IBOVESPA +0,03% | 164.849 Pontos
CÂMBIO -0,16% | 5,36/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a segunda-feira próximo da estabilidade, com leve alta de 0,03%, em um dia de menor liquidez, em função do feriado nos EUA, com os mercados americanos permanecendo fechados.
Entre os destaques positivos, ações cíclicas como IRB (IRBR3, +3,6%) e Cury (CURY3, +2,9%), se beneficiaram do fechamento da curva de juros. Na ponta negativa, CSN (CSNA3, -3,2%) recuou, refletindo a queda dos preços do minério de ferro.
Nesta terça-feira, pela temporada internacional de resultados do 4T25, foco para divulgação dos balanços de 3M, Netflix e US Bancorp.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a segunda-feira em queda, visto como um movimento de ajuste em dia de feriado de Martin Luther King Jr. nos EUA (e, portanto, de liquidez reduzida nos mercados). Em termos de divulgação de dados no Brasil, as expectativas para o IPCA de 2026 apresentaram melhora no boletim Focus, de 4,05% para 4,02%, colaborando para o fechamento da curva. DI jan/27 fechou em 13,76% (-4bps); DI jan/29 em 13,17% (-3bps); DI jan/31 em 13,48% (-2bps).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA apresentam forte queda (S&P 500: -1,8%; Nasdaq 100: -2,1%), após o presidente Donald Trump intensificar a retórica sobre a Groenlândia e ameaçar impor novas tarifas a países que se oponham à aquisição do território. Trump afirmou que importações de oito países europeus enfrentarão tarifas que começam em 10% em fevereiro e sobem para 25% em junho, caso não haja acordo. Além disso, o presidente ameaçou impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses e criticou o Reino Unido, ampliando temores de uma escalada comercial. Os mercados também refletem o aumento da incerteza geopolítica, a expectativa por decisões judiciais sobre a legalidade das tarifas e a divulgação de resultados corporativos ao longo da semana.
Na Europa, as bolsas operam em forte queda (Stoxx 600: -1,4%), pressionadas pelas novas ameaças tarifárias dos Estados Unidos ligadas à Groenlândia. Todos os setores e principais bolsas da região recuam, com destaque negativo para montadoras e empresas de bebidas e luxo. A ameaça de tarifas de 200% sobre vinhos franceses derrubou ações de grupos como LVMH e Remy Cointreau. O mercado acompanha ainda o início do Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump deve discursar na quarta-feira.
Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,3%; HSI: -0,3%), assim como no restante da Ásia, refletindo o aumento das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a Europa. O Nikkei caiu 1,1% e o Topix recuou 0,8%, em meio à incerteza política após o anúncio de eleições antecipadas no Japão e à alta dos rendimentos dos títulos públicos de longo prazo, com o yield do papel de 40 anos atingindo 4% pela primeira vez. Investidores seguem atentos a possíveis retaliações comerciais, ao ambiente regulatório chinês e ao impacto da escalada tarifária.
IFIX
O IFIX encerrou a segunda‑feira em alta de 0,11%, renovando sua máxima histórica ao fechar aos 3.813,38 pontos, em um movimento influenciado pelo fechamento da curva de juros. Com o avanço, o índice acumula valorização de 1,01% no ano. No desempenho setorial, os fundos de tijolo permaneceram praticamente estáveis, enquanto os fundos de papel registraram ganho de 0,28%. Entre as maiores altas do dia, destacaram‑se ICRI11 (+2,7%), VGIP11 (+1,7%) e BROF11 (+1,2%). Já entre as principais quedas figuraram JSCR11 (-2,1%), RBFF11 (-1,2%) e BCRI11 (-1,2%).
Economia
Existe a expectativa de que a Suprema Corte dos Estados Unidos possa realizar o julgamento sobre as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump. Caso a Corte considere que Trump excedeu sua autoridade, pode obrigar o governo americano a devolver dezenas de bilhões de dólares em tributos. O governo norte‑americano, por sua vez, tem defendido a validade das tarifas ao argumentar que elas são parte essencial de sua estratégia econômica e de política externa.
Os juros dos títulos do governo japonês de 10 anos subiram para 2,27%, o maior valor em 27 anos, após notícias de que o governo pretende cortar o imposto de 8% sobre alimentos, medida que agrava a situação fiscal do país. Na China, o banco central decidiu em manter as taxas de 1 e 5 anos inalteradas, em 3,0% e 3,5% respectivamente.
