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Factor Pulse: fator Baixo Risco liderou em fevereiro, ações de Valor continuam fortes

Neste relatório, apresentamos o desempenho recente dos fatores para o mercado brasileiro e atualizamos nossas cestas utilizando nosso framework proprietário. Principais destaques: (i) o fator Baixo Risco liderou a performance, à medida que ações de maior risco caíram com a entrada do mercado em um modo de aversão ao risco; o fator Valor permaneceu forte […]

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Neste relatório, apresentamos o desempenho recente dos fatores para o mercado brasileiro e atualizamos nossas cestas utilizando nosso framework proprietário. Principais destaques: (i) o fator Baixo Risco liderou a performance, à medida que ações de maior risco caíram com a entrada do mercado em um modo de aversão ao risco; o fator Valor permaneceu forte (+5,8%), enquanto Qualidade ficou para trás no acumulado do ano (year-to-date), apesar de um fevereiro sólido. (ii) Short Interest foi o segundo melhor fator, mas aponta para um short squeeze em março; Momentum se recuperou (+3,3%), enquanto Revisões do Sell-side continuaram sendo o fator mais fraco do ano. (iii) Tópico especial: os fluxos agregados de investidores estrangeiros ajudam a prever o mercado brasileiro apenas no curto prazo, enquanto ações com alto nível de compras por estrangeiros geralmente apresentam desempenho inferior, ressaltando o risco de reversão.

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Nesta edição, focamos em comentar sobre o desempenho recente dos fatores e nos drivers que influenciam esses retornos. Além disso, compartilhamos nossas baskets de fatores, com as ações mais e menos expostas a determinado fator de risco, com base em nosso modelo proprietário. Nosso modelo inicial abrange seis principais estilos: ValorQualidadeMomentum, Baixo Risco, Short Interest e Revisões de Sell-Side.

A metodologia por trás da construção de nossa cesta de fatores no Brasil pode ser encontrada no Guia de Fatores no Brasil: Incorporando visões fundamentalistas para aprimorar estratégias fatoriais.

Os principais destaques do relatório incluem:

  • Fatores defensivos lideram: o fator Baixo Risco liderou em fevereiro (+10,1%), à medida que ações de maior risco caíram (‑4,3%); o fator Valor também permaneceu forte (+5,8%), enquanto Qualidade manteve desempenho modesto no acumulado do ano, apesar de um mês sólido (+4,0%).
  • Ações mais vendidas a descoberto apresentam bom desempenho neste mês: o fator Short Interest ficou para trás em fevereiro (‑3,1% para ações com alto nível de posições vendidas), mas aponta para um short squeeze em março (‑3,5% no MTD).
  • Fatores de tendência: Momentum se recuperou (+3,3%), com “vencedores” superando “perdedores”, enquanto Revisões do Sell-side foi o fator mais fraco (+0,3% em fevereiro, ‑5,3% em março).
  • Nosso tópico especial mostra que, embora os fluxos agregados de investidores estrangeiros ajudem a prever os retornos do mercado brasileiro, estratégias em nível de ação baseadas nesses fluxos têm desempenho fraco. Evitar o risco de reversão é mais eficaz do que seguir os fluxos de entrada, já que compras intensas frequentemente coincidem com avaliações elevadas e fluxos passivos.
  • Também avaliamos o risco de reversão dos fatores do nosso framework com base nos fluxos estrangeiros recentes e nos níveis de valuation. Revisões do Sell-side apresenta o maior risco de reversão, enquanto Valor, Short Interest e Qualidade parecem mais atrativos devido a menores fluxos estrangeiros e avaliações mais “baratas”.
  • As 10 melhores ações segundo o modelo multifatores: BRAP4, ALOS3, JHSF3, LAVV3, LEVE3, GRND3, TIMS3, BRSR6, ABEV3, RDOR3
  • As 10 ações para evitar segundo o modelo multifatores: AXIA3, SANB11, ALUP11, CBAV3, HBSA3, TOTS3, ORVR3, MULT3, SUZB3, INTB3

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