Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado fechou o pregão de segunda-feira em queda, com o IBOV e o ISE caindo 1,19% e 2,35%, respectivamente.
• No internacional, (i) a Comissão Europeia elaborou planos para conceder mais licenças gratuitas de emissão às indústrias nos próximos anos – segundo documento do bloco, a medida pode gerar uma economia de até €4 bilhões em custos de carbono, em um cenário de conflito no Oriente Médio que elevou o custo de energia e a pressão sobre o setor industrial; (ii) segundo dados da Associação Chinesa de Veículos de Passageiros (CPCA), a China exportou mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que carros a gasolina ou diesel pela primeira vez em abril, à medida que as montadoras expandiram agressivamente suas operações no exterior para compensar a demanda fraca no mercado interno – para a CPCA, a alta dos preços do petróleo também afetou a demanda por veículos tradicionais movidos a gasolina no período.
• Ainda no contexto global, a demanda por energia cresceu 1,3% em 2025, segundo a Agência Internacional de Energia, alcançando o maior nível da história – os combustíveis fósseis ainda respondem por cerca de 80% da geração, contudo, as fontes limpas de baixa emissão (renováveis e nuclear) foram responsáveis por ~60% do crescimento da demanda no ano.
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Brasil
Empresas
Com captura de CO2, FS vai produzir etanol carbono negativo no MT
“Se tudo correr conforme os planos, em 31 de agosto a produtora de etanol de milho FS começa a injetar 420 mil toneladas de CO2 por ano no subsolo de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. A inauguração da planta representa vários marcos. Será a primeira usina de bioenergia com captura e estocagem de carbono, ou BECCS, da América Latina. A FS também será a primeira empresa a produzir em escala industrial um etanol carbono negativo quando se considera o ciclo completo, da plantação ao produto finalizado. Capturar o CO2 antes que ele seja lançado na atmosfera é uma solução muito falada para reduzir o impacto climático de atividades muito poluentes, como a produção de aço ou cimento. Mas as aplicações práticas ainda são poucas. O problema não é tecnológico, mas de custo. As instalações precisam ser feitas sob medida e consomem grandes quantidades de energia para separar o CO2 de contaminantes. E o carbono precisa ser armazenado em reservatórios no subsolo ou no fundo do mar, como poços de petróleo esgotados, o que na maior parte dos casos significa transportá-lo por grandes distâncias. No caso da produção de bioenergia, e particularmente na operação da FS, a conta é diferente. O que sai das chaminés da usina de etanol é basicamente CO2 e vapor de água, o que elimina a etapa da purificação. E a planta da empresa fica sobre um reservatório geológico perfeito para guardar esse carbono. Depois de um processo simples de desidratação e compressão, o CO2 vai ser armazenado a cerca de 1.100 metros da superfície, exatamente abaixo da planta de etanol.”
Fonte: Capital Reset; 11/05/2026
Usina termelétrica a etanol deve começar a operar no segundo semestre de 2026
“Com 20% de participação da Petrobras e 80% do grupo 4M, a Energética Suape II é uma unidade termelétrica (UTE) pioneira na utilização de etanol na geração de energia. A planta, que ainda não está operando comercialmente, recebeu R$ 60 milhões em investimentos e tem potência de 4 megawatts, com projeto, construção e comissionamento da finlandesa Wärtsilä, conhecida por fornecer equipamentos navais. “Estamos muito empolgados com esse projeto, inclusive pela contribuição para a transição energética. Nós estamos aqui no interior de Pernambuco, então, é uma vitória”, afirma o diretor técnico da Energética Suape II, José Faustino, em entrevista ao NovaCana. Ele conta que a expectativa é que a geração de energia comece no segundo semestre deste ano, incialmente para análises de performance e confiabilidade. “Saímos na frente nessa questão do etanol, fazendo esse teste em larga escala. Também esperamos que esse projeto seja contemplado em leilões, trazendo uma segurança para o investidor”, resume. Outra possibilidade para o maquinário está no setor de navegação. Faustino explica que a tecnologia também pode ser utilizada para propulsão e geração de energia em navios. “A Petrobras está muito empolgada nesse assunto porque tem muitos navios”, afirma e completa: “Existe um programa específico da Petrobras para a transição energética, então, estamos muito alinhados com eles”.”