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Economia
Tarifas de Trump podem ser julgadas hoje pela Suprema Corte dos EUA
- Existe a expectativa de que a Suprema Corte dos Estados Unidos possa realizar o julgamento sobre as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump – a Corte não anuncie previamente quais casos serão decididos, o que mantém o mercado e o governo em estado de atenção elevada. O caso foi julgado oralmente em 5 de novembro de 2025, quando os ministros ouviram argumentos que colocam à prova a legalidade das tarifas criadas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência de 1977, usada por Trump para impor sobretaxas generalizadas sob justificativa de emergência nacional. Caso a Corte considere que Trump excedeu sua autoridade, pode obrigar o governo americano a devolver dezenas de bilhões de dólares em tributos. O governo norte‑americano, por sua vez, tem defendido a validade das tarifas ao argumentar que elas são parte essencial de sua estratégia econômica e de política externa, destinadas tanto a pressionar parceiros comerciais quanto a enfrentar crises como o tráfico de fentanyl; por isso, a administração tem insistido em um julgamento rápido e na manutenção das medidas;
- Os juros dos títulos do governo japonês dispararam após notícias de que o governo pretende cortar o imposto de 8% sobre alimentos, medida que agrava a situação fiscal do país às vésperas de uma eleição antecipada convocada pela primeira-ministra Sanae Takaichi. A expectativa de que Takaichi use uma eventual vitória eleitoral para ampliar políticas fiscais expansionistas levou o rendimento do JGB de 10 anos ao maior nível em 27 anos, atingindo 2,275%. A eliminação do imposto reduziria a receita do governo em cerca de 5 trilhões de ienes por ano (US$ 31,71 bilhões), pressionando ainda mais as contas públicas e elevando o risco de uma onda de vendas de títulos;
- A China manteve a taxa de empréstimo de referência de 1 ano em 3,0% e de 5 anos em 3,5%, apesar da desaceleração econômica e da fraqueza persistente na demanda interna. Esta é a oitava manutenção consecutiva das taxas, refletindo a preferência por estabilidade monetária em vez de novos estímulos amplos. O PIB avançou 4,5% no último trimestre de 2025 — o ritmo mais fraco desde 2022 — e o setor imobiliário segue pressionado. Embora as taxas básicas permaneçam estáveis, o banco central recentemente reduziu juros de instrumentos estruturais em 25 p.p. e sinalizou que ainda há espaço para novos cortes no compulsório e nas taxas‑guia ao longo de 2026, caso a atividade volte a perder fôlego;
- A França avançou rumo a um acordo para aprovar o orçamento de 2026 após o governo apresentar uma proposta de última hora com concessões destinadas a atrair apoio de diferentes partidos, em meio a um Parlamento fragmentado e meses de impasse que obrigaram a prorrogação do orçamento. Para conquistar os socialistas sem perder os conservadores, o primeiro‑ministro Sébastien Lecornu decidiu manter o abatimento fiscal sobre pensões, elevar em cerca de 50 euros mensais o benefício para trabalhadores de baixa renda, ampliar refeições universitárias subsidiadas e adotar medidas para ampliar a oferta de moradia popular, enquanto, para financiar essas ações, o governo propôs prorrogar até 2026 um imposto adicional sobre grandes empresas, que deve gerar 8 bilhões de euros. Apesar disso, o gabinete reconheceu que é improvável aprovar o texto por votação parlamentar e pode recorrer a poderes constitucionais especiais ou a um decreto, o que tornaria essencial o apoio dos socialistas, que pedem garantias adicionais, como a reintrodução do imposto sobre riqueza imobiliária e a tributação de holdings, enquanto Lecornu afirma que o déficit não superará 5% do PIB;
- No Brasil, o Boletim Focus mostrou mais um aumento da taxa Selic para 2028, alcançando 10% ao final do ano, o que sinaliza que o mercado está enxergando um ciclo de corte de juros de menor duração. Além disso, a inflação para 2026 recuou de 4,05% para 4,02%. Para mais informações, acesse nosso relatório aqui;
- Não teremos a divulgação de indicadores relevantes hoje.
Commodities
Papel e Celulose: O momentum do preço da celulose continuou; resultados mistos do 4T25E para ações de papel e celulose
- Na China, os preços do BHKP estenderam sua recuperação gradual em Dec’25 para US$545-565/t, apoiados pela forte demanda na China, enquanto a demanda na América do Norte e Europa permaneceu sazonalmente mais fraca.
