Vitrine XP: O que esperar dos resultados do Varejo no 4T20

Nesse relatório, nós discutimos a nossa expectativa para todos os resultados da nossa cobertura, explorando as tendências de cada segmento assim como as companhias que devem ser os destaques (e estarem na vitrine) dessa temporada de resultados.


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Nesse relatório, nós discutimos a nossa expectativa para todos os resultados da nossa cobertura, explorando as tendências de cada segmento assim como as companhias que devem ser os destaques (e estarem na vitrine) dessa temporada de resultados.

Nós esperamos que o principal destaque do setor nessa temporada de resultados seja o segmento de supermercados, uma vez que esperamos resultados ainda mais fortes do que o 3T20, mesmo com a redução pela metade do auxílio emergencial desde Set/20. Além disso, acreditamos que a perspectiva de curto prazo do setor siga positiva uma vez que o consumo em casa deve continuar sendo uma realidade nos próximos meses enquanto a recuperação gradual do consumo fora de casa (bares, restaurantes e transformadores) contribui para a performance do Atacarejo. Esperamos resultados fortes e positivos em todas empresas da nossa cobertura, mas chamamos atenção para o GPA, que deve apresentar uma aceleração no crescimento de vendas mesmas lojas e melhora de rentabilidade em todos segmentos.

Em relação ao ecommerce, devemos ver uma desaceleração do ritmo de crescimento do canal online, possivelmente decorrente de uma antecipação de algumas compras pelos consumidores ao longo do ano, levando a uma Black Friday com um mix atípico no trimestre (menor ticket médio). Além disso, continuamos a ver margens brutas pressionadas por um impacto de mix (maior participação do segmento online) enquanto a diluição de despesas operacionais deve compensar parte desse impacto. Vemos a Via Varejo como um destaque positivo no segmento nessa temporada por entregar crescimento de vendas mesmas lojas positivo no varejo físico e um crescimento ainda forte no ecommerce, mantendo sua margem EBITDA praticamente estável em relação ao ano anterior. Na ponta negativa, vemos B2W e Lojas Americanas, pois a companhia deve entregar um crescimento abaixo dos seus pares no online combinado com uma pressão de margem de bruta, enquanto o varejo físico deve ter uma performance fraca impactada pelo aumento das restrições.

Para o varejo tradicional, nós estimamos uma melhora sequencial em relação ao terceiro trimestre, com o crescimento mesmas lojas atingindo estabilidade A/A ou até mesmo com crescimento, muito suportado por uma performance ainda sólida no canal online. Aqui destacamos que dezembro foi um mês especialmente desafiador para o varejo físico devido ao aumento de números de casos de Covid-19 e a implementação de restrições mais severas nas lojas. Nesse segmento, vale o destaque positivo para os resultados do Grupo Soma e Vivara.

Finalmente, esperamos resultados sólidos para as farmácias, com uma aceleração de crescimento de vendas mesmas lojas em relação ao 3T20 para Pague Menos e Raia Drogasil. Nós acreditamos que parte da recuperação das vendas tenha sido sustentado pela maior oferta de serviços nas farmácias, com um destaque para os testes de Covid-19.

XP vs. o consenso: de modo geral, nossas estimativas não estão muitos distantes dos números da Bloomberg, mas vale destacar que estamos acima em Via Varejo (VVAR3) e Grupo Pão de Açucar (PCAR3).

* importante destacar que os números de consenso da Bloomberg podem ter algumas distorções por estarem desatualizados ou haver ajustes nos números. Dessa forma, não são necessariamente a melhor base de referência, porém é a única.

Supermercados

Carrefour (CRFB3) – Neutro

Estimamos que os resultados permaneçam sólidos, com receita líquida do segmento de varejo alimentar em R$ 19,9 bilhões, aumento de 24% A/A, impulsionado pelo crescimento de vendas no conceito mesmas lojas de 26,0% para o Atacadão e + 12,5% para o varejo. A desaceleração do crescimento do varejo (de um crescimento de vendas mesmas lojas de 26,6% no terceiro trimestre) é explicada principalmente por um desempenho mais lento e normalizado para o segmento não alimentar, juntamente com uma desaceleração do crescimento do e-commerce. A rentabilidade deve permanecer em níveis sólidos, embora abaixo do 3T, com uma margem EBITDA de 7,5% no Atacadão (-0,3p.p. A/A) e de 7,7% no Varejo (+ 1,6p.p. A/A). Vemos o Banco Carrefour ​​como um destaque positivo no trimestre, pois esperamos que ele registre uma forte recuperação em relação ao 3T20, com uma contribuição positiva de ~ R$ 120 milhões para o EBITDA consolidado. Por fim, esperamos um lucro líquido consolidado de R$ 708 milhões (+ 11% A/A).

