XP Expert

Bolsas em queda com dados de emprego nos EUA no radar

IPCA e dados dos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 11/02/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA -0,17% | 185.929 Pontos

CÂMBIO +0,15% | 5,20/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a terça-feira em leve queda de 0,2%, aos 185.929 pontos. O principal destaque do dia foi a divulgação do IPCA de janeiro, que veio ligeiramente acima das expectativas do mercado, enquanto os investidores seguem no aguardo da divulgação do relatório de empregos nos EUA.

Braskem (BRKM5, +8,3%) avançou após a aprovação do regime de urgência para um projeto de lei que amplia os benefícios do REIQ entre março e dezembro de 2026. Na ponta negativa, Eneva (ENEV3, -9,7%) recuou após a Aneel revisar os preços-teto definidos para o próximo leilão de reserva de capacidade, movimento negativo para a companhia.

Nesta quarta-feira, o foco do mercado será o relatório de empregos dos EUA referente a janeiro. Pela temporada de resultados, os principais destaques no Brasil serão Banco do Brasil, Guararapes, Klabin e TOTVS. No cenário internacional, atenção para os balanços de McDonald’s e Heineken.

Renda Fixa

Os juros futuros dos EUA fecharam a terça‑feira em queda, à espera do payroll de janeiro, após indicadores mais fracos de varejo e custo de emprego e discursos de dirigentes do Fed. O Tesouro leiloou US$ 58 bilhões em T‑notes de 3 anos, com taxa de 3,518% e bid‑to‑cover de 2,62. A T‑Note de 2 anos caiu para 3,45% (‑4 bps), a de 10 anos para 4,14% (‑6 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,78% (‑7 bps). No Brasil, os juros futuros subiram em realização pós‑IPCA, que mostrou desaceleração, mas ainda pressão em componentes sensíveis à política monetária. O DI jan/27 fechou a 13,38% (+3 bps), o DI jan/29 a 12,75% (+5 bps) e o DI jan/31 a 13,15% (+4 bps).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,2%), com investidores aguardando a divulgação do relatório de emprego (payroll) de janeiro, que foi adiado devido ao shutdown parcial do governo. Economistas esperam criação de 55 mil vagas em janeiro, ante 50 mil em dezembro, com taxa de desemprego projetada em 4,4%. Na sessão anterior, o S&P 500 caiu -0,3% e o Nasdaq recuou cerca de -0,6%, pressionados por preocupações com o impacto da inteligência artificial no setor financeiro. Ainda na semana, investidores acompanham o CPI na sexta-feira.

Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,3%), com exceção do FTSE 100, que sobe 0,3% com rotação para ações de energia e mineração. Entre os destaques corporativos, a Heineken avança cerca de 4% após anunciar corte de 5.000 a 6.000 empregos em meio a estratégia de reestruturação e projetar crescimento do lucro operacional entre 2% e 6% neste ano. Já a Dassault Systèmes despenca cerca de 19% após resultados abaixo do esperado, enquanto o Commerzbank reportou lucro operacional recorde, mas suas ações recuam cerca de 4%.

Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: -0,2%; HSI: +0,3%), após dados fracos de inflação. O CPI chinês subiu 0,2% em janeiro na comparação anual, abaixo da expectativa de 0,4%, reforçando sinais de pressão desinflacionária. O Kospi sul-coreano avançou 0,6%, assim como o Kosdaq (+0,6%). Os mercados japoneses permaneceram fechados devido a feriado.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a terça-feira em queda de 0,25%, influenciado pela abertura da curva de juros, em um dia marcado pela divulgação do IPCA de janeiro. A queda foi puxada sobretudo pelos Fundos de Fundos e pelos Fundos de Papel, que recuaram 0,38% e 0,37%, respectivamente.

Os Fundos de Tijolo também registraram desempenho negativo, com retração de 0,23%, influenciada principalmente pelos Fundos de Lajes Corporativas, que caíram 0,64%. Os Fundos de Shoppings (-0,07%) e os Fundos de Ativos Logísticos (-0,19%) igualmente encerraram o pregão no campo negativo.

Entre as maiores altas do dia, destacaram-se RBFM11 (+2,9%), VINO11 (+2,8%) e SNFF11 (+2,7%). No campo negativo, as principais baixas foram PVBI11 (-2,6%), BBIG11 (-2,4%) e TOPP11 (-2,0%).

Economia

No Brasil, o IPCA avançou 0,33% em janeiro comparado com dezembro, em linha com as expectativas (XP: 0,33%; Mercado: 0,32%). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,26% para 4,44%. Por sua vez, a média dos núcleos de inflação aumentou 0,45% em janeiro, com a taxa acumulada em 12 meses cedendo de 4,63% para 4,47%, o menor patamar desde janeiro de 2025. Os resultados do IPCA de janeiro reforçaram nossa visão de que a inflação de curto prazo seguirá bem-comportada. Logo, acreditamos que o Copom iniciará um ciclo de flexibilização monetária em março, reduzindo a taxa Selic em 0,50 p.p. (de 15,00% para 14,50%). Prevemos inflação de 3,8% em 2026, após 4,3% em 2025. Para uma análise completa sobre o IPCA de janeiro, clique aqui.