Fonte: NovaCana; 11/05/2026
Arsesp aprova conexão da planta de biometano da Solví à rede de gasodutos da Comgás em São Paulo
“O Aterro Sanitário de Caieiras produz 67 mil m³/dia de biometano, distribuídos atualmente por meio de carretas de gás natural comprimido (GNC). Com a interligação à rede da Comgás, a expectativa é ampliar gradualmente a produção do biocombustível: a primeira etapa da expansão, prevista para 2027, deve acrescentar 110 mil m³/dia à capacidade atual; em 2028, a produção poderá chegar a aproximadamente 220 mil m³/dia; já em 2030, a estimativa é atingir cerca de 400 mil m³/dia. A conexão prevê a construção de 5,3 quilômetros de rede, além da implantação de uma Estação de Transferência de Custódia (Bio-Citygate), estrutura responsável pela integração entre a planta produtora e a rede da Comgás. Caieiras será a quarta planta de biometano ligada à rede de distribuição de gás em São Paulo. Até o momento, já foram conectadas à rede: Usina Santa Cruz, em Américo Brasiliense, com capacidade de 75 mil m³/dia; Usina Costa Pinto, em Piracicaba, com 85 mil m³/dia; e o aterro sanitário de Paulínia, com 225 mil m³/dia.”
Fonte: Eixos; 11/05/2026
CVM vê avanço em transparência ESG com resoluções sobre o tema
“A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ampliou a transparência das informações ambientais, sociais e de governança (ESG) das companhias abertas sem impor custos excessivos, mostra um estudo de resultado regulatório sobre a Resolução CVM 59, publicado pela autarquia nesta segunda-feira (11). A norma, editada em 2022, introduziu exigências de divulgação ESG no formulário de referência (FRE) das companhias abertas em caráter inicialmente voluntário. A regra adotou o modelo “pratique ou explique”, pelo qual as companhias devem informar se adotam determinadas práticas, ou justificar sua não adoção, tornando o FRE um consolidado dessas informações. De acordo com Bruno Luna, chefe da assessoria de análise econômica (ASA) da CVM, o estudo focou na assimetria informacional entre companhias e investidores. “A análise concentrou-se em avaliar se a promoção da transparência introduzida pela Resolução CVM 59 tem sido eficaz e útil ao público investidor”, explicou em nota.O estudo concluiu que a regulação brasileira ficou alinhada às tendências internacionais, embora o Brasil tenha concentrado as informações de sustentabilidade e governança no formulário de referência, enquanto outros países usam relatórios especializados. De acordo com a análise, o Brasil também adotou um cronograma relativamente rigoroso para asseguração independente dos relatórios de sustentabilidade por meio da resolução CVM 193, que sucedeu a Resolução CVM 59 no tema.”
Fonte: Valor Econômico; 11/05/2026
Internacional
Empresas
Consumo mundial de energia em 2025 foi o maior já registrado na história
“A demanda global por energia cresceu 1,3% em 2025, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE). O consumo no mundo foi o maior já registrado na história, segundo a agência. Os combustíveis fósseis — petróleo, gás natural e carvão — continuaram como os mais usados, com cerca de 80% da geração. Os dados estão na Análise Global de Energia 2026, divulgado pela AIE no fim de semana. Fontes de baixa emissão, como renováveis e nuclear, responderam por cerca de 20% da geração. De acordo com a AIE, a tendência é de aceleração na mudança de matriz para fontes mais limpas e renováveis. A geração solar fotovoltaica se destaca, com 27% do crescimento. O gás natural, a mais limpa das fontes fósseis, ficou com a segunda maior parcela da expansão, com 17%. Renováveis e nuclear atenderam em torno de 60% do crescimento total da demanda em 2025, aponta a AIE. O setor elétrico cresceu mais que o dobro da média, com 3% de alta em 2025. Nesse segmento, as renováveis tiveram papel de destaque. O crescimento ficou bem abaixo dos 4,4% de 2024, quando ondas de calor no Hemisfério Norte impulsionaram o consumo, mas ainda assim ficou acima do crescimento médio de 2,8% ao ano desta década, calculado pela agência. Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento foram responsáveis por 80% do crescimento da demanda global de eletricidade. A participação da China nesse aumento foi de 58% (52% em 2024), abaixo da média anual do país na década (62%).”