- Olhando para o futuro, esperamos que os preços da BHKP se aproximem de ~US$580-590/t, com novos anúncios de aumento esperados para encontrar resistência dos compradores, embora interrupções no lado da oferta e inflação de custos possam permitir ajustes adicionais.
- Além disso, esperamos resultados mistos no 4T25 para as ações de Papel e Celulose, com preços mais altos de T/T compensados por um BRL valorizado e sazonalidade mais fraca – para
- (i) Suzano, prevemos um EBITDA ajustado de R$5,045 bilhões (-3% T/T; -22% A/A), enquanto para
- (ii) Klabin, esperamos EBITDA adj. de R$1,884 bilhão (-11% T/T; +3% A/A).
- Sobre outros dados recentes do setor, os preços líquidos do BHKP na China estão atualmente em US$567/t, com futuros do BHKP em US$570/t para Mar’26.
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Empresas
Unipar (UNIP6) | Valuation menos atrativo – Atualização de recomendação
- Estamos rebaixando a Unipar para Neutro e introduzindo um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 58/UNIP6 (vs. do preço-alvo para o final de 2025 de R$ 62/UNIP6);
- Nossa visão mais cautelosa em relação à atualização anterior é motivada principalmente por um valuation menos atrativo – ou seja, 4% de downside em relação aos preços atuais e FCFE yield de cerca de 4% para 2026;
- Notavelmente, as ações da UNIP6 tiveram um forte desempenho em 2025, com alta de cerca de 49%. Olhando para o futuro, acreditamos que os principais catalisadores para a empresa incluem: (i) uma recuperação no ciclo petroquímico, com preços e spreads mais saudáveis, e (ii) a implementação de tarifas antidumping sobre importações;
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Bens de Capital: Guidances cautelosos destacam um ciclo automotivo ainda incerto em 2026E
- Concordamos com o “otimismo cauteloso” da Anfavea para 2026E, refletindo uma postura conservadora em meio a um cenário geopolítico volátil, indicando produção de leves/pesados +4%/+1% A/A, respectivamente.
- Além disso, a Fenabrave prevê uma perspectiva de crescimento das vendas de caminhões de +3,5%, apoiada por (a) o programa de crédito Move Brasil que apoia a demanda por caminhões novos e seminovos no 1º semestre de 2026, (b) cortes esperados nas taxas de juros que melhoram a disponibilidade de crédito, e (c) uma perspectiva construtiva para culturas de grãos, mesmo que a oferta abundante possa pressionar as margens dos produtores.
- Os dados do setor continuam mistos, mas destacamos: (i) estabilização nas vendas de reboques (+3% M/M em Dez’25), embora a produção e as vendas de caminhões continuem prejudicadas (-46% A/A e -12% A/A em Dez’25);
- (ii) produção de ônibus sazonalmente mais lenta em Dez’25, especialmente nos dados de chassis da Anfavea (-49% A/A vs. carrocerias de ônibus -2% A/A em Dez’25), mas fechando o 4T25 ainda em nota positiva (volumes domésticos do setor +6% A/A, enquanto os volumes da Marcopolo subiram +18% A/A, apoiados por desempenhos positivos das categorias micro e Volares);
- (iii) vendas de veículos leves no Brasil fechando o ano em alta de +10% A/A, com incentivos fiscais e alívio temporário do imposto sobre importação ajudando a compensar as altas taxas de financiamento. Por fim, nos EUA, a demanda por veículos pesados
- (iv) continua fraca, mas a forte recuperação nos pedidos da Classe 8 foi, em nossa visão, um lado positivo.