Na China, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em janeiro ante dezembro, ligeiramente abaixo da expectativa de mercado (0,3%). Com isso, a inflação ao consumidor acumulada em 12 meses cedeu de 0,8% – o maior nível em quase três anos – para apenas 0,2%. Por sua vez, o índice de preços ao produtor (PPI) permaneceu em terreno deflacionário, ao passar de -1,9% em dezembro para -1,4% em janeiro. A demanda doméstica na China segue fraca, sobretudo em função da crise no setor de construção e da baixa confiança do consumidor.  

Hoje, destaque para a divulgação do relatório Nonfarm Payroll, que traz as principais estatísticas sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos. A projeção de mercado indica criação líquida de 65 mil empregos em janeiro, após a adição de 50 mil em dezembro. A taxa de desemprego deve continuar em 4,4%, enquanto o rendimento médio por hora deve mostrar elevação de 0,3% no mês e 3,7% em termos anuais.  

Veja todos os detalhes

Economia

Núcleo da inflação brasileira no menor patamar em 12 meses; relatório de emprego nos Estados Unidos no centro das atenções hoje

  • No Brasil, o IPCA avançou 0,33% em janeiro comparado com dezembro, em linha com as expectativas (XP: 0,33%; Mercado: 0,32%). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,26% para 4,44%. Por sua vez, a média dos núcleos de inflação aumentou 0,45% em janeiro, com a taxa acumulada em 12 meses cedendo de 4,63% para 4,47%, o menor patamar desde janeiro de 2025. Ainda em relação aos dados desagregados, os preços de alimentos registraram alta de 0,10% na comparação mensal, a menor taxa de variação para janeiro desde 2006. Além disso, os preços administrados subiram 0,54%, com a ativação da “bandeira verde” nas tarifas de energia elétrica compensando a elevação na gasolina e no transporte público (ônibus e metrô). O grupo de bens industrializados apresentou alta mensal acima do previsto (0,61%), puxada sobretudo pelos itens (voláteis) de higiene pessoal e bens duráveis. Apesar disso, a recente apreciação da taxa de câmbio, combinada à queda dos preços ao atacado, sugere desaceleração desse grupo nos próximos meses. Enquanto isso, a inflação de serviços subjacentes permaneceu elevada (0,57% em janeiro contra dezembro; 5,6% em 12 meses), refletindo a taxa de desemprego nas mínimas históricas e a contínua expansão dos salários reais. O subgrupo de serviços intensivos em mão de obra subiu 0,63% em janeiro e 6,7% no acumulado em 12 meses. No geral, os resultados do IPCA de janeiro reforçaram nossa visão de que a inflação de curto prazo seguirá bem-comportada. Portanto, acreditamos que o Copom iniciará um ciclo de flexibilização monetária em março, reduzindo a taxa Selic em 0,50 p.p. (de 15,00% para 14,50%). Por fim, prevemos inflação de 3,8% em 2026, após 4,3% em 2025. Para uma análise completa sobre o IPCA de janeiro, clique aqui;
  • Nos Estados Unidos, as vendas no varejo ficaram estáveis em dezembro, enquanto o mercado esperava crescimento de 0,4%. Na comparação com o mesmo mês de 2024, as vendas avançaram 2,4%. Pelo lado negativo, os segmentos de veículos (-0,2%) e móveis (-0,9%) recuaram em dezembro. Por outro lado, o segmento de materiais de construção subiu 1,2% no período. A medida de núcleo do varejo — exclui automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação — declinou 0,1% em dezembro, após elevação de 0,2% em novembro. Esse indicador é bastante correlacionado ao componente de consumo das famílias do PIB americano. Diante disso, o Federal Reserve de Atlanta reduziu sua estimativa para o crescimento do PIB no 4º trimestre de 2025, de 4,2% para 3,7% (em termos dessazonalizados e anualizados). O governo publicará a primeira leitura do PIB na semana que vem. Em resumo, a atividade econômica dos Estados Unidos permanece sólida, com desaceleração suave do consumo;    
  • Na China, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em janeiro ante dezembro, ligeiramente abaixo da expectativa de mercado (0,3%). Assim, a inflação ao consumidor acumulada em 12 meses cedeu de 0,8% – o maior patamar em quase três anos – para apenas 0,2%. A medida de núcleo do CPI, que exclui itens de alimentos e energia, avançou 0,8% na base anual, arrefecendo em relação à alta de 1,2% na leitura anterior. Enquanto isso, o índice de preços ao produtor (PPI) permaneceu em terreno deflacionário, ao passar de -1,9% em dezembro para -1,4% em janeiro. A demanda doméstica na China segue fraca, sobretudo em função da crise no setor de construção e da baixa confiança do consumidor;    
  • Hoje, destaque para a divulgação do relatório Nonfarm Payroll, que traz as principais estatísticas sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos. A projeção de mercado indica criação líquida de 65 mil empregos em janeiro, após a adição de 50 mil em dezembro. A taxa de desemprego deve continuar em 4,4%, enquanto o rendimento médio por hora deve mostrar elevação de 0,3% no mês e 3,7% em termos anuais.  

