (1) tamanho dos processos e bloqueios judiciais; (2) impacto nas operações no curto prazo, com potenciais paradas para revisão generalizada e (3) impacto na produção de médio prazo. Mais detalhes neste link.

Em paralelo a isso, Bolsonaro passa por cirurgia programada e Mourão assume presidência por 48h. A previsão é que o presidente fique em São Paulo por cerca de 10 dias, onde terá um escritório à disposição.

É semana de eleição no Congresso. Na Câmara, Rodrigo Maia busca vitória em primeiro turno. No senado, reunião do MDB marcada para amanhã deverá escolher Renan Calheiros ou Simone Tebet. Os diversos candidatos de oposição também se encontrarão em busca de convergência.

Nos EUA, Trump concordou na sexta-feira em reabrir o governo após a paralisação parcial que começou em 22 de dezembro, mas somente até o dia 15 de fevereiro, para permitir negociações bipartidárias sobre um plano de segurança na fronteira com o México.

Por último, participamos de reunião com o CEO da Petrobras na sexta, em que foi transmitida mensagem positiva quanto à execução do programa de dividendos, maior eficiência de custos, redução de endividamento da companhia e renegociações da Cessão Onerosa. Mantemos recomendação de compra.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Eleição no Congresso e Previdência em foco 

  • Bolsonaro passa por cirurgia programada e Mourão assume presidência por 48h. A previsão é que o presidente fique em São Paulo por cerca de 10 dias, onde terá um escritório à disposição; 
  • Semana de eleição no Congresso. Na Câmara, Rodrigo Maia busca vitória em primeiro turno. No senado, reunião do MDB escolherá Renan Calheiros ou Simone Tebet. Os diversos candidatos de oposição também se encontrarão em busca de convergência; 
  • Equipe econômica quer incluir militares e servidores estaduais na reforma da previdência. O detalhamento da proposta pode conter transição de 15 anos (ante 20 de Temer) e idade mínima igual para homens e mulheres, que ganhariam bônus de acordo com número de filhos.

Bancos Públicos: Novas diretorias avaliam iniciativas

  • No primeiro mês de seus respectivos novos presidentes, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal foram objeto de intensa discussão sobre mudanças a serem implementadas em suas estratégias e modelos de gestão;
  • O colunista Lauro Jardim, do site O Globo, apurou evoluções em pautas-chave de ambos os bancos ao longo do final de semana. No caso da Caixa, Pedro Guimarães deverá negociar a venda de 20% da carteira de crédito imobiliário de R$ 440 bilhões para bancos brasileiros e estrangeiros. Além disso, Guimarães reforçou em sua posse que o banco deve seguir originando créditos imobiliários e os securitizar para manter o balanço equilibrado;
  • Sobre Banco do Brasil, a coluna cita que os diretores seguem debatendo o futuro da BB DTVM. A maior gestora de recursos do país poderia fazer um IPO e posteriormente se associar a um player estratégico ou inverter a ordem e abrir o capital após a confirmação da parceria. Em termos de retorno para o banco, vemos a venda da gestora como negativa, uma vez que a subsidiária contribui para o ROE por gerar altas receitas sem a utilização de capital próprio.

Internacional

Trump disposto a fechar o governo novamente dependendo de acordo sobre muro na fronteira

  • Segundo a Bloomberg, Trump concordou na sexta-feira em reabrir o governo após a paralisação parcial que começou em 22 de dezembro, quando ele e os democratas do Congresso chegaram a um impasse quanto à exigência do presidente de construir um muro na fronteira mexicana. Trump aceitou um acordo para continuar financiando os departamentos fechados – sem dinheiro para um muro – até o dia 15 de fevereiro para permitir negociações bipartidárias sobre um plano de segurança nas fronteiras;
  • A primeira reunião formal do comitê de Apropriações de Segurança Interna será na quarta-feira, de acordo com um assessor democrata. O comitê foi criado na sexta-feira após o acordo ter sido fechado para encerrar a parada parcial de 35 dias do governo;
  • Apesar de Trump não querer fechar o governo ou declarar emergência para garantir o financiamento que deseja para o muro da fronteira, ele está preparado para fazê-lo se ele e os líderes do Congresso não conseguirem um acordo, disse Mick Mulvaney, Chefe de Gabinete da Casa Branca no domingo.

Preocupações sobre o Brexit surgem à medida que a data da votação se aproxima

  • De acordo com a Bloomberg, a primeira-ministra Theresa May corre o risco de perder o controle do Brexit em uma série de votações no Parlamento nesta semana (29 de janeiro) que poderia forçá-la a suspender todo o divórcio ou voltar a Bruxelas para negociar o impossível;
  • Há duas questões importantes que a Câmara dos Deputados está preparando para resolver na terça-feira: (1) May está lutando contra um plano radical de membros pró-UE que tenta adiar a data de saída para impedir que o Reino Unido saia do bloco sem acordo, (2) Euro-céticos do Partido Conservador da Primeira ministra estão exigindo que ela volte à mesa de negociação para buscar uma improvável reescrita da parte mais contenciosa de o acordo;
  • As chances de aprovação de qualquer emenda dependerão de como May e o líder trabalhista, Jeremy Corbyn, ordenarão que seus legisladores votem. No entanto, as preocupações são de que sair sem um acordo causará grandes problemas, como dificuldades econômicas e violência na Irlanda do Norte.