Fonte: Valor Econômico; 11/05/2026
Política
UE avalia incluir custo de carbono em voos que saem do bloco
“A União Europeia está considerando impor custos de carbono a voos que partem do bloco, em um movimento que pode gerar resistência dos Estados Unidos e de outros parceiros num momento em que companhias aéreas já lidam com preços elevados de combustível. Autoridades de clima da Comissão Europeia apresentarão a proposta em uma reunião com representantes da indústria e de organizações não governamentais nesta terça‑feira, disseram três fontes, ocasião em que também devem detalhar os contornos de uma revisão mais ampla do Sistema de Comércio de Emissões (ETS) da UE. O ETS é um sistema de cap‑and‑trade que busca impulsionar investimentos verdes ao estabelecer um teto decrescente para as emissões de gases de efeito estufa. As empresas precisam comprar ou deter permissões para cobrir suas emissões de CO₂, criando um incentivo financeiro para descarbonizar. No entanto, com a alta dos preços de energia em meio à guerra no Oriente Médio, o sistema vem sendo cada vez mais responsabilizado por alguns países por adicionar pressão sobre a indústria, enquanto outros defendem que ele é necessário para acelerar a transição para energia limpa. Atualmente, o ETS cobre apenas voos dentro da UE, o que significa que, embora as companhias precisem pagar pelo carbono emitido em um voo de Dublin para Paris, os serviços de Paris para Nova York são isentos. Autoridades europeias argumentam que é hora de estender o regime a voos que partem do bloco, já que esforços alternativos para reduzir as emissões da aviação não têm dado resultado.”
Fonte: Financial Times; 11/05/2026
“A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) informou nesta segunda-feira que irá acelerar o processo para que grandes poluidores obtenham licenças de ar limpo, em mais um movimento do governo Trump para reduzir encargos regulatórios sobre usinas de energia e o setor industrial. A medida significa que a EPA poderá levar menos de 45 dias para revisar as chamadas licenças do Título V para grandes instalações industriais, como usinas de geração. Essas licenças estabelecem limites de emissões e definem como instalações como refinarias, fundições de alumínio e outras fábricas devem operar. Pela Lei do Ar Limpo (Clean Air Act), a EPA tem até 45 dias para se opor a uma licença proposta após recebê-la. No entanto, a agência afirmou que sua nova orientação deixa claro que não é obrigatório usar todo esse prazo. “Por muito tempo, a Lei do Ar Limpo foi usada como desculpa para atrasar projetos benéficos para nossas comunidades; a EPA de Trump está mudando isso por meio de uma leitura literal da lei”, disse Aaron Szabo, administrador-assistente da EPA para a área de ar, em comunicado. “Podemos proteger a saúde humana e o meio ambiente e, ao mesmo tempo, ter um processo de licenciamento eficiente.” O governo Trump lançou uma ampla ofensiva para reverter regulações ambientais, incluindo limites de emissões de usinas e veículos e regras de proteção de recursos hídricos, como parte de um esforço para reduzir custos para a indústria e estimular a produção de energia. Críticos, entre eles grupos ambientalistas e autoridades de alguns estados, condenam essas medidas, alertando que elas podem enfraquecer proteções de longa data para o ar, a água e a saúde pública.”
Fonte: Reuters; 11/05/2026
China exporta mais veículos elétricos do que carros tradicionais pela primeira vez em abril
“A China exportou mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que carros a gasolina ou diesel pela primeira vez em abril, à medida que as montadoras expandiram agressivamente suas operações no exterior para compensar a demanda fraca no mercado interno. A China exportou 769 mil automóveis em abril, com veículos de nova energia, termo que inclui veículos elétricos e híbridos plug-in, representando 52,7% do total das exportações, informou a Associação Chinesa de Veículos de Passageiros (CPCA) nesta segunda-feira. As exportações de veículos de nova energia mais que dobraram, chegando a 406 mil unidades em abril, segundo os dados. O aumento expressivo das exportações ocorreu em um momento em que o mercado interno continua pressionado pela fraca confiança do consumidor. As vendas no varejo de carros de passeio em abril caíram 21,5% em relação ao ano anterior, para 1,38 milhão de unidades, informou a CPCA. As vendas caíram 16% em comparação com março. A alta dos preços do petróleo também afetou a demanda por veículos tradicionais movidos a gasolina, acrescentou a agência, já que os consumidores têm optado cada vez mais por carros de novas energias para evitar custos mais altos com combustível. O Salão do Automóvel de Pequim, em abril, deu um leve impulso ao mercado, embora as vendas tenham permanecido abaixo dos níveis do ano anterior. As vendas no varejo de veículos elétricos e híbridos caíram 6,8%, para 849 mil unidades em abril.”
