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Tarifas de Trump e prévia do PIB no Brasil em destaque

Tarifas de Trump e IBC-Br são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 16/01/2025

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IBOVESPA +0,26% | 165.568 Pontos

CÂMBIO +0,09% | 5,38/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,3%, em linha com os mercados globais (S&P 500, +0,3%; Nasdaq, +0,3%), aos 165.568 pontos, renovando suas máximas históricas.

O principal destaque positivo do dia foi Vamos (VAMO3, +7,6%), repercutindo a divulgação da prévia operacional da companhia referente ao 4T25. Na ponta negativa, SmartFit (SMFT3, -8,2%) recuou diante do aumento da cautela dos investidores em relação às perspectivas de resultados da empresa para 2026.

Nesta sexta-feira, agenda econômica inclui a divulgação do IBC-Br de novembro no Brasil e os dados de produção industrial de dezembro nos EUA.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram esta quinta-feira em alta, acompanhando o mercado exterior e reagindo ao varejo doméstico mais forte que o esperado. O avanço de 1% das vendas no varejo restrito em novembro afastou parte das apostas de corte da Selic já em janeiro, enquanto o leilão robusto de prefixados do Tesouro adicionou prêmio na ponta longa. DI jan/27 em 13,755% (+2bps); DI jan/29 em 13,09% (+4,7bps); DI jan/31 em 13,39% (+5,2bps). Nos EUA, os Treasuries foram impulsionados pela queda inesperada nos pedidos semanais de auxílio-desemprego, que reforçou a leitura de mercado de trabalho ainda resiliente. A sinalização de menor pressão do governo Trump sobre o Fed reduziu um pouco a volatilidade, mas não impediu a alta dos yields. T-note 2y em 3,56% (+5bps); T-note 10y em 4,17% (+2bps); T-bond 30y em 4,79% (0bp).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,5%). O movimento ocorre após um pregão positivo na quinta-feira, quando os principais índices avançaram com apoio dos setores de tecnologia e financeiro. O bom humor foi impulsionado pelos resultados fortes da TSMC, que reacenderam o otimismo com a tese de inteligência artificial, além da divulgação de balanços sólidos de Goldman Sachs e Morgan Stanley. Ainda assim, os índices caminham para encerrar a semana em leve queda, após dias marcados por volatilidade associada a tensões geopolíticas e incertezas em torno da independência do Federal Reserve.

Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%), em meio ao monitoramento das tensões geopolíticas envolvendo Groenlândia e Irã. Apesar do viés negativo, ações do setor de semicondutores seguem sustentando parte do mercado, após os resultados fortes da TSMC, com destaque para ASML e ASM International. No setor de energia, os preços do petróleo operam próximos da estabilidade, enquanto ouro e prata recuam após forte valorização recente, à medida que investidores ajustam posições defensivas.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,4%; HSI: -0,3%), assim como no Japão, mas divergindo da performance do restante da Ásia. Em Taiwan, o índice Taiex subiu quase 2% e renovou máximas históricas após o acordo comercial com os Estados Unidos, que prevê investimentos de ao menos US$ 250 bilhões por empresas taiwanesas de semicondutores em capacidade produtiva nos EUA. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,9% e registrou seu 11º pregão consecutivo de alta, também atingindo recordes.

IFIX

O IFIX encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,17%, renovando sua máxima histórica ao atingir 3.804,48 pontos e acumulando valorização de 0,77% no ano. No desempenho setorial, os fundos de fundos e os fundos híbridos lideraram os resultados positivos, com avanços de 0,66% e 0,41%, respectivamente. Os fundos de tijolo subiram 0,11%, impulsionados principalmente pelos fundos de shopping, que registraram alta de 0,22%, enquanto os fundos de papel permaneceram praticamente estáveis, com leve variação de 0,05%. Entre as maiores altas do dia destacaram-se BTAL11 (+4,6%), URPR11 (+3,5%) e JSAF11 (+3,2%). Já entre as principais quedas, figuraram TRBL11 (-1,1%), RCRB11 (-1,1%) e CLIN11 (-1,1%).

Economia

Donald Trump anunciou tarifas de 25% sobre determinados chips de IA, usando segurança nacional e redução da dependência externa como justificativa. No Brasil, as vendas no varejo ampliado registraram o quinto mês consecutivo de alta, avançando 0,7% em novembro ante outubro. Por sua vez, as vendas do varejo restrito subiram 1,0%, em linha com nossa estimativa e bem acima do consenso de mercado. O crescimento foi disseminado, com oito dos dez segmentos registrando alta em novembro frente a outubro. A campanha promocional de Black Friday parece ter impulsionado essas atividades. Entretanto, a economia brasileira perdeu fôlego na segunda metade de 2025, em linha com a política monetária contracionista.