Grupo Mateus (GMAT3) – Compra

Nós esperamos resultados positivos no 4T20 uma vez que a companhia deve continuar a entregar um crescimento de receita sólido combinado com margens fortes, mesmo depois do auxílio emergencial ter sido reduzido pela metade desde Setembro. Essa tem sido uma das principais preocupações da tese de investimento, por conta do impacto na renda do benefício ter sido mais expressivo nas regiões Norte e Nordeste. Nós estimamos a receita líquida em R$3,5 bilhões, crescendo 49% A/A, puxada por um crescimento de vendas mesmas lojas de 23,4% A/A, principalmente explicado pela performance do Atacarejo (+33,4%A/A) e do Eletro Mateus (+35,8%A/A). Em relação à rentabilidade, nós esperamos um aumento da margem bruta de 3,9p.p. A/A enquanto a margem EBITDA deve permanecer em níveis sólidos, em linha com o 3T20 (em 8,3%). Finalmente, nós estimamos um lucro líquido de R$210 milhões.

Pão de Açucar (PCAR3) – Compra

Esperamos que a companhia continue a apresentar resultados sólidos, com crescimento de receita e expansão de margem A/A e T/T em todas as operações, apesar do fim do auxílio emergencial na metade de setembro. Estimamos uma receita líquida de R$ 18,1 bilhões para a operação brasileira, um aumento de 20% A/A, impulsionado por um crescimento de vendas mesmas lojas de 18,9% A/A no Assaí (vs. + 18% no 3T) e + 11,0% A/A (vs. + 10,4% no 3º trimestre) para a operação de Multivarejo. Em relação à rentabilidade, esperamos que a margem EBITDA Ajustado permaneça em níveis sólidos, em 8,5% para a operação de Varejo (+2p.p. A/A) e em 8,0% para Assaí (+0,2p.p. A/A). Na divisão internacional (Éxito), esperamos uma receita líquida de R$ 5,6 bilhões e margem EBITDA de 10,5%. Por fim, estimamos o lucro líquido consolidado em R$ 613 milhões, vs. ~ R$ 130 milhões no 4T19.

Ecommerce

B2W (BTOW3) – Neutro

Esperamos que a B2W apresente um crescimento de GMV de +40,4% A/A, desacelerando em relação ao 3T20 (em +56,1% A/A), sendo +52% A/A na operação própria (1P) e +34% no marketplace (3P). Com isso, a companhia deve continuar a apresentar um crescimento inferior aos seus pares, muito explicado pelo fato dos vendedores do marketplace terem enfrentados problema de estoque, dado o desequilíbrio da oferta da indústria decorrente da Covid-19. Em relação à rentabilidade, esperamos uma contração de margem bruta de -2,1p.p. A/A por conta da maior participação da operação própria (1P), mas a margem EBITDA deve ficar estável em relação ao 4T19 (+0,1p.p A/A), em 11,3%. Por fim, estimamos um lucro líquido de R$9 milhões, uma melhora em relação ao prejuízo de R$22 milhões do 4T19.

Lojas Americanas (LAME4) – Compra

Esperamos um resultado fraco no varejo físico, com uma queda de 6,0% A/A na receita líquida no trimestre, ou -4,7% A/A no conceito mesmas lojas (vs. -2,5% no 3T20 e +6,8% no 4T19). No entanto, apesar de uma queda de margem bruta de 0,9 p.p A/A, estimamos uma margem EBITDA relativamente estável A/A decorrente de um bom controle de despesas operacionais. No resultado consolidado, estimamos uma receita líquida em R$7,4 bilhões (+12,7% A/A), puxada por um forte desempenho do canal online, enquanto a margem EBITDA deverá ter uma queda de 2,5 p.p. A/A dado o impacto de mix de canal (maior participação do online). Finalmente, estimamos um lucro consolidado de R$370 milhões, 14% abaixo do ano anterior, por conta de uma contribuição ainda negativa dos resultados da Ame.