Fonte: Valor Econômico; 11/05/2026
UE dará mais licenças gratuitas de emissão de CO2 para indústrias, mostra documento
“A Comissão Europeia elaborou planos para conceder mais licenças gratuitas de emissão de CO2 às indústrias nos próximos anos, segundo documento da União Europeia. A medida pode representar uma economia de 4 bilhões de euros (US$ 4,7 bilhões) em custos de CO2 para as empresas. As propostas confirmaram uma reportagem da Reuters baseada em um documento interno do bloco europeu na semana passada. O mercado de carbono da UE é a principal ferramenta do bloco para combater as emissões de CO2, obrigando as indústrias a comprar permissões de emissão quando poluem. O sistema vem sofrendo crescente pressão política de Estados-membros preocupados com a perda de competitividade econômica da Europa, enquanto algumas indústrias pesadas pressionam Bruxelas a conceder mais permissões gratuitas para aliviar os custos de conformidade. Uma apresentação interna da comissão, vista pela Reuters, mostrou que Bruxelas planeja começar a incluir as emissões indiretas das empresas nos cálculos usados para determinar quantas permissões gratuitas de CO2 as indústrias receberão no período de 2026 a 2030. Isso substituiria a abordagem atual, que considera apenas as emissões diretas. A mudança faria com que as indústrias recebessem cerca de 4 bilhões de euros adicionais em permissões gratuitas de emissão, segundo o documento da comissão.O plano “atende às preocupações da indústria” ao utilizar flexibilidades já existentes nas regras do mercado de carbono da UE, afirmou o texto. A Comissão Europeia deverá apresentar os projetos iniciais, que ainda podem sofrer alterações, no início deste mês, antes de adotar uma versão final em junho.”
Fonte: Valor Econômico; 11/05/2026
Índia puxa alta global na capacidade de aço a carvão
“A capacidade de produção de aço a partir de carvão aumentou, impulsionada por grandes investimentos na Índia que ameaçam neutralizar o avanço rumo a uma produção mais limpa em outras regiões. Mais de 300 milhões de toneladas por ano em nova capacidade de altos-fornos a carvão já foram anunciadas ou estão em construção até o momento, um aumento de 5% em relação ao ano passado, segundo novo relatório da Global Energy Monitor (GEM), organização não governamental que monitora projetos de combustíveis fósseis e de energia renovável. Reformas em instalações existentes devem manter em operação mais 80 milhões de toneladas de capacidade de altos-fornos, à medida que fabricantes buscam estender a vida útil de seus ativos. Esses números superam as 141 milhões de toneladas de capacidade atualmente programadas para aposentadoria, aponta o relatório anual sobre aço da GEM, publicado na segunda-feira. A capacidade global anual de altos-fornos supera 1.500 milhões de toneladas. A produção de ferro e aço responde por 11% das emissões globais de dióxido de carbono e 8% das emissões totais de gases de efeito estufa, segundo a consultoria Global Efficiency Intelligence. O setor tornou-se um foco central nos esforços de combate às mudanças climáticas, à medida que países buscam cumprir metas ambiciosas de redução de emissões até 2030. Tradicionalmente, o aço é produzido com carvão metalúrgico (coque) em altos-fornos que reduzem o minério de ferro a ferro gusa líquido na primeira etapa do processo. Porém, algumas empresas vêm migrando para métodos de produção de menor intensidade de carbono, como fornos elétricos a arco, que derretem sucata de aço usando correntes elétricas de alta tensão. Outras exploram formas alternativas de reduzir emissões, como captura e armazenamento de carbono.”
Fonte: Financial Times; 11/05/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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