Na agenda doméstica, destaque para a divulgação do IBC-Br – uma proxy do PIB divulgada pelo Banco Central. Esperamos um aumento de 0,6% em novembro ante outubro (+ 0,9% na comparação interanual). Na agenda internacional, destaque para a produção industrial de dezembro nos Estados Unidos.

Veja todos os detalhes

Economia

Varejo brasileiro supera expectativas em novembro

  • Donald Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre determinados chips de inteligência artificial, com a ressalva de que semicondutores destinados a uso dentro dos Estados Unidos, como em datacenters, startups e aplicações industriais, ficam isentos. A medida foi justificada por motivos de segurança nacional e implementada com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, após investigação do Departamento de Comércio. O objetivo é reduzir a dependência externa e fortalecer a produção doméstica de tecnologia avançada, preparando o terreno para novas ações estratégicas no setor;
  • Os preços do petróleo Brent – referência para precificação – encerraram em forte queda ontem, recuando cerca de 4,15% e fechando a US$ 63,76 por barril, após cinco sessões consecutivas de alta. O movimento foi impulsionado por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que a repressão aos protestos no Irã estava diminuindo, o que reduziu os temores de uma escalada militar e possíveis interrupções no fornecimento de petróleo;
  • No Brasil, as vendas no varejo ampliado avançaram 0,7% em novembro, um pouco acima das projeções (XP: 0,5%; Mercado: 0,4%). Isso representou a quinta alta consecutiva, após um resultado bastante fraco em junho. Na comparação com novembro de 2024, contudo, o índice de varejo ampliado recuou 0,3% (XP: -0,6%; Mercado: -0,5%). As vendas do varejo restrito subiram 1,0%, em linha com nossa estimativa e bem acima do consenso de mercado (XP: 0,8%; Mercado: 0,3%). Esse indicador — que exclui Veículos, Materiais de Construção e Atacado Especializado de Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo — avançou 1,3% na comparação interanual (XP: 1,0%; Mercado: 0,1%). O crescimento foi disseminado, com oito dos dez segmentos registrando alta em novembro frente a outubro. A campanha promocional de Black Friday parece ter impulsionado essas atividades. Por fim, a economia brasileira perdeu fôlego na segunda metade de 2025, em linha com a política monetária contracionista. Ainda assim, temos destacado a presença de “fatores de amortecimento”. Com protagonismo, o mercado de trabalho permanece robusto, com a taxa de desemprego nas mínimas históricas e a renda real em trajetória ascendente. Medidas de estímulo (impulsos de renda e crédito) devem adicionar 0,8 p.p. ao crescimento do PIB este ano. Nossa projeção de 1,7% para o PIB de 2026 tem viés altista;
  • Na agenda doméstica, destaque para a divulgação do IBC-Br – uma proxy do PIB divulgada pelo Banco Central. Esperamos um aumento de 0,6% em novembro ante outubro (+ 0,9% na comparação interanual). Na agenda internacional, destaque para a produção industrial de dezembro nos Estados Unidos.