Magazine Luiza (MGLU3) – Neutro

Nós esperamos ver um resultado com tendências similares ao 3T20, com crescimento de receita ainda forte, apesar de desacelerando T/T, com uma pressão de margem bruta levemente compensada por uma diluição de despesas operacionais. Apesar de um cenário mais desafiador para o varejo físico principalmente em dezembro com o aumento das restrições, estimamos um resultado sólido do varejo físico, com crescimento de vendas no conceito mesmas lojas acelerando em relação ao 3T20 para 9,7% A/A (de +7,2% no 3T20 e vs. +12,6% no 4T19). Em relação ao ecommerce, estimamos vendas totais (GMV) subindo 108,7% A/A, com vendas de estoque próprio (1P) em +110% A/A (vs. +149,5% no 3T20) e um crescimento de +105% A/A no marketplace (3P) (vs. 145% no 3T20). Sobre rentabilidade, esperamos uma pressão de margem bruta de 3,2p.p. A/A por conta de um impacto de mix de canal (maior participação do 1P) além de atividades promocionais mais fortes, principalmente na Black Friday. Esperamos que a diluição de despesas operacionais compense parte desse impacto, mas estimamos uma queda da margem EBITDA de 2,7p.p. A/A para 5,1%. Finalmente, estimamos o lucro líquido em R$197 milhões, subindo 17% A/A.

Via Varejo (VVAR3) – Compra

Apesar de um cenário mais desafiador para o varejo físico principalmente em dezembro com o aumento das restrições, esperamos que a companhia apresente um crescimento de vendas no conceito mesmas lojas positivo de 4,2% A/A (em linha com o 3T20 e vs. -0,9% no 4T19). Em relação ao ecommerce, estimamos um crescimento de vendas totais (GMV) em +92,6% A/A, com vendas de estoque próprio (1P) em +95% A/A (vs. +294% no 3T20) e um crescimento de +85,0% A/A no marketplace (3P) (vs. 83,4% no 3T20). Em relação à rentabilidade, esperamos uma pressão de margem bruta de 0,7p.p. A/A decorrente de um impacto de mix de canal (maior participação do online) enquanto a margem EBITDA ajustada deve ficar levemente abaixo do 4T19, em 7,8%, por conta da diluição de despesas operacionais. Finalmente, estimamos o lucro líquido em R$147 milhões, vs. um prejuízo de R$25 milhões no 4T19.

Vestuário e Joias

C&A (CEAB3) – Compra

A C&A deve apresentar melhores resultados em relação ao terceiro trimestre, embora ainda impactados pelos efeitos da Covid-19, principalmente em dezembro, devido ao aumento de casos e restrições mais severas. Além disso, encontros sociais menores limitaram as ocasiões de presentes e, consequentemente, as vendas. Estimamos que as vendas no conceito mesmas lojas consolidado seja ligeiramente negativo (-1% A/A), já que o desempenho do e-commerce deve permanecer forte e ajudar a compensar as vendas ainda fracas do varejo físico. Esperamos também uma melhora nos resultados de serviços financeiros, chegando mais perto do ponto de equilíbrio. Com isso, estimamos uma receita líquida consolidada de R$ 1,75 bilhão, estável em relação ao ano anterior, e um EBITDA ajustado (ex-IFRS) de R$ 168 milhões, queda de 51% A/A, embora muito melhor que o negativo de R$ 26 milhões do 3T. Por fim, esperamos que o lucro líquido seja de R$ 45 milhões, comparado com R$ 200 milhões no 4T19.

Grupo Soma (SOMA3) – Compra

Acreditamos que o Grupo Soma deva se destacar no segmento de vestuário, favorecido pelo adiamento da campanha de atacado para o quarto trimestre, que foi muito forte, aliada a uma atuação sólida no canal digital. Observamos que o desempenho no atacado foi muito forte, mesmo excluindo o efeito do atraso, com um crescimento de receita de 54% no 2S20 contra um 2S19 pré-Covid. Assim, estimamos uma receita líquida consolidada de R$ 441 milhões (+20% A/A), embora a margem bruta deva cair 2,5p.p. A/A devido ao mix de canais (maior participação no atacado). O EBITDA ajustado deve ficar em R$ 69 milhões (+ 10% A/A) e o lucro líquido em R$ 35 milhões.