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Automob (AMOB3): Prévia Operacional do 4T25; Neutro
- A Automob divulgou números operacionais neutros para o 4T25;
- Destacamos:
- Receita bruta de R$3,6bn (+7% A/A, -1% vs. XPe), já que (a) dinâmicas mais fracas de volume em Veículos Leves (-8% vs. XPe) e Agro & Máquinas (-27% vs. XPe) foram compensadas por (b) volumes mais fortes em Caminhões e Ônibus (+33% vs. XPe) e (c) um ticket médio mais alto;
- Capex líquido de R$32mn (-49% A/A; bem abaixo dos R$77mn do XPe), refletindo ritmo mais lento de expansão/reforma de lojas;
- A AMOB também anunciou a venda de 100% de sua concessionária BYD no Mato Grosso do Sul por um valor de equity de R$15mn;
- Embora não esperemos reação relevante da ação, vemos o negócio como positivo dado:
- Seu alinhamento estratégico com a abordagem baseada em clusters da AMOB;
- Sua avaliação atrativa (~21% de prêmio em relação ao atual ~R$12mn de EV/loja da AMOB);
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Usiminas (USIM5): otimismo com medidas antidumping deve sustentar o momentum de resultados no curto prazo
- As ações da Usiminas têm seguido uma tendência de alta, beneficiadas pela narrativa geral positiva em torno dos nomes de metais e alimentadas pelo otimismo em relação às medidas protecionistas na indústria siderúrgica no Brasil (USIM5 +58% desde o final de ago’25, quando as discussões antidumping se intensificaram).
- Embora continuemos a ver as perspectivas de fluxo de caixa livre como pouco atraentes, dado o ciclo de alto investimento da Usiminas nos próximos anos (reforçando nossa classificação Neutra), acreditamos que a possível implementação de medidas antidumping deve proporcionar um momentum lucrativo de curto prazo para as ações (que esperamos ser anunciado até fev-mar’26), sugerindo uma assimetria positiva dada sua alta sensibilidade aos lucros em relação aos preços do aço (Melhora no EBITDA de R$5 milhões a cada R$1/t de aumento nos preços de aços planos no Brasil).
- Por outro lado, um ambiente de demanda pior do que o esperado por produtos de aços planos no Brasil continua sendo o risco de queda mais relevante para o desempenho operacional da Usiminas ao longo de 2026E, em nossa visão.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Eztec (EZTC3) | Superando todas as nossas expectativas
Nesta sexta (16), a Eztec divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
• Os lançamentos (%Co) atingiram R$ 783 milhões (+199% em relação ao ano anterior, +65% em relação ao trimestre anterior), significativamente acima de nossas estimativas (+74% em relação à XPe). Esse volume compreendeu dois projetos de renda média (Reserva São Caetano – Parque, R$ 569 milhões PSV, Reserva São Caetano – Bosque, R$ 112 milhões) e um projeto de renda média/alta (Mocca Cittá – Torino, R$ 204 milhões PSV (50% EZ)).
• As pré-vendas líquidas (%Co) aumentaram para R$ 557,4 milhões (+41,4% YoY, +5,9% QoQ), superando nossas estimativas em 28%, impulsionado em grande parte pelas sólidas vendas de lançamento de R$ 429,7 milhões (+235% YoY, +19,% QoQ). As vendas líquidas de estoque desaceleraram (-24,1% YoY, +3,2% QoQ). A sólida VSO dos novos lançamentos (33,9% no 4T25 contra 17,4% no 4T24), combinado com distratos de 14,2% das vendas brutas (-20 pb no ano, +160 pb no trimestre), impulsionou a VSO líquida SoS líquido para 16,2% (+3,4 p.p. YoY e -0,2 QoQ) e a VSO LTM para 40,4 (+1,7 p.p. YoY, +0,4 p.p. QoQ).
• Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Rating da CSN na escala global colocado em CreditWatch negativo por endividamento alto (S&P Global)
- Copel Distribuição aprova 1ª emissão de notas comerciais, no valor de R$ 550 milhões (Estadão)
- Cosan (CSAN3) aprova resgate antecipado de debêntures e bonds (Infomoney)
- JSL tem receita bruta de R$ 2,89 bi no quarto trimestre (Valor Econômico)
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Calendário de resultados do 4º trimestre de 2025
- A partir do dia 4 de fevereiro, a temporada de resultados do 4º trimestre de 2025 das empresas brasileiras começará com força;
- Clique aqui para acessar o calendário completo.
Posicionamento dos Fundos de Ações – Janeiro de 2026
- Atualizamos nossa estimativa do posicionamento dos fundos de ações, com 1.025 fundos que somam um patrimônio líquido de R$ 287,2 bilhões
- Mineração & Siderurgia registrou o maior aumento de exposição nos últimos 30 dias (+222 bps), deixando de ocupar a posição de setor mais subalocado em relação ao Ibovespa (-3,5 p.p. abaixo do índice).