Empresas

Data Expert | Monitor Anatel – Novembro 2025

  • Anatel divulgou a base de assinantes referente a novembro/25. Segmento móvel (excluindo M2M):
    • O pós-pago continua crescendo, alcançando 56% da base total de acessos, com adição líquida de 0,8 milhão no mês. Em contrapartida, o pré-pago perdeu 0,7 milhão de acessos, mantendo sua tendência de queda. No total, a base permaneceu estável em 217 milhões em novembro.
    • No saldo líquido (pós-pago + pré-pago) e na comparação mês contra mês, Vivo e TIM perderam 112 mil e 126 mil acessos, respectivamente, enquanto a Claro ganhou 183 mil clientes:
    • Vivo: ganhou 216 mil clientes no pós-pago, mas perdeu 328 mil no pré-pago no mês. Em base anual (YoY), adicionou 2,777 milhões no pós-pago (+6% A/A), mas perdeu 3,402 milhões no pré-pago (-9% A/A), resultando em perda líquida de 624 mil nos últimos 12 meses.
    • Claro: ganhou 266 mil clientes no pós-pago, mas perdeu 84 mil no pré-pago no mês. Em base anual, adicionou 2,823 milhões no pós-pago (+7% A/A), mas perdeu 3,397 milhões no pré-pago (-10% A/A), com perda líquida de 573 mil nos últimos 12 meses.
    • TIM: ganhou 140 mil clientes no pós-pago, mas perdeu 267 mil no pré-pago no mês. Em base anual, adicionou 1,490 milhão no pós-pago (+6% A/A), mas perdeu 2,141 milhões no pré-pago (-7% A/A), com perda líquida de 651 mil nos últimos 12 meses.
    • Brisanet foi o destaque entre os players menores, adicionando 52 mil acessos no mês e 517 mil na base anual, chegando a um total de 814 mil clientes.
    • A empresa já detém 14,1% e 11,5% de market share no segmento pós-pago no Ceará (CE) e Rio Grande do Norte (RN), respectivamente.
  • Banda larga:
    • Considerando todas as tecnologias de banda larga, a Vivo se destacou com adição líquida de 63 mil clientes (todas as tecnologias), mantendo seu ritmo de crescimento, enquanto a Oi perdeu 107 mil clientes.
    • Em FTTH, Claro e Vivo lideraram com 69 mil e 71 mil adições líquidas, respectivamente. Desktop, Brisanet e Unifique ganharam 2 mil, 4 mil e 7 mil clientes, respectivamente.
    • A Vero perdeu 6 mil clientes, enquanto a Alloha apresentou uma queda de 28 mil.
    • A Alares também registrou um aumento relevante, adicionando 24 mil clientes à sua base, impulsionada pela aquisição da IPNET.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

CSN (CSNA3): A CSN delineia plano estratégico para fortalecer sua estrutura de capital

  • Novidades? Hoje, a CSN realizou um evento destacando sua intenção de vender participações na CSN Infraestrutura e na CSN Cimentos, uma medida que deve levantar entre R$15-18 bilhões e reduzir a alavancagem para cerca de 1,0x dívida líquida/EBITDA no médio prazo.
  • O management indicou que a assinatura de ambas as desinvestidas é esperada entre o 3T26-4T26.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

3Tentos (TTEN3) | Não é um sprint. É um triathlon. Construída para gerar valor

  • Vemos o setor do Agronegócio brasileiro como uma corrida de resistência, não uma corrida de velocidade, e a 3Tentos como um triatleta de alta performance, preparado para superar ciclos. Seu modelo verticalizado integra insumos agrícolas, indústria e trading em um ecossistema resiliente que permite à Companhia crescer, reinvestir e gerar retornos compostos no longo prazo, mesmo em um setor volátil e intensivo em capital.
  • Enquanto grande parte do setor enfrentou um dos ciclos de baixa mais desafiadores da história do Agronegócio brasileiro, a TTEN sustentou um CAGR de receita de 24% e de EBITDA de 14% entre 2022–25E, reforçando a força de seu ecossistema e execução. Esse desempenho foi alcançado em meio à forte deflação nos preços de insumos/grãos, margens menores para produtores e spreads pressionados no esmagamento, o que levou concorrentes a recorrer ao Chapter 11 ou ajustar negativamente suas perspectivas de crescimento.
  • Projetamos um CAGR de EPS de 16% entre 25E–27E, uma clara inflexão de FCF à medida que o capex atinge seu pico, e um mix de EBITDA estruturalmente mais resiliente no médio prazo. A 9,2x e 7,1x P/E para 26E e 27E, acreditamos que o mercado está subprecificando o perfil composto da TTEN e suas opcionalidades de crescimento, deixando espaço para uma reprecificação significativa. Atualizamos nosso preço-alvo baseado em DCF para R$ 23,6/ação no final de 2026 (de R$ 18,7/ação) e colocamos a 3Tentos como nossa Top Pick em Agro, Alimentos & Bebidas.
  • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/3tentos-tten3-nao-e-um-sprint-e-um-triathlon-construida-para-gerar-valor/

Melnick (MELK3) | Forte performance de vendas e expansão de lançamentos

  • Nesta quarta (14), a Melnick divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
  • Os lançamentos (%Co) atingiram R$ 455 milhões (+111% em relação ao ano anterior, +253% em relação ao trimestre anterior). O valor médio por transação foi de R$ 456 mil (+12% em relação ao trimestre anterior e +29% em relação ao ano anterior), refletindo um mix de lançamentos mais favorável;
  • As pré-vendas líquidas (%Co) totalizaram R$ 324 milhões (+65% em relação ao ano anterior e +120% em relação ao trimestre anterior), mostrando um crescimento substancial. O SoS também cresceu para 18%, de 11% no terceiro trimestre de 2025 e 15% no quarto trimestre de 2024. As entregas aumentaram +444,8 milhões em relação ao trimestre anterior, mas diminuíram -24% em relação ao ano anterior.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Plano&Plano (PLPL3) | Vendas memoráveis após 3T25 de fortes lançamentos