Lojas Renner (LREN3) – Neutro

Esperamos resultados melhores em relação ao terceiro trimestre, embora ainda impactados pelos efeitos da Covid-19, principalmente em dezembro, devido ao aumento de casos e restrições mais severas. Estimamos vendas mesmas lojas ligeiramente negativas (-1% A / A), suportadas por um desempenho do e-commerce ainda sólido e melhorando as tendências de vendas em out-nov/20. Esperamos que a Realize (serviços financeiros) contribua para o EBITDA, embora ainda abaixo dos níveis anteriores à Covid-19. Como resultado, estimamos uma receita líquida consolidada em R$ 3,0 bilhões (queda de 6% A/A), enquanto o EBITDA ajustado consolidado (ex-IFRS) deve ficar em R$ 583 milhões (-32% A/A), com uma margem ainda pressionada de 19,5% (-7,5p.p. A/A), por conta de uma menor alavancagem operacional aliada a maiores promoções. Por fim, estimamos um lucro líquido de R$ 311 milhões (-39% A/A).

Vivara (VIVA3) – Compra

A Vivara deve se destacar no 4º trimestre, pois deve entregar um sólido crescimento da receita (+ 18% A/A), suportado por um crescimento de vendas mesmas lojas consolidado de +6,5% A/A. Acreditamos que isso reflete a estratégia correta da empresa de antecipar as vendas de Natal ao longo do trimestre, enquanto as vendas online continuam muito fortes, com o projeto “Jóias em Ação” como um destaque. Quanto à rentabilidade, esperamos que a margem bruta permaneça em níveis sólidos de 68%, mas uma queda de 4,4p.p. A/A, principalmente explicada por uma base de comparação difícil, uma vez que o esforço da Black Friday da empresa foi muito limitado no 4T19 enquanto também houve o lançamento de diversas novas coleções, que contribuem para as margens. Como resultado, estimamos um EBITDA ajustado (ex-IFRS) de R$ 117 milhões, com redução de margem de 4,5p.p. no período devido à queda da margem bruta. Por fim, esperamos um lucro líquido de R$ 90 milhões no trimestre, estável em relação ao ano anterior.

Farmácias

d1000 (DMVF3) – Compra

Esperamos um resultado fraco para d1000 no 4T20. Apesar de estimarmos uma melhora em relação ao trimestre anterior, ainda esperamos um crescimento de vendas mesmas lojas (madura) no terreno negativo, em -3,0% A/A, principalmente afetadas pelas lojas em shoppings. Dessa forma, esperamos uma queda de 5,3% A/A na receita bruta para R$286 milhões. Em relação à rentabilidade, estimamos uma margem bruta em um patamar saudável (30,0%) e em linha com o 4T19 (+0,4pp A/A), enquanto a margem EBITDA ajustada (ex-IFRS) deve cair 1,0 p.p. A/A para 1,7%, devido à desalavancagem operacional. Finalmente, estimamos um lucro líquido de R$0,4 milhão.

Pague Menos (PGMN3) – Compra

Esperamos um resultado sólido da Pague Menos no 4T20, com o destaque para o crescimento de vendas no conceito mesmas lojas de 11,8% (vs. +11,0% no 3T20 e 2,6% no 4T19) e 10,9% para lojas maduras (vs. +9,8% no 3T20). Nós acreditamos que parte da recuperação das vendas tenha sido sustentado pela maior oferta de serviços nas farmácias, com um destaque para os testes de Covid-19. Em relação à rentabilidade, estimamos uma pressão de margem bruta de 2,0p.p. A/A devido ao mix de produtos. Apesar de esperarmos que a companhia apresente ganhos em despesas operacionais decorrentes de iniciativas internas como a melhoria da produtividade da loja; esperamos que a margem EBITDA caia 1,2pp A/A. Finalmente, estimamos um lucro de R$ 32 milhões, vs. R$15 milhões no 4T19.

RD (RADL3) – Neutro

Devemos continuar a ver resultados melhores no quarto trimestre, crescimento de vendas no conceito mesmas lojas de 10,1% (vs. +6,8% no 3T20 e 11,3% no 4T19) e 4,9% para lojas maduras (vs. +1,4% no 3T20). Nós acreditamos que parte da recuperação das vendas tenha sido sustentado pela maior oferta de serviços nas farmácias, com um destaque para os testes de Covid-19. Em relação à rentabilidade, estimamos uma margem bruta estável A/A em 28% enquanto a margem EBITDA (ex-IFRS) deve ter uma leve melhora A/A por conta de diluição de despesas operacionais. Finalmente, nós estimamos um lucro de R$199mn, +7% A/A.

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