- Outros aumentos incluem Construção Civil (+153 bps; +0,5 p.p. acima do Ibovespa), Inst. Financeiras (+119 bps; -2,5 p.p. abaixo do indicador) e Varejo (+93 bps; -0,1 p.p. abaixo do benchmark).
- Pelo lado negativo, Propriedades Comerciais (-217 bps; +2,8 p.p. de alocação acima do Ibovespa) atravessou mais um período como o setor com a maior redução de exposição, seguido por Bancos (-175 bps; -8,1 p.p. abaixo do índice) e Transportes (-139 bps; +1,3 p.p. acima do indicador).
- Os setores mais sobrealocados (crowded) são Papel & Celulose, Agro e Utilidade Pública. Os setores mais subalocados (underbought) são Mineração & Siderurgia, Bancos e Inst. Financeiras.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha em alta de 0,11%, novamente acima dos 3.800 pontos (FIIs);
- Mercado de FIIs chega a quase 3 milhões de investidores, segundo a B3 (FIIs);
- ‘A troca de cotas por imóveis me preocupa,’ diz um dos maiores investidores de FIIs (Metro Quadrado);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Capitânia Securities (CPTS11) | Desconto elevado e guidance de distribuição promissor para 2026
- O fundo combina alocação em CRIs de baixo risco de crédito e em cotas de FIIs, ajustando o portfólio conforme as condições e oportunidades de mercado;
- A gestão apresenta histórico consistente de geração de valor, com desempenho superior ao IFIX e a outros referenciais;
- Atualmente, 79,2% do book de FIIs está alocado em fundos de tijolo de qualidade, que seguem negociando com descontos expressivos e possuem maior potencial de valorização em um cenário de queda de juros;
- Embora a exposição a fundos geridos pela Capitânia permaneça relevante (~31,6%), a gestora mantém a renúncia à cobrança integral da taxa de gestão sobre esses investimentos — medida que consideramos positiva, por reforçar o alinhamento com os cotistas. Além disso, algumas dessas investidas vêm apresentando resultados favoráveis ao CPTS11;
- No momento, o fundo negocia com um desconto de 15% em relação à cota patrimonial (VM/VP de 0,85x) — nível que consideramos excessivo diante dos fundamentos e das perspectivas positivas para o ativo;
- Como resultado desse deságio, o portfólio apresenta rentabilidade implícita líquida de taxas equivalente a IPCA + 10,9% ao ano, além de um dividend yield convidativo de 13,8% no preço atual.
ESG
Setor pede fim da restrição ao biodiesel importado para cumprir mistura obrigatória | Café com ESG, 20/01
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território misto, com IBOV andando de lado (+0,03%) e o ISE recuando 0,19%;
- No Brasil, a StoneX projeta que a demanda por biodiesel pode alcançar a marca de 10,5 milhões de toneladas em 2026, caso a mistura de 15% seja mantida durante todo o ano – na sexta (16/1), seis entidades do setor divulgaram uma nota conjunta pedindo o fim da restrição que proíbe o uso de biodiesel importado para o atendimento ao mandato obrigatório, afirmando que a vedação ao acesso a fornecedores internacionais impede que as distribuidoras exerçam a liberdade de negociação;
- No internacional, (i) a Engie garantiu o financiamento de um parque solar de 1,5 gigawatt em Abu Dhabi, o maior de seu portfólio no mundo, informou a companhia francesa nesta segunda-feira, conforme intensifica os projetos no mercado de crescimento rápido do Oriente Médio em meio à desaceleração das energias renováveis nos EUA e na Europa; e (ii) a GoodEnough Energy da Índia anunciou o início do funcionamento de um sistema de armazenamento de energia por bateria (BESS) de 7 gigawatt-hora (GWh), o maior do país, no estado norteño de Uttar Pradesh – o plano envolve a expansão para alcançar 25 GWh de BESS em três anos, informou a empresa;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Elevando o padrão nos mercados de carbono
- Na semana passada, participamos do webinar da MSCI “2025 Global Carbon Credit Market”, em que foram apresentados os principais destaques sobre o desenvolvimento do mercado de carbono ao longo do último ano;
- De forma geral, o evento destacou quatro mensagens centrais: (i) queda de nova oferta e maior demanda arrefecem o crescimento do excedente; (ii) os preços dos créditos estão divergindo à medida que a qualidade ganha foco; (iii) a maior maturidade do mercado está impulsionando a busca por créditos de maior qualidade; e (iv) cinco temas que devem moldar esse mercado adiante;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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