Commodities

Agro, Alimentos e Bebidas – Data Expert | Análise do WASDE – Fev/26

  • Após um relatório surpreendente em janeiro, o WASDE de fevereiro teve impacto menor nos mercados. A safra de soja brasileira foi elevada em 2mi t e esperamos novos aumentos;
  • Na Argentina, as projeções de safra permaneceram inalteradas. A falta de chuvas no último mês reduziu o potencial produtivo após um início excelente, mas as estimativas locais seguem acima das do USDA;
  • Nos Estados Unidos, as exportações de soja foram mantidas, enquanto o mercado e a agência tentam avaliar se o país conseguirá embarcar 20mi t para a China;
  • Há espaço suficiente no S&D para esse volume, mas, para alcançá-lo, os EUA precisariam reduzir exportações para outros destinos a níveis inéditos nos próximos meses.
  • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/agro-alimentos-e-bebidas-data-expert-analise-do-wasde-fev-26/

Empresas

Suzano (SUZB3): Volumes fortes impulsionando o EBITDA-beat; resultados 4T25

  • Suzano apresentou resultados fortes, com EBITDA adj. de R$5,6 bilhões (+11% XPe, +10% vs. consenso). Com um forte desempenho de volume como destaque nos resultados de hoje, destacamos:
  • (i) melhorias na divisão de celulose (EBITDA +8% T/T), impulsionadas por volumes maiores (+9% XPe), preços (+2% T/T em USD) e um desempenho de custos controlado (custos de caixa ex-downtime -1% A/A em 2025); e
  • (ii) no papel, os resultados também melhoraram (EBITDA +6% T/T), liderados por volumes domésticos mais fortes (+19% T/T), parcialmente compensado por exportações menores e um ambiente de preços mais fraco.
  • Além disso, a Suzano anunciou a manutenção de uma restrição de produção de 3,5% durante todo o ano de 2026 devido às condições do mercado, consistente com a abordagem orientada ao retorno da empresa, enquanto seu renovado programa de recompra reforça a visão do management (e da nossa) de que as ações continuam subvalorizadas.
  • Apesar de uma perspectiva estrutural desafiadora para a celulose, continuamos sendo construtivos em relação à Suzano, com a ação relativamente barata nos níveis atuais, em nossa visão.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.


Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • FGC aprova plano de R$ 55 bilhões para recompor caixa após indenizações do Master (Valor Econômico),
  • Tesouro Nacional emite novos títulos da dívida externa em dólares (O Globo),
  • Raízen inicia processo de contratação de assessores para avaliar ‘opções estratégicas’ (Valor Econômico),
  • Etanol de milho deve atingir 10 bilhões de litros no Brasil (CNN Money).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

MSCI Brazil: rebalanceamento de fevereiro de 2026

  • No dia 10 de fevereiro, a MSCI anunciou sua próxima revisão, com mudanças nos constituintes de seus índices globais que entrarão em vigor no dia 2 de março.
  • Nenhuma mudança foi anunciada para o índice MSCI Brazil.
  • O peso de Copel Energia (CPLE3) aumentou de 0,54% para 0,96%, potencialmente atraindo fluxos entre 2,8 e 4,1 dias do ADTV de 3 meses.
  • São esperadas fluxos de saída para Prio (PRIO3) e Itaú Unibanco (ITUB4).
  • No índice MSCI Latin America, a empresa chilena Enel Americas (ENELAM) será removida da carteira.
  • O peso das empresas brasileiras no MSCI Emerging Markets aumentou ligeiramente de 4,75% para 4,76%.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • No quinto pregão seguido de baixa, IFIX cai 0,25% e fecha aos 3.833,81 pontos (FIIs);
    • FIIs acumulam seis meses de alta: veja estratégias automatizadas para surfar rali (InfoMoney);
    • Como a Queda da Selic Redesenha o Mercado Imobiliário e os Ativos de Risco (Forbes);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Aneel aprova editais para os leilões de reserva de capacidade | Café com ESG, 11/02

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território levemente negativo, com IBOV e o ISE recuando 0,17% e 0,18%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) uma pesquisa conduzida pela FGV mapeou o mercado de dívida sustentável no Brasil, reunindo informações sobre emissões realizadas entre 2016 e junho de 2024 – segundo o relatório, o país registrou 215 emissões de títulos sustentáveis no período, que somam R$ 99,8 bilhões; e (ii) a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou os editais para os leilões de reserva de capacidade, que visam a contratação de usinas hidrelétricas e termelétricas para garantir segurança e estabilidade para o fornecimento de energia elétrica no país – os certames estão previstos para serem realizados em 18 e 20 de março;
  • No internacional, 10 fábricas de baterias na América do Norte, antes focadas no equipamento para carros elétricos, estão sendo reestruturadas para produzir baterias para sistemas de armazenamento de energia, segundo a empresa de inteligência de mercado CRU – as fabricantes de baterias cancelaram a produção de equipamentos suficiente para produzir 2 milhões de veículos elétricos e, das 10 fábricas, 7 agora vão atender principalmente ao mercado de armazenamento de energia;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.