Empresas

Vale (VALE3): Rompimento da Barragem 1 da mina Feijão

  • No início da tarde da última sexta-feira, dia 25, ocorreu o rompimento da Barragem 1 da mina Feijão da Vale, em Brumadinho (MG). Até o momento, 305 pessoas seguem desaparecidas, 58 foram confirmadas mortas. Ao longo da noite, a Vale anunciou que o seu conselho deliberou pela suspensão da política de dividendos, medida mais do que esperada na atual situação, com foco em preservar caixa para poder atender as demandas da calamidade (tanto de assistência no momento, como decorrentes de processos judiciais);
  • As ADRs em NY hoje operam com queda de mais 15% no pre-market. No Brasil, esperamos movimento parecido ao de Nova Iorque, com queda de perto de 15%. Tal queda parece já refletir parte relevante dos riscos, portanto mantemos nossa recomendação inalterada em Compra, com horizonte de médio – longo prazo. No curto prazo, sugerimos cautela aos investidores, à medida que uma série de incertezas em relação ao impacto permanecem, com baixa visibilidade em relação a: (1) tamanho dos processos e bloqueios judiciais; (2) impacto nas operações no curto prazo, com potenciais paradas para revisão generalizada e (3) impacto na produção de médio prazo;
  • No relatório publicado ontem providenciamos uma atualização da situação da Vale e as principais frentes de impacto a serem consideradas na avaliação das ações da companhia após o rompimento da Barragem 1 da mina Feijão da Vale – clique aqui para acessar nota completa. Nossas orações estão com as pessoas da região e suas famílias.

Petrobras (PETR4): Principais destaques da reunião com CEO Roberto Castello Branco

  • Participamos de uma reunião com o CEO da Petrobras, o Sr. Roberto Castello Branco e o CFO, Sr. Rafael Grisolia. Os principais tópicos discutidos dizem respeito ao programa de desinvestimento de ativos, metas de endividamento e renegociações da Cessão Onerosa;
  • No geral, o Sr. Castello Branco reforçou seu compromisso com a execução do programa de venda de ativos, como a BR Distribuidora, uma abordagem mais ambiciosa em relação às refinarias, a Liquigas e o segmento de transporte de óleo e gás;
  • Por fim, o CEO destacou a meta estratégica de reduzir o endividamento e atingir uma meta de 1,0x 1,5x Dívida Líquida / EBITDA. Mais detalhes sobre os tópicos da reunião podem ser encontrados em nosso relatório.

Ultrapar (UGPA3): Margens dão sinais de melhora, mas competição será o foco; Preço-alvo elevado para R$ 60

  • Realizamos uma análise detalhada do que aconteceu no setor de distribuição de combustíveis durante o 4T18, não apenas em termos de volumes, mas também em termos de preços de combustíveis e margens brutas por distribuidora, com base em dados da ANP;
  • Nossa análise aponta que as margens brutas melhoraram durante o trimestre, já que os distribuidores repassaram apenas parcialmente as reduções de preços de combustíveis da Petrobras para os postos. Assim sendo, estimamos que os resultados da Ultrapar reflitam uma melhora de margens na subsidiária Ipiranga, e elevamos nosso preço-alvo para a UGPA para R$ 60/ação;
  • Apesar da melhora em resultados operacionais, destacamos que riscos de concorrência no setor de distribuição de combustíveis ainda existem, haja visto a expansão da participação de mercado de postos bandeira branca observada no final do ano. Na nossa opinião, se os preços de postos bandeira branca continuarem abaixo das grandes bandeiras, enxergamos maiores desafios para a manutenção de margens e da participação de mercado das grandes distribuidoras. Mais detalhes estão presentes no nosso relatório.

Concessionárias: Ações reagem à fala de Doria em Davos

  • As ações da CCR e Ecorodovias tiveram forte alta no pregão da última quinta-feira, impulsionadas pela fala do Governador de São Paulo João Doria em Davos, que tomou a decisão de renovar as concessões rodoviárias estaduais que vencem até o final de seu mandato; 
  • Existem pelo menos quatro concessões que vencem até 2022, das quais duas a CCR é acionista. A ViaOeste, sistema Castello Branco/Raposo, correspondeu por ~14% do EBITDA da companhia nos 9M18, e a Renovias por ~2%; 
  • Vale ressaltar que o Governador pretende optar pela renovação por conta da agilidade, mas deverá estipular contrapartidas para a extensão do contrato, como tarifas reduzidas em determinados horários, monitoramento mais severo, e outras medidas de acordo com os jornais locais. 

COE News

Vivendi planeja vender metade de sua posição na Universal Music Group

  • Com forte apetite por novas oportunidades de investimento na indústria da música, a Vivendi planeja vender metade de sua posição na maior empresa de música do mundo, monetizando parte dos investimentos feitos no segmento de streaming;
  • Segundo o consenso de mercado, a Universal Music Group poderá ser vendida sob um valuation com expressivo prêmio no histórico dos últimos 4 anos. O atual presidente da Vivendi, Arnaud De Puyfontaine’s, informou que o valuation do maior grupo musical é superior ao do Spotify, que está em torno de US$ 24bi;
  • Considerando que a Universal Music Group tem uma participação de 40% do mercado de música norte-americano, os dirigentes da Vivendi pretendem utilizar grande parte dos recursos para reduzir a exposição a mercados já saturados e investir em países com maior potencial de crescimento na indústria de música, como Alemanha e Japão.
Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua aqui.
XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

Telegram
Telegram XP

Acesse os conteúdos

Telegram XP

pelo Telegram da XP Investimentos

Disclaimer:

Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.