  • Nesta quarta (14), a Plano&Plano divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
  • Os lançamentos (100% e %Co) atingiram R$ 617 milhões (-51% em relação ao ano anterior, -33% em relação ao XPe) e R$ 607 milhões (-53% em relação ao ano anterior, -34% em relação ao XPe), respectivamente. As pré vendas líquidas (100% e %Co) totalizaram R$ 1,55 bilhão (+119% em relação ao ano anterior e +24% em relação ao XPe) e R$ 1,47 bilhão (+125% em relação ao ano anterior e +23% em relação ao XPe), apresentando um excelente desempenho após fortes volumes de lançamentos no 3T25;
  • Por fim, a PLPL registrou geração de FCF de R$ 96 milhões, auxiliada por um efeito de R$ 123 milhões da venda da carteira Pro-Soluto. Ajustado por esse efeito, o FCF foi negativo em R$ 27 milhões, uma ligeira melhora em relação ao burn de R$ 30 milhões no 3T25, mas abaixo de nossa estimativa de burn de caixa operacional de R$ 21 milhões para o trimestre.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Cury (CURY3) | Geração de caixa recorde para terminar outro grande ano

  • Nesta quarta (14), a Cury divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
  • Os lançamentos (%Co) atingiram R$ 1,18 bilhão (+11% a/a), mas ficaram 6% abaixo das nossas expectativas, enquanto os preços por unidade lançada diminuíram (-2,4% ano a ano). As pré-vendas líquidas (%Co) totalizaram R$ 1,44 bilhão (+22% ano a ano), em grande parte em linha com nossas expectativas (+2% vs XPe). O SoS trimestral atingiu 39,3% (-4,4 p.p. YoY, +3,6 p.p. vs XPe), explicado por uma redução no SoS trimestral no RJ (-5,7 p.p. YoY) e em SP (-7,5 p.p. YoY);
  • O destaque, em nossa opinião, foram os números de repasse e produção. O VGV repassado atingiu R$ 1,5 bilhão (+61% em relação ao ano anterior), enquanto as unidades produzidas aumentaram +39% em relação ao ano anterior, contribuindo para uma forte e recorde geração de fluxo de caixa de R$ 321 milhões no trimestre (+38% em relação ao trimestre anterior e +113,5% em relação ao ano anterior) e R$ 683 milhões em 2025 (+46% em relação ao ano anterior);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Hottest Credit Markets Since 2007 Spur Warnings on Complacency (Bloomberg);
  • Tesouro honra R$ 11 bi em garantias a empréstimos de Estados e municípios em 2025 (Valor Econômico);
  • Comissão do Senado cria grupo de trabalho para acompanhar investigação do Banco Master (Estadão);
  • Mercado não vê conexão entre Prio e caso Master (Valor Econômico);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX volta a fechar em alta e supera os 3.800 pontos (FIIs);
    • FIIs vivem onda de fusões: quais as vantagens — e os riscos — para o investidor (InfoMoney);
    • Trabalho híbrido redefine o valor dos escritórios no Brasil (SiiLA);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Reino Unido promove o maior leilão de eólicas offshore da Europa, somando 8,4 GW | Café com ESG, 16/01

  • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em leve alta, com IBOV e o ISE subindo 0,26% e 0,19%, respectivamente.;
  • No Brasil, (i) desde 2025, a varejista de moda Lojas Renner passou a aplicar uma análise dos riscos climáticos antes de abrir cada uma das suas novas lojas pelo Brasil – o trabalho é feito em parceria com a WayCarbon, e ao longo do ano passado o projeto contemplou 30 lojas da Renner – Exame; e (ii) a Petrobras fechou um contrato para fornecer combustível marítimo com uma parcela de biodiesel ao armador norueguês Odfjell, com a entrega de até 12 mil toneladas ao longo de 2026 – o acordo prevê o fornecimento do chamado Very Low Sulfur (VLS) B24, um combustível com baixo teor de enxofre composto por 24% de biodiesel e 76% de óleo mineral oriundo de refinarias da estatal – Eixos;
  • No internacional, o governo do Reino Unido realizou o maior leilão de eólicas offshore já feito na Europa, com a contratação de 8,4 GW de nova capacidade instalada – a expectativa é que o leilão destrave cerca de £ 22 bilhões em investimento privado – Eixos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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